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As 15 gangs que apavoram gays e negros em São Paulo

Acessibilizo abaixo matéria de Laura Capriglione na Folha de S.Paulo de hoje (matéria dividida em duas), com um comentário prévio: se os princípios do que eu chamo Filosofia e Pedagogia do Convívio [ www.tropis.org/biblioteca ] fossem tomados como base de toda educação, esse tipo de coisa não estaria crescendo. Pena que isso precisasse ter acontecido já 20 anos atrás, quando isso ainda não estava elaborado. Mas agora mesmo, do que adianta ter a chave de uma coisa, quando se sabe que ninguém vai acreditar nisso? :(

25 gangues apavoram gays e negros nas ruas da cidade

Polícia Civil de São Paulo identifica 200 integrantes de grupos extremistas.
Skinheads entre 16 e 28 anos são investigados por "crimes de ódio" que deram origem a 130 inquéritos policiais.

LAURA CAPRIGLIONE
DE SÃO PAULO 

Eles são jovens, com idades entre 16 e 28 anos. Têm ensino fundamental e médio. Pertencem, em sua maioria, às classes C e D. Usam coturnos com biqueiras de aço ou tênis de cano alto, jeans e camisetas. São brancos e pardos -negros, não. Cultuam Hitler, suásticas e o número 88. A oitava letra do alfabeto é o H; HH dá "Heil, Hitler", a saudação dos nazistas. Consomem baldes de álcool. As outras drogas têm apenas uso marginal. Ostentam tatuagens enormes em que se leem "Ódio", "Hate", ou "Ame odiar". A propósito, odeiam gays e negros. São de direita. Gostam de bater, bater e bater. E de brigar.

O perfil dessa turma, auto-denominada skinheads por influência do movimento surgido na Inglaterra durante os anos 1960, quem traçou foi a Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância), da Polícia Civil do Estado de São Paulo.

No total, a Decradi já identificou 200 membros de 25 gangues com nomes como Combate RAC (Rock Against Communism- rock contra o comunismo, em português) e Front 88 (sempre o 88).

São integrantes desses grupos que aparecem com mais frequência como agressores de negros, gays e em pancadarias entre torcidas organizadas, quando encarnam a faceta "hooligan".

Também a exemplo do que ocorre na Europa, skinheads são especialistas em quebra-quebra entre torcedores. 

"FAIXA DE GAZA"

A delegada Margarette Correia Barreto, titular da Decradi, é quem lidera o esforço de identificação dessas gangues. Atualmente, na delegacia, há 130 inquéritos envolvendo os "crimes de ódio"- motivados por preconceito contra um grupo social.

"O alcance e a repercussão desses ataques, entretanto, é muito maior do que em um crime comum. Se um homossexual é atingido, todo o grupo sente-se atingido", exemplifica a delegada do Decradi. "É uma comoção."

Pelo levantamento da polícia, o foco dos "crimes de ódio" é a região da avenida Paulista e da rua Augusta, na região central da cidade. Segundo a delegada, ali é "a nossa faixa de Gaza".

O motivo é que a área tem a maior concentração de bares frequentados por gays e por skinheads -cada turma no seu reduto, mas todos muito perto uns dos outros. "Eles acabam se encontrando pela rua", diz a delegada.

Ex-punk, policial monitora agressores

Investigador acompanha as ações de grupos homofóbicos em SP; torcidas organizadas também estão na mira.
Delegacia especializada também investiga os crimes contra negros, judeus e nordestinos cometidos na internet.

DE SÃO PAULO 
Um investigador de polícia, ex-punk, é quem monitora os skinheads e os punks homofóbicos na Decradi.

Outro investigador, responsável por se antecipar aos movimentos dos "hooligans" nos estádios, está em permanente contato com as torcidas organizadas.

Uma delegada-assistente é quem cuida da frente de crimes de ódio na internet.

No total, 20 policiais, incluindo a delegada Margarette Correa Barreto, 44, integram a força-tarefa paulista para cuidar dessas modalidades de ataque.

Foi assim que se conseguiu localizar, intimar, colher o depoimento e concluir o inquérito no caso da jovem que, nos dias seguintes à eleição de Dilma Rousseff, usou o seu perfil no microblog twitter para conclamar: "Nordestisto [sic] não é gente, faça um favor a Sp, mate um nordestino afogado!".

