O interesse dos BRICS no Novo Banco de Desenvolvimento

Jornal GGN – A criação, pelos BRICS, do Novo Banco de Desenvolvimento está sendo tratada mundialmente como uma alternativa para os países em desenvolvimento ao FMI e o Banco Mundial. Para a jornalista Astrid Pranger, a situação não é exatamente essa, o Banco é um investimento rentável para os BRICS e a retórica antiamericana não torna a oferta menos imperialista.

Enviado por Nilva de Souza

BRICS: una oferta envenenada

Do DW

Astrid Pranger

Con la fundación de un banco de desarrollo y un fondo de divisas, el BRICS quiere salvar al mundo como alternativa a los norteamericanos. Sus gobiernos, sin embargo, tienen muy otros intereses, opina Astrid Prange.


 

Para muchos países en desarrollo, esas son prometedoras perspectivas. Al fin y al cabo, los programas de ahorro y las privatizaciones impuestas por el FMI cuando este concedía un crédito tuvieron a menudo devastadoras consecuencias.

El nuevo banco de los BRICS es, sin embargo, una oferta envenenada. Los créditos de Shangái para la ampliación de la infraestructura en países en desarrollo son una redituable inversión para los países del BRICS, algunos de los cuales disponen de considerables reservas de divisas. Sus nuevos bancos no son antiamericanos, sino, por el contrario, un espejo del FMI y el Banco Mundial.

El sueño del BRICS de crecimiento económico ilimitado con créditos del nuevo banco de desarrollo recuerda fatalmente a los años 80. Enormes represas, centrales atómicas, puentes y carreteras: el Banco Mundial financió grandes proyectos, de los que se beneficiaron sobre todo grandes transnacionales, pero no la población. Los créditos hicieron aumentar a menudo la deuda externa de los países. Es posible que el banco del BRICS lleve a una nueva edición de esos problemas.

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La retórica antiestadounidense no puede ocultar que la política económica de los países del BRICS es a menudo tan imperialista como de la que acusan a Estados Unidos. China está considerada en muchos países africanos la nueva potencia colonial. Terratenientes brasileños controlan en Paraguay la producción de soja y Rusia ejerce presión política a través del precio del gas.

Los nuevos institutos de financiación del BRICS no son más sociales ni justos que el Banco Mundial y el FMI. Son sencillamente expresión del creciente poder económico y político de los países emergentes. Estos ya no dependen de las instituciones de financiación tradicionales, sino que se han transformado ellos mismos en banqueros.

Por otra parte, los países del BRICS son hoy más ricos, pero no por ello más solidarios. Tampoco en la “familia BRICS” ni Brasil ni India reciben apoyo de Rusia y China para acceder a un lugar permanente en el Consejo de Seguridad de la ONU. En política interior y exterior, entre los países del BRICS rige el principio de la no intromisión: en cuanto a los intereses de China en Sudán, en la relación entre Rusia y Ucrania y en la guerra de Siria.

La cumbre del BRICS en Fortaleza es un momento histórico, pero no como una afrenta a Washington. Su mensaje es, por el contrario, muy norteamericano: todos pueden lograr el éxito y la competencia es buena para los negocios. Es posible incluso que el banco Mundial y el FMI se alegren de que hayan sido fundadas las nuevas instituciones financieras del BRICS.

21 comentários

    • A submssão ao FMI não vai voltar.

      É muito bom saber que o Brasil não precisa mais ficar de joelhos implorando empréstimos ao FMI e submetendo-se às exigências de arrocho salarial e corte de investimentos que provocavam altíssimo desemprego, como aconteceu durante todo o governo FHC.

      • Nada a ver. O Acordo de

        Nada a ver. O Acordo de Reservas de Contingencia, o mini-FMI dos BRICS só empresta se o Pais soliticante tiver um Programa de Ajustes APROVADO PELO FMI. Ninguem rasga dinheiro, meu caro.

