Lula, Ciro e a frente das esquerdas, por Luís Nassif

Com o fracasso do petismo, com sua estratégia de conciliação,  as esquerdas retornaram aos tempos heroicos, aquele do “em cada cabeça uma tendência”. Não chegam às baixarias da direita, de envolver famílias, apelar para insinuações sexuais, mas são muito mais dispersivas.

Em geral,  dedicam mais energias a combater os grupos do mesmo campo de luta do que os adversários; têm uma dificuldade imensa em identificar os pontos centrais de uma estratégia política, perdendo-se em quizílias e detalhes irrelevantes,  e, também, uma virtude/vício enorme, de questionamento permanente das estruturas vigentes na própria esquerda.

Do PT nasceu o PSTU, revolucionários, depois, o PSOL, todos brandindo, em geral, um antipetismo maior ainda do que o anti-neoliberalismo. E se somam a esse universo sindicatos, grupos sociais com agenda própria, como o MST (Movimentos dos Sem Terra) e MSTU (Movimentos dos Sem Teto Urbanos), outros menores, espalhados pelos quatro cantos, mais objetivos do que os agrupamentos políticos, mas sem condições de oferecer o projeto unificador das demandas.

O amálgama geral deveria ser o projeto de país, os princípios de uma política econômica desenvolvimentista e social – e há inúmeros diagnósticos espalhados entre as universidades (Unicamp, UFRJ, UFMG, EE-FGV), mas sem liga com as bases – e um candidato competitivo em 2018.

O caminho óbvio é a constituição de uma frente de esquerdas, não mais o predomínio de um partido. Mas há uma gama enorme de desafios pela frente.

Primeiro, os desafios concretos:

1.     A incapacidade do partido maior, o PT, liderar a frente, e mesmo de se alinhar com os novos tempos, devido à  estratificação ocorrida em sua estrutura de comando. No PT, a mudança virá de fora para dentro.

Leia também:  Em carta aos Congressos Estaduais Lula diz que “Brasil precisa muito do PT”

2.     O surgimento de novos grupos sociais criados a partir das redes sociais, que abominam qualquer forma de verticalização de comando, mas que tem a vitalidade do novo, como tinham os movimentos sociais dos anos 80. E que até hoje não encontraram espaço adequado na frente de esquerdas. A maneira como o PT jogou ao mar o MPL (Movimento Passe Livre) é um clássico do pensamento autofágico da esquerda, com o velho devorando o novo. A maneira como Luciana Genro, do PSOL, despeja sua ira exclusivamente sobre o PT, outro clássico de como o novo não se liberta da ira freudiana de destruir o pai.

3.     A dificuldade em consolidar um projeto de país que expurgue da social-democracia as concessões absurdas feitas ao mercado – em nível global, saliente-se -, mas que, ao mesmo tempo, não embarque na visão de um socialismo utópico.

4.     O fracasso das políticas de conciliação e a dificuldade em definir as novas bandeiras, que ampliem o campo de alianças e não limitem as esquerdas a uma militância de guetos.

Os dois discursos que melhor sintetizam os novos tempos são os de Lula e Ciro Gomes, ambos com alguma diferença de nuance.

O de Lula sensibiliza uma base maior, pelo simbolismo do seu nome, pelas lembranças da fase áurea do país e por sua posição nas pesquisas eleitorais para 2018. O de Ciro sensibiliza os que julgam impossível um pacto de convivência com os setores que deram o golpe, tendo em vista o fracasso da política de conciliação de Lula e Dilma.

Leia também:  Rosa Weber pode decidir destino de Lula e outros presos em 2ª instância

A política é mais sujeita aos movimentos dos ventos do que supõem os mais radicais. Ambos não sairão candidatos ao mesmo tempo. O arco da esquerda ou estará com Lula ou com Ciro, e o outro apoiará. Nem a definição se dará agora.

Hoje em dia, o direito de preferência é de Lula. Amanhã, poderá ser de Ciro.

Lula terá que  passar pelas armadilhas da Lava Jato e da sua própria exaustão com a política, normal em que perdeu seu grande ponto de apoio emocional e jamais teve um minuto de folga a vida inteira.

Se Lula se candidata, Ciro terá posição central no novo governo. Se, pelo contrário, a frente do golpe conseguir inabilitar a candidatura de Lula, a vaga é de Ciro. Há ainda a hipótese, nada remota, de Lula poder ser candidato, mas abdicar em favor de Ciro. E a hipótese concreta de que, lançando antecipadamente Ciro, ele se torne rapidamente alvo de todas as pós-verdades da mídia.

Todas essas hipóteses dependem de um conjunto de circunstâncias que ainda estão indefinidas:

1.     Qual a tendência que se imporá nas forças golpistas com o aprofundamento da crise: implosão, novo arco de alianças para enfrentar o fenômeno Bolsonaro ou adesão a uma ultradireita feroz?

2.     Tentativa de reforçar o Estado de exceção defendido, entre outros, pelo Ministro Luís Roberto Barroso, do STF,  ou a busca de um novo consenso?

3.     Como se comportarão as Forças Armadas?

Por tudo isso, a estratégia das esquerdas, no presente, não definirá antecipadamente o candidato em 2018.

Leia também:  Só a derrota de Macri salva a indústria brasileira, por Luis Nassif

O foco das esquerdas, no momento, é sair da defensiva, se aglutinar em torno de algumas teses centrais, estimular as discussões em torno de um programa de governo. E a única pessoa capaz de promover essa articulação é Lula. Poderiam ser os governadores de esquerda, reunidos em torno de um Conselho, mas aí se trata de um desenho inédito que ainda não conta com uma liderança aglutinadora.

Lula paira acima das idiossincrasias das esquerdas e do próprio PT. Em que pese ter sofrido o maior bombardeio jornalístico da história, continua vivo e as lembranças dos anos de ouro do lulismo são o instrumento mais forte para aglutinação de grupos sociais, políticos e até empresariais.

Sua candidatura tem inúmeras vulnerabilidades, a maior das quais é o profundo sentimento anti-Lula que a mídia conseguiu incrustar em largas faixas da população. Mas são restrições para serem avaliadas mais perto das eleições.

Por ora, a única maneira de consolidar um arco de esquerdas – fundamental para alicerçar qualquer veleidade política não só de Lula, como de Ciro – é unir-se em torno de Lula.

Daí a importância do teste do Manifesto.

A petição pedindo a candidatura de Lula pode ser acessada clicando aqui.

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor

Assine e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Assine agora

173 comentários

  1. Que fracasso é este de que o

    Que fracasso é este de que o Nassif tanto fala?

    Estamos no mesmo país?

    Ou o fracasso é por ter levado um golpe nos moldes em que ocorreu?

    Sucesso no Brasil é o tucanato ou qual outro governo ou proposta de governo?

  2. Pode ser bem simples o que
    Pode ser bem simples o que irei falar: Esse texto fecha o xadrez da crize.Esta é questão que a direita morre de medo que a esquerda consiga resolver.

  3. O PSTU saiu do PT antes do PSOL

    Nassif, uma correcao historica: o PSTU rompeu com o PT ainda nos anos 90. Era a antiga Convergencia Socialista.

    O PSOL se formou apenas em meados da decada passada. 

