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Previdência social

Não chores de rir dos brasileiros, Argentina, por Fábio de Oliveira Ribeiro

Foto: Daniel Vides/AFP

Por Fábio de Oliveira Ribeiro

A esquerda brasileira é risível. Ela culpa a direita por ter dado um golpe, mas não organizou o povo para resistir à queda de Dilma Rousseff. Culpa a direita por revogar direitos sociais, trabalhistas e previdenciários, mas não organizou o povo para sitiar o Congresso Nacional. Culpa os juízes porque eles se apropriaram de todo o poder político, aumentaram seus privilégios e assaltaram os cofres públicos, mas não organizou o povo para invadir os condomínios onde eles moram. Culpa o povo brasileiro porque ele é apático e desorganizado como se a obrigação de anima-lo e organiza-lo não fosse dos partidos, sindicatos e lideranças de esquerda.

A direita fez o mesmo na Argentina, mas a esquerda daquele país organizou o povo e invadiu as ruas de Buenos Aires provocando uma crise que paralisou as reformas escravocratas do governo Macri. Além de não ter feito isso, a esquerda brasileira orgulhosamente aplaude os argentinos porque eles gritam que não são como os brasileiros.

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"Ótimo", diz Temer sobre Reforma da Previdência ficar para fevereiro

Foto: Valter Campanato/ABr
 
Jornal GGN - Após o ministro Michel Temer ser praticamente avisado por líderes do governo no Congresso que a reforma da Previdência ficará para 2018, a resposta do mandatário peemedebista foi de conformidade: "Vai ficar para fevereiro? Ótimo", disse, durante a posse do novo ministro de articulação política, Carlos Marun.
 
A tentativa de consolidar o otimismo sobre os planos, agora adiados, do Planalto confronta com as expectativas da própria equipe econômica de Temer. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, não recebeu tão bem a notícia.
 
Mas diante do engessamento do governo em articular qualquer coisa a menos de uma semana para o recesso parlamentar, o mandatário providenciou discurso de contentamento, certo de que as mudanças nas aposentadorias virão com ainda maior pressão no próximo ano. "No mês de janeiro, os parlamentares vão para suas bases e verão que não há oposição feroz à reforma da Previdência", completou Temer.
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Meirelles: Adiamento da votação não significa negociações em reforma da Previdência

Foto Agência Brasil
 
Jornal GGN - Henrique Meirelles, ministro da Fazenda, afirmou que o adiamento da votação da reforma da Previdência para fevereiro não significa uma reabertura de negociações por alteração de proposta. Ele se reuniu com Rodrigo Maia, presidente da Cãmara, e declarou após a reunião que o governo somente discutiu uma modificação pontual, mas que sua equipe não está disposta a fazer outras concessões.
 
O ministro continua batendo na tecla de que a proposta atual, que eleva a idade mínima para 65 anos para homens e 62 para mulheres com regra de transição e tempo de contribuição de 15 a 40 anos, significará economia de R$ 600 bilhões nos próximos dez anos. Sobre a modificação discutida com Maia não deu nenhum detalhe, somente declarou que a alteração em estudo não diminui a economia.

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Reforma da Previdência fica para depois do Carnaval, decide governo

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM) anunciou nesta quinta (14) que vai colocar a reforma da Previdência em votação no plenário no dia 19 de fevereiro, após o Carnaval. As discussões devem ser iniciadas no dia 5 de fevereiro. A informação é da Folha de S. Paulo.

A decisão funciona como uma resposta ao mercado, que vinha projetando que o projeto ficaria para o próximo governo, já que o clima de eleição, no próximo ano, poderia impedir a votação na Casa.

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Sem votos

O impacto da Reforma da Previdência nas aposentadorias

Brasilianas: economista Eduardo Fagnani mostra ponto a ponto o que muda com a proposta defendida pelo governo Temer
 
Reforma da Previdência e aposentadorias propostas por Temer
 
Do Brasilianas 
 
Apesar do governo Temer ter retrocedido em relação à primeira versão, apresentada em dezembro de 2016, o novo texto da Reforma da Previdência, divulgado em novembro, produzirá alterações significativas que, se aprovadas, vão impactar a vida da maior parcela da população. 
 
Em entrevista para Luis Nassif, no Brasilianas realizado em parceria com a TV PUC, o professor do Instituto de Economia da Unicamp, Eduardo Fagnani, especialista no tema, faz um balanço das mudanças propostas pelo Executivo, os prejuízos para o grosso dos trabalhadores e conclui onde, de fato, o governo deveria realizar reformas para reequilibrar as contas da Previdência Social. 
 
