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A pauta imutável da economia

Coluna Econômica - 29/11/2011

A economia brasileira está em franco desquecimento.

Estudos de consultorias econômicas respeitadas prevêem que o PIB de 2011 registrará uma expansão de apenas 4% nos investimentos, contra 21,9% em 21010. A demanda interna não deverá avançar mais do que 4%, em comparação com 9% do ano passado. Desses 4%, mais de 1% será atendido por importações, reduzindo ainda mais a projeção de crescimento do PIB.

Há um dado adicional. Como o ano iniciou relativamente aquecido, significa que o crescimento corrente - o que está ocorrendo agora - provavelmente está perto de zero, com ameaça de registrar queda nos próximos trimestres.

Significa que o Banco Central errou no ritmo de redução da taxa de juros - apesar da queda de meio ponto, em setembro, ter sido saudada como uma mudança de linha. Significa que não acreditou no efeito das medidas prudenciais adotadas no final de 2010. Manteve a taxa Selic em alta até a penúltima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), quando já se temia que a economia pudesse desabar.

No entanto, quem ler o Estado de São Paulo de ontem, levará um susto: "economistas temem volta da inflação". A reportagem é com três ou quatro economistas.

Com a economia desabando, apenas um dos entrevistados comete essa enorme bobagem de defender juros elevados porque a inflação "poderia" voltar: Gustavo Loyolla, ex-presidente do Banco Central, em cuja gestão o país acumulou a maior dívida da sua história, sem contrapartida de ativos.

No regime militar, ao endividamento criado correspondiam obras, estatais levantadas. No período Loyolla, foi desperdício puro, com a dívida líquida subindo de 20 para mais de 50%, sem acrescentar um tijolo aos ativos nacionais.

Em março de 1995, Pérsio Arida aumentou violentamente a taxa Selic, para 45% ao ano. Havia uma justificativa, uma corrida contra o real que ameaçava desestabilizar o câmbio.

Nessas circunstâncias, todo país racional aumenta os juros. Passada a corrida, trata de trazê-lo para baixo o mais rapidamente possível.

Loyolla nada fez. Baixou os juros de forma lentíssima e gradual, sob a alegação estúpida de que "ficaria mal se o BC derrubasse os juros e depois precisasse elevá-los novamente".

Em qualquer país sério do mundo, com uma opinião pública minimamente informada, essa declaração custaria o cargo ao presidente do BC, pela falta de senso.

Ao longo da história econômica do país, poucas decisões individuais foram tão nefastas e com consequências negativas tão duradouras quanto a política monetária de Loyolla, consolidada em cima de bordões de mesa de bar.

Apenas uma se iguala em malefícios: a decisão do Ministro Maílson da Nóbrega, em 1988, de permitir a conversão de dívidas de dólares em cruzados novos - que catapultou a inflação para mais de 80% ao mês.

Ambos jamais tiveram formação acadêmica sólida, jamais desenvolveram análises sofisticadas sobre a economia, provavelmente seriam incapazes de uma análise acurada sobre os dados do PIB.

Limitam-se a dar palpites, tão válidos quanto qualquer discussão de bar.

O mundo mudou, as fontes mudaram, as análises mudaram. Mas a pauta da imprensa econômica continua a mesma de 20 anos atrás.

Pior: em cima de fontes que erraram em todos os momentos graves da economia.

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Nossa, Erick...

"Daniel, Lula colheu frutos da estabilização da moeda. Some-se a isso a alta nas commodities...".

1. Governo Federal não comercializa commodities. Isso é só um dos fatores de todo um ambiente econômico. Se este foi mais favorável a Lula que a FHC, isso é duvidoso: a crise de 2008 foi a MAIOR CRISE ECONÔMICA desde a de 1929 - e saímos quase incólumes dela. FHC enfrentou três crises - todas bem menores que a de 2008 -, e fez o Brasil afundar três vezes. E não por acaso ou destino: por focar sua política econômica num modelo de dependência externa histórico, que ele teimou em manter - e até agravar. Então, a questão não é de ambiente, mas gestão econômica - o "apedeuta nonadédico, semi-alfabetizado e oriundo das classes vis" foi muito melhor que seu antecessor "intelectual letrado e mestre".