    O PSTU nao e’ uma sigla oriunda do PSOL.

  4. Acabei agorinha de falar

    Acabei agorinha de falar sobre isso lá embaixo:

     

    “Desde o início desse desastrado governo, cujo intuito sempre foi fazer com que a classe média aceitasse uma espécie de troca-troca, apoando a elite ou a classe que ascendeu a patamares desconhecidos antes dos governos Lula e Dilma, o país, aos poucos foi tomando a consciência de quem é quem na política atual. Quanto mais esse governo se mostra, mais se enxerga o rabo do Demônio por trás dele. 

    Não está dando para esconder do povo o rabo do Inferno que desejam estar encoberto sob o manto das mentiras que ostentam. Isso não é possível, pois incontornável diante da consciência do povo que acompanhou o passo-a-passo dos governos Lula e Dilma. Há algo de muito podre no ar, um cheiro de merda e de enxofre que todos estão sentindo. Falta apenas apertar o botão da descarga. Apertemos todos, conclamo, a fim de enviar esse governo para o lugar de onde nunca deveria ter saído, dos recônditos da história daqueles que sempre oprimiram os verdadeiros brasileiros. Cuidar dessa e outras futuras gerações é o que está borbulhando na nossa mente. Um sentimento de perda, ao mesmo tempo que um sentimento de uma nova vida, está inscrito no céu do país. “

  5. Faltaram o PCdoB e o velho PT

    Nassif, se me permitir um comentário, faltou você citar o PCdoB, fiel escudeiro do PT mas que ameaça lançar candidatura própria para Presidente. Ao que parece, viriam com o Aldo Rebelo e o Flavio Dino viria para se reeleger no MA.

     

    Faltou falar também dos  agregados que o PT trouxe para dentro da legenda ao longo dos 13 anos no poder, os quais adentraram o partido no vácuo de conseguirem mais poder. O ícone dessa turma é o Delcídio, mas há varios outros que, consolidado o golpe, entregaram o apoio do PT aos golpistas em questão, para assim conseguirem garantir seu quinhão de poder.

     

    Cabe ao Lula limar esse pessoal de dentro do PT. Levar a base de eleitores do PT a eleger gente identificada com a própria legenda e não quintas-colunas que não não largarão o osso facilmente. Esse serão nutridos e mantidos pela direita dentro do PT como forma de minar o partido .

  6. O PSTU eu conheço bem
    Sem querer fazer críticas, apenas constatação, o PSTU é um partido de ideologia revolucionária. Participa do jogo democrático apenas para marcar sua presença, mas não acredita no sistema democrático nos moldes que temos. O PSTU tem como objetivo final a revolução, só acredita nela como agente da transformação social. Talvez estejam certos.

  7. “Lula paira acima das
    “Lula paira acima das idiossincrasias das esquerdas e do próprio PT. Em que pese ter sofrido o maior bombardeio jornalístico da história, continua vivo e as lembranças dos anos de ouro do lulismo são o instrumento mais forte para aglutinação de grupos sociais, políticos e até empresariais.”

    Discordo da primeira frase. Lula alcança na melhor das hipóteses, hoje, a união do PT e do PCdoB, que aliás são aliados históricos. Provavelmente continuariam aliados em 2018, com um eventual desgaste na tentativa de encontrar um outro nome capaz de aglutiná-los. PDT e PSB que historicamente ofereciam lideranças alternativas na esquerda não aparecem mais nessa esfera de influência, embora há que se contar com uma grande descaracterização de identidade dos dois partidos nos últimos anos. No que resta da esquerda, é um cada um por si. Todos se unirão na derrota, como diz o ditado.

    No mais, o que Lula oferece é um bom “recall” eleitoral, por conta da longa trajetória política como nome central desde 89. Isso é o que está dito na segunda frase e eu concordo. Mas há também que se ter a exata conta dessa vantagem de Lula para também não achar que só isso é o suficiente para tendo limões fazer uma limonada. Desde a década de 90 que Lula tem pelo menos entre 25 a 30 % de preferência do eleitorado de esquerda, principalmente depois que Brizola saiu de cena em 94. Logo, ele aparecer com algo em torno de 1/3 da preferência não quer dizer absolutamente nada. Ele simplesmente está mostrando a força que sempre teve minimamente. Preocupante seria se tivesse menos que isso. Ter algo significativamente maior que isso é que são elas. Lembre-se que, apesar de tudo, sempre foi necessário um segundo turno para derrotar os tucanos, coisa que por exemplo não foi necessário em 94 e nem em 98.

    Uma candidatura vencedora não se faz só com terreno conquistado, ainda mais no sistema brasileiro onde são necessários 50% dos votos válidos. Mais que isso, não se faz apenas pensando na presidência ou só no governo federal. Ou seja, ele tem que conquistar não só uma boa parte dos outros 2/3 que não revela preferência explícita nele. Também tem que convencer a esse povo a escolher gente para câmara, senado e governos estaduais que sejam comprometidos com um ideal a ser defendido e não simplesmente moscas que ficam sobrevoando em torno e que facilmente se afastam.

    Agora, olhando para o histórico de eleições dos últimos 20 anos, sabemos também que há cerca de 1/3 do eleitorado pelo menos que é fanaticamente anti-Lula e anti-PT. E há o restante que é cético com relação a tudo e muda de opinião conforme a direção do vento. Esse último grupo é quem decide de fato os rumos da política nacional. Se é certo que uma parte expressiva desse grupo esteve com Lula e Dilma até 2014, também é certo que o apoio desse grupo sempre foi relativo, já que a soma de votos para presidente não se traduzia em votos para governadores, deputados e senadores. E isso em uma época onde em teoria “estava tranquilo, estava favorável”…

    O grupo dos 1/3 anti-PT nunca esteve tão radicalizado quanto está agora. Não espere deles qualquer movimento em direção ao centro ou mesmo alguma reflexão. Quem tem que fazer esse movimento é o eleitorado restante historicamente volátil. Esse pessoal é que não é neoliberal de carteirinha mas que pode ser descrito como conservador e clientelista é que vai definir o resultado da questão. É bom lembrar que esse pessoal não é dogmático como é a direita neoliberal ou a esquerda mas é muito sensível as campanhas de mídia, ao mesmo tempo em que está sempre de olho na situação geral para ver se o horizonte próximo melhora ou piora. Desnecessário dizer que a mídia em conjunto vai estar contra quem representar a esquerda mas é necessário lembrar que a piora da situação começa com Dilma, ao abraçar o pacote Levy. Isso vai ter um preço a ser cobrado no futuro próximo e não vai ter muito como livrar o PT ou Lula dos erros de Dilma.

    É bom lembrar que Ciro Gomes também tem seus problemas pois parece tão personalista quanto Lula e ainda por cima concorre tendo por base um partido que só era confiável quando tinha a liderança inconteste de Brizola. Ciro se cacifou muito por conta dos erros do PT, em particular no segundo governo de Dilma. Eventualmente poderia herdar a totalidade dos votos de Lula caso tivesse seu apoio explícito mas também teria dificuldade na negociação com o congresso. Não vejo nenhum cenário claramente favorável para a esquerda mesmo com o derretimento do governo atual porque é totalmente incerto como o terço volátil do eleitorado vai se comportar nas eleições gerais (obviamente se elas existirem) para os cargos do legislativo e executivo estadual. A princípio, tendo a achar que o impasse continuará com um parlamento hostil à esquerda, seja quem quer que leve a presidência. Se isso se confirmar, vai ser quase inútil ter eventualmente levado a presidência pois quem quer que esteja lá, vai estar de mãos atadas.

