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Romério Rômulo

397 Posts 768 comentários

O poema vai amanhã, Lourdes!, por Romério Rômulo

E se o poema não chegar terei castigos e multas e paixões

Se você quer me habitar a alma, por Romério Rômulo

Eu vou tirar a terra do meu olho / A terra que me embarga, a solidão.

Manuelzão e Ouro Preto/Me fizeram velejar, 1, por Romério Rômulo

Nas estradas me quiseram, Nas cadeias me negaram

Se entrego à tua mão meu atropelo, por Romério Rômulo

Teu rosto traduzido em Caravaggio. Tua mão como um segredo de Picasso.

As vozes que me chegam, 1, por Romério Rômulo

Eu ando, pela moça do meu medo todo o caminho que me tem rasgado.

Poetas são filhotes do diabo, por Romério Rômulo

Amores são destravos indecentes. Poetas são filhotes do diabo.

Ana Elisa Ribeiro, France Gripp, Romério Rômulo | ABC: Poetas BHZ

Romério Rômulo afirma que, depois que você começa, escrever “vira fixação, mania, objetivo de vida. Há um esforço permanente para ser amado”.

O que destroça?/O fogo e a rosa, por Romério Rômulo

O que te tece? -o fogo e a prece.

Quanto de João Cabral cabe no texto?, por Romério Rômulo

Quem me desperta a letra? Quem me faz o desvio?

Uns idiotas me pararam, por Romério Rômulo

só eles sabem e eu nem sou a revelação de um segredo.

Não consigo me livrar desse poema, por Romério Rômulo

o medo que me promete a explosão da carne é o medo da pele que me come e eu não vejo.

A musa te arquiva entre os devassos, por Romério Rômulo

a musa é a dura madrugada que te consome a carne numa espada

3 de janeiro de 1898, por Romério Rômulo

nascido, prestes conta as dores dos desiguais na vida, dos sedentos, dos famintos de esperança e trato.

Por todos os vilões que me abatem, por Romério Rômulo

O vento que tempera seus cabelos por muito menos rende-me os amores

As coisas de Caravaggio, 3. Por Romério Rômulo

quanta coisa me faz ser anjo podre ou demônio marcado de ciências?

Caravaggio, 1, por Romério Rômulo

o meu suor é um extrato de serpente rasgado pela noite mal dormida

Carta a Caravaggio, 4. Por Romério Rômulo

sobra ser um amante calejado de amores e estradas carcomidas

Trago meu cavalo doido, por Romério Rômulo

pro cariri vou agora, me declaro a essa senhora e caso no mesmo dia.

Fazendeiro do ar, por Romério Rômulo

fazendeiro de fazendas, mistura de pano e rendas, de bois, jumentos e éguas.

Só a estirpe dos canalhas me ama, por Romério Rômulo

As águas que me lavam são um pedaço do escuro.

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