Documentário GGN: “O Brasil acolhe bem os refugiados?”

 
Jornal GGN – Este foi considerado o ano do refúgio: uma das denominações para os deslocamentos forçados. Realidade que, por sua vez, tornou-se visível aos brasileiros com o grande fluxo migratório dos haitianos em 2014. Chegou aqui a ocupar o interesse e o conhecimento público apenas com a mobilização da Europa, que em 2015 precisou iniciar um debate sobre a capacidade dos Estados de lidarem com eles.
 
São sírios, angolanos, congoleses, colombianos, seguindo essa ordem de presença no Brasil. Os haitianos lideram a lista. Mas se em outras localidades seriam considerados refugiados ambientais, pela nossa legislação entram como imigrantes. 
 
A Equipe GGN tentou entender um dos muitos recortes dessa realidade. Para alguns, visível e exitosa. Para outros, omissa e fracassada. Contada por um refugiado sírio, Talal Al’Tinawi, essa história mostra a visão de acadêmicos, gestores públicos, terceiro setor, autoridades e alguns relatos de quem viveu as barreiras internas do Brasil, para além das fronteiras físicas.
 
Com o objetivo de ser um ponto de partida, e não de concluir ou restringir o debate, o documentário “O Brasil acolhe bem os refugiados?” quer que você acompanhe o que eles pensam e divulgue o que achar bom.
 
https://www.youtube.com/watch?v=SKTPrG5GV3Q height:394
 
FICHA TÉCNICA
 
DIREÇÃO E ROTEIRO: Patricia Faermann e Pedro Garbellini
PRODUÇÃO: Pedro Garbellini
ENTREVISTAS: Patricia Faermann
FOTOGRAFIA, SOM E EDIÇÃO: Pedro Garbellini
NARRAÇÃO: Talal Al’Tinawi
PESQUISA: Patricia Faermann
LEGENDAGEM: Pedro Garbellini
TRILHA SONORA: Secos & Molhados
IMAGENS CEDIDAS: SP Creole, ATADUS, ADUS, AJ+, Pedro Magrod.
DADOS: Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), El País, Plano de Metas. 
 
ENTREVISTADOS (Por ordem de aparição):
Talal Al’Tinawi
Rogério Sottili
Eduardo Domenech
Paulo Amâncio
Marcelo Haydu
Diogenes de Souza
Luambo Pitchou
Fiton Assi
Guelord Lumbu
Marie Josee Omana Luambo

 

8 comentários

  1. microconto para twitter e

    microconto para twitter e orquestra de 140 toques

    da vida que nos toca:

     

    73.

     

    Da janela Honda/Fit subindo a Mogi-Bertioga leio uma “placa de trânsito Formação do Brasil”: Estrada do Nagao/Taiaçupeba/Sertão dos Freires.

     

    jc.pompeu, set 2012

     

    63.

     

    Boliviano asseado nos trinques na roupa do Brás entra gringo ressabiado no Dipo: entreolha um lugar invisível senta e pede 1contra 1cerveja.   

     

    jc.pompeu, out 2012

     

    47.

     

    Da compra no Brás à tarde fruição do pari/à janelazen do rei das esfihas de aliche e chope e irrompe en passant algaravia celular palestino.

     

    jc.pompeu, jul 2011

  2. Infelizmente, a situação no

    Infelizmente, a situação no nosso país não está fácil nem para os cidadãos locais, quanto mais para os refugiados, que têm que se virar como podem por aqui.

  3. O Brasil não acolhe nem os

    O Brasil não acolhe nem os nativos muito menos vai acolher um refugiado.

    Sugiro aos refugiados criar uma Ong em defesa dos seus interesses, fazer um sindicato, um “coletivo”, e se colocar como oprimido e tentar obter algum privilégio para seu grupo de interesse é assim que os nativos aqui fazem.

    O que tiu não deve é trabalhar, ai tu vai se dar mal aqui neste país.

     

  4. Concordo

    Concordo com você integralmente. Imagino se por uma tragédia qualquer milhares de suecos acorressem ao Brasil. Esse nosso povo mesquinho e baixo, iria correr para os aeroportos pra levar um pra casa. Iria faltar sueco pra tanta demanda. Ser brasileiro é desisistir até de ter esperança. É foda viu.

  5. Engracado, a gente “ve” a

    Engracado, a gente “ve” a Patricia aqui e nem sequer imagina que ela poderia ser uma roteirista tao supimpa!  (E so apareceu um “diki” no ultimo minuto tambem, isso nao eh pouco!)

    Dos entrevistados… sinto muito, mas o menos convincente eh o PF.  Looonge de mim insinuar qualquer antipatia pessoal.  Imagine.  Eu o digo abertamente mesmo.

    So que…  nem sei se devo contar isso…  tem 40 anos que eu quero saber o que aconteceu com uma, e uma pessoa somente, em BH.  Eu fui com um amigo entregar um baseado pra alguem em algum basirro longe que ja nao me lembro, e o nosso amigo, muito agradecido, nos convidou pra uma festa de aniversario alguns dias depois, na qual nos fomos e nos encontramos com uma adoravel “coisinha” de 14 anos -totalmente adoravel, ela prestava atencao em tudo e todos, conversava com todo mundo, uma maravilha de menina.  (nos eramos os unicos dois brancos da festa de aniversario)

    Alguns meses mais tarde, eu tava saindo de onibus de uma favela em BH onde tinha ido entregar documentos ridiculos de contabilidade ridicula de um brasil mais ridiculo ainda pois era meu ridiculo primeiro emprego, e alguem berrou do meu lado IVAN, COMO EH QUE CE TA?

    Era ela.  A viagem da favela ate o centro era 30 minutos mais ou menos.  Ela literalmente berrou o tempo inteirinho.  Assim:

    QUE BOM TE ENCONTRAR DE NOVO EH QUE EU FINALMENTE TIVE MEU DIAGNOSTICO EU SOU ESQUIZOFRENICA E A POLICIA ME ESTA PERSEGUINDO MAS AI NOS FUMAMOS MACONHA E QUANDO A POLICIA APARECEU NOS DEMOS UNS TIROS NELES E MATAMOS VARIOS E ENTAO O CARRO CHEGOU E NOS FOMOS PRA…

    Um onibus em saida de favela no meio dos anos 70 e eu tentando conversar com uma esquizofrenica aos berros, todo mundo pauperrimo, quase todo mundo preto.  Ninguem falou uma palavra contra ela, ninguem interferiu naquele berreiro, ninguem a desequilibrou mais ainda do que ela ja estava naturalmente desequilibrada.

    Nao ha maneira de  tirar isso de mim:  todas as vezes que eu vejho “refugiados” e “asilados” eu lembro dela.

    Acho que eles merecem mais do que serem simplesmente “jogados” pros cantos igual os pretos brasileiros sao.  Ela, uma favelada da beira do Arrudas (logo no Prado) nao tinha aonde se refugiar tampouco.

    A reportagem eh lindissima, Patricia e Pedro!  Me emocionou profundamente por razoes pessoais.  Pro resto da vida eu vou querer saber o que aconteceu com essas pessoas entrevistadas.

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