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Internacional

Economia mundial teve em 2017 maior crescimento em seis anos, diz ONU


Foto: ONU/Pnuma

Da ONU News

Um relatório das Nações Unidas lançado esta segunda-feira (11), em Nova Iorque, indica que este ano a economia mundial ganhou força com a diminuição das fragilidades associadas à crise financeira global e teve o maior crescimento desde 2011. O documento prevê um avanço de 3% em 2017, que  deve continuar estável no próximo ano, segundo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU (Desa).

O estudo destaca que a melhora na situação econômica global oferece uma oportunidade aos países para se concentrarem em criar políticas sobre questões de longo prazo. Entre elas, o crescimento econômico de baixo carbono, a redução das desigualdades, a diversificação econômica e a eliminação de barreiras profundas que dificultam o desenvolvimento.

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Evasão de divisas e os Paradise Papers como evidência sistêmica, por Bruno Lima Rocha

Evasão de divisas e os Paradise Papers como evidência sistêmica

por Bruno Lima Rocha

O Brasil, infelizmente, não está isento da evasão de divisas. No ranking de 2012, nosso país ocupava a vergonhosa de quarto maior volume de depósitos no exterior.  Assim, em tese, teríamos a resgatar cerca de 28% do PIB em estoque, um montante ao redor de R$ 570 bilhões de reais. Ou seja, um a cada quatro reais que circulariam aqui deixaram de alimentar a economia real, não geram nem emprego vivo e tampouco carga tributária par ser disputada através de políticas públicas. Estes valores estão em “jurisdições especiais”, também conhecidos como “paraísos fiscais” e operam no limite da legalidade. Por mais amoral e indigno, não se poderia – formalmente – acusar de crime sem as provas materiais do ato criminal, sob o risco de ter de responder a um processo milionário, com severos danos ao modesto patrimônio de quem acusa. Os agredidos – supostamente – estariam indignados com a “desconfiança”. Então, sem “acusar”, constato o óbvio nas evidências subsequentes, diante da última revelação dos depósitos de autoridades e bilionários no estrangeiro.  

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A Rússia, a China, o Oriente Médio e nós, por Ion de Andrade

Foto: Agência Lusa

A nova hegemonia russo-chinesa que vai sendo desenhada no Oriente Médio só não será implantada se nos confrontarmos a uma guerra estratégica entre as grandes potências.

De forma muito resumida, a virada do enfrentamento Rússia/OTAN na Europa se deu precisamente pelo fato de que Moscou advertiu a organização de que faria ataques preventivos com armamento nuclear tático em qualquer nova instalação militar que pudesse ser entendida por Moscou como uma ameaça estratégica contra a Rússia. É evidente que isso significaria guerra total, razão porque os russos fizeram concomitantemente a isso, diversos exercícios de simulação de ataques nucleares com a sua população civil. Os russos também advertiram o ocidente que, devido à experiência que acumularam na história, não consentiriam em mais nenhuma guerra tática em solo russo.

Em suma,a determinação estratégica devolveu aos russos nova iniciativa tática no teatro Ocidental.

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Países condenam atentado em mesquita no Egito, que deixou centenas de mortos

Foto: Lusa/EPA/STR

Jornal GGN - Um atentado no Egito, na sexta-feira (24), deixou ao menos 230 mortos, segundo informações da Folha deste sábado (25). O ataque terrorista aconteceu numa mesquita na península de Sinai, durante o momento de oração. Uma bomba explodiu no interior, enquanto homens armados se posicionaram nas portas e abriram fogo contra os muçulmanos. Autoridades do Brasil, Itália e Estados Unidos se manifestaram.

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O enviado chinês, por Gustavo Gollo

O enviado chinês

por Gustavo Gollo

Venho acompanhando as notícias sobre a Coreia, há certo tempo. Costumo digitar “korea”, no google, passar os olhos nas manchetes e conferir as notícias que me parecem significativas. Depois também vejo “coreia”, o que me informa o viés escolhido pelos meios de comunicação em português. Nossas notícias sobre o mundo costumam ser traduções de informes previamente veiculados em inglês, normalmente privilegiando um ponto de vista.