 

"O problema é que o crime de ódio tem características de onda. Depois da repercussão daquele caso, ocorreu um tsunami de manifestações antinordestinos na internet", afirma a delegada.

No total, 40% de todas as ocorrências atuais da Decradi já se referem a casos cibernéticos, envolvendo, pela ordem, ataques a negros, judeus e nordestinos.

Essa é apenas a pequena parte sobre a qual existem denúncias e investigações.

Um breve passeio no Orkut permite que se encontrem comunidades dedicadas a defender que "uma bomba atômica seja despejada na África", o "estupro corretivo de lésbicas" e a destruição do Japão, entre outros ataques.

ORGULHO
Outra dificuldade particular dos crimes de ódio é que, para muitos agressores, torna-se motivo de orgulho ser pego pela polícia -é como se fosse um atestado de devoção à "causa".

"Tivemos o caso de um skinhead que, flagrado quando ia atacar uma vítima, foi detido e trazido ao Decradi. O rapaz estava eufórico. Dizia que, enfim, conseguira se igualar ao irmão e teria um quadro no quarto com seu próprio BO por agressão", lembra a delegada.

A terceira ordem de problemas refere-se à produção de provas dos crimes de ódio. Não basta que um homossexual seja atacado na rua para que se configure a prática de crime de ódio.

"É preciso que fique provado que o ataque teve como motivo a orientação sexual. Se foi, por exemplo, um assalto que teve a circunstância de ter uma vítima homossexual, descaracteriza-se a ação como crime de ódio."

Por fim, os alvos do crime de ódio mudam, conforme também muda a sociedade. "Pouquíssimo se falava nos Estados Unidos a respeito de ataques à comunidade islâmica do país", afirma.

"Mas depois da explosão das Torres Gêmeas, em 11 de setembro de 2001, houve uma avalanche de agressões -motivadas pelo puro preconceito- a mesquitas e a símbolos do Islã."

No Brasil, a delegada aposta: a próxima onda de intolerância terá como alvo a comunidade de bolivianos, muitos deles imigrantes ilegais subempregados nas fábricas de roupas do Brás (centro de São Paulo).

"Os bolivianos são muito vulneráveis, porque não têm organizações próprias fortes e porque têm medo que, denunciando os maus-tratos que sofrem, tornem-se visados pela imigração brasileira", diz a delegada.

(LAURA CAPRIGLIONE)

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imagem de leonardo  petrovick
leonardo petrovick

tem até uns que fazem programa

conheci dois que adoravam frequentar o cine república e o cine arouche. faziam programas e faziam sexo com homens que estivessem dispostos a pagar. me disseram que vez em quando eles faziam pequenos roubos e chegaram a ameaçar meu amigo. eu já fiquei com  um deles. mas tudo transcorreu sem nenhum problema.

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+33 comentários

Não vamos saborear a glória sem antes enfrentarmos a guerra, pois já que querem guerra, que venham a porcalhada de neonazista, brancos porcos e sulista que se acham melhor que negros e nordestinos, mortes a toda essa canhalhada, a guerra está próxima.

 

Não vamos saborear a glória sem antes enfrentarmos a guerra, pois já que querem guerra, que venham a porcalhada de neonazista, brancos porcos e sulista que se acham melhor que negros e nordestinos, mortes a toda essa canhalhada, a guerra está próxima.

 

Se os membros latinos e miscigenados dessas gangues tropicais aportassem nos territórios dos neonazistas na Alemanha, começariam a apanhar antes mesmo de abrir a boca; incapazes de bem se expressar em alemão, ao abrir a boca, apanhariam mais ainda...

 

“Se os membros latinos e miscigenados dessas gangues tropicais aportassem nos territórios dos neonazistas na Alemanha, começariam a apanhar antes mesmo de abrir a boca(...)”

 Antes de abraçar qualquer movimento estúpido e radical é preciso saber bem a que ele se propõe!

