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Energia

Eletricidade: o motor das cidades do futuro, por Renato Queiroz

Enviado por Ronaldo Bicalho

Do Blog Infopetro

Eletricidade: o motor das cidades do futuro

por Renato Queiroz

O relatório “World Population Prospects- 2017 Revisions” (ONU 2017), divulgado em junho deste ano pelo Departamento dos Assuntos Econômicos e Sociais da ONU, apresenta novas revisões das projeções demográficas dos países. Os números nos levam a pensar. Até 2030, ou seja nos próximos 13 anos, haverá um acréscimo de 1 bilhão de indivíduos no mundo e a população global alcançará 8,6 bilhões. As projeções para 2050 chegam a mais de 11 bilhões de habitantes.

Em 31 de outubro passado, Dia Mundial das Cidades, o chefe do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) (1), Joan Clos, ressaltou a necessidade de discutir e repensar as novas formas de administração das cidades, com inovações, já que mais da metade da população mundial vive em áreas urbanas. Essa proporção deve atingir a 66 % em 2050, segundo a ONU. Vale destacar que, já em 2012, o Programa ONU-Habitat em seu relatório “Estado das Cidades da América Latina e Caribe” destacava que em 2020 a taxa de urbanização no Brasil deveria chegar a 90%.

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Quando a vaca ignora o brejo, por Ronaldo Bicalho

Do Instituto Ilumina

Quando a vaca ignora o brejo

por Ronaldo Bicalho

No último fim de semana, o Estadão trouxe dois textos que sintetizam a pobreza de ideias que marca o debate atual sobre o setor elétrico brasileiro. A discussão é desanimadora e atinge a profundidade de um pires com água que uma formiguinha atravessa sem molhar os joelhos.

O primeiro deles, da jornalista Renée Pereira, aponta a preocupante perda de competitividade da indústria brasileira em função do aumento das tarifas de eletricidade, e o segundo, do consultor Adriano Pires, aborda a privatização da Eletrobras

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A crise do setor elétrico: o pior cego é o que faz que não vê, por Ronaldo Bicalho

do Instituto Ilumina

A crise do setor elétrico: o pior cego é o que faz que não vê

por Ronaldo Bicalho

O artigo do presidente da Eletrobras no jornal O Globo demonstra de forma pedagógica a indigência da visão estratégica das autoridades que hoje comandam o setor elétrico brasileiro.

Neste particular, comunga com a nota do MME que anunciou a privatização da Eletrobras a completa cegueira diante da gravidade do contexto do setor elétrico do país e das perspectivas preocupantes acerca da sua evolução futura no quadro de um setor elétrico mundial envolvido em transformações profundas.

Os enormes desafios da transição elétrica aqui e no mundo desaparecem sob uma visão governamental simplória, calcada em um revival nostálgico de um liberalismo noventista fora de tempo e lugar.

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Das "ineficiências" da Eletrobras ou de como esconder os problemas reais do setor embaixo do tapete da privatização

Enviado por Roberto Bicalho

do Instituto Ilumina

Das "ineficiências" da Eletrobras ou de como esconder os problemas reais do setor embaixo do tapete da privatização

por Roberto Pereira D’Araujo

Nível de reservatórios baixos, tarifas nas alturas, um mercado judicializado e inadimplente. A Eletrobras, a maior geradora da américa latina quebrada e risco de racionamento. Como chegamos a isso? É uma história que vai muito além de problemas políticos e corrupção!

Nos anos 90, o Brasil escolheu a Inglaterra como o seu espelho para o setor elétrico, inclusive com a contratação de consultores ingleses. Esse período foi pródigo em aplicar receitas genéricas. Foi uma espécie de “One size fits all” no mundo energético. Como era previsível, a adoção de um modelo competitivo sobre o sistema brasileiro exigiu uma intricada adaptação, pois o sistema físico brasileiro é radicalmente distinto.

