Lula: massa do “bolo brasileiro”, quanto mais batem (elite), mais cresce seu prestígio (junto ao povo)

Lula agraciado com título honoris causa na França: reconhecimento internacional de sua grandeza política



Lula ri, enquanto a imprensa (privada) não o esquece jamais 


“Lula foi o presidente brasileiro mais politicamente orgânico da história do nosso País, mais ainda que o estadista gaúcho Getúlio Vargas, o fundador, sem sombra de dúvida, do Brasil moderno —industrializado. Como se percebe, os trabalhistas fazem jus ao nome, porque foram eles, no decorrer da história da República, que realmente trabalharam em prol do desenvolvimento e do crescimento do Brasil”.
(Davis Sena Filho)


Eu sou um jornalista que lê história. Sempre a li, desde jovem. Por ser um profissional de imprensa da área de Política, sempre me pautei em conhecer os políticos, não somente pelo o que eles dizem, apregoam, acreditam e discursam. Antes de qualquer coisa, vou saber de sua biografia, ou seja, investigar seu passado, suas origens políticas, ideológicas e partidárias, bem como sua coerência e obra social realizada quando esteve no poder.

Sempre tive esse procedimento. Coisa básica, por exemplo, como ouvir os dois lados envolvidos em quaisquer questões, além de ter cuidado com informações declaratórias, sem, antes, certificar-me da veracidade de quem passa informações, principalmente quando é em off. Porque para o jornalista falar ou escrever para o público a informação tem de ter pelo menos algum indício de verdade, ainda mais quando, como jornalistas, podemos servir de “escadas”, mesmo sem querer, para atender interesses espúrios que podem, indubitavelmente, prejudicar alguém. Do contrário, é melhor não escrever ou falar. Se o fizer, é porque tal jornalista tem algum interesse, nem que seja simplesmente assegurar o seu emprego e assim agradar o seu chefe ou o seu patrão…

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