Re: As 15 gangs que apavoram gays e negros em São Paulo
Re: As 15 gangs que apavoram gays e negros em São Paulo
Re: As 15 gangs que apavoram gays e negros em São Paulo
 

Este é um blog notadamente antipaulista! Paulistas, não se submetam docilmente a humilhações e manifestações de preconceito!! A internet é enorme.

Putz, esses caras são completamente idiotas. Dá pena. É normal do jovem buscar a afirmação dentro de um grupo. Falta educação para esses rapazes, informação de qualidade.

 

Parece piada.

 

15 não, 25!

SÃO PAULO É A CAPITAL DO RACISMO, PRECONCEITO E INTOLERÂNCIA!!!

 

Eu tmb axo, sp so tem preconceituoso e malucos dizendo que skinreds, eles odeia o seu propio povo brasileiro e é altamente descriminado no exterior, e so entra no pais se tiver pelo menos dez mil dolares na conta...

 

Guiba, já disse inúmeras vezes, mas vou repetir... Já que vc tá no RJ, aí no Leblon, vai tomar uma, pegar umas minas e sai do PC e para de gastar a mão que daqui a pouco vc não vai mais consiguir depilar o tanto de pelo que tem na palma dela...

Ou vai no psiquiatra pra tratar essa Síndrome do Carioca de Pau Pequeno... Tanta coisa pra fazer aí no NOSSO cartão postal, e fica trollando o dia inteiro... 

Ah, só pra lembrar, Bolsonaro te mandou um beijo... Grego, alias...

 

ANTIFA!

“SÃO PAULO É A CAPITAL DO RACISMO, PRECONCEITO E INTOLERÂNCIA!!!”

E você é um cretino que pensa que as pessoas ainda não perceberam que você só entra aqui com seus comentários para vomitar toda a sua inveja, ódio, preconceito e bairrismo contra SP.

Aqui em SP a polícia se mobiliza para prender e punir essa corja de vândalos e moleques mimados...

Já aí no teu Estado a polícia se associa com os bandidos, forma milícias para extorquir a população, os bandidos aliciam menores para o tráfico, aliciam meninas para a prostituição e, a polícia não sobe nos morro sem a proteção do Exército.

E o cretino ainda chama esse antro de “cidade maravilhosa”... A propósito, já pagou a sua mensalidade de TV a cabo aos policiais aí do seu bairro? Pague logo antes que eles estuprem alguém da tua família.

 

Este é um blog notadamente antipaulista! Paulistas, não se submetam docilmente a humilhações e manifestações de preconceito!! A internet é enorme.

“SÃO PAULO É A CAPITAL DO RACISMO, PRECONCEITO E INTOLERÂNCIA!!!”

Aqui em SP temos a ROTA. Os policiais da ROTA costumam dizer que em SP bandido não fica famoso, pois não dá tempo...

Aí no Rio os bandidos viram celebridades... É o Zé do pó, o Marquinho do Juramento, o Pezão da Rocinha, o Elias Maluco, o Serginho Esconde Kibe, etc...

Ô lugarzinho nojento!

 

 

 

Este é um blog notadamente antipaulista! Paulistas, não se submetam docilmente a humilhações e manifestações de preconceito!! A internet é enorme.

Marcola, PCC e afins são ilustres desconhecidos ...

 

Marcola...  Mais algum famoso?

Quer que eu relacione uma lisdta de nomes de bandidos famosos do RJ?

Quer que eu relacione uma lista de nomes de facções criminosas do RJ?

Quer comparar as milicias do Rio com a ROTA?

Ora! Faça-me o favor! Vá escorar o barranco que já tá deslizando novamente!

 

 

 

 

Este é um blog notadamente antipaulista! Paulistas, não se submetam docilmente a humilhações e manifestações de preconceito!! A internet é enorme.

Uma única viatura da ROTA entra em QUALQUER favela de SP e prende os vagabundos sem morrer nenhum civil por balas perdidas...

Aí no Rio a tropa de “elite” só entra nas favelas com tanque de guerra e ajuda do Exército.

Ficam no pé do morro atirando lá pra cima como se só morasse bandidos no local.

Lugar de bandido folgado e polícia frouxa é esse aí!

 

 

 

 

Este é um blog notadamente antipaulista! Paulistas, não se submetam docilmente a humilhações e manifestações de preconceito!! A internet é enorme.