    • Cara, leitura excelente e

      Cara, leitura excelente e resumida da atual situaçao.

       

      gostaria de acrescentar que o PT ganhou terreno e o Lula pode ser eleito a presidencia quando o PT arrematou um grande numero de eleiçoes municipais, o que nao está mais acontecendo. 

      Com o radicalismo apaixonado de uma parte da direita e o pessoalque forma opiniao pela imprensa ou pelo facebook, criam-se mais colhoes aos congressistas em fazer frente contra a politica de um governo mais a esquerda, estes mesmos congressistas que cansaram de puxar o saco do lula quando ele se tornou presidente.

      a esquerda terá que se reinventar muito e alcançar um eleitorado maior nao apenas em quantidade, mas em qualidade, e isso só se faz com a aproximaçao dessa camada que voce citou que decide a eleiçao. Dessa camada, ao menos por enquanto, a esquerda está mais distante do que a midia e a direita

  8. vixi, quando é que vai cair a

    vixi, quando é que vai cair a ficha de TODO MUNDO que o MPL ***NUNCA*** tinha feito nenhuma manifestação contra os governos tucanos de SP, antes de atacarem agressivamente Haddad ?

  9. o branding do Ciro está errado

    O problema com Ciro é a (des)construção de imagem.

    Você escuta o discurs dele por 20 minutos e faz sentido, mexe com sua ânsia de ver o país mudar e acabar as práticas de ataque às grandes possbilidades que Brasil oferece. Voce ouve ele a segunda vez esperando o capítulo seguinte e assiste ao reprise do primeiro episódio.Dá uma certa frustração, mas, vá lá. Então você vai ouví-lo pela terceira vez e… Episódio 1, novamente. O discurso dele mostra um plano de voo de galinha. Das duas uma, ou é isso mesmo, um discurso decorado e oportunista ou ele é m. uito ruim, sendo que as hipóteses não são mutuamente excludentes.

    Além do mais, se você não tem um plano bom, pelo menos tem de ter empatia com o eleitor e uma postura que cative e atraia. No caso dele, nem uma coisa, nem outra. Ninguém, acho eu, compra aquela conversa de cabra-macho-do-sertão, um Virgolino do Bem. Também sabemos que o sotaque nordestino é forçado e que o inglês dele é ruim. Então deveria parar de falar “corno féa-da-puta” e esquecer a passagem pelo curso Wallita em Harvard ou Yale, sei lá. Todas as Ivy League têm programas de verão onde o cara paga uma baba para não estudar, fazer academic tour e ganhar credencial e endereço de emai no Alumni. Ficar anuciando mestrado fake nos USA a cada discurso é pedantismo e não credencia ninguém, nem em Sobral.

    Para completar, a estratégia de diferenciação na construção de marca não é feita batendo geral. Ele bate no governo golpista ao mesmo tempo qem que bate em Lula. Bater em golpista é necessídade óbvia e trend da próxima estação. Logo, isso não cria diferenciação. Bater no líder de pesquisa, outro trend visível, cria diferenciação sim, mas aumenta a rejeição.

    Ciro cria é a imagem do típico líder estudantil. Mete bronca em um discurso inflamado contra o sistema ligado no foda-se porque no fim a galera bate palma, as mina ficam ligada e vai ter cerveja a rodo com churrasquinho de gato na sequência. E amanhã? Amanhã, tem mais.

    Entre esse canabrava e o Xuxu do PT, o Haddad, fico com o segundo.

     

     

     

    • Corretíssimo

      Ainda não disse a que veio. Não convence. Não aguenta meio segundo de porrada que parte pra baixaria também. É instável e voluntarioso. Não tem partido ( o PDT é só uma sigla de aluguel), não tem plano, projeto de governo, nada. Só gogó. 

      • Correto, Bravo…
        De positivo podemos dizer que ao contrário de Lula ele não defendeu a Globo quando da tentativa de golpe na Venezuela.


        Ciro não é perfeito, tem seus problemas.
        Lula também.

        A diferença entre eles é que Ciro é exatamente o que o Brasil precisa.

        Enquanto Lula tentará aquele acórdão com o moro e a Globo….Como sempre fez sua vida toda….Até o próximo golpe.

    • Ele precisa de suporte para fazer um plano
      Tipo do exército. …

      Já que O Povo mesmo tanto faz….

      Um dia a ficha cai para às esquerdas. Precisamos de armas e alguém, como Ciro e NÃO Lula, com vontade de FAZER!

      Ou continue esperando O Povo….Como esperamos há mais de 300 anos.

      • Lula fez!

        Lula não ficou só na vontade de fazer, ele foi um dos (talvez o maior) realizador de sonhos do brasileiro em todos os setores: programas sociais e educacionais, na infra-estrutura, na economia, contra a pobreza e a desigualdade, uma política externa que nos encheu de orgulho, trouxe a copa do mundo e as olimpíadas incrementando o turismo, permitiu ao brasileiro trocar o ônibus pelo avião em suas viagens interestaduais, enfim foi o presidente mais realizados que já tivemos. Ele fez mais do que prometeu.

        • Foi bem até. …
          Se recusar a peitar com 85% de aprovação. …

          Basicamente Lula peidou!
          Tudo o que Vcs estão vendo acontecer AGORA é resultado direto do peido de Lula.

          Ele já chegou lá e…Não fez!
          Precisamos agora de alguém que QUEIRA fazer.
          Lula não quer….Mesmo que saia candidato.

          Lula é derrota! Ciro é o cara!

    • O Haddad, é visto em SP, como

      O Haddad, é visto em SP, como o pior prefeito da historia da Cidade. E para os padrões da Cidade, e pelo historico do ex-prefeito, não deixam de ter razão.

  10. Correções amplamente necessárias

    O “petismo” não fracassou coisa nenhuma. Tem uma longa e detalhada história de sucessos que começou antes ainda da própria fundação do PT, com as greves feitas no final dos anos 70. O PT é o único partido de esquerda e de massas que existe no Brasil. Por isso apanha feito cachorro durante 24 horas por dia. 

    Não foi só o PSOL que nasceu do PT: foi o PSOL, o PSTU, a Rede, o PCO, etc. Na última eleição presidencial, por exemplo, tivemos 7 candidaturas presidenciais, das 11 existentes, com pessoas que fundaram o Partido dos Trabalhadores ou que militaram durante décadas no Partido dos Trabalhadores. O PT é a grande novidade da história política do Brasil, a ponto de ser capaz de ter sido a origem de quase 2/3 dos candidatos presidenciais de 2014. 

    Outro ponto é que tirando o PT a esquerda é microscópica – o que é um sério problema – e praticamente irrelevante. Partidos nascidos de erros estratégicos ou do ódio e do ressentimento (como PSTU e PSOL) não comandam coisa nenhuma. 

