Campanha quer informar população sobre licitações de ônibus em São Paulo

Idec lança campanha para auxiliar população na licitação de ônibus de São Paulo

O Idec lançou nesta segunda-feira (05) uma campanha para ajudar a população da cidade de São Paulo e Região Metropolitana a entender os principais pontos em discussão no processo de licitação dos ônibus da capital. Além de informativo, o material convoca a população a sugerir melhorias que serão fundamentais para o cotidiano da cidade nos próximos quinze anos.

Na página da campanha “Ônibus na Linha”, há uma introdução para explicar a importância do processo de licitação e como ela afeta a vida de cada cidadão. O material reúne, em linguagem simples e direta, os principais pontos levantados pelo Idec e suas sugestões de melhorias, visando um processo mais democrático e com mais benefícios para os usuários do transporte público na cidade.

​“A consulta pública está sendo feita sem que a população seja estimulada a participar. É um material muito extenso e disponibilizado de forma técnica. O que queremos é chamar a sociedade para o debate e mostrar o que está sendo discutido. O que está em jogo nesta licitação vai mudar a vida do cidadão que mora ou frequenta a capital paulista”, afirma o pesquisador em Mobilidade Urbana do Idec, Rafael Calabria.

Para estimular a participação popular, o site da campanha oferece duas formas de contribuição: apoiar as sugestões que o Idec enviou para as autoridades responsáveis pelo processo de licitação; ou preencher e enviar um formulário para a prefeitura com as propostas do instituto e qualquer outra alteração sugerida pelo cidadão.

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Entre os principais pontos destacados pelo Idec, há 7 grandes temas presentes nos editais: competitividade, remuneração, controle e fiscalização, nova rede de ônibus, canais de reclamação e devolução da passagem, forma de contratação e informação aos usuários.

A consulta pública sobre a licitação do sistema de ônibus de São Paulo receberá sugestões até o dia 5 de março. Para mais informações, consulte a página da campanha: https://idec.org.br/onibusnalinha.

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1 comentário

  1. campanha….

    Às vésperas de 2020, lembraram de colocar uma lâmpada na Lavanderia? Um pouco de luz sobre a escuridão? Agora Idec? Agora Procon? Agressões que não são respondidas pelo Estado de Direito exercido pelo Poder Judiciário, só é Ditadura fantasiada de Democracia. Lamentável fraude que vivemos em 40 anos Redemocratas Fraudulentos. Ficou escrachado nas investigações que o Poder Executivo trabalha para a manutenção de Feudos e Monopólios, como o Transporte Público do RJ, dominado pelos comparsas Lavouras, Baratas, 26 anos de monopólios (duração dos períodos psdb/pt) abençoados e mancomunados pelas decisões judiciais do STF e ‘Cumpadre Beiçola’. E tem gente que diz não entender o poder e enraizamento da criminalidade brasileira? Declarado e grampeado foi, que 80% do valor das passagens servem para pagar a “proteção e conluio” do Poder Público para com esta Máfia, acobertada inclusive pelo maior poder da República, o STF. Entendemos agora a surpresa de nossas Elites, pela reclamação dos 20 centavos. A falta de transparência e concorrência. E a manutenção das tarifas no máximo valor possível. Este é o país que gasta tão pouco e tão seriamente, como vemos nos Dois bilhões e quinhentos e oitenta milhões de Reais em Fundo Partidário, que torna impossível ceder a passagem de ônibus para uma criança ir até a Escola. Em SP, tem uma invencionice de Haddad, que torna esta latrina ainda mais fétida. Usando desta ‘porta aberta’, Dória diz subsidiar o Transporte Coletivo em ônibus com 3 Bilhões de Reais (mais que os valores gastos em todos investimentos da Prefeitura). Isto para conseguir manter as tarifas nos razoáveis valores de 4, 50 (quatro reais e cinquenta centavos). O Brasil e sua bárbarie diária, nesta farsa e tragédia pseudo-democráticas é de muito fácil explicação (P.S. Enquanto isto, sem subsídios, e com muito contrariedade do poder público, as classes D e E, favelados e periféricos se locomovem com motorista particular com ar condicionado em aplicativos de Livre Concorrência)  

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