      • Pelo contrário, o objeitivo

        Pelo contrário, o objeitivo maior é trazer para esse tudo que esses possuem em paraíso fiscal. O que tive fora e colocar nesse banco, agora pode vir legalidado ao Brasil.

  1. Muita calma

    O banco dos BRICS nem saiu do papel e a jornalista já o acusa de ser um medida para fortalecer o caráter imperialista desses países em relação a outros países em desenvolvimento mais pobres, e diz que não será mais justo e nem mais social que o Banco Mundial e o FMI. Muita calma nessa hora! Um pequeno alerta sobre essa possibilidade é válido, mas uma acusação é precipitação!

    Vamos aguardar e ver a forma como atuará, para depois comparar com o Banco Mundial e com o FMI.

  2. Por que o BRICS(e seu banco) preocupam os imperialistas ?

    Desde o fim da 2ª guerra mundial, e da “imposição” por parte dos países vencedores da guerra(exceto a Alemanha e do pé atráz da URSS) de uma nova órdem economica mundial, os países em desenvolvimento era obrigados a seguir religiosamente, os conceitos arcáicos e depois substituídos pela política financeira neo-liberal do FMI, Banco Mundial e afins,aonde tudo concentrava-se nas mãos de 2 ou 3 anações altamente desenvolvidas e donas dos recursos mundiais, e dependerem do humor de seus líderes, para suas existencias.

    Quando a China transformou-se ao lado de alguns outros “tigres asiáticos” em economias desenvolvidas e independentes dos dólares americanos, alguns outros países, que conseguiram fazer ” a lição de casa” e hoje não mais dependem dos E.U.A, e nem dos gigantes(com pés de barro) europeus,aidas(caso da China união de 5 destas novas nações que desafiaram o status quo, então reinante,deixam aqueles pretensos “donos do mundo” de orelha em pé, pois isso representa uma nova órdem economica e financeira que eles jamais imaginaram, pudesse ocorrer.

    A instalação do Banco dos BRICS, que acaba de “peitar” os “reacionários” bancos de fomento mundiais, tipo BIRD, FMI, e outros similares, mostrando que é perfeitamente possível a estes signatários países e sua economia plenamente desenvolvida(China);  As que estão em pleno desenvolvimento(URSS e Índia);E as que galgam degraus em velocidade ainda moderada, como o Brasil e a África do Sul, a conhecerem uma liberdade de ação, jamais sonhada, e conquistada, com denôdo e cumprimento das metas estabelecidas e dos contratos.

    Quase 70 anos depois, e muito suor  derramado, para que este fato, preocupasse, aos que achavam que fora do eixo E.U.A/Comunidade Europeia, não existiria vida financeira. Isto é fato, e contra fatos, não há argumentos capitalistas selvagens, que mostre o contrário.

    • A China independente do dolar

      A China independente do dolar americano? A China capitalista é uma criação dos EUA, quando o Presidente Nixon foi a Prquim e se reuniu com Mao, dai surgindo um acordo comercial que abriu o mercado americano para os produtos chinses. Foi com a exportação aos EUA que nasceu a China globalizada e é com essa exportação que a China fez crescer sua economia. A mesma coisa com Tailandia, Vietnam, Coreia do Sul. O mundo é interdependente, ninguem é isolado e vive dentro de seu bloco, o mundo é um sistema global, como é possivel achar que o contrario só porque se quer?

  3. Esse raciocinio da astrid é

    Esse raciocinio da astrid é totalmente manco.

    PRIMeiro faz moralismo, coisa que nao existe  em relaçoes economicas.

    Segundo, a questao central nao é se beneficia ou nao as empresas dos Brics.Porque so china erussia tem grandissimas empresas (fora nossa petrobras a qual tem mercado especifico).

    A questao central é quem TEM ou nao mentalidade imperialista. India, Brasil e africa do sul nunca tiveram, e nao vao jogar para perder. Russia ja teve. E China tem outra cultura que pode desenvolverse em imperialismo no futuro, mas de forma totalmente difedrente da ianque.