    Outro ponto é a respeito do tal de MPL, movimento que depois da idiotice completa e absoluta do junho de 2013 caiu no mais cavernoso ostracismo de que se tem noticia. E, ao contrário do que Nassif disse, o MPL contou desde o primeiro minuto com o apoio – a meu juízo equivocado – de Lula, de Dilma, do PT e da JPT. A ponto de serem chamados ao Palácio do Planalto para conversar e tudo mais. Absolutamente nenhum dirigente político do PT criticou o junho de 2013 quando o evento aconteceu. Todos exaltaram, de maneira ingênua até onde a vista alcança, aquela ‘autêntica manifestação popular’. 

    O junho de 2013, como alertamos aqui desde o seu miserável nascedouro, nada mais era do que o ponto de inflexão a partir do qual a direita se rearticularia a nível nacional. Tínhamos um país com inflação controlada, pleno emprego, investimentos públicos e privados em alta, grandes projetos de infraestrutura e se jogou tudo fora a partir da patética consigna dos ‘vinte centavos’ e da ainda mais patética consigna do ‘Não Vai Ter Copa’. Me admira que as pessoas ainda fiquem glorificando o MPL, que não representa coisa nenhuma e que apenas foi usado como mula da direita em 2013 para detonar uma ‘Revolução Colorida’ em Pindorama. 

    No mais, é evidente que a únida candidatura viável do campo democrático e popular é a de Luiz Inácio Lula da Silva. Nenhuma outra tem densidade política capaz de fazer frente ao que aí está. De todos os modos é preciso dizer que soa até meio ridícula essa campanha risível de que o “PT está morto”, de que “com o PT não dá mais”, etc. A quem interessa essa lenga lenga contra o único partido de esquerda com real penetração social e enraizamento nacional que existe no Brasil?

    O PT terá candidatura própria em 2018 – com Lula ou sem Lula. Isso é e será cada vez mais uma justa reivindicação da militância do Partido dos Trabalhadores. Se até o PSDB, que não vence uma eleição presidencial desde o século passado, sempre teve candidaturas próprias, é evidente que o PT – vencedor de todas as eleições presidenciais no século XXI – tem todo o direito do mundo de querer e de ter candidatura própria em 2018 para defender o seu imenso legado. 

    Quando se fala em “Frente de Esquerda” ou em “Frente Progressista” fico muito satisfeito. Mas não me iludo. Jamais existirá essa frente se colocarem como pré-condição que o PT abdique de sua história e da vontade hiper majoritária da sua militância. E de quaisquer modos, as nano agremiações do PSOL e do PSTU jamais farão uma “Frente Política” com o PT. Preferem ficar no 1% fingindo que comandam alguma coisa que ninguém nunca vê em lugar algum. 

    Que Ciro seja candidato e que a esquerda tente formar uma coalizão política. Mas Lula também será candidato e se não for o PT terá candidatura própria sem nenhuma sombra de dúvidas. Por imposição, repito, da militância que já está se pintando para a guerra e não vai abrir mão de defender as suas cores, teses, bandeiras e legado em 2018.

    • Lula e Dilma 2018
      A estratégia da direita é deixar a esquerda com uns 50 deputados puros no congresso, o Nassif não percebeu isso ainda.
      Quem está a esquerda do PT é uma classe média branca, inclusive apoiaram o Golpe contra Dilma por raiva ao partido, mesmo sabendo que quem seria prejudicado eram pobres e trabalhadores e não a classe média branca esquerdista universitária.
      O que o PT deveria fazer é uma chapa Dilma e Lula 2018, se o Moro tirar Lula colocaria o Haddad.

  11. Passando o bastão

    Particularmente acredito que a melhor coisa que Lula poderia fazer agora é ajudar a construir uma nova liderança nacional no campo da centro-esquerda e Ciro é o melhor preparado entre os imperfeitos neste momento.

    A força “natural” de Lula e seus cálculos políticos sempre inibiram o surgimento de outros nomes para sucedê-lo dentro e fora do PT. Anos atrás, Ciro se posicionou estrategicamente para “pegar o buque”, mas Lula não podia (nem quis) adotá-lo como herdeiro, porque isso desestabilizaria seu partido, que jamais suportaria um outsider empavonado como o paulista cearense. 

    Essa questão da sucessão se presentifica hoje quando o PT está implodido e Lula detém ainda um capital político que talvez não possa mais usar diretamente: pelas questões judiciais, pela polarização brutal da polítia, mas sobretudo pela idade.

    Nassif parece propor a estratégia da antecipação da candidatura de Lula como modo de aglutinar o campo, sem perder de vista a necessidade de passagem do bastão já para a eleição ou durante um eventual Governo Lula onde Ciro teria protagonismo. Parece racional, mas é preciso acertar com os russos e eles estão espalhados por todos os lados.

    Acredito que Ciro seja o melhor nome para construir o futuro hoje. É indiscutivelmente alguém com a coragem cívica de postular uma candidatura à Presidência com base num projeto de país bastente elaborado, não o faz de agora e o faz com propriedade. Propõe rupturas que me parecem incontornáveis hoje.  

    Em outros momentos Ciro tropeçou no próprio gênio, mas hoje seu temperamento impositivo é uma vantagem capaz de angariar votos entre os eleitores carentes de acertividade no caos — se bem aproveitado pelo marketing, “Cirão da Massa” roubará os votos de Bolsomito muito facilmente. Seu principal obstáculo é a natureza autofágica da esquerda brasileira: ela tenderá a recusar Ciro, lendo em seu temperamento e em sua natureza de centro o disfarce de uma alma de direita.

    Ciro precisa ser ungido por Lula para ser aceito como representante legítmo da centro-esquerda. Lula precisa ungir Ciro para ter a esperança de ajudar a construir o futuro da institucionalidade política brasileira.

    •  
      A respeito do capital

       

      A respeito do capital político do Lula, ainda é gigantesco. Nenhum outro político teria sobrevivido a vida pública depois da chuva de ataques que ele sofreu. Nenhum.  No seu pior momento Lula estava com 25% das intenções, agora 30% ba parte da massa que se afastou de Lula está percebendo o que é a Lava Jato de fato. E com o fim da aposentadoria e dos direitos trabalhistas a figura de Lula se fortalecerá ainda mais.

      A rejeição a Ciro de parte da esquerda pode ser dissolvida e acredito que será. a esquerda ideológica é uma parte do eleitorado do PT e não sua totalidade. Boa parte dos eleitores do Haddad votaram no Dória quatro anos depois, essa esquerda mais ideológica também teve resistência quando o Lula chamou o José Alencar (industrial) para ser seu vice, o resto do Brasil nem se importou.

      O grande desafio do próximo presidente será refazer o pacto nacional, seja Lula ou Ciro ou outro qualquer. O desafio é reconquistar a elite brasileira que está inebriada belo discurso de extrema direita criado pela veja  e que fugiu do controle. Hoje você encontra nas redes ex-leitores da veja atacando a revista  chamando de “comunista”, questionando a sexualidade do Reinaldo Azevedo, por ele não defender Bolsonaro. Aliás, essas formas  baixas de ataques pessoais, esses militantes  aprenderam na própria veja e com o antes chamado “Tio Rei”. Nem o pessoal do MBL tá escapando, que até há menos de um ano atrás eram os heróis da direita bradileira.

