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Considerações sobre a prisão de Pizzolato na Itália, por Paulo Moreira Leite

Enviado por José Carlos Lima

Da IstoÉ
 
 
por Paulo Moreira Leite
 
Não se deve confundir o principal e o acessório na prisão de um condenado pela AP 470
 
 No momento em que se assiste a uma pequena festa cívica por causa da prisão de Henrique Pizzolato na Itália, convém conhecer melhor alguns dados da ação penal 470.
 
É importante, nessa hora, não confundir o assessório com a substância. 
 
Pizzolato foi condenado por peculato, corrupção passiva, lavagem de dinheiro. Mas é bom reconhecer o caráter precário dessas afirmações.
 
Nem vou falar aqui do inquérito 2474, com 78 volumes de provas e testemunhos – inclusive um caudaloso relatório da Polícia Federal – que sequer foram examinados pelos ministros. Foram mantidos em segredo, do próprio STF, em decisão tomada em 2011, com o argumento de que era preciso dar “celeridade” ao processo. Tá bom: celeridade no destino dos outros não arde, nós sabemos.
 
Vamos em frente e examinar alguns  pontos.
 
Por exemplo. Em novembro de 2007, o STF aceitou a denuncia contra Pizzolato (e outros 39 réus). Mas os ministros votaram no escuro, sem conhecer todas cartas que deveriam estar à mesa. Só depois de votar eles puderam ler o inquérito 2828. Embora este documento, do Instituto Nacional de Criminalística, estivesse pronto desde dezembro de 2006, só foi distribuído aos ministros um mês depois da aceitação da denúncia,  quando os acusados já haviam sido transformados em réus, naquela decisão em que se votou “com  faca no pescoço,” como disse Ricardo Lewandovski.  Antes disso,  o 2828 foi mantido em sigilo por Joaquim Barbosa.
 
Entre outras coisas, lê-se no inquérito 2828 uma questão básica para se entender o papel de Pizzolato na AP 470.
 
O relator Joaquim Barbosa pergunta a  quem “competia fazer o gerenciamento dos recursos” do Fundo Visanet  repassados a DNA?
 
Em bom português, o relator queria saber quem fazia os pagamentos – sem o quê, obviamente, não dá para desviar dinheiro para comprar um picolé na praia.  
 
O Banco do Brasil responde: quatro diretores eram responsáveis pela gestão do fundo de incentivo entre 2001 e 2005. O texto faz até um gráfico pequeno, com nomes e datas, para ninguém ficar em dúvida. Não vou escrever o nome deles aqui porque este não é meu papel. O importante é saber que Henrique Pizzolato não se encontra entre eles. Nenhum dos responsáveis, autorizados a liberar o dinheiro, foi indiciado nem julgado. Pizzolato foi condenado como  “único responsável” pelos pagamentos. Não era único nem era o responsável.
 
 Outro exemplo. Em novembro de 2005, seis meses depois da célebre entrevista de Roberto Jefferson,  os parlamentares da CPMI dos Correios receberam um documento “para uso interno – confidencial” da Visanet. É muito ilustrativo e chocante, quando se vê o que ocorreu depois,
 
Numa denúncia baseada em desvio de dinheiro público, os parlamentares perguntaram:
 
A Visanet é uma empresa pública?
 
Resposta. “Não. É uma empresa de capital privado.”
 
Qual era a relação do senhor Henrique Pizzolato com a Visanet?
 
“Nenhuma. “
 
 Outro exemplo. Pizzolato foi acusado de prorrogar o contrato da DNA com o Banco do Brasil para beneficiar o esquema. Não custa lembrar que as prorrogações de contrato são autorizadas por lei, e podem ocorrer três prorrogações de um novo contrato antes de se fazer uma nova licitação. Em 11 de fevereiro de 2003, logo depois da posse de Lula, o Banco do Brasil fez a terceira prorrogação do contrato com a DNA, por seis meses. As duas anteriores haviam sido assinadas em 2001, e 2002, quando o PSDB estava no governo. A prorrogação foi assinada por três diretores. Pizzolato não é um deles nem poderia. Só tomou posse no banco uma semana depois. Ou seja: quando o contrato já fora prorrogado.
 
Outro exemplo. Conforme a denuncia, o pagamento indevido de bônus de volume às agências teria sido uma forma de desviar dinheiro do Banco do Brasil. Até executivos da Globo prestaram depoimento, mostrando que essa visão era distorcida, pois ignorava o funcionamento real  do mercado publicitário. Em julho de 2009, Joaquim Barbosa enviou um conjunto de perguntas a direção do Banco do Brasil. Entre outras questões, queria saber se o Banco estava cobrando “a devolução ou o ressarcimento de valores pagos a título de bônus de volume.”
 