    O que a sra astrida nao percebe é  SE VAI SE ATRAENTE E CONVINCENTE o novo Banco. 

    e portanto se MIUDAR forçosamente o outro lado. É obvio que vai, no minimo porque : SE eu brigo comercialmente contra tu e EU TIRO teus clientes,  o teu PODER vira vaca: dirige-se ao pantano.

     

     

    .

     

  4. PROPAGANDA NEGATIVA NA AMÉRICA DO SUL

    Interessante não ?

    O texto está em espanhol, sendo evidentemente dirigido à população latino-americana.

    Já estão insuflando o sentimento anti-Brasil por aqui, como medida preventiva.

    O cachimbo realmente entorta a boca….

  5. pelo que  li doss quase

    pelo que  li doss quase setenta itens que fazem parte do acordo assinado em fortaelza pelos brics não há nadinha de nada que jjustaifique a apreensão da autora do post….fala-se muito no acordo de inclusão e incusão e a diferença de breton woods pára esse acoordo de fortaleza é a própria história dos países….

    que,pelo que sei, não se basearam historicamente para se desenvolver em nenhum destino manifesto como os eua para justificar suas sucessivas invaões durante os últimos 150 anos….

  6.  
    Eita merda! Agora vão se

     

    Eita merda! Agora vão se lascar. A turma da casa-grande já se estribuchava de raiva com o “ouro de Moscou.” Imagina agora, como irá se comportar essa turma?….

    Quando os comuna comedores de criancinhas recebiam mensalão em barras de ouro diretamente de Moscou, aquilo, era motivo de chiadeira doentia. Agora então, agregado ao ouro do China, da Índia e Africa do Sul. Danou-se! Tudo isso, e mais a merreca que o Brasil dos sindicalistas conseguiu economisar como reserva. Isso, vai deixa-los indóceis.

    Os cabras já iniciaram timidamente suas medidas retaliatórias articulando responsabilizar o Putim pela derrubada da aeronável malaia. Até nisso, os gajos são incapazes de inovar. Lembro que também tentaram responsabilizar  o Lula pela queda do avião da TAM que se estabocou no galpão da própria empreza em São Paulo.

    Orlando

     

  7. Porcaria de artigo sobre Banco que ainda nem saiu do papel

    Uma jornalista a quem ja’ foi dada a missao de detonar o Banco do BRICS, e os proprios, se possivel.

    Pura especulacao e aplicacao de surrados chavoes que se aplicam com muita propriedade para a experiencia do FMI, Banco Mundial, Banco Central Europeu e governos do G-7 no decorrer dos 40 anos; ultimamente mais com relacao a paises europeus, como Irlanda, Grecia, Chipre, Italia, Espanha e Portugal.

    Ja’ tive uma opiniao mais elevada dessa Deutsche Welle.

  8. dólar não será prejudicado

    O banco BRICS não vai afetar o dólar americano

    Chriss W. Street | 18/07/14

    A realização mais importante, da reunião de três dias para a 6ª Conferência do anual do BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China e áfrica do Sul – é a fundação do Banco de Desenvolvimento do BRICS e uma fonte de estabilização da moeda conhecido como o Acordo Reserva de Contingência. 

    A franzina capitalização de $ 50 bilhões do Banco de Desenvolvimento do BRICS não prejudica o dólar dos EUA como moeda de reserva do mundo, mas permite reconhecer que a maior parte do crescimento mundial virá de economias emergentes que procuram minar as decisões de investimento das nações ocidentais em relação a esse crescimento. 

    Os consultores da McKinsey and Company estimam que, a partir de uma base de 6,8 bilhões de pessoas no mundo e cerca de 2,4 bilhões de pessoas, com renda disponível suficiente para serem considerados consumidores em 2010, em 2025 haverá 7,9 bilhões de pessoas e 4,2 bilhões de consumidores. 