      Grandes desafios pela frente.

  12. Já falaram em correções, há

    Já falaram em correções, há que informar: do PT, vieram o PCO e o PSTU (ambos tendências expulsas do partido, Causa Operária e Convergência Socialista, respectivamente). O PSOL veio bem depois, também do PT. O que pode ser dito é que o PT é a matriz da esquerda, digamos assim, não-moscovita (ou seja, PCB e  PCdoB).  

  13. O PSTU É ANTERIOR AO PSOL

    Lembro que em 1992 o PSTU já lançava candidato (olímpico) à prefeitura do Recife. O PSOL só foi criado depois de Lula assumir a Presidência, quando Heloísa Helena, Luciana Genro e outros foram expulsos do PT por se recusarem a votar com o governo. 

  14. Opinião divergente

    A politica de conciliação não falhou e sim a divisão de poder feito pelo PT que falhou. No Brasil ocorre  atualmente uma impossibilidade de não haver um governo de conciliação.

    Primeiro a constituição estabelece que muito dificil governar sem metade dos parlamentares , já que eles tem poder de controlar o orçamento e várias outras decisões do executivo. Além disso sem um terço deles é impossivel devito ao fato do legislativo poder alterar a constituição.

    O PMDB esteve presente em todos os governos desde a redemocratição, é o partido com maior poder politico se comparado o numero de vagas preenchidas no executivo e legislativo. FHC ainda como presidente descreveu que é impossivel governar sem o apoio do PMDB. Se juntarmos todo o PMDB  , mas os partidos de direita mais os outros partidos estilo PMDB, teríamos perto de 2/3 do congresso.

    A questão de se trabalhar com o PMDB como aliado é como disse Maquiavel em O Príncipe, não faça aliados maiores que você em uma guerra , pois quanto tiver oportunidade de trairão.

    Mas temos que o PMDB é um partido bem heterogênio, não tem apenas Cunhas e Temeres, existem pessoas estilo Requião. A batalha de poder dentro do PMDB é importante para o mínimo de governabilidade. Quem o governo eleito apoiar terá o poder ampliado mesmo que não consiga a maioria do dentro do PMDB  terá melhor condição de governabilidade, além de que com algumas reformas políticas estabelidas durante o governo, poderá enfraquecer a oposição dentro do PMDB.

    Além disso, o PT e o PSDB fazem vários acordos estilo regionais, com ele dividinto o cargo de prefeito e de vice por exemplo. Assim como o PSDB nasceu do centro-esquerda, a sua base não é tão homogênia quanto o seu topo. Talvez de para apoiar integrande de esquerda do PSDB, que mesmo que não seja capaz de oferecer apoio ao governo, seja capaz de enfraquecer a oposição do PSDB e diminuir o poder do Aécio e compania.

    É claro que considero ambos os difíceis, principalmente o último , mas acho que precisão ser efetuados a longo prazo e a níveis regionais.

    Acordos com outros partido de centro também precisão ser feitos com cautela pois só apoiaram o governo enquanto estiver tudo bem e abandonaram nas dificuldades.

    No fim consiste em dividir a oposição, e converter parte dela em aliado, enfraquecer quem te considera inimigo e usar um contra o outro. Repare que o que foi dito aconteceu diversar vezes na história, só que agora foi convertido para a realidade brasileira.

    Segundo em relação a frente de esquerda, acho que como está sendo idealizado difícil de acontecer. Possivelmente tanto Ciro quanto Lula se canditarão(a não ser que aconteça algo impedindo isso). No entanto acho que ambos chegaram em um acordo para apoiar em quem ganhar. Pessoalmente prefiro o Ciro, e acho que seria extremamente importante que parte dos votos do Lula se transferisse para o Ciro, e garantisse um segundo turno entre dois. Isso enfraqueceria o PSDB mais que o Lula ganhasse no primeiro turno e tornaria possivel uma mudança de rumo e do quadro interno do PSDB para uma posição mas a esquerda.

    Acho que o mais importante agora é pararmos de olhar a curto prazo, ou seja apenas para essa eleição e tentarmos mudar a situação politica em uma única jogada e estabelecermos um processo ao longo prazo com mudanças graduais mas permanentes.

    (Sun Tzu- Ao lutar contra o exército inimigo não torne a torne uma batalha de vida e morte o morte para ele pois ele irá lutar com todas as garras para viver , deixe sempre uma rota de fuga para ele assim a tropa inimiga não ficará unida e não terá coesão durante a batalha.

    Trate as cidades conquistadas com repeito assim elas te fornecerão tropas e mantimentos)

    Desculpe pelos erros, nunca gostei muito de redeção apesar de gostar de ler.

  15. O que  direita quer é que a

    O que  direita quer é que a esquerda fique submissa, com um candidato domesticado, e nem serve mais um estilo lula paz e amor; querem um que seja fraco,  que possa ser colocado de joelhos pela direita. 

    Ciro sendo encampado como candidato de esquerda seria, talves o mais tolerado, até porque ele não veio de movimentos populares, veio lá do PSDB e não vai radicalizar nenhum discurso ou fazer nenhuma reforma que atinja os interesses da direita na prática.

    Penso que querem é domesticar , enfraquecer e desmobilizar os partidos de esquerda  ligados aos movimentos sociais, e a tese do PCO é essa que concordo, não existe mais campo pr fazer reconciliação esquecendo-se da luta de classes, a direita não aceita, então tem que se radicalizar do outro lado ou será destruído.

    O PT deveria retomar o contato com o PCO, com Rui COsta Pimenta e levar o partido mais para a esquerda, e trabalhar mais na base, nos movimentos sociais, sindicatos, formar lideranças, dar cursos e estar mais perto do povo realmente e sair gabinetes, e escritórios com ar condicionado e trabalhar duro como se estivesse no chão de fábrica.

     

  16. O que observo…

    …é que o anti-lulismo é bem menor que o anti-petismo. E isso reflete o que venho dizendo: a continuar desse jeito, um próximo governo de esquerda será engolido pelo congresso e, em seguida, pelo judiciário.

    E o Requião? Não tem espaço nessa receita?

     

     

    • Ainda que sem violência, um
      Ainda que sem violência, um próximo governo de esquerda no BR, se é que aprendemos a jogar – DEVERÁ ignorar a ternura e só.

  17. Os três planos da disputa

    O problema eleitoral deve ser separado em três fases ou segmentos:

    a)      O programa da direita receberia menos de 1% dos votos dos brasileiros.

    b)      Os candidatos da direita, apoiados pela mídia, que escondem o programa real da direita, poderiam elevar a sua votação pata 15 ou 20%.

    c)       Já essas mesmas candidaturas, por conta do sentimento anti-PT ou antiesquerda gerado pelo PIG e pelo próprio esquerdismo infantil de alguns grupos, poderiam receber o apoio, em 2º turno, de candidaturas que subtraem parte expressiva da votação da esquerda, levando muitos ingênuos eleitores para a direita, atingindo 45% a 50%. Essa é a minha constatação.

    Um programa simples, com base no regate da nação brasileira e a justiça social, trazendo a lembrança dos bons governos do Lula, deveria ser levantado. Tão simples, que a direita não tenha como fugir da apresentação do seu próprio programa, em qualquer debate ou discussão. Por culpa nossa, fomos despojados da bandeira brasileira e da roupa verde amarela, justamente pelos entreguistas do Brasil. Devemos recuperar isso, urgentemente.