Segundo o professor, a aposentadoria média no Brasil - excluindo os servidores públicos - é de R$ 1500. Quando se trata então de pensionistas do regime Rural e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) o valor recebido por 100% dos aposentados é um salário mínimo. Lembrando que, no BPC, entram pessoas com mais de 65 anos que nunca contribuíram para o INSS ou deficientes com incapacidade comprovada de atuar no mercado de trabalho e, nos dois casos, com renda per capita mínima familiar média de um quarto do salário mínimo. 
 
O economista também preocupa-se com os discursos reverberados pela mídia sendo o mais recente deles apoiados em um estudo divulgado pelo Banco Mundial afirmando que a maior parte do gasto social do Brasil é com os mais ricos.  
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PSDB dá sinal verde à Reforma da Previdência de Temer

Beto Barata/PR
Foto: Beto Barata/PR
 
Jornal GGN - Atendendo a interesses da sigla, a Executiva Nacional do PSDB decidiu que irá fechar questão a favor da reforma da Previdência, pressionando os deputados tucanos a votarem pela aprovação das mudanças na aposentadoria. 
 
A decisão foi tomada em meio às pressões nos bastidores pelo governo Temer de que a matéria seja votada ainda este ano na Câmara dos Deputados. Da mesma forma, o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), vem mantendo o discurso de que só iria efetivar a votação na agenda se houvesse a maioria dos parlamentares, evitando que o caso seja barrado na Câmara.
 
Do lado do governo, o discurso está sendo direcionado em todas as frentes possíveis: desde reuniões de ministros, parlamentares da base aliada e pelo próprio mandatário Michel Temer, que encontra formas de inserir a temática da necessidade de se aprovar a reforma em todos os seus discursos e encontros que participa.
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Militares e altos salários no Legislativo e Judiciário serão ‘poupados’ da reforma

do Justificando

Militares e altos salários no Legislativo e Judiciário serão ‘poupados’ da reforma

Apesar dos argumentos que têm sido propagados por integrantes do governo Michel Temer de que a proposta de reforma da Previdência vai ajudar a acabar com grandes aposentadorias, equiparar cálculos e benefícios de forma mais equânime e corrigir distorções nos valores pagos aos brasileiros que trabalharam durante o mesmo período e executaram funções semelhantes, não é isso o que apontam estudos feitos por várias entidades.

Especialistas em contas públicas afirmam que, da forma como está disposto, o texto em tramitação afetará de forma muito pequena os privilégios hoje observados. Isto porque, em muitos casos, as altas aposentadorias correspondem a direitos adquiridos (como no Legislativo) por servidores que recebem o teto de suas categorias ou porque determinados setores não serão atingidos pelas regras previdenciárias, como os militares.

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A luta política em torno da contrarreforma da Previdência, por Marcus Ianoni

Comprometido da cabeça aos pés com os interesses dos grandes investidores e preocupado com a vitória do continuísmo nas urnas, o governo vende gato por lebre: tenta convencer a opinião pública de que a reforma combate privilégios e garante direitos

do Brasil Debate

A luta política em torno da contrarreforma da Previdência

por Marcus Ianoni

Trava-se uma intensa disputa política no país em torno da reforma da Previdência Social. De um lado, estão o Executivo e sua base parlamentar no Congresso, os agentes do mercado, capitaneados pelos investidores financeiros, e a grande mídia. De outro lado, estão a maioria dos eleitores, principalmente os trabalhadores do setor privado, os servidores públicos, os atuais aposentados e os pobres que recebem benefícios da seguridade social.

Segundo pesquisa recente da CUT-Vox Populi, 85% dos brasileiros são contra a reforma da Previdência. 71% avaliam que não conseguirão se aposentar se a proposta do governo for aprovada pelo Congresso. O maior índice de rejeição à reforma foi encontrado na Região Sudeste, que concentra os maiores colégios eleitorais, composta por Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo: 91% dos entrevistados reprovam as mudanças na aposentadoria. As centrais sindicais estão em estado de greve geral para impedir a aprovação do que consideram ser uma contrarreforma da Previdência.

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Governo Temer acaba com a aposentadoria do assalariado rural

(Luiz Henrique Parahyba/Contag) A informalidade entre os trabalhadores assalariados rurais chega a 60%

da CUT

Governo Temer acaba com a aposentadoria do assalariado rural

"Proposta de igualar assalariados rurais aos urbanos e exigir contribuição mensal dos agricultores familiares é cruel", dizem dirigentes do campo

por Tatiana Melim

A nova proposta de Reforma da Previdência exclui completamente os trabalhadores e trabalhadoras assalariados rurais e os agricultores familiares da cobertura previdenciária. É praticamente o fim do sistema de proteção diferenciado aos rurais até então assegurado na Constituição Federal. O governo do ilegítimo e golpista Michel Temer (PMDB-SP) engana a população ao dizer que não alterou as regras da aposentadoria rural.

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Será que essa Reforma da Previdência é mesmo necessária?

do CEE-Fiocruz

Será que essa Reforma da Previdência é mesmo necessária?

