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Petróleo e Gás

Fábrica de Ideias em defesa da Petrobras, por Felipe Coutinho

Imagem: Reprodução

“Fábrica de Ideias” em defesa da Petrobras

por Felipe Coutinho 

A Associação dos Engenheiros da Petrobrás – AEPET – é uma fábrica de ideias em defesa da companhia.

É necessário perguntar:

Defender a Petrobrás de quem? De quais interesses? Em favor de quem?

O que está em disputa é a renda petroleira, a propriedade do petróleo e os objetivos do seu uso.

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Pelo quarto ano consecutivo, Petrobras atinge recorde de produção

 
Jornal GGN - A produção média de petróleo da Petrobras atingiu, pelo quarto ano consecutivo, recorde histórico. Em 2017, a estatal atingiu a marca de 2,15 milhões de barris por dia (bpd), 0,4% acima do resultado do ano anterior. Já pelo terceiro ano consecutivo, a Petrobras cumpre meta de produção, confirmando previsões.
 
Já a produção de gás natural atingiu volume de 79,6 milhões de metros cúbicos por dia, uma marca inédita. Assim, a produção total no país chegou a 2,65 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), 0,9% superior a 2016. Este volume constitui um novo recorde para a Petrobras.

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Desinvestimento da Petrobras: impactos sobre o PIB e o Emprego, por Eduardo Costa Pinto e Cloviomar Cararine Pereira

Desinvestimento da Petrobras: impactos sobre o PIB e o Emprego

por Eduardo Costa Pinto e

Cloviomar Cararine Pereira

A Petrobrás, desde sua criação em 1953 por Getúlio Vargas, sempre esteve no centro da política de desenvolvimento do setor de petróleo e gás brasileiro que historicamente é caracterizada por movimentos pendulares. Por um lado, por períodos de maior presença estatal e ampliação de seus investimentos; e, por outro, por abertura ao mercado, buscando a atração de capital estrangeiro para suprir uma suposta ausência de capital necessária aos seus investimentos e de capacidade tecnológica.

Esses movimentos refletem, ao mesmo tempo, o papel desempenho pela questão energética no projeto de desenvolvimento nacional brasileiro e a dupla função (estatal/público e empresarial/privado) que Petrobrás exerce em virtude de sua característica de setor produtivo estatal que deve buscar simultaneamente os benefícios privados (lucros) e coletivos/sociais (aumento do bem-estar da sociedade brasileira e interesses nacionais), uma vez que o proprietário majoritário dessa empresa é o Estado que representa os interesses da população brasileira.

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Estrella, o descobridor do pré-sal: Petrobras voltou à era FHC, por Fernando Brito

estrella

Enviado por Webster Franklin

do Tijolaço

Estrella, o descobridor do pré-sal: Petrobras voltou à era FHC

por 

Em ótima entrevista ao Sul21, o geólogo Guilherme Estrella, ex-diretor de produção e exploração da Petrobras e líder da equipe que descobriu a ocorrência de petróleo na camada pré-sal do litoral Sudeste do Brasil, diz que a Petrobras, hoje, regrediu à situação a que a levou o governo Fernando Henrique Cardoso, quando a orientação era para a empresa  “abrir espaço, principalmente na área de exploração e produção, para empresas estrangeiras”.

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Senado aprova renúncia fiscal do petróleo, mas medida volta à Câmara


Foto: EBC
 
Jornal GGN - O Plenário do Senado aprovou por 27 votos contra 20 a Medida Provisória 795/2017, que institui um novo regime tributário para petrolíferas, favorecendo-as em forma de renúncia fiscal que poderá gerar uma perda de mais de R$ 1 trilhão ao Brasil em 25 anos.
 
A proposta, contudo, teve uma pequena modificação no prazo de isenções fiscais e, pelas alterações, voltará à Câmara dos Deputados para ser novamente votada. Os senadores retiraram do texto a previsão de vigência dos benefícios fiscais até 2040.
 
A mudança foi uma pressão da oposição, que lembrou que a tentativa de estender os benefícios por mais 23 anos fere os dispositivos da Lei de Diretrizes Orçamentárias. Com a pressão, o relator da MP, senador Romero Jucá (PMDB-RR), modificou apenas o limite.
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O Refis das petroleiras, por Samuel Gomes

 
O Refis das petroleiras
 
por Samuel Gomes
 
O Brasil inteiro já sabe que a MP 795, a MP do Mi-Shell, gera perdas de arrecadação para o erário da ordem R$ 1 trilhão até 2040, destrói a nossa indústria naval, debilita de morte a indústria de bens e equipamentos, retira dinheiro da Seguridade Social (Saúde, Previdência e Assistência Social) e destrói um milhão de empregos de brasileiros em favor da criação de empregos nos países centrais do capitalismo, permitindo que eles enfrentem suas crises aprofundando a nossa. Tudo isso para atender aos interesses e exigências das petroleiras internacionais, aquelas poderosas empresas que promovem guerras de rapina e destroem países mundo afora para roubar o seu petróleo. Se houvesse corrupção no Brasil e se este não fosse um governo sério e responsável, não seria uma temeridade (opa!) supor que o crimede lesa pátria foi imposto ao país à custa de dutos de dinheiro das mãos dos beneficiários para as mãos sujas de abjetos governantes e desprezíveis parlamentares entreguistas.

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Medida Provisória reduz impostos para petroleiras estrangeiras

do Clube de Engenharia

Medida Provisória reduz impostos para petroleiras estrangeiras

A Câmara dos Deputados aprovou, em 29 de novembro último, o texto-base da Medida Provisória (MP) 795/2017, encaminhada pelo Governo Federal, que estabelece redução de impostos, até 2040, das empresas petrolíferas estrangeiras que atuam na exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás no Brasil. Por 208 votos a 184, a medida agora segue para o Senado Federal e, se aprovada, será promulgada e convertida em lei.

A MP entrou em vigor em agosto, quando foi assinada pelo presidente Michel Temer, mas precisa ser aprovada pelo Congresso até 15 de dezembro para não caducar. Originalmente, o texto estabelecia o regime tributário especial até 2022, mas o relator da matéria na Câmara, deputado Julio Lopes (PP-RJ), estendeu o benefício até 2040. O texto estabelece isenção do Imposto de Importação (II), do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e das respectivas contribuições para o Programa de Integração Social e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP), e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS).

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Mais um aumento do botijão de gás

 
Jornal GGN - O gás liquefeito de petróleo, o GLP, envasado em botijões de até 13 kg, foi reajustado pela Petrobras em 8,9%, já a partir de amanhã, terça-feira, dia 5. O reajuste, como o foram os outros, foi motivado pela alta das cotações do gás nos mercados internacionais. 
 
A Petrobras afirma que os reflexos no preço final ao consumidor dependerão das distribuidoras e revendedores. Isto é, dependerão de repasses dos dois. O aumento não irá incidir no preço do gás de uso industrial e comercial.

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A desestatização do gás no Brasil, por William Nozaki

A desestatização do gás no Brasil

por William Nozaki

O gás natural pode ser considerado um combustível fóssil mais nobre do que outros hidrocarbonetos em termos ambientais, dado que emite menos poluente quando de sua utilização. Entretanto, sua participação na matriz energética brasileira responde por pouco mais de 10% da oferta primária de energia no Brasil, a média mundial é de cerca de 25%.

Ainda  assim o mercado brasileiro é bastante robusto: são 3.050 clientes industriais, 36.122 clientes comerciais, 26 distribuidoras (a Petrobras tem participação em pelo menos 20 delas), 440 municípios e 3.060.213 residências atendidas com 53.93 milhões de metros cúbicos/dia de gás natural consumidos das distribuidoras, tudo isso sem considerar o potencial de expansão desse mercado., pois Oo gás natural canalizado está presente em apenas 470 das 5570 cidades do país e atende 3 milhões de residência num total de 68 milhões de domicílios brasileiros, onde o gás natural não chega se recorre ao uso do gás de botijão (GLP), segundo os dados são da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás).    

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Brasil perderá mais de R$ 1 trilhão com renúncia fiscal do petróleo

 
Jornal GGN - O Brasil perderá mais de R$ 1 trilhão em 25 anos com a renúncia fiscal concedida pelo governo de Michel Temer a petrolíferas, graças a uma Medida Provisória já em vigor e que deve ser votada nos próximos dias pela Câmara. 
 
Trata-se da MP 795, um novo marco legal tributária para as atividades de exploração e desenvolvimento de campos de petróleo e gás natural, que foi discutida pela Comissão Mista da Câmara, no dia 18 de outubro. 
 