2. Fernando Henrique saiu deixando entre US$ 10 bi e US$ 20 bi em caixa - isso porque ele e o Armínio foram em novembro de 2002 pedir um empréstimo de US 30 bi ao FMI, senão entega o governo pro Lula com zero em caixa. o Lula entregou pra Dilma com reservas acumuladas em torno de US$ 370 bi, e com ações e investimentos em REFORMAS ESTRUTURAIS, E AINDA NÃO PRIVATIZANDO ATIVOS. O FHC privatizou, não construiu ou reformou nada: no sistema de aeroportos nem mexeu, e teve até apagão nacional por falta de geração energética - e o projeto de Belo Monte (anterior a seu governo) poderia ter sido feito por ele.

3. Ele poderia ter acumulado algumas reservas - levantou dinheiro (pouco ou muito, não importa aqui) nas privatizações, que poderiam ter sido utilizadas como "colchão", segurando e protegendo o Brasil contra as crises externas. Não o fez, e sabe-se lá pra onde este dinheiro terá ido. Pra investimento e projeto social é que não foi. Tampouco pra infra-estrutura.

4. Não se pode culpar FHC por tudo de ruim que houve - ele fez coisas boas, como o Real e o modelo de política fiscal pública responsável, de amplo consenso geral. Apenas não cumpriu o que estipulou: depois da reeleição fez a última maxi-desvalorização do Real e, a partir daí, estabeleceu a vigência do sistema de câmbio flutuante (mentindo pra todos e quebrando até empresários brasileiros que acreditaram nas promessas dele durante a eleição). Entendeu? Fez do seu caso a exceção - pra estabelecer a regra. 

5. A prova da gestão excepcional de Lula mostra-se no protagonismo externo inédito - completamente diferente dos "pés descalços" do Celso Lafer nos EUA ou do "sabão" do Clinton no FHC em simpósio internacional gravado em vídeo e divulgado no Youtube (isso porque eles dizia-se amigo íntimo do presidente dos EUA, frequentador "contumaz" de Camp David, etc., etc...).

Por isso, não dá mais pra continuar alegando que as vitórias de um foram em função dos métodos implantados por outro - e seu sucesso, idem...Abs.

 

Arrufos das vivandeiras.

E quem precisa orientar-se pelas previsões declaradamente neo-liberais e comprovadamente ineficientes dos " 3 ou 4"economistas,entrevistados pelo Estadão, que profetizaram o apocalípse para o Brasil, com a volta da inflação, se continuarmos com o atual programa economico ?

Alguem esqueceu que foi com estes sábios economistas, que as gestões FHC, quase quebraram o país, e foi com técnicos e não com economistas, que as gestões Lula, reconduziram-nos ao que hoje vivemos, com um mínimo de qualidade de vida, e com a perspectiva de continuarmos avançando ?

 

O preço da liberdade, é a eterna vigilancia.

  é caso de cadeia , prisão perpétua , crime de lesa pátria , só no brasil  para fazer o que fez junto com a corja toda .

 

 

 

            Além do Mailson e do Loyola, tem também a do Dorneles, no início do governo Sarney, que, diante da hiperinflação, determinou que todas as estatais congelassem os preços de sues produtos. A PETROBRAS, por exemplo, foi impedida, em plena hiperinflação, de reajustar os preços dos combustíveis, creio que por mais de 1 ano, descapitalizando-se drasticamente e , pela única vez na História, tendo prejuízo homérico, enquanto suas concorrentes nadavam de braçada.. Coisas de neoliberais colonizados e entreguistas.

 

"No entanto, quem ler o Estado de São Paulo de ontem, levará um susto: "economistas temem volta da inflação". A reportagem é com três ou quatro economistas."

Parece-me que o próximo a demitir funcionários será "O Estadão". Com esse pseudo-jornalismo que desinforma perde público e, principalmetne, perde anunciantes. Ninguém quer comprar jornal para ler informações falsas e ninguém quer anunciar num veículo sem credibilidade. E a banda larga do do governo está chegando...

