A rota do comércio brasileiro ruma para a Ásia, por Luis Nassif

foto: Reprodução

É irresistível o avanço da China na balança comercial brasileira. Nos 12 meses encerrados em outubro, ela respondeu por 32,72% das exportações brasileiras, contra apenas 10,87% dos Estados Unidos. Foi responsável também por 22,05% das importações, contra 18,3% dos Estados Unidos. Como resultado, o fluxo de comércio com a China foi de 28,09% do total do comércio exterior brasileiro, contra 17,1% dos Estados Unidos. Finalmente, a China respondeu por 67,53% do saldo comercial brasileiro, contra um déficit de 12,18% com os Estados Unidos.

Definitivamente, a rota do comércio brasileiro está no caminho da Ásia.

No tempo fica mais nítido o avanço chinês, de um superávit constante do Brasil, contra um déficit histórico com os Estados Unidos.

Em  relação a outubro de 2020, houve um aumento de US$ 10,5 bilhões no saldo comercial, puxado por três grupos de países: China, Hong Kong e Macau (+US$ 5,3 bi), Associação das Nações do Sudeste Asiático (+US$ 3,7 bi) e Comunidade Andina das Naçòes (+US$ 1,6 bi), justamente três regiões criticadas pelo bolsonarismo.

ns maiores altas, em relação a outubro de 2020, a preponderância massacrante de commodities minerais e agrícolas.

Nas maiores quedas, produtos manufaturados.

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