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Eletrobras adia decisão sobre privatização das distribuidoras

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O conselho de administração da Eletrobras quer empurrar para 2018 a decisão de adotar o modelo proposto pelo BNDES na privatização das suas 6 distribuidoras de energia. Segundo informações do Valor desta sexta (24), a empresa está preocupada que a operação possa resultar, ao final, na assunção de dívidas da ordem de R$ 19,7 bilhões.

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A reforma do setor elétrico brasileiro: cadê a política energética?, por Ronaldo Bicalho

Foto Direto de Brasilia

do Instituto Ilumina

A reforma do setor elétrico brasileiro: cadê a política energética?

por Ronaldo Bicalho

Todos os Estados Nacionais, incluindo os mais fervorosos defensores do liberalismo econômico, se preocupam com as questões de segurança do abastecimento energético.” Jean-Marie Martin, um dos decanos dos economistas da energia franceses, em seu livro Economie et Politique de l´Energie.

A Agência Internacional de Energia (AIE) publicou em Novembro o seu tradicional relatório - World Energy Outlook 2017 - com os cenários sobre a evolução futura do sistema energético global até 2040. Entre as quatro mudanças globais no sistema energético que estruturam essa evolução, cabe chamar a atenção para uma em particular: o futuro está na eletrificação (*).

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Presidente da Eletrobras explica apoio à privatização

A respeito do post "Presidente da Eletrobras era contra sua privatização", o GGN recebe as seguintes explicações do presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Junior:

A respeito do vídeo publicado no blog do jornalista Luis Nassif, o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Junior, esclarece:

a) as declarações foram dadas no início do seu mandato como presidente, no segundo semestre de 2016,  e refletem a ótica de um executivo do setor que enxergava a Eletrobras de fora, com base em seu papel histórico para o setor elétrico brasileiro;

b) ao ingressar  na empresa e começar o trabalho, a realidade da companhia revelou-se bem diferente, sem a agilidade e a eficiência necessárias para o enfrentamento de seus desafios - que não são poucos;

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Presidente da Eletrobras era contra sua privatização, por Luis Nassif

Wilson Ferreira Junior é um dos grandes quadros do setor elétrico. Enquanto grupos estrangeiros quebravam a cara, como no caso da Eletropaulo, transformou a CPFL em um modelo de eficiência. Foi um dos grandes propagadores dos princípios da qualidade pelo país.

Como profundo conhecedor do setor, Wilson Sabe que é essencial uma estatal de porte, como a Eletrobras, para garantir a estabilidade do setor e estimular os investimentos estratégicos.

De repente, passou a ser o grande estimulador da privatização.

Aqui um vídeo mais antigo, nos tempos em que o gestor Wilson Ferreira Jr analisava o papel da Eletrobras sem as lentes da ideologia.

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A privatização da Eletrobras e as viúvas do fracasso, por Ronaldo Bicalho


Foto: Divulgação

Por Ronaldo Bicalho

A privatização da Eletrobras, as viúvas do fracasso e os oportunistas de plantão

Do Instituto Ilumina

Discutir a privatização da Eletrobras é discutir o setor elétrico brasileiro. Discutir o setor elétrico brasileiro é discutir o peso decisivo das suas especificidades no sucesso do passado, nas restrições do presente e nas oportunidades do futuro.

Para isso, é fundamental entender o espaço das especificidades da exploração das diferentes bases de recursos naturais nos distintos padrões setoriais que dirigiram a evolução do setor elétrico no mundo. Esse entendimento ajuda a compreender os avanços e recuos do setor elétrico brasileiro ao longo do tempo e a identificar as grandes oportunidades contidas no novo paradigma setorial nascente baseado nas energias renováveis.