 

Nassif, o Bresser também errou feio e volta e meia você o elogia. Delfim, idem. Precisou de quem para acertar? De um sociólogo no Ministério da Fazenda. Goste-se ou não do FH - motivos há para as duas opiniões -, esse mérito não lhe pode ser tirado.

 

Erick

FHC teve o mérito de formar e coordenar, principalmente politicamente, a equipe do plano real que foi bem sucedido, sem dúvida. Mas a gestão da economia em seus governos foi muito ruim, quanto a isso também não há dúvida.

 

A gestão da economia nos governos FH é a mesma do Governo Lula (tripé câmbio flutuante, meta de inflação e superávit primário). Deu certo, até então. O grande problema foi, e é, os altos juros. Mas isso é problema do BC que é independente. Vá lá, FH teve culpa pela indicação dos Presidentes do BC, assim como Dilma teve nos ministros corruptos. Mas, convenhamos, é uma espécie de culpa bem difusa e com a atenuante de que foram indicadas pessoas tecnicamente capacitadas.

 

Erick

  Imagino que você esteja brincando. O tal tripé foi conduzido de forma desastrosa até 2006, pelo menos; juros altos NÃO são "apenas" problemas do BC, já que todos pagamos por eles, nem o BC é ou deve ser independente.

  Essa condescendência de "vá lá" também é descabida. Por trás desse "vá lá", dessa "culpa difusa" (a seu ver, não no meu) foram, vá lá, R$2.000.000.000.000,00 - DOIS TRILHÕES DE REAIS. A tal "culpa difusa" mascara um efeito destrutivo semelhante ao de centenas de terremotos. Os acertos do governo FHC, se os há, estão abissalmente aquém dos erros. 

 

Daniel, Lula colheu frutos da estabilização da moeda. Some-se a isso a alta nas commodities. Isso explica os resultados melhores. A política produtiva que temos tem um nome - BNDES -, que também foi muito utilizado no Governo FHC. No mais, o racionamento de energia foi o maior erro de gestão do Governo FHC. Não sou seu advogado e, portanto, não preciso defendê-lo por isso. Como disse, existe muitos motivos para criticá-lo. Mas não se pode negar seus méritos.

André, o que mudou na condução da política econômica em 2006? Em nosso sistema há uma dose de inpendência do BC - o que é exigência do mercado. Até se poderia lutar contra isso, mas não negar esse fato. Assim, o "vá lá" não expressa condescendência, mas serviu para realçar qual a real culpa da política econômica do FHC nos juros excessivamente altos. Em parte, e apenas em parte, isso decorreu de erros do BC, que é, veja só, independente da Presidência da República.

 

Erick

Nada a ver. Esses foram os princípios. Além do que Lula não foi ortodoxo, quando precisou flexibilizar o superávit primário em 2008 ele flexibilizou. Gestão inclui também as ações do dia-a-dia. Além do que economia é muito mais do que isso, economia não é só a parte fiscal ou monetária, é também a parte produtiva. Todos os números da economia sobre Lula foram melhores. Até racionamento o principe dos sociologos deixou acontecer. Nâo tem comparação.

 

Querozene? Detergente? Bolinha de cinamomo? Dá a receita, aí...

 

Liga não Nassif....

Isso é torcida organizada. Eles nunca foram a favor do Brasil, não seriam agora...

O que mais doe nesse povo é que o governo está aguentando um tranco daqueles de fazer tremer um Everest e com um belo sorriso no rosto, sem vacilar, sem medrar, sem se deixar cair em armadilhas do atalho. Eles não suportam...

Enfim enquanto esse povo quebrava o Brasil, os brasileirinhos se perguntam, vamos deixar isso acontecer?

¨Nois disse NÃOOOOOOOOOOOOOO¨. É isso que doi, o povo comum é mais inteligente, mais sábio, mais coisa e tal  que essas toupeiras que ainda escrevem nesses jornalecos.

Liga não nassif...

