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Walnice Nogueira Galvão

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Candice Renoir, por Walnice Nogueira Galvão

A terceira é a série francesa Candice Renoir, que dá um gigantesco passo avante, sobretudo no humor, mas que, infletindo a tendência, carrega na feminilidade.

Fernando Pessoa e Antonio Conselheiro, por Walnice Nogueira Galvão

De um lado, um poeta português de alto bordo. De outro, um sertanejo perdido nas entranhas do país.

O Batalhão Sagrado de Tebas, por Walnice Nogueira Galvão

Diz ele que esse grupo de elite enfrentou as forças macedônias muito superiores em número, não arredou pé e foi dizimado até o último homem. Seu contingente era de 300 guerreiros.

Samba da Boa Vizinhança, por Walnice Nogueira Galvão

Um papagaio verde-e-amarelo, Zé Carioca é a encarnação do malandro: odeia trabalhar, tira samba no pé, bebe cachaça, fala sem parar, conta patranhas para se promover. Esse é o brasileiro que os americanos inventaram em seus esforços por uma Boa Vizinhança...

Comentário sobre o Oscar (2), por Walnice Nogueira Galvão

Entre os candidatos a melhor filme, Os 7 de Chicago, em que se destaca Sacha Baron Cohen (o Borat) num papel sério e não debochado como de hábito, resgata uma dívida de meio século.

Comentário sobre o Oscar (1), por Walnice Nogueira Galvão

Em 2021, e com enfática aprovação de todo o mundo, destaca-se o comprometimento sem restrições do Oscar com a diversidade.

A coleção de Alípio Freire, por Walnice Nogueira Galvão

Na linha da resistência, tem cunho único no país a coleção que ele veio constituindo desde seus 5 anos no presídio Tiradentes. Os presos políticos ocupavam-se com atividades manuais: um desenhava, o outro recortava, ainda outro escrevia, mais um tecia, outro mais pintava.

Samba paulista, por Walnice Nogueira Galvão

O “samba paulista” é representado com muita honra por Adoniran Barbosa (v. Jornal GGN, 11.7.2018), Germano Mathias e mais o doutor e cientista Paulo Vanzolini, ilustre herpetólogo, que constituem sua linha de frente.

Estórias de cobra, por Walnice Nogueira Galvão

Mas há tempos não ouvíamos a estória de uma cobra chegar tão perto. E há debate a respeito de sua identidade: uns dizem que era uma jararacuçu, outros que era uma limpa-campo.

A propósito de Leon Hirszman, por Walnice Nogueira Galvão

Nos filmes que realizou, 5 longas e 11 curtas, dá para ver que estava sempre em busca de algo – o que o título do livro já implica.

Carmina Burana em Pequim, por Walnice Nogueira Galvão

Os poemas de base da cantata constam do códice manuscrito descoberto em 1803 no mosteiro beneditino de Buren, ou Beuern, na Baviera/Alemanha (donde Carmina Burana, ou, em latim, “versos de Beuern”), preservado na Biblioteca de Munique.

Fernanda, a grande, por Walnice Nogueira Galvão

Ultimamente, à guisa de balanço de uma vida, a atriz nos brindou com dois trabalhos de fôlego. Um deles é Fernanda Montenegro – Itinerário fotobiográfico , uma beleza de edição e de pesquisa, publicado pelo Sesc.

SAMBAS E AFINS – para ouvir na quarentena (III), por Walnice Nogueira Galvão 

No tempo de Noel, os malandros eram figuras habituais, entre os quais ele contava amigos; e muitos deles, como ele mesmo, eram sambistas.

Aretha Franklin – Amazing Grace, por Walnice Nogueira Galvão

É obra do cineasta Sidney Pollack, já falecido, laureado diretor de filmes grandiosos na tradição hollywoodiana.

Sambas e afins – para ouvir na quarentena (II), por Walnice Nogueira Galvão 

Tipicamente masculinas,  uma contradição é colocada entre o lar e a vida na boemia, mostrando posições muito conservadoras – aliás, a nota dominante nestes sambas em que a “dor-de-cotovelo” brada mais alto.

As dimensões da utopia: palhoça x palácio, por Walnice Nogueira Galvão

Um dos temas mais constantes na música popular brasileira tem sido a idealização da pobreza.

A batalha da Maria Antonia, por Walnice Nogueira Galvão

Sob ameaça da ditadura e em defesa dos princípios democráticos, em 1968 os alunos tinham ocupado o prédio. Seriam desalojados a bala, sob bombardeio, incêndio e ocupação.

Reclusões nos filmes brasileiros (II), por Walnice Nogueira Galvão

A reclusão como tema no cinema nacional, juntando poesia e verdade.

Reclusões nos filmes brasileiros, por Walnice Nogueira Galvão

Um dos mais ilustres da história de nosso cinema é Memórias do cárcere. É ilustre por causa do livro em que se inspira, um clássico da autoria de Graciliano Ramos; e por causa do diretor, Nelson Pereira dos Santos

Antonio Candido em fotobiografia, por Walnice Nogueira Galvão

O livro é dividido em quatro partes: “Infância”, “Adolescência”, “Juventude”, “Idade adulta”, todas elas pertinentemente escoradas na iconografia.

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