Lembrando que os recursos da Visanet não eram de sua propriedade, a  resposta do Banco é enfática: “conforme referido no relatório de auditoria, a origem, propriedade e gestão dos recursos do Fundo Visanet pertenciam a Visanet. (...) Quem se apresentava como titular desses recursos no plano material era a Visanet, posição exteriorizada no regulamento instituidor do Fundo.” O documento conclui: “desse modo, o Banco do Brasil não tem legitimidade ativa para propor eventual ação de ressarcimento. “
 
É isso que está escrito. A direção jurídica do BB, a qual Pizzolato deve obediência na matéria, diz que a pergunta do relator envolvia uma   cobrança que não tinha “legitimidade.”
 
 
 
Não vou prosseguir aqui para não cansar demais. Só lembro estes fatos para mostrar o seguinte.
 
Nós sabemos por que Pizzolato foi condenado e imagino que muita gente está pensando nisso agora.
 
Teria aparecido, teoricamente, um ato de ofício capaz de estabelecer a ligação entre suas decisões como diretor de marketing e o recebimento de R$ 326 000 em sua casa. A acusação sustenta que ele ganhou esse dinheiro como pagamento pelos serviços prestados ao esquema. Ele diz que eram recursos para o PT  e ninguém é obrigado a acreditar em qualquer versão.
 
Todo mundo tem o direito de pensar o que quiser. Mas eu acho, humildemente, que os fatos acima, que descrevem o papel de Pizzolato, mostram o seguinte. Mesmo que quisesse prestar serviços ilícitos ao esquema, não tinha autoridade nem poderes para tanto. Não podia fazer o que dizem ter feito – muito menos sozinho. Não era o diretor que fazia o pagamento de recursos. Não decidiu a prorrogação dos contratos. Sua relação com a Visanet era “nenhuma”. A cobrança de Joaquim Barbosa, pelo ressarcimento do Bonus de Volume, simplesmente não tinha “legitimidade,” diz o jurídico do banco.
 
Dá para entender? Dá. É só aceitar a ideia -- dolorosa, difícil, mas real -- de que o STF fez um julgamento de exceção, aplicando regras que nunca foram aplicadas antes e dificilmente irão se repetir.
 
Como demonstrou o professor Dalmo Dallari, o STF sequer tinha autoridade constitucional para julgar, em primeira instância, réus que não tinham direito ao foro privilegiado, o que demonstra o caráter questionável de suas decisões. Não custa lembrar – é cansativo mas educativo – que o mensalão PSDB-MG e o mensalão DEM-DF não serão julgados da mesma maneira. Numa atitude que equivale a admitir o erro mais uma vez – só falta agora saber quem vai pagar a conta da AP 470 – até o propinoduto tucano será julgado, se isso acontecer, pelo sistema de  desmembramento. Precisa de mais?
 
Acho que não.
 
É neste ambiente que se deve enxergar a fuga de Pizzolato, os passaportes falsos e outros momentos que levaram a sua prisão na Itália
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Comentários

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Ricardo S

A trollagem é irritante, essa

A trollagem é irritante, essa uma das suas atribuições. Um texto claríssimo, que mostra de forma quase didática algumas das armações que houve no julgamento de exceção e eles comentam como se não tivessem entendido o que foi exposto. Mas os trolls daqui não chegam nem aos pés (felizmente) dos trolls que escreveram comentários ao texto de PML na Isto É. Os comentários postados lá por essas figuras são ofensivos, desrespeitosos e até fazem ameaças. A PF ou algum outro órgão competente deveria averiguar se são mesmo leitores comuns ou se fazem parte de grupos financiados para tumultuar, por politicagem, e conduzir a opinião de quem lê as postagens.

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Luiz Castello

Perseguido político e profeta.

A Polícia Federal descobriu que "o planejamento da fuga começou em 2007, cinco anos antes dele ser condenado pelo STF a 12 anos e 7 meses de prisão pelo envolvimento no esquema do mensalão".

 

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/02/1408323-pizzolato-pode-ser-ex...

 

Nostradamus deve estar babando de inveja.

 

 

 

 

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Cristiana, tenho as mesmas

Cristiana, tenho as mesmas dúvidas que você.

