A trilha sonora de “Um diamante e cinco balas”, filme perdido de Líbero Luxardo

Resgate de Luciano Hortencio

UM DIAMANTE E CINCO BALAS

“UM DIAMANTE E CINCO BALAS 1968 Belém, PA

Produção, direção, argumento, roteiro e montagem: Líbero Luxardo
Gerente de produção: Mário Luxardo
Fotografia: Fernando Melo
Som: Celso Muniz
Cenários: Hélio Alencar
Música: Waldemar Henrique
Regência: Milton Calazans
Instrumental: Sebastião Tapajós (Violão)
Produtora: Líbero Luxardo Produções Cinematográficas e Mundial Filmes
Distribuição: U.C.B. – União Cinematográfica Brasileira

Cor: P&b, 35mm, 100 min, gênero: aventura

Elenco: Luiz Linhares, Maria Gladys, Angelito Melo, Helena Velasco, Fernando Neves, Cláudio Barradas, Hélio Castro, Zélia Porpino, Roberto Soares, João Silva, Nilza Maria, Paulo de Tarso.

Sinopse: Nos garimpos do rio Tocantins, João, um goiano que se fizera tropeiro e que, seguindo indicações de uma cigana, foi procurar fortuna no garimpo, embora a cigana tivesse previsto que encontraria também a desgraça. João chega ao garimpo no momento em que se encontra no auge a exploração movida por um aventureiro que, utilizando o feitiço exercido por sua mulher sobre os garimpeiros, consegue comprar suas pedras preciosas como se não tivessem quase nenhum valor. João descobre a exploração e se torna líder dos garimpeiros. Em pouco tempo expulsa o aventureiro. Trabalha no garimpo e consegue juntar várias pedras de valor. Torna-se, entretanto, alvo da cobiça e do desejo de vingança de todos os malfeitores da região dos garimpos. Envolvido em muitas lutas, João abandona Flor, jovem da região que o conhece e ama, perde seu melhor amigo e decide partir. No avião, entretanto, resolve voltar para vingar a morte do amigo e procurar o amor da terna Flor.

Comentários: Ambientado num garimpo em Marabá, na região sul do Pará, foi considerado um western amazônico. Foi financiado com recursos próprios e a ajuda de quatro amigos: Pedro Bentes Pinheiro, Iran Bichara, Miguel Gomes da Silva e Luso Solino, todos comerciantes da cidade de Marabá.”

https://www.youtube.com/watch?v=C4otzQoJkPM
 

Trago hoje, prazerosamente, além do trailler do filme perdido de Líbero Luxardo, sua trilha sonora completa, de Waldemar Henrique, interpretada pelo violonista LUIZ PARDAL:

Tema da Flor;

Tema da Nêga;

Capangueiro;

Tema do João;

Tema da Morte da Mulher e Fuga do João;

João e Tinhoso perseguem corcunda.

 

 

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12 comentários

    • O Mineirinho não é chegado em Saints, só no Exu Péry

      O Caipira é um bicho do mato, que vive em qualquer lugar longe da modernosa Xivilização.

      É importante que não seja confundido com o Saci, apesar de os dois serem viciados em alucinógenos e utilizarem de comportamentos nada ortodoxos para se recuperarem de algum tipo de decepção, ou até mesmo, de uma depressão.

      Costumam ter duas pernas – o Mineirinho Exibido tem três, cuidado! -, fumam o cigarro do capeta em vez de cachimbos de crack e não usam um gorrinho vermelho.

      Planta cenoura no quintal, mandioca na freguesia, e cria porcos de estimação dentro de casa.

      Veste-se, alimenta-se e fala uma linguagem própria ,e não conhece Darth Vader.

      Sobre o Caipira danado

      Idade: 118, mas com um corpinho de 116

      Sexo: masculino, macho, varão, homi, grosso que nem coice de mula.

      Atividade: agricultor e matador de péla-sacos

      Profissão:  criador de cachaços contaminados pela gripe suína, arrancadador de pés de giló e frequentador de bordéis baratos quando vai pra cidade.

      Terra natal: Alpercata nas Gerais

      Sonhos do Caipira invocado

      Dar um murro no queixo de todos os políticos brasileiros

      Viajar para o Córrego do Caracol em Iapú, nas Gerais

      Rasgar uma nota de 500 euros

      Comprar um Fiat 147, modelo 83

      Conhecer o marão, a água sargada e as baleias

      Filme favorito do Caipira

      “Titanic”, pra curtir a morte do Leonardo de Caprio

      Músicas favoritas do Caipira

      “The House Of The Rising Sun” e todas do Jackson do Pandeiro, do Gonzagão e do Trio Parada Dura.

      [video:https://youtu.be/lGSr5i-UHRg width:600]

      Publicado originalmente em: http://jornalggn.com.br/comment/771452#comment-771452

      FONTE: Desciclopédia  (com alterações)

  1. Vacilou vai pro colo do Capeta!

    No sertão das Minhas Gerais é assim…

    O grande Julinho do Queijo, meu parça, revelou um fato marcante na vida da Família Costa, do Córrego do Caracol, do município de Iapú, MG, envolvendo dois assassinatos ocorridos no mesmo momento fatídico.

    Julinho contou que um filho do Sr. João, após um discussão banal em um bar, foi esfaqueado mortalmente por outro homem.

    [video:https://youtu.be/J6aFbYevReY width:600]

    O Sr João testemunhou o fato, quando carpia a sua roça, postado  há uma distância razoável e, quando o assassino aproximou-se, ele disse:

    – Agora que você matou o meu filho, nós temos que conversar…

    O matador não respeitou no velho pai amargurado e respondeu:

    – Matei o filho e mato o pai!

    O nervosinho não teve tempo nem de benzer-se com o “Sinal da Cruz”, pois foi fuzilado, pelo justiceiro João Costa, que concretizou, sem dó e sem piedade, a vingança da morte do seu único filho (João Costa teve várias filhas).

    No sertão é assim, vacilou vai pro colo do Capeta meeesmo…

     

    • Existir, existe. Mas, é provável que acessar não seja fácil

      Trecho de uma notícia de 2013:

      A mostra “Esse país que se chama Pará” começou na quarta-feira (1°), no Teatro Maria Sylvia Nunes, na Estação das Docas, com a exibição de dois filmes dos anos 1930, dirigidos pelo cineasta Líbero Luxardo: “Um Diamante e Cinco Balas” e “Alma em Revista e Alma do Brasil”.

      http://pa.gov.br/noticia_interna.asp?id_ver=124121

       

      Mais abraços, procês!

  2. + comentários

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