    A unificação em torno do programa simples dificultaria a ação da mídia para esconder ou camuflar as verdadeiras intenções da direita, colocando luz sobre o debate político. Por incrível que pareça, a maior cortina de fumaça que favorece à direita é o excesso de ideias confusas, de bandeiras coloridas, e a pouca simplicidade prática. Vampiro morre apenas deixando entrar a luz. A esquerda deve abrir a cortina do salão.

    A recuperação da classe média, do eleitorado zen (verdoso) e do eleitorado evangélico, que é a parte mais forte na quantidade de votos em disputa (que estiveram com Lula nos dois primeiros mandatos do PT), poderia acontecer com a imagem do Lula suportada por um programa simples e de unidade nacional. Será fundamental dar uma injeção tranquilizante aos “modernosos” ingênuos, turbinados pela globalização, para deixar as suas bandeiras coloridas ainda no armário, para discutir no momento em que haja pátria autônoma e uma sociedade esclarecida para discutir sobre o sexo dos anjos. Bolsonaro é apenas uma cria nascida gratuitamente pela reação conservadora, perante cuspidas e bate-boca, por conta de expressões ainda muito modernas para uma nação que ainda não sai sequer da sua colonização. Marina não passa de alternativa divisora turbinada pela mídia para quem cair no jogo de radicalização exposto pela mídia. Ciro não passa de um espelho do  Bolsonaro, de campo político contrário. Do tipo “o Bolsonaro da esquerda”.

    A vitória de Lula e do PT, junto com as forças populares da sociedade, é nítida e certa se pudesse ser transparentemente confrontada contra a extrema fraqueza e entreguismo da opção contrária. Basta então simplificar o programa, unir bandeiras, recuperar o verde e amarelo e jogar muita luz sobre o caos que a mídia leva diariamente para a cabeça dos eleitores brasileiros.

  18. Não voto nesse coroné Ciro

    Não voto nesse coroné Ciro nem que me pendure em um pau de arara,Ciro é um falastrão.anti democrata desde sua origem,somente ele presta o mundo nada vale,muito parecido com Collor de mello.Passou por nove partidos de todos falou mal,não conseguiu um voto contra o golpe depois de dar centenas de entrevistas dizendo que defenderia DILMA e houve viradas de opinião e de voto de gente de seu atual partido no golpe estranhíssimas.E se ainda não sabe Turco;o PT somos nós sua militância incansável e fiel,não nos menospreze.Ciro candidato farei intensa campanha pessoal de esclarecimento ao POVO para que não seja mais uma vez enganado.VIVA O GLORIOSO PARTIDO DOS TRABALHADORES E SUA MILITÂNCIA GUERREIRA ,ALVO DE INVEJA DE TODOS OS OUTROS PARTIDOS.

    • Vote na direita.

      vote no Aécio, no Dória ou no Bolsonaro então! Se o Ciro se acha o bom, os petistas não enxergam nada além do PT.

    • Tá… ele nao conseguiu voto

      Tá… ele nao conseguiu voto confra o impeachment… quem conseguiu? O que o proprio pt fez pra apoiar a dilma? 

      Alias, o que a propria dilma fez pra se apoiar? Ganhou a eleiçao e entregou o país ao Levy, o que levou ao inicio de tudo isso que acontece hj, no tocante ao desmonte de direitos sociais… e tudo isso pra depois cair. Que  aísse fazendo o que prometeu quando em campanha eleitoral. Ao inves disso, passou por mentirosa e castigou o povo em troca de tentar se manter na presidencia. Ate o Collor tentou ajudar a dilma, lhe dizendo que fosse a Tv explicar a mudança de politica economica logo apos reeleita, pois os eleitores mereciam uma explicaçao. Como sempre a Dilma achou que nao precisava. Parece ate que achava que bastava ser presidente pra poder fazer as coisas e pronto.

      se a propria dilma nao se ajudou, pq exigir do ciro gomes, que sequer era do partido dela. E nao se esquecer que ele cansou de dar a cara a tapa defendendo ela e o programa de governo do pt.

       

      (nao custa esquecer, que anos antes ele avisou para o pt desembarcar do pmdb). E que ele propos, para que o PT nao entregasse tudo para o pmdb, uma frente dos partidos de esquerda, o que foi ignorado

       

      me desculpe, mas nao traga ao ciro culpa pelo o que ele nao tem

  19. Nassif,as ruas estão como
    Nassif,as ruas estão como aquela mulher q se separou do marido e está doida para casar ou namorar de novo,QUEM CHEGAR PRIMEIRO com um bom argumento ou nem isso,só um pouco convincente leva !!
    Obs:Eu ia falar q a solução é a Dilma voltar,mas para não ser repetitivo,resolvi deixar para lá,bom fim de semana a todos !!

  20. Atenção petistas,

    nem o próprio PT defendeu a Dilma, pelo contrário, ela foi literalmente rifada pelo PT, principlamente pelo PT de São Paulo, exemplos é que não faltam. Podemos citar a traição do Mercadante , do Cardozo, a pajelança (atualmente) entre alguns caciques do PT e os golpistas, aqui em Minas Gerais o Pimentel se fez de morto, o Haddad fala, falava e não falava nada e por ai vai. Petistas, menos, menos…Mas se o PT está mais perdido do que cego em tiroteio, os demais “Partidos ou Clubes Recreativos’  de esquerda não estão e melhor situação.

      • Concordo.
        O Ciro é

        Concordo.

        O Ciro é complicado. Atira em tudo e em todos sem dó nem piedade, com a exceção conhecida (algo muito, muito estranho).

        Sempre pula dos barcos na hora certa, o que demonstra esperteza. Mas, e daí?

    • Menos a esquerda que o pt num

      Menos a esquerda que o pt num geral, mais a esquerda do que o mais esquerdista tucano. 

      O ciro vive num limbo, o que é uma desvantagem.

       

      basta analisar que ele costuma atrair eleitores do aecio e do lula.

      economicamente ele tende a desagradar esquerda e direita. A esquerda, pq ele tem algumas visoes mais liberais. A direita, porque ele tem algumas visoes sobre taxaçao e é um nacionalista.

      em geral, pessoas mais ao centro como o Ciro tendem a ser mais liberais, globalistas. No entanto, o ciro mesmo quando era do Psdb já era um cara contrario a privatizaçao da petrobras; foi contra a privatizaçao da vale. Passou por varios partidos, mas nunca mudou esse pensamento.

      Dentro do psdb se dava melhor com Tasso e Covas. Fora do psdb se deu bem com Itamar Franco e depois Lula.

      em resumo: nao eh tao a direita quanto a esquerda o acusa de ser e nem a tao a esquerda quanto ele mesmo propaga ser. Mas é, sim, mais a esquerda

  21. O post do Nassif, mais do que

    O post do Nassif, mais do que um alerta, é um chamamento à união do setor progressista, e aí parte dos comentaristas se dedicam a achincalhar o Ciro Gomes. É realmente a prova de como a mediocridade de pensamento se entranhou em todos os poros de nossa socieade.  Tenho paciência não.

