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Gestão

Governo desiste de votar reforma da Previdência este ano, confirma Jucá


Foto: Abr
 
Jornal GGN - Mesmo com a pressão do presidente Michel Temer em angariar apoio suficiente dos partidos para a aprovação da reforma da Previdência ainda este ano pela Câmara dos Deputados, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), confirmou que Temer já jogou a toalha sobre a votação este ano.
 
Em manifestação divulgada na tarde de hoje, Jucá disse que, faltando pouco mais de uma semana para o recesso legislativo, o governo desistiu de votar ainda em 2017 a matéria. "Só vota a Previdência em fevereiro", divulgou.
 
O líder do governo no Senado reuniu-se com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na tarde de hoje para analisar os votos somados pela base aliada para fazer a matéria passar pelos deputados. Apesar de o PSDB ter fechado questão nesta quarta, Jucá disse que o tema ficará para 2018.
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Imbassahy deixa governo, comprometendo-se a apoiar Temer no Congresso

O desembarque do PSDB, feito aos poucos desde hoje, ocorre sem estardalhaço e de forma a beneficiar os dois partidos: os tucanos também querem aprovar a Reforma da Previdência e estudam não se apresentarem como confronto a Temer de imediato
 

Foto: Beto Barata/PR
 
Jornal GGN - O ministro de articulação política do governo Temer, Antonio Imbassahy (PSDB-BA), pediu a exoneração do cargo, nesta sexta-feira (08). Temer estava tentando atrasar a saída do tucano, enquanto não concluía a articulação com o PSDB para a aprovação da Reforma da Previdência.
 
Mas desde o início de novembro, o mandatário estava sendo pressionado pelo PMDB e partidos aliados no Congresso a esvaziar tucanos com cargo no Executivo. Quando o peemedebista trocou o Ministério das Cidades, nomeando o aliado de Rodrigo Maia (DEM-RJ), Alexandre Baldy (GO), a intenção era também fazer a troca e colocar na Secretaria de Governo o deputado Carlos Marun (PMDB-MS).
 
Entretanto, no dia da nomeação, 22 de novemnro, Michel Temer desistiu de empossar Marun, após se encontrar com o próprio ministro Imbassahy e com o senador Aécio Neves (PSDB-MG), um dos fortes aliados do governo Temer e com presença nas indicações.
Sem votos

Às vésperas de fechar o ano, Temer endurece tom para reforma da Previdência


Foto: Beto Barata / PR
 
Jornal GGN - Em jantar no Palácio da Alvorada com ministros, lideres partidários e deputados federais convocados, o presidente Michel Temer fez um duro discurso, pressionando pela aprovação da Reforma da Previdência.
 
No gesto que demonstrou os últimos esforços do mandatário na aprovação da pauta, no encontro desta quarta-feira (06), o peemedebista inverteu completamente o discurso de que a reforma irá prejudicar os mais pobres e alegando que a não reforma é que iria.
 
"Como vamos explicar para a sociedade? A única explicação que vejo, a única justificativa, é dizermos que não votamos para manter privilégios", disse Michel Temer.
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Temer reúne hoje líderes da base aliada em jantar promovido por Maia


Foto: Marcos Corrêa/PR

Da ABr

Por Marcelo Brandão

O presidente da República, Michel Temer, reúne-se hoje (3), às 19h, com líderes da base aliada, em jantar na residência do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. A assessoria do Palácio do Planalto também confirmou um almoço, no Palácio da Alvorada, às 14h.

A começar por hoje, a semana será de reuniões e articulações da base para reunir os 308 votos de parlamentares necessários para aprovar a reforma da Previdência, na Câmara. Será uma semana é de “mobilização total”, disse um interlocutor do governo.

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Temer gasta últimos esforços para aprovação da reforma da Previdência


Michel Temer durante cerimônia de Entrega de 900 UH do Condomínio Residencial Rubi III A V, do Programa Minha Casa Minha Vida (Alan Santos/PR), em Limeira (SP) 
 
Jornal GGN - O presidente Michel Temer inicia o mês de dezembro anunciando que seguem as articulações para projetar medidas de seu interesse, incluindo a Reforma da Previdência e o desembarque do PSDB, chamado por ele de "elegante", da base aliada.
 
Durante uma cerimônia de entrega de unidades de condomínio residencial do Programa Minha Casa, Minha Vida, em Limeira, no interior de São Paulo, o mandatário foi questionado por jornalista sobre como o peemedebista estava tratando pontos polêmicos de sua gestão neste último mês do ano.
 
