Guerra entorna o caldo, mas fatos queimam a língua do tucano

Sérgio Guerra ao lado de Jereissati e Artur Virgílio, ex-senadores tucanos derrotados fragorosamente em 2010.  Guerra, reconhecendo sua decadência política, preferiu sair candidato a Câmara Federal
 

(…)A escala de Guerra para atacar os adversários e tentar embaralhar as cartas do jogo na cabeça do eleitor, só se justifica por sua pouca importância eleitoral, do pouco que tem a perder.
Ataques kamikaze como este, os tucanos não arriscariam nomes de maior peso político, por exemplo.

O partido não explicou as evidências claras de que Perillo terceirizou o governo de Goiás ao crime organizado, nem tampouco apresentou provas de que o pessedebista goiano está sendo envolvido inocentemente nesta trama.
Sem muito o que falar sobre o caso, acharam melhor atacar e ver no que vai dar.
As eleições municipais se aproximam e por mais que a grande imprensa cozinhe em fogo brando a cobertura da CPMI do Cachoeira no noticiário, o horário eleitoral gratuito levará tais fatos ao conhecimento do grande público.

O estrago eleitoral que Perillo, Leréia e outros que ainda não foram apontados diretamente pelas investigações, pode ser muito grande para reduzir ainda mais o capital político da legenda que governa(?) Goiás, São Paulo e Minas Gerais.

Guerra ao atacar o PT, Lula, Dirceu e Sérgio Cabral, também chamou para a briga o PMDB.
Já em crise conjugal com DEM, os tucanos agora vivem perigosamente perto de sofrer enorme derrota política com a abertura de um processo de impeachment de um de seus governadores…

 
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