Eu não sei qual parte de São Paulo este Tarkus conhece, pois ele parece que desconhece muito de São Paulo, mas, de qualquer modo, surtos como este deveriam ser puníveis com um banimento do blog.

 

 A melhor punição é ter todo o histórico de comentários disponível pra qualquer pessoa inscrita no blog. só li meia dùzia e já sei o que esperar dos próximos. De qualquer maneira esse momento aqui foi o mais patético que eu vi até agora desse colega.

 

Vejam como os Trolls estão defendendo arduamente o querido Bolsonaro na "enquete" do JB.
http://www.jb.com.br/enquetes/2011/03/o-deputado-jair-bolsonaro-deve-ser...

 

Imagino a seguinte cena: um congresso de skinheads na Alemanha. Os skinheads tupiniquins comparecem, e querem se confraternizar com os nazis de lá. Sabe o que aconteceria: tomariam "um pau" do tamanho do mundo. Só no Brasil negros e pardos são skinheads (não quero dizer com isso, por favor, que os de olhos azuis podem ser).

Enfim, fico pensando o que passa na cabeça de um jovem, classe média (ou média baixa), muitas vezes pardo, ao se juntar a um grupo de malucos que raspam o cabelo e tatuam uma suástica no corpo? Que passa pela cabeça desses jovens? Agredir os outros gratuitamente não é uma atitude de alguém em sã  consciência. Haja tratamento psiquiátrico para os skinheads.

 

 

Sinceramente.. será que esses caras apavoram negros mesmo ou tudo isso não passa de uma interpretação da mídia motivada pelo que se sabe dos tenebrosos anos 30 nos EUA?

é verdade que há uma onda de violência contra homossexuais e preconceitos contra nordestinos em São Paulo, mas perseguição contra negros??? Há preconceito sim - sou negro e nordestino - mas duvido que há uma espécie de terror contra a população negra por parte dessas gangues. São filhinhos mimados, não são loucos; lhes faltam culhões para mexerem com um negro da periferia. O buraco aqui é muito mais embaixo do que se imagina.

Na cidade de São Paulo a polícia sim, é que se configura uma verdadeira ameaça aos jovens negros. A grande maioria de jovens desaparecidos tiveram sua trajetória de vida concluída ao se deparar com um PM da cidade bandeirantes. Tenho 100% de certeza disso.

 

77 sempre ganha do 88 nessa... 

 

 

 

Punk ain't no religious cult
Punk means thinking for yourself
You ain't hardcore cos you spike your hair
When a jock still lives inside your head 

Nazi punks
Nazi punks
Nazi punks-Fuck Off! 

Nazi punks
Nazi punks
Nazi punks-Fuck Off! 

If you've come to fight, get outa here
You ain't no better than the bouncers
We ain't trying to be police
When you ape the cops it ain't anarchy 

[Repeat chorus]

Ten guys jump one, what a man
You fight each other, the police state wins
Stab your backs when you trash our halls
Trash a bank if you've got real balls 

You still think swastikas look cool
The real nazis run your schools
They're coaches, businessmen and cops
In a real fourth reich you'll be the first to go 

[Repeat chorus]

You'll be the first to go
You'll be the first to go
You'll be the first to go
Unless you think 

 

ANTIFA!

DK, a banda que derreteu meu cérebro!

Sem falar na formação: um negro na bateria, um gay assumido nos vocais e dois caipiras típicos norte-americanos nas guitarras, parecia formada até de propósito para criar polêmica, mas não era, bem diferente de hoje onde até (algumas) bandas de hc/punk são montadas com base no marketing.

 

É triste termos pessoas que tem certo grau de estudo mas que não conhece nada de convivência em sociedade, se colocam acima da lei e dos princípios da sociedade, acho que a lei devia ser bem dura contra estes criminosos, pois são criminosos, e deviam estar na cadeia.

 

seria até bom que êsse pessoal apresentassem-se sob um formato identificável e em gangues. pode até ser que existam algumas gangues mas muito provávelmente trata-se de uma minoria. ainda acreditamos que infelizmente a grande maioria vive misturada na população.