 

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Governo tem pressa para concluir modelo de privatização da Eletrobras

Foto: Carolina Antunes/PR

Por Alana Gandra 

 

O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, pretende enviar ainda esta semana à Casa Civil a proposta de modelagem de privatização da Eletrobras, após despacho com o presidente Michel Temer. O ministro aguarda o retorno do presidente a Brasília, após passar por cirurgia no aparelho urinário, para apresentar a versão atual.  O ministro participou hoje (30) de encontro com participantes do seminário sobre Matriz e Segurança Energética Brasileira promovido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.

“O texto já está bastante adiantado entre as equipes técnicas (dos ministérios) da Fazenda, Planejamento e MME [Ministério de Minas e Energia]”, indicou o ministro, que quer mostrar a Temer algumas definições finais referentes ao modelo de privatização, antes de encaminhar o texto à Casa Civil. Caberá à Casa Civil definir se será enviado ao Congresso um “projeto de lei com urgência urgentíssima ou medida provisória, porque a nossa ideia é que seja o mais rápido possível”.

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Por que não privatizar a Eletrobras

Brasilianas: a discussão do modelo elétrico

Brasilianas, um projeto GGN-PUCSP abre as discussões sobre o modelo elétrico. Envie seus trabalhos nos comentários ou através do e-mail do GGN

Desenhar um modelo eficiente do setor elétrico significa combinar as diversas características do setor de maneira a otimizar o alcance dos objetivos propostos.

Os objetivos

Há dois objetivos no desenho de bum modelo elétrico:

1. Universalização do fornecimento de energia.

2. Atração de investimentos.

Por seus impactos sociais e econômicos, como um dos preços centrais da economia, nos países desenvolvidos a questão energética é tratada como segurança nacional.

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Setor elétrico: as lições de vinte anos de reformas liberalizantes na Europa

Setor elétrico: as lições de vinte anos de reformas liberalizantes na Europa

por Ronaldo Bicalho

No momento em que o Brasil ensaia uma nova reforma do setor elétrico brasileiro, baseada na ampliação do mercado livre e na privatização da maior geradora do país, um livro lançado em Agosto de 2017, por um dos mais importantes economistas da energia, Jacques Percebois, em conjunto com Jean-Pierre Hansen, engenheiro e também economista, faz uma avaliação sobre a evolução do setor elétrico europeu depois de vinte anos de reformas liberalizantes.

O livro - Transition(s) électrique(s), Ce que l’Europe et les marchés n’ont pas su vous dire [Transição(ões) elétrica(s), o que a Europa e os mercados não souberam lhe dizer] (*) - analisa o processo no qual depois de vinte anos a onda de desregulamentação, privatização e outras medidas destinadas a retirar o setor elétrico do conjunto de atividades consideradas como de serviço público se chocou contra o duplo obstáculo da economia real e dos imperativos climáticos.

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Funcionários da Eletrobras lançam estudo contra privatização

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Os funcionários da Eletrobras organizaram um artigo analítico das perspectivas técnicas, financeiras, jurídicas, sociais e ambientais contrárias à privatização da estatal de energia.

O estudo [em anexo] aponta que "o modelo de parceria estratégica na sociedade de economia mista é em muito superior à alternativa de dispersão acionária de parcela minoritária do capital social, na medida em que o envolvimento do sócio privado com os negócios sociais contribui para o sucesso do empreendimento, enquanto o investidor no mercado de capitais é movido por objetivos especulativos de curto prazo."

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O setor elétrico brasileiro fora de tempo e lugar, por Ronaldo Bicalho

do Blog Infopetro

O setor elétrico brasileiro fora de tempo e lugar

por Ronaldo Bicalho

A definição de uma agenda para o setor elétrico brasileiro passa por três movimentos básicos:

Em primeiro lugar, é necessário inserir essa agenda no contexto das grandes transformações estruturais que definem o momento atual do setor elétrico no mundo.

Em segundo lugar, é preciso situar essa agenda no quadro de esgotamento do modelo de operação/expansão do setor elétrico brasileiro baseado na exploração do potencial hidráulico via construção de grandes reservatórios.

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