Desde que assumiu o governo, o presidente americano vem cutucando o vespeiro norte-coreano, provocando os caras que estavam lá, quietos, tentando se proteger e sobreviver. Em resposta, os norte-coreanos têm feito surpreendentes demonstrações de força, estarrecendo o mundo com exibições de mísseis balísticos intercontinentais e detonando bombas de hidrogênio.

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Intermediação chinesa para evitar a guerra na Coreia do Norte, por Gustavo Gollo

 

Intermediação chinesa para evitar a guerra na Coreia do Norte

por Gustavo Gollo

Desde que o atual presidente americano assumiu o governo, deu-lhe na telha exigir da DPRK, a Coreia do Norte, uma rendição incondicional, imposição à qual os coreanos resistiram 7 décadas atrás, tendo fortalecido sua obstinação, desde então.

Entre insultos recíprocos, à maneira de colegiais, o velho decrépito vem provocando o fogueteiro baixinho e gordinho, insistindo em cutucar o vespeiro. Em resposta, os coreanos têm feito sucessivas demonstrações de força, enviando mísseis e detonando armamento nuclear para deixar claro que não se entregarão.

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Trump segue acreditando que Rússia interferiu nas eleições dos EUA


Foto: Steffen Kugler/Courtesy of Bundesregierung/Reuters

Trump diz que acredita em agências dos EUA e em ingerência russa nas eleições

Da Agência Brasil com EFE

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste domingo em Hanói que acredita na informação das agências do seu país que averiguam a suposta ingerência da Rússia nas eleições americanas. As informações são da Agência EFE.

Em resposta a perguntas dos jornalistas após uma entrevista coletiva compartilhada com o presidente do Vietnã, Tran Dai Quang, Trump esclareceu que ele nunca disse que tivesse acreditado no presidente russo, Vladimir Putin, que garantiu não ter interferido nas eleições dos EUA.

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Vazamento revela plano para guerra financeira contra o Catar

Sugerido por Jackson da Viola

Do The Intercept

VAZAMENTO REVELA PLANO PARA GUERRA FINANCEIRA CONTRA O CATAR E “ROUBO” DA COPA DE 2022
 
Por Ryan Grim, Ben Walsh
 

UM PLANO DELINEADO para que os Emirados Árabes Unidos iniciassem uma guerra financeira contra o Catar, seu rival no Golfo Pérsico, foi encontrado em arquivo de conta de e-mail do embaixador dos Emirados nos Estados Unidos, Yousef al-Otaiba, e posteriormente obtido pelo The Intercept.

O conflito econômico envolveria um ataque ao sistema monetário do Catar por meio de manipulação de títulos públicos e de instrumentos financeiros conhecidos como derivados. O plano, disposto em apresentação de slides, foi acessado por The Intercept por meio do grupo Global Leaks. O objetivo era prejudicar a economia do Catar, de acordo com documentos que mostram a estratégia em linhas gerais.

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Paradise Papers expõe Lemann, Rainha Elisabeth, ministros de Temer e Trump e astros

Foto: AFP
 
 
Jornal GGN - Jorge Paulo Lemann, o homem mais rico do Brasil - possui uma fortuna de aproximadamente 30 bilhões de dólares - está ligado a 20 offshores em paraísos fiscais. O Paradise Papers expôs também os ministros do governo Temer Blairo Maggi e Henrique Meirelles, assessores próximos de Donald Trump, a Rainha da Inglaterra e astros da música como Madonna e Bono Vox. É o que revela reportagens da BBC e do portal Poder 360.
 
Lemann e seus sócios Carlos Sicupira e Marcel Telles possuem empresas sediadas nas Bermudas, Bahamas e Ilhas Cayman. Eles admitem que mudaram a residência fiscal para fora do Brasil após a "expansão dos negócios ao exterior". 
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Trump, delação premiada e um argumento a ser revisto, por Fernando Horta


Foto: Reuters

Por Fernando Horta

Desde sexta-feira, havia muita tensão nos corredores do poder de Washington. Robert Mueller, Conselheiro Especial indicado para investigar as denúncias de que a campanha de Trump teria tido influência ilegal de russos, havia concluído uma parte de suas investigações e se comunicaria com a Justiça americana, fazendo alguns pedidos.

