Os que preferem morrer sufocados em seus tumores sociais

A medicação que alimenta as esperanças de Lula: o reconhecimento de seu povo


A veiculação nacional da descoberta de um câncer na laringe de Lula, tornou possível descortinar um ódio de classe que alguns mantinham adormecido, aguardando o momento para liberar todo o sentimento desprezível de desejar o mal a outrem.
Lúcia Hipólito, da CBN, só não disse o aquilo que pensava em seu comentário nefasto e irônico sobre a doença de Lula: “bem feito”.
Outros menos conhecidos comemoraram pelas redes sociais e vlogues que desejavam que o presidente piorasse e morresse.
A doença desses grupos é  um mal muito mais difícil de cura que o de Lula, que os médicos trataram de analisar com chances superiores a 80% de êxito no tratamento.  O que assola estas pessoas é o câncer do desrespeito, do menosprezo e do preconceito.
Mas de onde vem tanto rancor e fel contra o ex-metalúrgico?
Em 2002 quando venceu as eleições presidenciais, em sua quarta tentativa, Lula ascendeu ao governo central em uma missão das mais difíceis…

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