    Cerca de 56% do PIB do mundo vem de 600 cidades e as maiores 160 cidades desenvolvidas controlam 2/3 dele. 

    Mas, à medida que a urbanização criará outro bilhão de consumidores em 2025, as 440 cidades emergentes irão controlar o dobro do PIB das cidades desenvolvidas. 

    Cerca de 23 trilhões de dólares, ou 47%, do crescimento do consumo do mundo, virá destas cidades emergentes, quando um bilhão de seus moradores ganharem renda disponível suficiente para ser enquadrado na definição de consumidor da McKinsey. 

    Os BRICS acreditam que as instituições financeiras internacionais são todas dominadas pelo Ocidente, que tem usado, cada vez mais, o seu controle sobre as decisões de investimento para minar a soberania dos países emergentes.

    Estas nações mencionam, como prova disso, as sanções contra a Rússia, as restrições contra a importação de aço da China e as restrições de viagem impostas contra o novo primeiro-ministro da Índia. 

    O Banco Mundial começou como um banco de desenvolvimento concebido para ajudar a reconstruir a Europa, após a Segunda Guerra Mundial, antes de crescer como uma instituição global que é hoje. 

    O Banco de Desenvolvimento do BRICS vai começar com um capital de US $ 50 bilhões em capitalização inicial em 2016 e se propõe a crescer para US $ 100 bilhões até 2021.

    Mesmo assim, ele ainda seria uma instituição bastante pequena. 

    Mas se as dezenas de outros países com crescimento, potencialmente, rápido – como o Vietnã – se juntarem às duas novas instituições BRICS com relativa rapidez, o BDB e o CRA poderiam tornar-se potências.

    O mais importante para o mundo em desenvolvimento e que o banco BRICS eliminaria as condições políticas e de negócios que são, regularmente, impostas aos países emergentes por instituições ocidentais, substituindo-os por condições políticas e comerciais impostas pelos países do BRICS. 

    O banco BRICS também representa um esforço para isolar o mundo em desenvolvimento da contínua crise financeira nas economias ocidentais endividadas. 

    Os BRICS têm sofrido a fuga de capitais de curto prazo, diante da reposta de investidores ao Federal Reserve dos EUA e aos estímulos do Banco Central Europeu, facilitação quantitativa e anúncios afilados. 

    Os governos dos países em desenvolvimento, que tradicionalmente mantêm os seus ativos nos mercados financeiros ocidentais, temem ser vítimas de uma crise de liquidez Ocidental. 

    O BDB também irá promover o desenvolvimento sustentável e infraestrutura em países emergentes por meio de empréstimos. 

    Algumas estimativas sugerem que o mundo em desenvolvimento carece de aproximadamente US $ 1 trilhões anuais em financiamento para a infraestrutura economicamente justificada. 

    Como muitos doadores ocidentais tradicionais e investidores de outros bancos de desenvolvimento experimentam crises da dívida interna, o mundo emergente está sendo espremido para fora do mercado.

    O Banco de Desenvolvimento do BRICS será, na fase inicial, relativamente pequeno para um banco de desenvolvimento multilateral. 

    Mesmo que a China possa ancorar o BDB com a sua economia e o poder financeiro que não possuem os outros membros do BRICS, o Acordo Reserva de Contingência de US $ 50 ou 100000 milhões dólares capitalização seriam rapidamente esgotados em uma crise financeira global.

    Os BRICS ainda teria que contar com as capitalizações das instituições financeiras existentes: Banco Europeu de Investimento (331,0 bilhões dólares); Banco Mundial (223,0 bilhões dólares americanos); Banco Asiático de Desenvolvimento (US $ 163,0 bilhões); Banco Interamericano de Desenvolvimento (US $ 129,0 bilhões); e Banco Africano de Desenvolvimento (103 bilhões).