Anunciou que irá se encontrar com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), neste final de semana, para trabalhar os votos necessários até a próxima semana para aprovar a reforma da Previdência.
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Gestão Doria destina R$ 6,2 milhões para UPA fantasma na Vila Mariana

Atualizado em 04/12 para acréscimo da nota da Secretaria Municipal de Saúde

Foto: Lucas Duarte de Souza

Por Cida de Oliveira

Da RBA

Aguardada por mais de 300 mil moradores da região centro-sul da capital paulista e municípios vizinhos, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Vila Mariana, na zona sul, está com as obras paradas desde maio do ano passado, quando a construtora Massafera desistiu da construção por enfrentar problemas administrativos internos.

Projetada para oferecer de 13 a 20 leitos de observação, com capacidade para atender até 450 pacientes por dia, não passou do primeiro pavimento, como pode ser visto por quem passa pela Rua Diogo de Faria, 609, esquina com Rua Botucatu, na Vila Clementino.

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As relações e histórico que acompanham o novo diretor da PF


Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
 
Jornal GGN - Apesar de ter contado com apoio de grande parte da própria categoria, o novo diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, é mirado por seu histórico de relações com políticos, como os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco, e ex-senador José Sarney, e também com outros representantes do Poder: o ministro do Tribunal de Contas da União, Augusto Nardes, e o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes.
 
Com Gilmar, ambos confirmam a amizade, mas o ministro nega que tenha tido influência na escolha de Michel Temer para a PF. Um caso recente foi que o hoje diretor-geral da PF havia acompanhado uma funcionária de Gilmar no IDP, instituto do ministro, para fazer um registro de denúncia. 
 
A funcionária é Dalide Corrêa, que além de ser ligada a Gilmar, também é amiga de Fernando Segovia. Ela acusava a conduta de um delegado da Superintendência do Distrito Federal, que segundo ela, era suspeita. O caso seria o de que estavam tentando investigar o ministro Gilmar, sem a autorização do STF. 
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Gestão municipal de saúde ineficiente prejudica o Programa Mais Médicos na Amazônia

Foto Fiocruz

Gestão municipal de saúde ineficiente prejudica o Programa Mais Médicos na Amazônia

por Aracy Balbani

O médico Luís Marcelo Aranha Camargo, docente do Instituto de Ciências Biomédicas da USP que coordena atividades do Instituto e atua na capacitação científica de profissionais do Mais Médicos em Rondônia, alerta para os entraves administrativos à execução do Programa em alguns municípios da Amazônia.

Segundo o pesquisador, a hostilidade dos médicos brasileiros em relação aos colegas cubanos teria diminuído desde o início do Programa, e os cubanos, apesar do interesse em cumprir as tarefas de capacitação técnica e assistência à população, estariam recebendo salários inferiores aos dos brasileiros.

Dr. Luís Marcelo denuncia ”a atitude irresponsável de alguns prefeitos que colocaram os médicos [cubanos] para assumir plantões nos hospitais municipais, atitude proibida, pois por regulamentação, os profissionais não possuem registro no Conselho Regional de Medicina e sim um registro provisório no Ministério da Saúde” e a precariedade de condições de trabalho das equipes de saúde que atuam em conjunto com os médicos.

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Falta de transparência e "pedalada" na gestão Alckmin são investigadas


Fotos Públicas
 
Jornal GGN - O Tribunal de Contas do Estado (TCE) já havia aprovado como ressalvas as contas da gestão de Geraldo Alckmin no governo de São Paulo, em junho deste ano. Mas a falta de transparência do tucano com o balanço de 2017 foi suficiente para os conselheiros não apenas ameaçarem a rejeição, como também uma frente parlamentar da oposição foi criada para investigar estes números.
 
Sob a liderança do deputado estadual Raul Marcelo (PSOL), a frente formada por mais 21 deputados querem analisar as desonerações fiscais do Estado, que seguem sem esclarecimentos, além da falta de pagamento de precatórios das dívidas que o governo assumiu após perder ações judiciais.
 
A falta de transparência da gestão Alckmin foi apontada pelo relatório do TCE: "O governo precisará ser mais transparente com as renúncias fiscais. (...) Constatei uma informação simplista na Lei de Diretrizes Orçamentárias, indicando que a renúncia fiscal em 2016 tem previsão de R$ 15 vilhões. No relatório de fiscalização, porém, nenhum dado há sobre a matéria", anotou o relator, conselheiro Antonio Roque Citadini.
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Planejamento e Avaliação nas Universidades Públicas Brasileiras, por Roberto Kraenkel

Planejamento e Avaliação nas Universidades Públicas Brasileiras

por Roberto Kraenkel

Ao menos duas das três universidades estaduais de São Paulo estão introduzindo programas de planejamento acadêmico e avaliação de metas alcançadas. Fazem-no ao estilo das universidades anglo-saxãs, com a introdução de indicadores numéricos, que se pretendem objetivos, para medir o desempenho tanto de departamentos quanto de docentes.

Defendo, aqui, que a forma como isto está sendo feito é equivocada.