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henrique neto

A verdade se revelando. O

A verdade se revelando. O cara falsificou uma porção de documentos pouco depois de a denúnica ser aceita. O que dizer disso? Picareta! Acho que facilitaram para esse cara fugir com medo de que ele abrisse a boca. 

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ZENIO SILVA

rinha!!!

PRONTO, VIROU RINHA!!!

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Romário1

Francamente, não dá para defender esse povo

Francamente, não dá para defender esse povo.

Quanto a questão de incompetência, discordo do Dalari. Ocorre a chamada prorrogação de competência em razão do concurso de agentes. Não vejo inconstitucionalidade nisso.

Também não dá para aceitar que o julgamento seja de exceção. Francamente, se fosse para ter uma decisão tendenciosa, era mais provável que fosse para inocentar os mensaleiros. Até a admissão dos embargos infringentes no STF é controversa e mesmo assim foi aceita.

Que existem mensaleiros que foram acobertados, disso eu não duvido.

Que existem pilantras em outros partidos, também não duvido. Pelo contrário, as evidencias estão aí e devem ser punidos.

Mas o que não dá é saí defendendo esses caras por questões partidarias.

Não acho que o Judiciário seja sempre justo. Ele comete injustiças. Também não tive acesso ao processo. Mas a probabilidade desse cara ser culpado é maior do que a dele ser inocente.

Infelizmente no Brasil é assim. A desculpa é sempre a mesma: "estou sendo perseguido!!!"

Não dá para afirmar que esse cara é um santo. Muito pelo contrário.

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Nem contra, nem à favor, nem

Nem contra, nem à favor, nem muito menos pelo contrário. Sem fatos e sem argumentos, essa é a opinião do Romário. 

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Caesarea

Joaquim irá confessar...

1ºAto: Não se espantem se num futuro próximo o Joaquim Barbosa confessar toda essa farsa. 2º Ato Ele, Joaquim, já acusou o golpe e sabe muito bem o custo alto assumido para cometer o que ele cometeu neste julgamento para se vingar de "alguém" nesse processo político. 3º Ato  Isso tudo ocorrerá, porque ele, Joaquim, sabe também que o mesmo grupo que o "cooptou" para se prestar a esse papel o abandonará por causa de outro "processo" no STF....triste fim de um "deslumbrado"e "vingativo".

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Kleberson

Culpa da mídia

Deve haver algum engano, o referido cidadão não pode ter cometido um crime, pois é um dos santos que estão salvando o Brasil. Só pode ser coisa da grande mídia.

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"Lo que los hombres realmente quieren no es el conocimiento sino la certidumbre ". - Bertrand Russell (1872-1970); filósofo y matemático inglés. (citação num boletim do av. Panda )

Não é só não mexer uma palha

Não é só não mexer uma palha por ele. Alguém entendeu o pronunciamento do Vicentinho na Câmara, hoje ? Ele é lider do PT, e foi pau puro no Pizzolato .

Transcrevo o que está no site do globo (com reservas, vá lá, mas não creio que eles inventassem declarações em plenário):

— Em que pese que ele é um filiado, sua postura foi indevida. Primeiro ele fugiu, depois usou documento falso. Não pactuamos com isso. Se você tem um filho e você sabe que ele é um criminoso e tem a certeza disso, o que se pode fazer? Ele tem que pagar por isso. Seu comportamento repercutiu muito mal. Uma vergonha e um constrangimento. Ele tem que explicar isso — disse Vicentinho.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/lider-do-pt-diz-que-caso-pizzolato-envergonha-constrange-partido-11526008#ixzz2saBl4ty5
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GAVETÃO 2474 VAI FAZER ESTRAGO!!!!!!

Ministro Lewandowski abre o inquérito 2474 para Cristiano Paz

publicado em 6 de fevereiro de 2014 às 15:32

 

Ao liberar o 2474 para Paz, Lewandowski segue Súmula Vinculante 14 do STF, que Barbosa contrariou

por Conceição Lemes

Durante quase sete anos, o ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), manteve em segredo absoluto de Justiça o inquérito 2474, apelidado de “gavetão”,  pois é paralelo ao 2245, que deu origem à ação penal do mensalão. Foi de 6 de março de 2007 a 31 de julho de 2013.

Em 1º de agosto de 2013, ele transmitiu a relatoria para o ministro Luís Roberto Barroso. Poucos dias depois, após examinar o inquérito, Barroso declarou-se impedido. Justificativa: “suspeição por foro íntimo”.