Eles passarão

 

É o morto-vivo do neoliberalismo, insistindo em assombrar por aí! Só na imprenssa isenta como a nossa, é que pessoas que quase quebraram o país de vez, tem espaço de intelectuais para VOMITAR suas previsões do fim do mundo. Míriam, Loiolla, Arida são zumbis desta época nefasta do PASSADO brasileiro.

 

"Ambos jamais tiveram formação acadêmica sólida, jamais desenvolveram análises sofisticadas sobre a economia, provavelmente seriam incapazes de uma análise acurada sobre os dados do PIB".

 

Calma Nassif, eles foram indicados pelo "QI",

 

Acho que "Quem Indicou" sabia muito bem o que queria de nós... o uso privado dos nossos recursos públicos (impostos)

 

@gledsonshiva

Muito estranho, a Miriam "urubóloga" Leitão dizendo que o Brasil tem instrumentos para sair da crise...

Será lobby para não haver nova redução de juros?

Ou será um recado para, como diz o PHA, os anunciantes voltarem;

Será que ela está como medo de perder o emprego?

Estranho, muito estranho...

 

Miriam Leitão: 'Se crise piorar, Brasil pode repetir o que fez em 2008' Empresas estão com dificuldade de conseguir dinheiro nos bancos. Começa a acontecer uma versão mais suave do que houve em 2008.

A face mais cruel da crise é o desemprego. A crise se agrava, os americanos vão às compras, e os mercados no azul.

Em momentos de crise aguda acontecem dias assim, de contradição, de disparada dos investidores em uma determinada direção provocando altas fortes de alguns ativos. Isso quando há alguma notícia que alivia ou então algum rumor. Nesta segunda, na Europa e nos Estados Unidos e na Ásia os investidores procuraram só boas notícias ignorando as ruins. A Moodys disse que pode rebaixar quinze bancos europeus. De notícia boa o fato de que os consumidores americanos terem ido com apetite nas liquidações.

Nesta segunda, foi também um dia cheio de rumores sobre um possível acordo na Europa. A melhor notícia é a chance de que Alemanha e França cheguem num acordo sobre o que fazer para enfrentar a crise. A perspectiva é que na reunião desta terça da Europa os países concordem com um plano de atingir em 20 anos os parâmetros da região: 60% de dívida e 3% de déficit. Se todos os países tivessem a mesma política fiscal, o Banco Central Europeu poderia comprar mais títulos dos países. A notícia de que a Itália poderia receber US$ 600 bilhões de dólares do FMI, que animou o mercado de segunda, foi desmentida: pelas regras do fundo, a Itália pode receber só US$40 bilhões

Na vida real, as empresas começam a reclamar. Está faltando dinheiro no mercado pra financiar a produção. Empresas estão com dificuldade de conseguir dinheiro nos bancos americanos e europeus. Começa a acontecer uma versão mais suave do que houve em 2008. O travamento do mercado de crédito: os bancos desconfiados param de emprestar uns aos outros e as empresas têm dificuldades de conseguir recursos. Se isso piorar o Brasil pode repetir o que fez em 2008. O Banco Central ofereceu parte dos dólares de reservas em empréstimos através dos bancos brasileiros. A crise está em um momento decisivo, mas o Brasil tem ferramentas para agir aqui dentro atenuando seus efeitos.

 

"Miriam Leitão: 'Se crise piorar, Brasil pode repetir o que fez em 2008'":

Importantissima pergunta cuja resposta eu nao sei:  o que Leitao tinha a dizer a respeito do que "o Brasil fez" na crise de 2008?

Eh claro que eh importante!  Que tipo de suporte ela tinha pra dar ao governo entao pra estar apontando agora uma solucao de quase 4 anos atraz?  Ou era ruim entao e so eh bom agora?

Alguem sabe responder?

 

Se no Brasil, que vai bem apesar da crise, as projeções são de crescimento em torno de 3,5%, imagina como estão os países da Europa, da América do Norte e outros pelo mundo afora ???

 

Duvido muito que tenham "errado". Mais alguns bilhõeszinhos em juros que pagamos através do seu trabalho, pago com um salário de miséria, via impostos...

