Onde nasce o jornalismo interativo

Acredito que Nassif e seus colaboradores, através deste portal, encontrou uma forma sui generis de fazer jornalismo realmente colaborativo e interativo. E de qualidade. Apesar de parecer exatamente como os content farm (veja o artigo de Carlos Castilho no Observatório da Imprensa)contra os quais a Google está tomando medidas, o Blog de Nassif consegue estabelecer um excelente relacionamento com o público contemplando tanto a audiência de massa quanto os nichos de interesse jornalístico. 

Interatividade não se restringe a fazer o leitor apenas opinar, dizer se concorda ou não e nem o simples “faça você mesmo” tão em prática nas fazendas de conteúdo. Talvez permitir a diversidade de hipóteses e lados, além da escolha dos temas, e ainda o aprofundamento através de um debate em tempo real, seja apenas uma das faces da interatividade. A interatividade são as asas, braços e pernas que fazem a informação voar, correr, ser observada e cognossível em todas as suas medidas e origens… “E quando o leitor consegue ser também autor, conseguindo dar outros rumos ao assunto”, como diz Van Kampen no artigo ‘Jornalismo interativo: links não bastam‘, aí está quase completo. Falta só a participação do mesmo leitor no debate real, presencial, como os proporcionados pelos seminários do Brasilianas.org 

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