Em 2 de setembro de 2013, mediante sorteio,  o ministro Ricardo Lewandowski tornou-se o relator.  Em 23 de janeiro, ele começou abri-lo  para os investigados no processo.

Entre outros, o 2474 já foi liberado para Henrique Pizzolato, ex-diretor de Marketing do Banco Brasil e um condenados na AP 470. Também para o banqueiro Daniel Dantas.

Segundo advogados que acompanham o caso, hoje, Lewandowski autorizou o acesso para Cristiano Paz, ex-sócio do publicitário Marcos Valério. No processo do mensalão, Paz foi condenado a 25 anos, 11 meses e 20 dias de prisão.

O 2474 contém cerca de 100 volumes. Neles, o ministro Joaquim Barbosa “guardou” documentos que poderiam inocentar alguns réus do mensalão, entre os quais Pizzolato.

Desde 2009, vários investigados do 2474 tentaram acesso ao inquérito para fazer as suas defesas. Barbosa sempre negou, contrariando a súmula 14 do próprio STF.

Ou seja, Barbosa negou a vários condenados do mensalão amplo acesso às provas. A questão é por quê.

Com abertura do 2474 finalmente a sociedade brasileira poderá saber o misterioso motivo ou motivos dessa atitude do presidente do STF. Aguardemos.

 

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Que artigo!

É incrível como o Paulo derruba um julgmento de 6 meses e envolvendo tantos juizes. Dá para assutar. Brilhante texto. Socorro!

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Quem não desconfia de si próprio não merece a confiança dos outros (ditado árabe).

imagem de Zanchetta
Zanchetta

Pelo que estou lendo nos

Pelo que estou lendo nos blogs do outro lado, a oposição está doidinha para o que o Pizzolatto abra o dossiê que ele diz possuir....

Vejam uma das passagens:

 

Desde ontem atrás das grades, depois de dois meses e meio foragido, Pizzolato, de 61 anos, apega-se a um dossiê que, segundo amigos, vai respingar em muitos políticos do PT. Ninguém revela quem. Ao fim de seu depoimento à CPI do Mensalão, em 2005, sua mulher, Andréa Haas, irritada, já ameaçava: — O PT vai pagar o que fez com ele.

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E vc os advertiu lá nos blogs do outro lado ? dizendo lá tb:

Mas deixa de ser trouxa!!! É capaz de extraditarem ele só para parecerem cumpridores de acordos internacionais (coisa que o Brasil não foi) e ferrar um cumpanhero... 

 

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Sim. Ai tem uma verdade: se

Sim. Ai tem uma verdade: se fosse um filiado do PSDB, como os outros que assinaram os documentos que JB disse ter sido ele, claro que seria poupado. Até Fernando Beira Mar teria dito mais ou menos isso Se tivesse me filiado ao PSDB estaria livre. Vamos ver o que tem a mostrar, também queremos a Verdade, mas que seja a verdade plena, desde seus primórdios. Será muito esclarecedor. Que venha a Verdade. 

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Conversa fiada, notícia plantada!!!!

Eu sei quem está com medo desse dossiê e lhe garanto que não é o PT.

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movimento ou troca de pessoas por indução...

indo do particular ao geral e considerando o sacrifício de um para o bem de todos, sempre acontece dessa forma quando o país é dominado por empresários da comunicação..............

 

e itália já passou por algo parecido e certamente não vai querer repetir

 

dominam todos e tudo, não só políticos, dominam também todas as instituições

como? fazendo com que diferentes poderes obedeçam a lógicas diferentes

lógicas que eles mesmos, os empresários, determinam por intimidação, mas só por aqui

 

querem entender melhor? estudem mais a fundo Demóstenes/Veja/Cachoeira

 

não foi à toa que jogaram no esquecimento

 

não é diferenciação de poder, é de acesso ao capital de cada poder

 

querem enteder melhor ainda?

 

substituam cada condenado petista por qualquer um que permaneceu oculto na 2474

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é de acesso ao capital de

é de acesso ao capital de cada poder. Essa frase resume tudo. Só que me parece que dentre os próprios poderes, não só nos meios de comunicação, também há uma luta pelo acesso ao capital do poder que arrecada.

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vai por aí mesmo, pelo que você colocou...

oposição sempre jogou com as mesmas peças de outra época.....................

época de segredos guardados por dois poderes

 

desespero todo vem daí, se revelados provoca um desequilíbrio estável na disputa presidencial.............

