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A universitária desaparecida em Curitiba

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Qualquer informação que ajude a saber do paradeiro de Louise Sayuri Maeda é bem-vinda. E vamos seguir aproveitando a audiência deste site para ver se encontram a garota de Curitiba, desaparecida desde o dia 31 de maio:

Do UOL

Universitária desaparecida em Curitiba foi vista pela última vez às 22h43 da terça-feira (31), diz delegado

A última vez que a universitária Louise Sayuri Maeda, 22, foi vista antes de desaparecer, na noite de terça-feira (31), em Curitiba (PR), foi às 22h43, quando saía do shopping em que trabalhava. “Temos a confirmação de que ela realmente saiu do shopping acompanhada de uma amiga. É o que mostram as imagens do circuito de TV. Esta é a única comprovação técnica do desaparecimento”, informou ao UOL Notícias o delegado Marcelo Lemos de Oliveira, da Delegacia de Vigilância e Capturas da Polícia Civil.

A amiga foi ouvida pelo delegado. Segundo ele, a jovem confirmou que se separou de Louise logo após aquele horário e que a universitária teria se encaminhado para o ponto de ônibus, como fazia sempre. “Ela nos disse que a amiga não aparentava nada de anormal e que tudo parecia tranquilo”, contou Oliveira.

As investigações sobre o desaparecimento da estudante também envolvem o Grupo Tigre (Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial), uma unidade da Polícia Civil do Paraná especializada em sequestros. “Da nossa parte, partimos do desaparecimento, mesmo que tenha sido sem motivação aparente pelo que descobrimos até agora”, disse ele.

O delegado já ouviu diversas pessoas da rede de relacionamentos de Louise. “Estamos identificando os amigos, os familiares, os colegas de trabalho e outras pessoas que se relacionavam com ela”, informou. Segundo Oliveira, também estão sendo feitas diligências na região onde a universitária desapareceu. “Infelizmentente, não temos nenhuma pista concreta além das imagens do shopping”. A jovem estudava Comércio Exterior, na Uninter, no período da manhã.

Oliveira disse que a divulgação das informações sobre o desaparecimento estão ajudando a polícia no caso. “Com a ajuda da imprensa e das redes sociais podemos conseguir mais informações e ampliar as investigações”, disse. “Por enquanto, não descobrimos qualquer motivação”.

Segundo ele, as pessoas que souberem algo podem telefonar para Delegacia de Vigilância e Capturas no telefone (41) 3219-9721.

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