Sessão das Dez: 3 documentários para lembrar (e aprender com) Eduardo Coutinho

Jornal GGN – Há um ano, o cineasta Eduardo Coutinho, considerado o maior documentarista brasileiro de todos os tempos, foi morto a facadas pelo próprio filho, durante um surto de esquizofrenia. A morte trágica findou a carreira de um documentarista cuja principal marca era arrancar os melhores depoimentos das pessoas mais simples, frente a câmera ligada. Nascido em São Paulo e radicado no Rio, Coutinho morreu aos 80 anos e deixou clássicos como Cabra marcado para morrer (1984), Edifício Master (2002) e Jogo de Cena (2007). Reproduzimos abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=JE3T_R-eQhM height:394]

https://www.youtube.com/watch?v=BgmfO4CasYw height:394

[video:https://www.youtube.com/watch?v=RUasyqVhOuw height:394

 

 

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor

Assine e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Assine agora

Leia também:  Um documentário arrasador sobre o impeachment, Lula e a eleição de Bolsonaro, por Luis Nassif

4 comentários

  1. Eduardo Coutinho é daqueles

    Eduardo Coutinho é daqueles nomes que faz a gente ter orgulho de nascer no Brasil. Sim, aqui temos Eduardo Cunha – mas no futuro será lembrado como mais um dos parasitas do nosso sistema político podre ; mas também temos Eduardo Coutinho, que será lembrado pela imensa obra cinematográfica que deixou. Cabra Marcado, Jogo de Cena e Edifício Master são obras primas. 

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome