Em Paris, Haddad diz que “governar é correr riscos”

 
Da Prefeitura de São Paulo
 
 
Nesta quinta-feira (24), Fernando Haddad participou como convidado de honra da cerimônia de inauguração da Faculdade de Urbanismo do Sciences Po, em Paris
 
O prefeito Fernando Haddad afirmou na tarde desta quinta-feira (24) que por vezes é necessário correr riscos políticos para administrar uma cidade. Como convidado de honra e ao lado da prefeita da capital francesa, Anne Hidalgo, Haddad participou da cerimônia de inauguração da Faculdade de Urbanismo do Instituto de Estudos Políticos de Paris (Sciences Po).

“Não podemos ter medo de testar hipóteses, mesmo correndo riscos políticos. Governar é correr riscos”, disse Haddad. Na ocasião, ele relatou ter sido questionado recentemente por uma jornalista estrangeira sobre o eventual comprometimento de sua reeleição pelas políticas implementadas na capital que geram polêmica. “Para quê eu seria reeleito se não para fazer o que posso fazer agora? Colocamos a perpetuação no poder como objetivo do exercício do mandato ou usamos os quatro anos que nos dão para fazer o máximo que for preciso? Eu prefiro a segunda alternativa. Nós temos de raciocinar de outra forma politicamente e saber que temos que enfrentar os desafios do dia a dia. Não dá mais para deixar para amanhã o que tem que ser feito hoje”, afirmou.

Questionada, Anne Hidalgo concordou com o prefeito. “É necessário correr riscos e, nesse ponto, voto em Fernando Haddad”, disse a prefeita da capital francesa. 

O prefeito foi questionado pela plateia, que acompanhava a cerimônia de inauguração da instituição de ensino, sobre os desafios na conciliação de conflitos para a implementação de políticas públicas. Neste contexto, reforçou a importância de um governo aberto ao diálogo.  

“Cidades como as nossas vão exigir uma complexidade de oitivas e consultas muito maior. Imaginar que a solução vai surgir de um processo simples de consulta, sem a presença forte da academia, pelo menos na elaboração dos cenários possíveis e viáveis para uma comunidade, ou imaginar que a solução vai vir só da técnica, sem que o cidadão possa se colocar criticamente para o que a técnica desconhece, é uma ilusão em torno das grandes metrópoles. Só o cidadão sabe onde é que os seus problemas estão constrangendo sua vida”, destacou.

Haddad está em Paris a trabalho para conhecer políticas públicas de mobilidade e urbanismo adotadas pela cidade. O prefeito chegou nesta quinta-feira e permanece na capital francesa até o próximo domingo (27). Confira a agenda.

 

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Fernando Haddad na Sciences Po

“Não podemos ter medo de testar hipóteses, mesmo correndo riscos políticos. Governar é correr riscos”, afirmou o prefeito Fernando Haddad durante cerimônia de inauguração da Faculdade de Urbanismo do Instituto de Estudos Políticos de Paris [Sciences Po]. Haddad foi convidado a participar desse e de outros eventos na capital francesa pela prefeita de Paris, Anne Hidalgo.”Colocamos a perpetuação no poder como objetivo do exercício do mandato ou usamos os quatro anos que nos dão para fazer o máximo que for preciso? Eu prefiro a segunda alternativa. Nós temos de raciocinar de outra forma politicamente e saber que temos que enfrentar os desafios do dia a dia. Não dá mais para deixar para amanhã o que tem que ser feito hoje”, afirmou.Saiba mais sobre o primeiro dia de atividades do prefeito em Paris: http://bit.ly/1LQwWj6No vídeo, trecho da transmissão via internet da cerimônia.

Posted by Prefeitura de São Paulo on Quinta, 24 de setembro de 2015

 

4 comentários

  1. Isso não vem ao caso…

    Em 2016 a paulistada votará na seguinte ordem, Luis Datena, Andréa Matarazzo, Celso Russomano e no ultimo lugar, o ilibado e competende Haddad .

    As eleições em 2016 trarão calamidades políticas aqui no RJ ( Romário ou Crivela) e em SP com este monte de estrumes .

  2. “”Para quê eu seria reeleito

    “”Para quê eu seria reeleito se não para fazer o que posso fazer agora? “

    Quando vejo as oportunidades perdidas pelo governo federal, as coisas que poderiam ter sido feitas e não foram, por ceder a grupos em  acordos políticos para continuar no poder..

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