Elis, o filme

por Nicolau Frederico

Anunciado neste fim de semana o aguardado “Elis”, o filme, para o dia 24 de novembro nas telas dos cinemas brasileiros. Indiscutivelmente a maior cantora brasileira de todos os tempos, a vida da gaúcha Elis Regina é contada nesta cinebiografia em ritmo energético e pulsante.

A “pimentinha” ardente (brilhantemente interpretada por Andréia Horta) sinalizou a mudança de estilos de Bossa Nova para MPB, e viveu uma vida turbulenta. Ao mesmo tempo em que se chocava com o governo militar no Brasil, ela lutou com seus próprios demônios pessoais. “Elis”, o filme, está imbuído da alma da cantora e do país que ela amava.

Premiado no Festival de Cinema, na cidade de Gramado/RS, o filme conta com o roteiro escrito pelo jornalista, escritor, compositor e produtor musical Nelson Motta.

Tem na direção o cineasta Hugo Prata, em uma produção de Fábio Zavala. No elenco, preparado pela Maria Sílvia, a atriz Andréia Horta é a protagonista e vive a personagem de Elis Regina; os atores Lúcio Mauro Filho, Mièle; Gustavo Machado, Ronaldo Bôscoli e Rodrigo Pandolfo, Nelson Motta. 

O filme narra a história da cantora a partir de seus 18 anos, mais precisamente na data de 31 de março de 1964, dia em que a cantora desembarcou na cidade do Rio de Janeiro e se depara com o fato de está havendo o golpe militar.  

Confira mais informações no blog

Assista ao trailer do filme

https://www.youtube.com/watch?v=GbgVYW8pZmg align:center

Com informações da produção do filme “Elis”

 

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6 comentários

    • Elis, o filme

      Prezada Vera, não é bem assim! Nelsinho, como é mais conhecido pela minha geração (no anos 60) tem toda uma carreira de jornalismo, de escritor, de compositor e de produtor musical (trilhas sonoras, conjuntos musicais, etc), além de ter convivido com Elis Regina e toda a sua turma.

      Além do mais os filhos e a filha de Elis Regina foram contatados pelo produtor Fábio Zavala e tomaram conhecimento do projeto do filme, aprovando-o. Não foi uma coisa de um dia para o outro. Houve planejamento e organização. Preste atenção  na direção, na responsável pela preparação do elenco e nos artistas escolhidos. Vamos com calma!    

    • Elis, o filme

      Prezada Vera, não é bem assim! Nelsinho, como é mais conhecido pela minha geração nos anos 60, tem toda uma carreira profissional reconhecida no jornalismo (Última Hora, O Globo e Rede Globo de Televisão), na música (compositor, diretor e produtor de shows e comentarista), na literatura (escritor) e conviveu ao lado de Elis Regina, de sua família e de sua troupe.

      Além disso, a produção do filme manteve contato com os filhos e a filha da cantora, submetendo à sua análise e aprovação e projeto do filme. Veja a direção, a responsável pela seleção e preparação do elenco, a atriz protagonista e os atores conviidados. O filme não foi feito de um dia para o outro. Foi planejado e organizado. Também foi premiado no Festival de Cinema da cidade de Gramado/RS.         

       

    • Toda biografia tem muito de

      Toda biografia tem muito de ficção, pois nenhum texto é capaz de dar conta de uma vida “tal como ela é”. É sempre uma versão parcial. O problema é a narrativa apresentar informações erradas ou distorcidas por motivos pessoais ou políticos, como Nelson Motta faz em alguns casos. Ele foi um dos principais namorados de Elis, logo, a conheceu, inclusive no sentido bíblico, mas isso não o impede de errar o alvo, a Elis inatingível. Aliás, não gosto dos filmes de ficção sobre artistas famosos, como está na moda: Cazuza, Renato Russo, Tim Maia, Gonzaguinha e Gonzagão, etc. Fica um ator, ou atriz, mimetizando os trejeitos do original, fazendo “cover” musical, numa história romanceada, segundo o controle dos herdeiros do(a) artista. O melhor que já vi  em termos de biopic é sobre Bob Dylan, porque não é sobre Bob Dylan, mas sobre suas imagens e principalmente sobre sua obra: Não estou lá, de Todd Haynes, em que seis ou sete atores fazem o papel do poeta e músico.

  1. “…o filme conta com o

    “…o filme conta com o roteiro escrito pelo jornalista, escritor, compositor e produtor musical Nelson Motta.”

    Bem! Disso ele entende.De música e Elis.

    Pelo trailer, a talentosa Andrea Horta dubla gravações originais de Elis, boa idéia. O roteirista, reacionário e golpista, também assina um musical no teatro com direção do global Denis Carvalho, com críticas positivas.

    Gramado costuma consagrar grandes filmes. Vamos assistir.

    “O Cantador” de Dori Caymmi & Nelson Motta

    https://www.youtube.com/watch?v=1BdEcRWnw6k

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