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Doria faz parceria para processar resto de comida e dar aos pobres

Foto: Carolina Apple/R7

Jornal GGN - O prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) fechou uma parceria com a Plataforma Sinergia para lançar o programa "Alimento para Todos". Segundo o portal e-Boca Livre, a ideia é que a empresa recolha restos de alimentos que ainda estão em boas condições e dentro do prazo de validade para criar um subproduto batizado de "Allimento". O Paço afirma que se trata de um "granulado nutritivo" que será distribuído à parcela mais pobre da sociedade.

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Seriam os gestores privados governantes? Por Boeotorum Brasiliensis

Há a percepção de que gestores privados, pelo seu background, são mais preparados para gerir o setor público com eficiência. Essa percepção resiste ao tempo e às evidências ao contrário

Por Boeotorum Brasiliensis

Empresários, gestores e a administração pública

Necessariamente, ter sucesso empresarial não qualifica as pessoas para o exercício da gestão pública. De início, surge a questão de vocação do gestor privado por excelência e a exigida de um gestor público. Os objetivos são distintos e, não raro, incompatíveis. A propalada eficiência conferida à gestão do Estado pelo gestor privado bate em duas circunstâncias elementares.

A eficiência é um fator importante, mas não é o único, há muitos outros. Qualquer projeto de poder para ter êxito precisa estar alinhado com um programa político e com as propostas formuladas e essas, para serem aceitas, têm que coincidir com as demandas que se originam na sociedade. Por último, a ação precisa estar amparada e orientada por um projeto para a entidade governada, seja um município, um ministério ou um país. Para ser sequer eficiente, mas, minimamente factível, depende de apoio político e, para capturar a base necessária, obriga o gestor a dominar a arte de conhecer e saber fazer Política.     

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Meirelles recebeu apoio de investidores nos EUA para Presidência 2018

Brasília - Ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles assume o Ministério da Fazenda (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Também apontado como um dos possíveis presidenciáveis para 2018, o atual ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, não teria apenas o apoio do atual mandatário Michel Temer e de boa parte de bancadas da direita, como também de investidores nos Estados Unidos.
 
A afirmação foi do próprio ministro da Fazenda, que disse nesta sexta-feira (22), durante evento em Nova York, que recebeu manifestação de apoio de investidores no país nesta semana, quando participou de diversos encontros.
 
"Isso sempre existe [manifestações de apoio], não só aqui como em outros locais por onde vou, no Brasil, sempre existe alguém manifestando apoio", afirmou, após ser questionado por jornalistas. 
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Pesquisa revela que empresários não são necessariamente bons gestores públicos

Foto: Getty Images
 
Jornal GGN - Assim como fez Donald Trump, um megaemporesário norte-americano na Presidência da potência, João Doria também usou sua imagem de "bom gestor" para ganhar votos e comandar a prefeitura da mais importante capital do Brasil. Mas o currículo empresarial nem sempre significa uma boa administração pública. É o que revela um estudo da London School of Economics (LSE).
 
Uma das mais renomadas universidades do Reino Unido resolveu entender se realmente há verdade na crença de que empresários são bons gestores públicos. E a resposta foi não. Dois pesquisadores da LSE decidiram levantar os dados quando Trump anunciava a intenção de se candidatar à Presidência dos EUA.
 
Um dos pesquisadores é Eduardo Mello, professor de Relações Internacionais da Fundação Getúlio Vargas, que concluiu doutorado na LSE este ano. Segundo reportagem da BBC Brasil, Mello explicou que a pesquisa, ainda que em andamento, resolveu focar em prefeitos de cidades brasileiras e já trouxe resultados:
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As privatizações são o fim do Brasil, por Pedro Augusto Pinho

Mais do que patifarias, as privatizações são o fim do Brasil

por Pedro Augusto Pinho

No Prefácio à segunda edição (1999) do livro de Adrián Salbuchi,  "El Cerebro del Mundo – La cara oculta de la Globalización", Gerardo Palacios Hardy alerta que, embora mais questionado pelo significado econômico, o processo de globalização debilitaria os Estados Nacionais a ponto de se prognosticar suas extinções no século XXI. Também Octavio Ianni (A Era do Globalismo, 1996) assinala que "um dos signos da globalização do capitalismo é o desenvolvimento do capital, transcendendo mercados e fronteiras, regimes políticos e projetos nacionais, regionalismos e geopolíticas, culturas e civilizações".

Com o golpe de 2016, o Estado Nacional Brasileiro voltou ao controle integral da banca, quer a entendamos como o sistema financeiro internacional quer designando esta nova ordem mundial (!). E, não por mero acaso, a marca dos períodos presidenciais de Fernando Cardoso – as Privatarias Tucanas – retorna para concluir a alienação de todos os recursos naturais, estratégicos e produtivos do Brasil para os representantes da banca.

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