    E quanto às estratégias para que se monte uma bancada de legislativo que permita minimamente a governança, em caso de eventual volta da esquerda ao governo, o que pode ser feito?

  22. Lula, Ciro e a frente das esquerdas

    -> Por ora, a única maneira de consolidar um arco de esquerdas – fundamental para alicerçar qualquer veleidade política não só de Lula, como de Ciro – é unir-se em torno de Lula.

    como encaixar num quebra-cabeça a peça definitiva, mesmo sabendo que ela não vai se encaixar? como colocar em jogo o craque que decidiria a partida, mesmo sabendo que ele apenas quer jogar para a platéia? como jogar na mesa o triunfal às de trunfo, se ele insiste em pular fora do baralho?

    o cenário que vivemos no Brasil é inédito e, ao mesmo tempo, aterrador. nunca antes neste país o jogo esteve tão às claras, mas nunca também as cartas estiveram tão embaralhadas.

    mais uma vez o novo tenta nascer, não apenas o velho se recusa a morrer, como é mantido artificialmente vivo, conectado a caros aparelhos, ironicamente denominados pela indústria médico-hospitalar como “suporte de vida”.

    mas o que nasce primeiro? o programa mínimo e sua estratégia? ou o candidato viável eleitoralmente para viabilizá-lo?

    ou continuamos nos perdendo nas falsas questões? e sendo assim, qual a questão que, de fato, importa?

    estamos todos num travessia. num interregno. na escuridão de uma noite perversa, procuramos pela saída. mas já estamos fartos de saber que já não há saídas. houve sim um caminho de entrada para a crise. mas por ele jamais poderemos retornar.

    há momentos em que o tempo se contorce, gira em torno de si mesmo. passado, presente e futuro se misturam. as decisões tomadas nestes momentos afetam não apenas o futuro, como resgatam o passado. os fatos passados ganham não apenas outra interpretação, como uma outra dimensão.

    é nestes momentos que se engendra a História.

    afinal, o que desejamos? desejamos autenticamente “fazer História”?

    sim, é verdade. não devemos nos enganar. sabemos muito bem que temos apenas duas mãos e o sentimento do mundo. mas o que é o mundo, senão as pessoas? e são as pessoas que mudam o mundo. são as pessoas que fazem a História.

    o tempo do jogo é agora.

    vídeo: “Capitão Fantástico” – cremação

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=oDEBNEtfGQ8%5D

    .

    • Lula está vivíssimo!

      Vejo Lula mais vivo como nunca e a única solução viável para restaurar a democracia. Claro, se os golpistas deixarem-no ser candidato.

    • O bootstrap da frente de esquerda

      mas o que nasce primeiro? o programa mínimo e sua estratégia? ou o candidato viável eleitoralmente para viabilizá-lo?

      Alguém vai ter que fazer o bootstrap da frente de esquerda, senão ficamos no dilema do “quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?”. E, em termos políticos, esse bootstrap significa que alguém vai ter que sair das discussões, autocríticas e outras coisas que a esquerda adora mas são absolutamente inúteis e partir pra ação.

      E, pela tradição brasileira, temo que não seja pelo programa mínimo.

      • Lula, Ciro e a frente das esquerdas

        -> Alguém vai ter que fazer o bootstrap da frente de esquerda, senão ficamos no dilema do “quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?”.

        por isto, meu texto completo:

        “mas o que nasce primeiro? o programa mínimo e sua estratégia? ou o candidato viável eleitoralmente para viabilizá-lo?

        ou continuamos nos perdendo nas falsas questões? e sendo assim, qual a questão que, de fato, importa?”

        veja a entrevista Bernard-Henri Lévy, não haverá frente de esquerda… os Anglo-SioNazi já estão bem a par que o caos saiu do controle.

        não restará pedra sobre pedra -> ou seja, tudo vai ficar escancarado.

        .

    • Lula & Ciro

      Bons dias!

      O momento é grave…

      Para derrotar as pretenções de manipulação da plutocracia que assaltou o poder a opção Lula-Ciro fortalece a idéia de retomada do poder pelo voto em 2018…

       

       

  23. Algumas peças adicionais para

    Algumas peças adicionais para o xadrez:

    1)      O Brasil segue sendo um dos países mais desiguais do mundo graças a uma sofisticada engrenagem política, onde a mídia joga um papel central.

    2)      No Brasil a distância entre os 20% mais ricos e os 20% mais pobres era em 2009 19 vezes (caiu em 2014 para 16 vezes); na União Europeia (25 países) essa distância é em média 5,5 vezes.

    3)      A concentração de renda historicamente tem sido alavancada pelo Estado. Tivemos sempre um “Estado social para os ricos”. O maior exemplo é a política de juros, mas não apenas. As políticas educacionais, transportes, habitação, saúde etc. sempre foram de péssima qualidade quando destinadas aos pobres. Diferentemente do investimento público nos espaços dos ricos, receita federal, detrans, aeroportos, câmaras legislativas, tribunais. Por que são horrorosas as prisões? Porque lá só tem pobre.

    4)      Na era da globalização, com uma competição cada vez mais acirrada, com renda sendo apropriada globalmente e em larga escala por diminutas e poderosas elites, a ascensão social está cada vez mais difícil. Para as classes altas e médias, o acesso direto às benesses do Estado e a manutenção da engrenagem da exclusão, passa a ser uma luta de vida ou morte. Não há na globalização um lugar ao sol para todos.

    5)      O petismo ameaçou a engrenagem da concentração de renda e da exclusão. Democratizou oportunidades, aproximou os mais pobres dos mais ricos. São inúmeros os exemplos, a começar pelas cotas de 50% nas universidades. Um duro golpe para a classe média que se sacrificou anos a fio para colocar o filho no curso de medicina e agora disputa apenas metade das vagas e não tem dinheiro para pagar uma faculdade privada caríssima … Por isso a classe alta e média é visceralmente antipetista. 

    6)      Não foi a política conciliadora de Lula que fracassou, e sim o voluntarismo de Dilma que partiu para o confronto (baixando juros, tarifas de energia, taxas de cartão de crédito) sem ter articulação política que bancasse as medidas. A conciliação de Lula garantiu na verdade as três (re)eleições.

    7)      O governante não é dono do Estado. Há uma tendência a superestimar a margem de manobra nos países da periferia porque aqui o Estado tem atuação decisiva em áreas nevrálgicas da economia (câmbio, infraestrutura, ordenamento jurídico ainda em construção, sem falar no peso das estatais). Mas, mesmo sendo mais atuante que nos países do centro, qualquer medida que confronte os grupos econômicos hegemônicos, ainda que marginalmente, exige uma mudança de correlação de forças no cenário político. Não existindo essa mudança, fatalmente o governante entrará num impasse e terá que se curvar ao status quo. E aí não adianta ser voluntarista.

    8)      As teses do Ciro são boas. Mas não me parece um político muito talentoso. Não consegue sequer agregar o(s) partido(s) por onde andou. Não há comparação com o Lula. São anos luz de distância.

    9)      O problema é que o Lula e o PT encarnam a luta pela inclusão social, tudo que as classes médias e altas não querem. Mas isso não deve ser um obstáculo intransponível, acertando-se a mensagem como um todo.