 

estável porque teríamos zero de oposição convincente

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PARA AQUELES QUE ACHAM QUE O STF NÃO MENTIU SOBRE A AP470

Esta é apenas uma das pérolas produzidas no julgamento do MENTIRÃO: Que ouça quem tenha ouvidos para ouvir, e faça o seu julgamento

 

Confira essa fala de Ayres Brito, por exemplo, durante o julgamento do mensalão, onde ele diz que a Companhia Brasileira de Meios de Pagamento, a Visanet, uma empresa multinacional, é “pública” porque traz o “Brasileira” no nome… Brito diz que a Visanet é como a Embrapa… É simplesmente inacreditável. - See more at: http://www.ocafezinho.com/2013/12/03/a-falsa-vitoria-dos-golpistas/#sthash.eBjwMQC2.dpuf

http://www.youtube.com/watch?v=_Bbm3Ikk9pw

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Lucia Rangel

Então, se pensarmos como o

Então, se pensarmos como o Ayres B o Banco Brasileiro de Descontos S/A, vulgo BRADESCO é publico.

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Tião Macalé

. Barbosa eu te amo ! Barbosa

.

Barbosa eu te amo !

Barbosa eu te amo !

Meu amor !!!

Barbosa eu te amo !

O meu tempo depende de você !!!

Fogo eu te amo !!!

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CB

A filha da Velhinha de

A filha da Velhinha de Taubaté, aquela que acreditava piamente em tudo que o governo militar dizia, leva a sério o STF.

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Com a história do passaporte

Com a história do passaporte o Pizzolato força o julgamento da extradição que terá que analisar os autos da AP470.

Se ele se entregasse sem haver um ilícito na Itália, o governo italiano poderia optar por acatar a extradição sem avaliar o processo no Brasil,

Foi uma jogada muito esperta.

A análise da AP470 irá comprovar que trata-se de uma farsa escabrosa idêntica a dos tribunais nazistas.

Quo usque tandem abutere, Catilina, patientia nostra?

Não muito mais, a maré está a virar.

 

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ABAIXO A DITADURA

 

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Zanchetta

Assim como os documentos

Assim como os documentos falsos "obrigaram" o governo brasileiro a abrir o caso do julgamento dele lá na Itália?!?

Mas deixa de ser trouxa!!! É capaz de extraditarem ele só para parecerem cumpridores de acordos internacionais (coisa que o Brasil não foi) e ferrar um cumpanhero...

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Paulo P. Ribeiro

A situação de Henrique

A situação de Henrique Pizzolato assemelha-se à de Joseph K, com a diferença que seu martírio é real. Homem de vida ilibida, companheiro de lutas e sacrifícios em prol do Brasil, Pizzolato encontra-se neste momento jogado às trças em uma masmorra italiana, esperando decisão que possa trazer-lhe a devida Justiça. Joaquim Barbosa e seus asseclas pensam que conseguiram deter a trajetória de um guereiro, mas serão obrigados a se submeter ao júri de outro país que restabelecerá a Verdade e fará com que Pizzolato volte ao Brasil como um heroi. A ele, a nossa solidariedade! 

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Tomara!

Tomara!

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lidiaz

Esperamos que ele não tenha o

Esperamos que ele não tenha o mesmo fim trágido de Joseph K. Que esse processo kafkiano venha a ser resolvido em ambiente sadio.

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Pizzolato é talvez o mais

Pizzolato é talvez o mais inocentes desses réus. Talvez no mesmo nível de Genoíno.

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E de J P Cunha também. O que

E de J P Cunha também. O que fez João Paulo Cunha ? 

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E o que fez o Dirceu?  

E o que fez o Dirceu?

 

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Zanchetta

E o que fez Roberto

E o que fez Roberto Jefferson?

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O único mala que deveria estar preso tá é solto graças ao Batman

E o que fez Roberto Jefferson?

Ao que consta nos autos, o Roberto Jefferson é um dos poucos que cometeu algum ilícito, pois embolsou a grana do caixa 2 eleitoral e deveria estar preso, não por prática de caixa 2, pois se trata de crime prescrito, mas caberia ser condenado por enriquecimento ilítico, mas o que ocorre é que nesse pais este crime só existe na lei, pois quem o pratica tem todas a proteção da lei. Um verdaeiro samba do crioulo doido o mentirão, sendo que faz-se necessário a instalação de uma Comissão da Verdade STF para colocar essa lambança em pratos limpos

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Grato, Spin F

É muita coisa para descrever

É muita coisa para descrever aqui. Começa com sua participação no programa de jornalismo inventivo O POVO NA TV, e acaba com ele subtraindo 4 milhões de seu partido, e insistindo em continuar fazendo o tal programa banido pela Justiça, numa reincidência portanto, fazendo acusação leviana contra José Dirceu, após tentar extorqui-lo sem sucesso.