Erram da mesma maneira que o Meireles "errou" ao aumentar os juros em 2008 em plena crise do século.. Foi criticado? Não.. nenhum pio dos economistas. Depois viu-se que ele "errou"..

Mais uns bilhõeszinhos pros bancos, pagos via impostos...

 

Tirou o comentário dos meus dedos, colega. O que é erro para uns pode ser um ótimo resultado para outros. O pistoleiro aponta a pistola para a minha cabeça, dispara, erra o alvo. Para ele, foi um desastre; para mim, foi uma maravilha. Os tais de mercadistas foram um desastre para o país, mas não erraram uma medida de favorecimento aos financistas. Não existe mais a figura do crime de lesa-pátria?

 

"O mundo estaria salvo se os homens de bem tivessem a mesma ousadia dos canalhas" Nelson Rodrigues

Lesa-Pátria?... Não tá querendo muito cumpadre.... Aqui torturador anda livre e solto dando entrevista.. ah, torturador da própria presidenta da República.

Menas, Brandrão, menas..

 

Flics

a Miriam Leitão e o Sardenberg erram todos os dias há vários anos e nem por isso a grobo os manda embora.

 

E desde quando a Globo tem interesse em ter profissionais realmente sérios e competentes em TODOS os seus quadros? E sua matéria prima, que é a da manipilação visando os interesses próprios e da "clientela", como é que fica,  se não tiver "profissionais" obedientes aos (des)mandos do patrão? Afinal para que servem os Jabour, Hipólito, Sardenberg, Mirian e sua pedra priciosa que atende pelo nome de Merval o Imortal?

 

"Tudo me é lícito mas nem tudo me convém" Contra o Preconceito e a Discriminação, o repúdio e a Lei.

Acreditem se quiser, hoje de manhã a Mirian comentou que o Brasil possui condições suficientes para atravessar essas turbulências até com certa tranquilidade. Sinal dos tempos ou da economia?

 

Deve ser o efeito da crise alérgica que a acometeu. Mas a tarde ela já tinha voltado ao normal, insinuando que a mudança da estrutura de pesos para o IPCA é para favorecer o governo. E como sempre, utilizou os exemplos mais primários possíveis.

Incrível a quantidade de pérolas para justificar a sua tese, além da quantidade de baboseiras. Tudo baseado no achismo ou no ouvi dizer:

1) "e o que aconteceu agora é o fato de que vão cair exatamente os itens que o governo queria que caisse: educação, cigarro e empregada doméstica."

2) "eu não conheço nenhuma família que esteja dizendo que educação e empregada doméstica estão pesando menos no orçamento doméstico."

3) "causa uma perplexidade, como é que pode ter caído aqueles itens que estão pesando? Isso causa estranheza."

4) "mais pessoas fazendo cursos então isso tem que estar cada vez ocupando espaço maior na renda familiar. Eu não estou vendo ninguém estudar menos. Não estou vendo ninguém sair em massa dos cursos".

5) "sabe o que saiu completamente do índice? O chuchu. O chuchu sumiu. Se lembra da inflação do chuchu?. Agora não vai ter inflação do chuchu. O chuchu pode subir à vontade".

6) "Alimentação fora de casa também caiu, o que me causa estranheza. Alimentação fora de casa gente, cada vez tem mais gente comendo fora de casa."

7) "O que acho mais distoante com a realidade do que eu vejo, do que você vê, que todos nós vemos é que educação e empregada doméstica exatamente na inflação que está mais incomodando, que é a inflação de serviços, não tem nada indicando que isso tá consumindo uma parte menor da renda dos brasileiros. Muito pelo contrário."

http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/miriam-leitao/MIRIAM-LEITA...

 

Falar do Loyolla já é dura mas incluir o Mailson, haja estomago para tanto nulidade

Loyolla é palpiteiro mas pelo menos tem educação, o Mailson nem isto, é grosseiro e desrespeitoso com pessoas que não compartilham de sua opinião.

 

Bem resumido:

Pior: em cima de fontes que erraram em todos os momentos graves da economia.