A Reforma da Previdência (PEC 287/206) voltou à pauta do Governo Federal no Congresso Nacional e, com ela, o discurso de que só há uma alternativa possível para recuperar a saúde financeira do fundo público de aposentadoria: o corte de direitos dos segurados. Um discurso que vem sendo sustentado pelo governo e seus apoiadores e divulgado pela mídia como verdade inconteste, mas que é contestado por pesquisadores que apontam várias outras alternativas para uma sanar as contas da Previdência sem prejudicar o previdenciário.

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Após otimismo, Temer baixa o tom e subestima mudanças da reforma da Previdência


Foto: Marcos Corrêa, Planalto
 
Jornal GGN - O presidente Michel Temer vem trabalhando, nos últimos dias, em articulações para tentar aprovar a reforma da Previdência antes do fim de seu mandato. Com a baixa popularidade do peemedebista e preocupações de parlamentares junto a seus redutos eleitorais com as eleições se aproximando, alternativas vão sendo analisadas e, até possivelmente, a desistência das mudanças nas aposentadorias.
 
Com o intuito de aprovar o texto pensando ainda na confiança depositada por empresários e investidores, Temer evita dizer publicamente que jogou a toalha sobre o tema. Em jantar com representantes comerciais e jornalistas, nesta segunda-feira (20), afirmou que uma saída seria promulgar a reforma de maneira fatiada.
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Reforma que a Previdência precisa, por Edivaldo Dias de Oliveira

Reforma que a Previdência precisa

por Edivaldo Dias de Oliveira

Pelo direito de saber

Quanto temos de saldo na previdência social

Pense e responda:

Se uma pessoa lhe disser que todos os meses efetua o depósito de um valor correspondente a oito por cento do salário dela ou pouco mais em uma determinada conta, subtraída diretamente do contracheque. Que seu empregador também deposita nessa mesma conta para você, doze por cento do seu salário, totalizando então vinte por cento de seu ordenado.

Essa pessoa lhe diz ainda que isso vem ocorrendo todos os meses por anos a fio todas as vezes em que você trabalha com carteira assinada.

Parece natural pensar que essa pessoa é uma felizarda, né não?

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Governo admite falta de força para aprovar reforma da Previdência

 
Jornal GGN - O presidente Michel Temer enfrenta novas resistências no Congresso. Desta vez, apesar de contar com ampla maioria de adesão parlamentar, a Reforma da Previdência tem sido um desafio de embates de aliados que vem mostrando distanciamento do governo do mandatário.
 
A primeira manifestação ocorreu após uma reunião, nesta segunda-feira (06), com líderes da base aliada, em que o peemedebista teria jogado a tolha, após entender que sofreria resistência no Congresso. 
 
Em coluna, o jornalista Valdo Cruz do G1 conversou com interlocutores do presidente, que narraram o diagnóstico de que a reforma da Previdência possivelmente nem seria mais aprovada na atual gestão, uma vez que Temer não tem mais força política para bancar a aprovação, sozinho.
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Governo defende Reforma da Previdência para aumentar outros gastos


Foto: Roque de Sá/Agência Senado

Jornal GGN - Após cerca de R$ 12 bilhões da União serem gastos direta e indiretamente pelo governo Temer para barrar a denúncia contra ele na Câmara dos Deputados, a equipe econômica do mandatário peemedebista tenta convencer que é a Reforma da Previdência que retirará o país da crise financeira.

Nesta quarta-feira (01), os ministros do Planejamento, Dyogo Oliveira, e o secretário de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento, George Alberto, participaram de Comissão Mista no Congresso para debater a situação econômica. Aos deputados e senadores, a equipe de Temer sugeriu que, para ter uma maior folga de gastos do governo em 2018, será preciso fazer a Reforma da Previdência.

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Especialistas dizem a senadores que não há déficit na Previdência Social

Da Agência Senado

O problema de gestão da Previdência foi o foco da audiência desta segunda-feira (7) sobre a reforma da Previdência na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Segundo os participantes, não há déficit na Previdência Social e o que é necessário é uma reforma na maneira de gerir os recursos da instituição.

De acordo com a representante do Instituto Brasileiro de Atuária (IBA), Marília Castro, não há dados e informações organizadas sobre a Previdência, o que dificulta a análise de déficit ou superávit. Para ela, é necessário que a contabilidade da Previdência esteja separada da contabilidade do governo, para que não haja conflito entre os compromissos assumidos e os recursos disponíveis.

- Quais são os pilares importantes? Contabilidade da Previdência apartada da contabilidade do governo. Previdência, Assistência e Saúde devem ter receitas e despesas segregadas. Cada indivíduo deveria ter como número principal o número da Previdência. Precisamos de um banco de dados confiável e específico para cada categoria e plenamente disponível e a garantia de que o financiamento da máquina pública esteja segregado da Previdência - disse.

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