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Também não se sabe. Para mim,

Também não se sabe. Para mim, ele fez o contrário do que foi acusado. Acho que Jefferson assumiu o partido dele, depois da morte do presidente, e queria renegociar o acordo. Ou seja, ele queria um mensalão, e Dirceu negou. Então, foi acusado, por vendetta, justamente por ter barrado o mensalão, que muitos estavam acostumados a receber desde tempos imemoriais ou do tal imortal. 

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Uai, Cristiana, a sinopse da

Uai, Cristiana, a sinopse da farsa narrava que os 40 ladrões se apossaram do dinheiro público. Como poderiam prescindir desse elo, da personagem petista no banco público, tramando a apropriação das robustas somas ? Sem isso como dar coerência à ficção ? É Pizzollato, mas poderia ter sido qq. um nessa estratégica posição. Não haveria tantos riscos, já que as sindicâncias foram devidamente separadas e mantidas sob sigilo. O único detalhe mal avaliado, a meu ver, foi o fato deste pinçado ter dupla nacionalidade, gerando a possibilidade de avaliação da farsa em outro foro ( ? ) Intriga foi que o sigilo foi quebrado por aquela exceção, e dp teria vasado para a midia. Alguém teria preparado a fuga desse bandido ? Mas, e agora, ele querendo limpar sua barra, como é que fica, faz parte da farsa, ele vai deixar pra lá ? Não acredito.

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Eu não sei, nilccemar, eu

Eu não sei, nilccemar, eu sempre para nesse ponto e não consigo sair dele.

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Eu confio mais nele, porque

Eu confio mais nele, porque não me convenceu aquela história de que ele teria agido para prejudicar Gushiken com os fundos de pensão e as teles. E tenho certeza que ele não dedurou Gushiken não, apenas narrou os fatos normalmente, e depois estes foram interpretados como criminosos.

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Daytona

A direita vai bater na tecla

A direita vai bater na tecla do Battisti, tudo que acontecer na Itália será atribuído ao asilo dado pelo governo Lula ao "terrorista" assassino. Itália não extradita Pizzolato?Culpa do asilo ao Battisti. Justiça italiana considera que Pizzolato foi condenado injustamente, sem provas?Culpa do asilo ao Battisti.

Esse será o mantra, e, sem dúvida, teremos gente ignorante o bastante pra acreditar.

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O texto do PML é perfeito e

O texto do PML é perfeito e demonstra, mais uma vez, que Pizzolato foi " pinçado" do esquema para integrar a AP 470, pelo fato de ser petista. Ou talvez, tenha sido jogado na AP 470 para sair do esquema montado no BB. Minha única dúvida é com relação ao risco que envolveu essa empreitada; sem Pizzolato, sem BB e, portanto, sem mensalão... por outro lado, sua inclusão traria a possibilidade de abrir para o país inteiro o esquema de financiamento bem como o desvido de $$$ público, aí sim, para as grandes empresas de comunicação via agências de publicidade. Quem colocou o Pizzolato nessa denúncia ou tinha controle total dele ou é uma pessoa muito caridosa e empenhada em varrer a corrupção do país e blá blá blá moralista e aulas de catecismo mais discursos sobre e bons costumes como os que vieram do plenário ao longo do julgamento AP 470. A verdade é que a presença de Pizzolato no tal de " mensalão", revelou um esquema muito maior e prejudicial ao país do que o suposto " Mensalão". Meu paplpite é que isso não estava no script, alguém traiu alguém no curso do julgamento. Esqueçam os partidos políticos pq isso aí é briga de cachorro grande. Para o os réus do núcleo político, podem aparecer duzentos 2474, que não fará qq diferença.