 

BOM DIA... Interessante que o meu professor de Psicologia tem uma banda de rock... estava em um intervalo do seu show quando foi abordado por um skinhead - detalhe aqui em Salvador-BA e mais incrivel de tudo... ele, o skinhead era NEGRO... PODE??? CREIO QUE ELES QUEREM APARECER DE QUALQUER JEITO... ESTAO ACEITANDO ATÉ SKINHEAD NEGROS EM SSA-BA... ACHO QUE VIVO EM UM MUNDO PARALELO...

FIQUEM COM CRISTO... CUIDADO CRISTO TAMBEM ERA NEGRO...

 

 

DESINFORMAÇÃO CANSA. ENTENDA PORQUE SKINHEADS SÃO NEGROS.

Skinhead (em inglêsCabeça raspada) é uma subcultura originária dos jovens da classe operária no Reino Unido no final dos anos 60, e mais tarde espalhada para o resto do mundo. Chamados desta forma devido ao corte de cabelo, os primeiros skinheads se originaram dos modsbritânicos, e foram fortemente influenciados pelos rude boys jamaicanos que imigraram para a Inglaterra nessa época, em termos de moda, música e estilo de vida.[1]

A subcultura skinhead era originalmente baseada nestes elementos, e não na política nem em questões raciais. No final dos anos 70, entretanto, a raça e a política viraram fatores determinantes, gerando divergências e divisões entre os skinheads. O espectro político dentro da cena skinhead abrange da extrema-direita a extrema-esquerda, apesar de que muitos skinheads sejam apolíticos.

A moda skinhead apresenta um estilo particular de se vestir (que costuma incluir botas e/ou suspensórios), o culto à virilidade, ao futebol e ao hábito de beber cervejaA cultura skinhead é também ligada à música, especialmente skaskinhead reggae e streetpunk/oi!, mas também punk rock e hardcore punk.

 

Derivada da cultura mod, as primeiras manifestações desta cultura ocorreram por volta de 1967, alcançando o seu primeiro auge em 1969. Este período é chamado nostalgicamente pelos próprios skinheads como "espírito de 69" (ou "spirit of 69", termo cunhado na década de 1980 pela gangue Spy Kids). Eram majoritariamente formados por brancos e negros (estes últimos em sua maioria imigrantes jamaicanos) que frequentavam juntos clubes de soul e reggae, andavam em gangues e se vestiam de uma forma muito particular, em especial pelo corte de cabelo muito curto (daí o nome skinhead, que traduz-se grosseiramente como "cabeça pelada").

Os skinheads ganharam notoriedade nos jornais e na cultura popular da época por muitos deles promoverem confrontos nos estádios de futebol (o chamado hooliganismo) e alguns deles participarem de agressões contra imigrantes paquistaneses e asiáticos, influenciados por manchetes xenófobas de jornais sensacionalistas ingleses. No entanto, muitas das gangues xenófobas anti-asiáticos detestavam os grupos neonazistas e repudiavam o racismo contra negros, como foi o caso da gangue da década de 1970, Tilbury Skins, fundadora da Liga Anti-Paquistaneses e no entanto um grupo anti-nazista. Numa entrevista do livro Skinhead Nation, Mick, membro de uma das gangues skinheads Trojan, diz:

Cquote1.svg

Não há como sermos nazistas. Meu pai enfrentou nazistas na guerra. Todos nossos pais ajudaram. APL (Anti-Paki League, ou, Liga Anti-Paquistaneses) é específica. Só porque eu odeio paquistaneses, isso não me torna um nazista!

Uma das fontes:: http://pt.wikipedia.org/wiki/Skinhead

 

DESINFORMAÇÃO CANSA. ENTENDA PORQUE SKINHEADS SÃO NEGROS.

Skinhead (em inglêsCabeça raspada) é uma subcultura originária dos jovens da classe operária no Reino Unido no final dos anos 60, e mais tarde espalhada para o resto do mundo. Chamados desta forma devido ao corte de cabelo, os primeiros skinheads se originaram dos modsbritânicos, e foram fortemente influenciados pelos rude boys jamaicanos que imigraram para a Inglaterra nessa época, em termos de moda, música e estilo de vida.[1]

A subcultura skinhead era originalmente baseada nestes elementos, e não na política nem em questões raciais. No final dos anos 70, entretanto, a raça e a política viraram fatores determinantes, gerando divergências e divisões entre os skinheads. O espectro político dentro da cena skinhead abrange da extrema-direita a extrema-esquerda, apesar de que muitos skinheads sejam apolíticos.

