Balança comercial: aumenta o saldo comercial, mas devido à queda das importações

Em apenas 6 meses, a participação da China saltou de 29,8% para 34,08% do total das exportações brasileiras. No mesmo período, a participação americana caiud e 12,8% para 10,71% enquanto a da União Europeia saiu de 14,6% para 13,59%.

Os dados da balança comercial de setembro mostram um aumento ainda maior da corrente de comércio do Brasil com a China.

De março a setembro, houve uma redução de US $10,3 bilhões no acumulado das exportações em 12 meses. No mesmo período, houve uma redução de US $21 bilhões nas importações, resultando daí o aumento de US $10,7 bilhões no saldo comercial.

Em apenas 6 meses, a participação da China saltou de 29,8% para 34,08% do total das exportações brasileiras. No mesmo período, a participação americana caiud e 12,8% para 10,71% enquanto a da União Europeia saiu de 14,6% para 13,59%.

Os gráficos mostram a formação do saldo comercial com a China e as tendências das exportações – continuando em alta, para a China, em queda para os EUA.

O quadro abaixo mostra a variação do saldo comercial anualizado em 6 meses.

Confira que houve um aumento de US $6,7 bilhões no saldo comercial com a China, em apenas 6 meses.

Esse aumento do saldo comercial com a China explica-se pela própria composição das exportações brasileiras. O saldo comercial da Agropecuária é de US$ 43,6 bilhões. contra US# 39,7 bilhões da indústria extrativa e um déficit de US $31,9 bilhões da indústria de transformação. A China é fundamentalmente uma compradora de commodities brasileiras, enquanto a pauta para os Estados Unidos é mais diversificada.

O gráfico abaixo, comparando as exportações acumuladas em três períodos distintos, mostra o aumento das vendas para a China e a redução para o Mercosul. Isso explica, em parte, a redução das exportações para os EUA e o aumento para a China.

Os grupos de produtos de exportação

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