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Estranhei seu comentário

Acompanho esse processo desde o começo e a cada dia que passa mais me convenço da farsa, não haverá surpresas negativas em relação aos réus do PT. No caso de Pizollato não é nenhuma novidade a estratégia elaborada para a fuga, chegou a ser necessária, para que ao ser detido pudesse criar um empecilho à justiça brasileira quando pedirem sua extradição, esse fato não o incrimina perante a ap470 ou o desmoraliza perante aqueles que estão cumprindo as penas injustas. Só quem está no front de batalha é capaz de avaliar o que sente e sofre perante a injustiça, ele escolheu lutar desta forma, e se sente mais forte assim, enfrentando a justiça de sua segunda pátria, temos que respeitar sua escolha. Quando começarem os desdobramentos de sua estratégia, e começar a gerar frutos desmascarando o STF, muitos o aplaudirão pela ousadia. Eu só peço a DEUS que o proteja e ilumine seus passos.

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Veja bem ( aproveito para

Veja bem ( aproveito para esclarecer tb a nilccemar ), eu não tenho uma ÚNICA dúvida com relação as absurdas condenações da AP 470. TODAS, absolutamente, injustas, exageradas e criminosas, derivadas de uma simulação de julgamento tb CRIMINOSA. Do mesmo modo tb não tenho qq receio com relação ao conetúdo do 2474 no que diz respeito aos réus já presos e explico pq. Dois deles ( JD e JG ), foram condenados com base numa tropicalizada Teoria do Domínio do Fato pq não conseguiram encontrar NADA em quase dez anos que desse suporte a denúncia. Delubio Soares, já havia confessado o crime eleitoral e a Corte teve que transformar, crime eleitoral prescrito em um monte de outros para poder condená-lo e JPC, está preso e, até agora, sequer sabe como e pq... Ou seja, qq documento que pudesse fundamentar essas condenações não seria desviado pelo STF para o 2474 e sim, anexado a AP 470 que não tinha absolutamente NADA e, por isso, aqueles votos prosaicos proferidos pelos ministros.  Com relação a Pizzolato, acredito que a farta documentação que pode inocentá-lo teria sido desviada pelos ministros para o 2474, menos para condenar Pizzolato do que para proteger outras pessoas não denunciadas. Vale lembrar que as condenações nessa AP dispensaram provas, de maneira escancarada. Portanto, se para condenar réus como José Dirceu e José Genoíno o plenário do STF não precisou de provas, com muito mais razão no caso de Pizzolato, elas seriam completamente, dispensáveis. Com isso não quero dizer que o réu não tenha que empenhar-se em provar sua inocência, muito pelo contrário, qq um aqui no blog pode atestar meu empenho na luta pelo fim do sigilo do 2474 e na própria defesa do Pizzolato e, continuarei fazendo isso.

Minha questão diz respeito ao timming dessa " detenção"; coloco entre aspas pq já li pelos blogs diferentes versões acerca do ocorrido na Itália. Uma dando conta de que a prisão foi a pedido do Governo Brasilero; outra que teria sido detido com documentação falsa; outra ainda não confirmando o porte de documentação falsa e uma última que afirma que os documentos foram falsificados no Brasil em 2007 ( passaporte ), 2008 ( título de eleitor ) e 2009 ( CPF ); portanto, não tomo como base qq uma delas, até que possamos saber o que, de fato, ocorreu.

Entendo e respeito a estratégia de defesa de cada um mas lembro que essa " detenção" se dá no auge das campanhas de arrecadação para o pagamento das multas, exorbitantes, impostas aos réus pelo STF e na hora em que militantes e simpatizantes estavam contando os segundos para " startar" a campanha de arrecadação de JD, que quase atingia a assombrosa casa do milhão. As arrecadações estavam incomodando profundamente, Mídia e STF e dominavam a pauta na blogosfera. Uns dias antes, eu mesma postei sobre isso, alertando para desconsiderarmos solenemente qq escândalo ou evento envolvendo quaisquer dos réus sob pena desses eventos respingarem na AP como um todo; depois de tanto trabalho para desqualificá-la perante a sociedade. Não creio que um dos réus surgir detido, portando documentos falsos, em outro país, dominando a pauta da mídia e da blogosfera; mobilizando militantes e simpatizantes que estavam focados nas arrecadações, tenha sido uma boa estratégia para todos os reús. O que não significa que Pizzolato, tenha que vincular seus movimentos aos dos demais. Quero deixar bem claro que, em nenhum momento, poderia colocar-me contra um réu que está exercendo seu legítimo direito de se defender. Mas não creio e espero estar enganada, que um detenção por porte de documentos falsos vá ensejar a abertura do julgamento do " Mensalão" na Itália. São situações distintas. O que pode acontecer e, com certeza acontecerá a todos os demais é o recuso à Corte Internacional. Tb não faço coro com os que apostam em declarações à mídia italiana pq os grupos de mídia falam a mesma língua no mundo inteiro e uma AP que colocou em risco o próprio Estado de Direito, receberá tratamento VIP, sobretudo nos EEUU e Europa. Vale lembrar que a Globo, que em última análise, foi quem conduziu esse julgamento, é apenas um braço desses grupos no Brasil.

Portanto, minha questão está restrita, apenas, ao momento em que essa detenção ocorreu e mais nada. O PT estava com o STF e Mídia nas cordas em função das arrecadações e dos 12 dias do Ministro Lewandwski na presidência da Corte; a Trincheira da Resistência bombando com a prisão de JPC; JD já com a possibilidade de conseguir trabalhar e, portanto sair do regime FECHADO que já dura quase três meses... Enfim, saímos do ataque e voltamos para defensiva. Respeito a estratégia mas não entendi.

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Cristiana

Sou leigo.

Mas uma situação me intriga, sendo o Pizzolato cidadão italiano, como/porque foi preso por usar passaporte falsificado.

Para sair pela Argentina, OK mas estando na Italia, porque portar um falsificado.  Não entendi 

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Eu tb não estou entendendo

Eu tb não estou entendendo nada, Jorge. Tb não sei qual a relação entre uma coisa e outra nilccemar. Vamos aguardar para entender melhor.

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Mas quando os amigos de

Mas quando os amigos de Pizzolato conseguiram, finalmente, registrar seus elementos de defesa num cartório do Rio, após 18 negativas, não disseram que agora só aguardavam a prisão de JP Cunha para agir ? Então, deu-se a prisão de Cunha, e eles começaram a agir com a detenção de Pizzolato e a abertura de negociações lá. Não entendi, naquela declaração, o que teria a ver JP Cunha, e o momento de sua detenção, com a defesa de Pizzolato, se eram defesas conjuntas, não sei, ele falou, mas não explicou. Só ocorreu que, logo após essa declaração dos amigos de Pizzolato JB viajou expediu, mas  se esqueceu de assinar o mandado de prisão de JP Cunha, procrastinando o evento esperado. Há um fato importante na detenção de Cunha, mas não sei o que é, o que significa para essa(s) defesa(s).

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Ah, tem mais um detalhe que tinha esquecido

Ao ser preso, Cunha, imediatamente, formulou pedido para trabalhar na Câmara. O que deve implicar alguma resposta parlamentar na questão, ou, o evolvimento dos parlamentares no julgamento. E JB, logo que voltou de férias, foi imediatamente às duas Câmaras do Congresso.

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Cristiana tem uma pulga atrás

Cristiana tem uma pulga atrás da orelha. Parece temer que a defesa de Pizzolato possa trazer consigo algo de perturbador para nós. Só posso inferir isso de suas reticências: que supõe que esta seria a peça que conduziria à acusação de alguém que nos é muito caro, e que está fora dos autos. Estou aguardando que ela vá revelando  suas suspeitas em doses homeopáticas. Aquelas bruxas que profetizavam a MacBeth no fim estavam certas, podem estar revelando algo a Cristiana. Por enquanto, ainda acho que a abertura desses autos para julgamento em foro neutro é o melhor que podia acontecer, e que nada de mau pode trazer. Mas, respeito muito as intuições de Cristiana, torcendo para que agora que esteja errada. 

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Beaz

daqui alguns anos assistiremos ao filme sobre a verdadeira hist

Vítima de um julgamento desses eu tb tentaria de todas as formas fugir, não pagaria nunca com minha liberdade uma história mal contada. Torço por Pizzolato e alguns outros réus. Obrigada mais uma vez, Paulo M Leite, por seu trabalho!

 

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Silvio Luiz Morais

julgamento político

Seria muita ingenuidade acreditar que os magistrados cometeram tantos erros por desconhecimento das regras mais básicas do direito. Uma magistrada chegou a dizer: "não existem provas, mas a literatura jurídica me permite condená-lo".Foi um julgamento descaradamente politico sob os auspícios da gloriosa mídia que aplaudiu freneticamente e elevou a pop-star o iracundo presidente do STF. Sendo assim, a única chance de algum condenado da Ação Penal 470 provar a inocência, neste momento, é fora do Brasil. Penso, que independentemente, dos resultados jurídicos imediatos os condenados já deveriam ter enviado os processos para todas as entidades internacionais possíveis e imagináveis. Quanto ao atual STF, a História o julgará.

                                                                                                                                       Silvio L. Morais

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