    A China queria que as contribuições iniciais fossem estabelecidas com base no tamanho da economia de cada país e se ofereceu para colocar tudo de uma vez na capitalização de start-up, tanto para o Banco de Desenvolvimento do BRICS, quanto no Acordo Reserva de Contingência para o mesmo fosse de US $ 100 bilhões, mas os outros membros do BRICS rejeitaram o risco de se mover de um controlador para outro. 

    Foi definido que o BDB começará com empréstimos em 2016 em uma base de capital inicial de US $ 50 bilhões. 

    Dez bilhões de dólares serão aportados por cada membro, com planos para aumentar a capitalização até US $ 100 bilhões nos próximos cinco anos. 

    Os 100 bilhões de dólares do Acordo Reserva de Contingência serão baseados no tamanho da economia de cada país, com a China contribuindo com US $ 41 bilhões.

    Os interesses dentro dos BRICS, muitas vezes divergiram e ainda não há discussão sobre a mudança para uma moeda comum para desafiar o domínio do dólar dos EUA.

    Também levará décadas para determinar se o Banco de Desenvolvimento BRICS e Acordo Reserva de Contingência pode rivalizar com instituições ocidentais lideradas.

    Mas com a previsão que os mercados emergentes vão dominar o crescimento econômico, os BRICS acreditam que devem controlar, cada vez mais, as suas próprias decisões de investimento.

    O autor, Chriss Street, está ensinando ‘Empreendedorismo Capitalista e Estratégia de Negócios’ na Universidade Ho Chi Minh, no Vietnã

    Fonte: http://www.onenewspage.us/n/US/750jc8b42/BRICS-Development-Bank-Does-Not-Undermine-US-Dollar.htm

  9. O festival de bobagens sobre

    O festival de bobagens sobre Brics é impressionante.

    1.O novo grupo New Development Bank e o  Acorod de Reservas de Contingencia é PARTE DO SISTEMA GLOBAL, não é um desafiante desse Sistema.

    2.Banco é banco, os bancos sovieticos no exterior durante a Guerra Fria, o Moscow Narodny de Londres e o Banque Commercialle pour l´Europe du Nord de Paris eram ULTRA CONSERVADORES e operavam em perfeita sintonia com o sistema financeiro ocidental.

    3.Existem 14 bancos de fomento multilaterais no mundo, TODOS OPERAM DENTRO DO SISTEMA e não contra ele.

    A India, com um novo governo neoliberal e a China, que só existe porque exporta para os EUA e tem lá suas reswervas, nem sonham em ser contestantes CONTRA o FMI, do qual são grandes acionistas e parceiros.

    4.O novo banco BRICS (um conceito americano do Goldman Sachs) gira seus fundos pelo SWIFT, assim como todos bancos do planeta, as reservas são em T-Bills do Tesouro americano, tudo dentro do figurino, é mais um banco na praça,

    com auditores e advogados ingleses, fundos em Nova York e rating da Standard & Poor, Moody´s e Fitch.

    5.Só perfeitos bocós podem achar que US$50 bilhões mudam alguma coisa na ordem financeira global, só um fundo americano, o Black Rock tem US$4,3 TRILHÕES de ativos, 50 bi na escala mundial é dinheiro de cafézinho.

  10. será………………..

    Não sei onde tiraram que o Banco dos Brincs só irá emprestar dinheiro se tiver o aval do FMI!!!

    A conferir!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    • Ninguem falou nada disso. O 

      Ninguem falou nada disso. O  organismo, denominado ACORDO DE RESERVA DE CONTINGENCIA, paralelo ao Banco dos Brics, nos seus ESTATUTOS, tem como regra que atenderá solicitações de apoio financeiro DESDE que o solicitante tenha um programa de ajuste economico aprovado pelo FMI.  O ACR emprestará até 40% do que o FMI emprestar.

      Isso significa que sem o FMI aprovar um programa para esse Pais o novo organismo não poderá emprestar.

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