A moda skinhead apresenta um estilo particular de se vestir (que costuma incluir botas e/ou suspensórios), o culto à virilidade, ao futebol e ao hábito de beber cerveja. A cultura skinhead é também ligada à música, especialmente skaskinhead reggae e streetpunk/oi!, mas tambémpunk rock e hardcore punk.

Derivada da cultura mod, as primeiras manifestações desta cultura ocorreram por volta de 1967, alcançando o seu primeiro auge em 1969. Este período é chamado nostalgicamente pelos próprios skinheads como "espírito de 69" (ou "spirit of 69", termo cunhado na década de 1980 pela gangue Spy Kids). Eram majoritariamente formados por brancos e negros (estes últimos em sua maioria imigrantes jamaicanos) que frequentavam juntos clubes de soul e reggae, andavam em gangues e se vestiam de uma forma muito particular, em especial pelo corte de cabelo muito curto (daí o nome skinhead, que traduz-se grosseiramente como "cabeça pelada").

Os skinheads ganharam notoriedade nos jornais e na cultura popular da época por muitos deles promoverem confrontos nos estádios de futebol (o chamado hooliganismo) e alguns deles participarem de agressões contra imigrantes paquistaneses e asiáticos, influenciados por manchetes xenófobas de jornais sensacionalistas ingleses. No entanto, muitas das gangues xenófobas anti-asiáticos detestavam os grupos neonazistas e repudiavam o racismo contra negros, como foi o caso da gangue da década de 1970, Tilbury Skins, fundadora da Liga Anti-Paquistaneses e no entanto um grupo anti-nazista. Numa entrevista do livro Skinhead Nation, Mick, membro de uma das gangues skinheads Trojan, diz:

Cquote1.svg

Não há como sermos nazistas. Meu pai enfrentou nazistas na guerra. Todos nossos pais ajudaram. APL (Anti-Paki League, ou, Liga Anti-Paquistaneses) é específica. Só porque eu odeio paquistaneses, isso não me torna um nazista!

Uma das fontes:: http://pt.wikipedia.org/wiki/Skinhead

 

Os skinheads não são necessariamente racistas e/ou neonazistas. Eles são em essência nacionalistas, mas muitos grupos skinheads, na Europa mesmo, tem sérias rixas com grupos neonazistas. Mesmp a xenofobia não era uma marca do movimento, quando este surgiu. Tanto que na Inglaterra, berço do movimento, muitas gangues de skinheads dos anos 1970/1980 tinham como integrantes imigrantes jamaicanos.

Os grupos de skinheads racistas e neonazis surgiram no meio da salada cultural e comportamental que tomou o mundo com a globalização, já no início dos anos 1990.

Vai ver que esse rapaz skinhead negro é membro duma dessas gangues de vertente nacionalista e xenófoba - o que não deixa de ser também uma idiotice...

 

Primeiramente: FORA TEMER! E pra encerrar: FORA TEMER!

Esse é a turma que enche de orgulho o  Bolsonaro. Agora, uma observação que não tem a ver com o conteúdo do  texto. Acessibilizo?? Até você, Nassif, com essa praga de transformar os substantivos em verbo? Ter acesso já virou o maldito acessar, e você foi mais longe com esse horrível acessibilizar.

É assim que surgem as rodovias "pedagiadas" em substituição às com pedágios. Você poderia por à disposição em vez de acessibilizar. Respeitosamente, pois a intenção é debater e não desqualificar. Um abraço.

 

Não é de minha autoria.

 

Quando estudava em Bauru, começaram a aparecer gangues formadas em sua maioria de menores e que espancavam quem encontrasse de madrugada, depois de uns 7 espancamentos, em certo fim de semana "sumiram" 8 integrantes destas gangues, como eram menores de idade, teve revolta de mães, acusaram a policia, enfim não sei no que deu, o fato é que depois daquele certo fim de semana nunca mais ouvi falar em gangue ou espancamento.