O final de semana foi turbulento e nervoso. E hoje Paul Manafort e Rick Gates foram presos. Manafort foi apenas o chefe de toda a campanha eleitoral de Trump e Rick Gates seu braço direito. Ambos estão indiciados por 12 crimes que envolvem “conspiração contra os Estados Unidos, conspiração para lavagem de dinheiro, falsos testemunhos, e acolhimento ilegal de agente de informações estrangeiros” entre outras acusações. O mínimo, se condenados, seria uma pena de prisão de mais de dez anos, mas existe também a possibilidade de pena capital uma vez que a acusação é de “traição contra os EUA”. Conspiração contra o país é crime punível com a morte desde o século XVIII.

O professor de direito da George Washington University, Jonathan Turley, afirma que “Manafort e Gates sempre foram vistos pelos círculos de poder de Washington como as pessoas certas quando se quer que “as coisas sejam feitas”. Por isso, suas relações com os círculos de poder de Trump são muito fortes.

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Com US$ 18 bi a bandeiras progressistas, Soros estende adeptos de seu império liberal


Foto: Bloomberg
 
Jornal GGN - O noticiário dos Estados Unidos estampou nesta semana que o bilionário investidor George Soros doou 18 bilhões de dólares à instituição filantrópica Open Society Foundation, que carrega a bandeira de promover a democracia e direitos humanos pelo mundo. 
 
As transferências, que equivalem a mais da metade da fortuna do empresário, foram feitas ao longo dos últimos anos, mas estavam protegidas por sigilo, sendo reveladas nesta terça-feira (17). 
 
O montante é um dos maiores repasses de riquezas de um doador privado a uma única instituição e foi responsável por transformar a Open Society na segunda maior organização filantrópica dos Estados Unidos, ficando atras apenas da Fundação do fundador da Microsoft, Bill e Melinda Gates.
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Vladimir Putin: muito além de uma caricatura grosseira, por Léa Maria Aarão Reis

Sugestão de Ricardo Cavalcanti-Schiel

no Conversa Afiada

Vladimir Putin: muito além de uma caricatura grosseira

por Léa Maria Aarão Reis

Quando o apresentador da CBS, Stephen Colbert, entrevistou o cineasta Oliver Stone, há três meses, procurando desqualificá-lo com ironias baratas e criticando-o pela primorosa série de quatro episódios, Putin’s Interviews, que acabava de estrear nos Estados Unidos, a ignorância americana foi desafiada e exposta em um dos seus momentos mais ridículos.

Bastante semelhante ao que ocorre aqui com a audiência controlada dos programas de auditório tipo hulks, faustos, silvios et caterva locais: indivíduos rindo histericamente, sem saber exatamente do que gargalham. Leia mais »

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Novas provocações na península coreana, por Gustavo Gollo

Novas provocações na península coreana

por Gustavo Gollo

Na segunda-feira, reiniciarão as provocações americanas na península coreana, na forma de exercícios conjuntos com a Coreia do sul. Tais atividades simularão a invasão da RDPC, a Coreia do Norte, ação que costuma enervar os norte-coreanos, por razões óbvias, e que os têm feito responder com manifestações de força, como o lançamento de mísseis ou a detonação de bombas nucleares.

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Jogos de guerra, por Gustavo Gollo

Jogos de guerra, por Gustavo Gollo

Uma guerra contra a Coreia do Norte, RDPC, seria diferente de outros massacres cometidos pelos EUA, em virtude do poder de retaliação do adversário. Por essa razão, o eventual ataque ao país não será precedido de aviso, ocorrerá de surpresa, em uma tentativa de arrasar completamente o rival, inviabilizando, desse modo, sua contraofensiva, neutralizando o mais que consiga o seu poder de fogo.

Os coreanos sabem disso, razão pela qual, ao pressentir o cerco, se anteciparão ao ataque americano, atacando primeiro, garantindo assim que o fogo de suas armas seja disparado contra o inimigo.

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Guerra mundial: no olho do furacão, por Gustavo Gollo

Guerra mundial: no olho do furacão, por Gustavo Gollo

“Talvez seja a calma antes da tempestade”, disse o presidente americano, fato que, daqui, um profeta também pressentia.

Uma guerra contra a RPDC, a Coreia do Norte, seria catastrófica, não pode acontecer. Centenas de milhões de mortes, riscos intensos de generalização do conflito, uma completa loucura. Seria o apocalipse.

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