Um dos artigos mais polêmicos, o 5º da MP 795, pode acabar com a produção nacional na indústria, uma vez que estabelece um regime especial de importação, com a suspensão do pagamento de tributos federais para estes bens produzidos no exterior. 
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Guilherme Estrella: Temer destrói futuro do Brasil e o condena a papel secundário no mundo

Bush discursa após invadir Iraque, com capacidade de produção de 50 bilhões de barris: 'Missão cumprida' (PRESIDÊNCIA EUA)

bush

da Rede Brasil Atual

Guilherme Estrella: Temer destrói futuro do Brasil e o condena a papel secundário no mundo

Para diretor de Exploração e Produção da Petrobras na época da descoberta do pré-sal, Temer deve estar dizendo o mesmo que Bush depois de invadir o Iraque por causa do petróleo: missão cumprida

por Maurício Thuswohl, para a RBA

Rio de Janeiro – A entrega de blocos de exploração do pré-sal para empresas estrangeiras em consórcios sem a participação da Petrobras doeu em todos os brasileiros que enxergam o setor de petróleo e gás como instrumento primordial para garantir a soberania nacional e o desenvolvimento econômico e científico do país. Talvez mais do que qualquer outro brasileiro, uma pessoa viu no leilão realizado nesta sexta-feira (27) pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) uma razão especial para se entristecer: o engenheiro Guilherme Estrella. Estrella foi diretor de Exploração e Produção da Petrobras na época da descoberta do pré-sal, ainda no governo Lula. E afirma que a realização de leilões como esse é um dos objetivos centrais do golpe que afastou Dilma Rousseff da Presidência da República.

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Os desafios das novas tecnologias e o enfraquecimento do conteúdo local, por Paola Azevedo

Os desafios das novas tecnologias e o enfraquecimento do conteúdo local

por Paola Azevedo

O setor de Petróleo e gás no Brasil enfrenta desafios tecnológicos, em virtude de características das atividades de petróleo offshore, por isso, progredir nas explorações e na produção em águas profundas depende de novos conhecimentos e da inovação. As inovações de processo e os avanços nas atividades do setor, como exploração e produção de petróleo offshore, se diferenciam de outros setores da economia, por conta da especificidade e diversidade exigidas em termos de inovações tecnológicas, assim, é essencial a existência de uma Política Industrial bem estruturada que possibilite a superação dos obstáculos inerentes ao setor.

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Medida do governo em tributos do pré-sal trará prejuízos trilionários


Fotos: Agência Brasil e Agência Câmara/ Montagem: Brasil247
 
Jornal GGN - A Medida Provisória 795, proposta do governo Michel Temer que tramita em comissão mista no Congresso, busca reduzir tributos do setor pretolífero: o impacto disso para os bolsos da União será de R$ 1 trilhão a menos de arrecadação. 
 
Estes foram os cálculos de estudos da Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados, publicados nos últimos dias. Os consultores legislativos Paulo César Ribeiro Lima, da área de Recursos Minerais, Hídricos e Energéticos, e Bruno Alves Rocha, de Orçamento e Fiscalização Financeira, chegaram a essa estimativa.
 
Somente para o ano de 2018, se a Medida Provisória for instaurada, "a renúncia de receita estimada será de R$ 11,14 bilhões", apontou Bruno Rocha. "Em resumo e grosso modo, o conjunto das medidas adotadas pela MP 795, de 2017, acarretarão renúncias de aproximadamente R$ 16,37 bilhões em 2018, de R$ 5,83 bilhões em 2019 e R$ 7,78 bilhões em 2020 em tributos federais", completou.
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Gás de cozinha está 12,9% mais caro

Jornal GGN – O gás para uso residencial, vendido em botijões de até 13 quilos (GLP P-13), o gás de cozinha, sofrerá, a partir de hoje, aumento de 12,9% em média. A decisão foi do Grupo Executivo de Mercado e Preços da Petrobras.

Segundo a estatal, o aumento foi calculado de acordo com a política de preços divulgada em junho deste ano, refletindo a variação das cotações no mercado internacional. Disse, ainda, que a legislação brasileira “garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados” e que essas revisões podem ou não refletir sobre o preço final ao consumidor. Isso vai depender das distribuidoras e revendedores.

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Botijão de gás está mais caro

Jornal GGN – A Petrobras, através do Grupo Executivo de Mercado e Preços (Gemp) resolveu reajusta os preços do botijão de gás de até 13 kg para uso residencial. O aumento será, em média, de 6,9% e entra em vigor hoje, terça-feira, dia 26. Segundo a Petrobras, o reajuste será somente do botijão de gás. Este é o segundo aumento no mês de setembro e o terceiro em menos de dois meses.

De acordo com a Petrobras, o ajuste foi aplicado sobre os preços sem incidência de tributos. Assim, segundo suas estimativas, se o aumento for repassado integralmente ao consumidor, o preço do botijão de GLP-13 pode ter alta média de 2,6% ou cerca de R$ 1,55 por unidade. Segundo a empresa, o cálculo será este mesmo, caso sejam mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos.

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