Quem conhece a anatomia e funcinamento do corpo humano sabe que uma pessoa pode levar 20 murros, por exemplo, e sair vivo, outra pode levar um murro e morrer, depende de onde acerta, sendo assim quando umapessoa se propõe a agredir fisicamente outro ser humano, por mais que diga que a inteção era só bater, machucar, etc..., de fato é no minimo uma tentativa de homicidio.

 

DESINFORMAÇÃO CANSA. ENTENDA PORQUE SKINHEADS PODEM SER NEGROS.

Skinhead (em inglêsCabeça raspada) é uma subcultura originária dos jovens da classe operária no Reino Unido no final dos anos 60, e mais tarde espalhada para o resto do mundo. Chamados desta forma devido ao corte de cabelo, os primeiros skinheads se originaram dos mods britânicos, e foram fortemente influenciados pelos rude boys jamaicanos que imigraram para a Inglaterra nessa época, em termos de moda, música e estilo de vida.[1]

A subcultura skinhead era originalmente baseada nestes elementos, e não na política nem em questões raciais. No final dos anos 70, entretanto, a raça e a política viraram fatores determinantes, gerando divergências e divisões entre os skinheads. O espectro político dentro da cena skinhead abrange da extrema-direita a extrema-esquerda, apesar de que muitos skinheads sejam apolíticos.

A moda skinhead apresenta um estilo particular de se vestir (que costuma incluir botas e/ou suspensórios), o culto à virilidade, ao futebol e ao hábito de beber cerveja. A cultura skinhead é também ligada à música, especialmente skaskinhead reggae e streetpunk/oi!, mas tambémpunk rock e hardcore punk.

Derivada da cultura mod, as primeiras manifestações desta cultura ocorreram por volta de 1967, alcançando o seu primeiro auge em 1969. Este período é chamado nostalgicamente pelos próprios skinheads como "espírito de 69" (ou "spirit of 69", termo cunhado na década de 1980 pela gangue Spy Kids). Eram majoritariamente formados por brancos e negros (estes últimos em sua maioria imigrantes jamaicanos) que frequentavam juntos clubes de soul e reggae, andavam em gangues e se vestiam de uma forma muito particular, em especial pelo corte de cabelo muito curto (daí o nome skinhead, que traduz-se grosseiramente como "cabeça pelada").

Os skinheads ganharam notoriedade nos jornais e na cultura popular da época por muitos deles promoverem confrontos nos estádios de futebol (o chamado hooliganismo) e alguns deles participarem de agressões contra imigrantes paquistaneses e asiáticos, influenciados por manchetes xenófobas de jornais sensacionalistas ingleses. No entanto, muitas das gangues xenófobas anti-asiáticos detestavam os grupos neonazistas e repudiavam o racismo contra negros, como foi o caso da gangue da década de 1970, Tilbury Skins, fundadora da Liga Anti-Paquistaneses e no entanto um grupo anti-nazista. Numa entrevista do livro Skinhead Nation, Mick, membro de uma das gangues skinheads Trojan, diz:

Cquote1.svgNão há como sermos nazistas. Meu pai enfrentou nazistas na guerra. Todos nossos pais ajudaram. APL (Anti-Paki League, ou, Liga Anti-Paquistaneses) é específica. Só porque eu odeio paquistaneses, isso não me torna um nazista!

Veja a INFORMAÇÃO COMPLETA EM:: http://pt.wikipedia.org/wiki/Skinhead

 

Inforo, se não me engano a gangue chamava-se Guangue da Função, mas tinha negros entre eles. Gostavam de furtar e roubar e espancar, quebrar vidros de carros, mas a polícia civil de Bauru deu um basta. Alguns já morreram e outros estão na cadeia. Era gangue, mas sem este perfil homofóbico.  

 

Gangue, quadrilha, facção ou sei lá o que, o pricipio é o mesmo, a diferença destes que se refere o artigo, é que eles não se julgam criminosos, ou seja, não estão preparados para o que der e vier, são geralmente de classe média, é mais facil ainda de acabar, se é que me entende...