Na ONU Dilma despreza discurso cosmético e afirma-se como estadista


Discurso firme de Dilma reafirma protagonismo do Novo Brasil na nova ordem mundial

Presidenta Dilma, em discurso na Assembléia Geral da ONU, tocou em assuntos delicados, como a defesa da criação do Estado Palestino e a renovação do Conselho de Segurança, com o reclame de uma vaga como membro permanente para o Brasil.

 

A presidenta, em momento histórico como a primeira mulher a fazer a abertura da Assembléia Geral das nações unidas, não fez uma fala cosmética, mas soube, como estadista e uma das mulheres mais poderosas do planeta, evocar a grandeza do Brasil nas relações exteriores em um papel preponderante na discussão de assuntos historicamente difíceis.

Sobre a criação do Estado Palestino, foi incisiva:
“O Brasil já reconhece o Estado palestino como tal, nas fronteiras de 1967, de forma consistente com as resoluções das Nações Unidas. Assim como a maioria dos países nesta Assembleia, acreditamos que é chegado o momento de termos a Palestina aqui representada a pleno título”.


E sobre o Brasil, Dilma não hesitou em reafirmar o bom momento do país:
“O Brasil avançou política, econômica e socialmente sem comprometer sequer uma das liberdades democráticas. Cumprimos quase todos os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, antes 2015. Saíram da pobreza e ascenderam para a classe média no meu país quase 40 milhões de brasileiras e brasileiros. Tenho plena convicção de que cumpriremos nossa meta de, até o final do meu governo, erradicar a pobreza extrema no Brasil.”

 

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