    10)   Um programa de governo tem que conciliar interesses da grande maioria. Os confrontos devem alvejar pequeníssimas minorias. A política de juros; as mordomias dos legislativos; a desnacionalização.

    11)   Quanto ao grande confronto dos historicamente excluídos, dos 50% mais pobres contra os 20% mais ricos, o protagonismo tem que ser do próprio povo e o mercado tem que ser trazido para o centro da briga. Não cabe ao governante encabeçar  essa luta, e sim apoiá-la.

    12)   Juntamente com as igrejas, é a grande mídia que forma e molda os consensos políticos. Um projeto de governo sem um projeto de mídia é perda de tempo.

    • Pequeno ajuste Margot…

      Só um pequeno comentário no seu item 5: a classe media não rejeita Lula porque ele distribuiu renda e sim porque o PT com Lula ou Dilma roubou de forma avassaladora. Sempre votei PT e não repito esta bobagem porque nesses aí não confio mais (o argumento de que os outros também roubam não vale; é óbvio que roubam mas o PT não podia ter feito isto).

      • Conheço vários na sua posição

        maior parte dos que falam isso pertencem a classe média de servidores públicos. Tem essa desculpa da pureza do pt, o pt jamais poderia se envolver em falcatruas e bla-bla-bla.

        Se sentem traidos pela politica de alianças do Lula. O aperto de mão com Sarney e Collor. E a cereja do bolo, ou a gota d’água, a foto ao lado do Maluf na campanha do prefeito Haddad.

        Se fosse apenas por isso, estava bem. Essa mesma classe média de servidores públicos, desiludidos com o pt, repetem um belo mantra para lhes dar sentido a vida: MERITOCRACIA.

        Na meritocracia um governo não pode dar bolsa família (isso é compra de votos); tampouco um governo pode financiar com juros de mãe, muito menos doar (afinal, cobrar 25 reais de mensalidade num financiamento habitacional é doação) casa para pobres; e aquela diarista que ia praticamente todos os dias e agora só vai duas vezes na semana depois do lulismo (isso pq a mão-de-obra escasseou e a velha lei da oferta-procura entrou em ação – maldito capitalismo), essa diarista ainda vinha com o papo do filho que estuda direito, medicina, engenharia e tudo isso pq o lulismo resolveu reservar metade das vagas em universidade públicas para probres e negros, e financiar bolsas em faculdades particulares pelo prouni/fies.

        E essa velha classe média de servidores públicos, histriônica, ficou desesperada porque o lulismo acabou (sic) com o mérito! E isso é imperdoável.

        Então, vamos de aécio, alckmin, serra, doria, o tucano, ou ladrão que for…que se restitua o mérito. (LOL)

        • Então tá….

          Meu caro carioca, sua retórica cria cortina de fumaça mas também  não resolve o problema. Ninguém aqui falou de imagem (apertos de mão excusos) ou purismos meritocráticos (nao ao bolsa familia). Vc só faltou maldizer a rede globo pra completar o mantra da esquerda adolescente. Falei de uma coisa só: roubaram deslavadamente. E isso muito me incomoda.

        • Então tá….

          Meu caro carioca, sua retórica cria cortina de fumaça mas também  não resolve o problema. Ninguém aqui falou de preservar imagem (apertos de mão excusos) ou purismos meritocráticos (nao ao bolsa familia). Vc só faltou maldizer a rede globo pra completar o mantra da esquerda adolescente. Falei de uma coisa só: roubaram deslavadamente. E isso muito me incomoda.

    • Seu comentário fez-me rever “As intrigas contra Michel Temer”

       

      Margot Riemann (sábado, 04/03/2017 às 08:48),

      Muito bom seu comentário. Bem que merece um post. Salvo excepcionalmente quando elogiamos uma opinião contrária, na maioria das vezes os nossos elogios revelam um pouco de cabotinismo. Esse é um caso da maioria das vezes e eu elogio o seu comentário, de certo modo por cabotismo, pois o que você diz é o que eu penso em dizer. Se tivesse essa capacidade de fazer uma síntese tão concisa eu quase que diria o mesmo.

      É provável até que eu não iniciasse o comentário colocando como título “Algumas peças adicionais . . .”. Um título assim dá a entender que eu estaria de acordo com todo o post “Lula, Ciro e a frente das esquerdas, por Luís Nassif” de sábado, 04/03/2017 às 07:31 de Luis Nassif. Embora Luis Nassif esteja elaborando textos mais consistentes ultimamente, eu não consideraria ter feito uma boa leitura se após ler um post inteiro dele não encontrar alguma ideia equivocada que Luis Nassif teima em trazer para a discussão.

      Aqui neste post ficou muito difícil encontrar algo com que eu possa discordar. Talvez o único ponto em discordância com o que disse Luis Nassif seja o apontado no comentário de Diogo Costa enviado aqui para este post hoje, sábado, 04/03/23017 às 01:12, que faz referência crítica ao tratamento dado por Luis Nassif ao Movimento Passe Livre. Diogo Costa ainda estende a crítica aos elogios que Luis Nassif sempre faz às manifestações de junho de 2013, se bem que neste post só se faz essa inferência pela menção ao Movimento Passe Livre, pois não há um elogio direto por parte de Luis Nassif às manifestações de junho de 2013.

      E em relação ao seu comentário que eu deveria elogiar ainda mais, eu fiquei um tanto refratário ao que há de subjacente ao item 3 do seu comentário. Você diz:

      “A concentração de renda historicamente tem sido alavancada pelo Estado.”

      Essa é uma frase importante que precisa ser dita, ser enfatizada, mas ao mesmo tempo ser questionada, ou, se não questionada, é preciso pelo menos entender todas as implicações que a frase encerra ou produz.

      No mundo capitalista, o Estado é instrumento de dominação. No mundo capitalista, o Estado é instrumento de alavancagem do capitalismo. No mundo capitalista, a concentração de renda é requisito para que o capitalismo posssa florescer e é também consequência do modo de produção capitalista. Sem acumulação proveniente da mais valia não há investimento e sem investimento não há crescimento. E sem Estado não há capitalismo.

      Parece um tanto contraditório dizer que sua frase precisa ser mais profundamente analisada e ao mesmo tempo tudo que eu disse vir apenas para corroborar a sua afirmação. Não sou eu que sou contraditório, é o capitalismo. O sucesso do capitalismo decorre de ele permitir a acumulação de capital mediante a apropriação de parte do trabalho de terceiro. Só que deixado a solta, a concentração engendrada pelo sistema capitalismo é o germe que o destrói.

      Para que o capitalismo permaneça como o sistema que mais engendra o crescimento é preciso que o Estado combata a concentração de renda que o capitalismo gera para que o capitalismo não sucumba. Então o Estado é duplamente de interesse do capitalismo. Na verdade, o Estado é triplamente necessário ao capitalismo. O Estado é instrumento de dominação. É ele que impõe a ordem necessária ao funcionamento do capitalismo. O Estado é também instrumento de alavancagem do capitalismo. Sem o déficit público não há crescimento e sem crescimento o capitalismo torna-se anacrôncio e também sucumbiria. E o Estado é que impõe um freio a concentração provocada pelo funcionamento natural, sem peias, do capitalismo.

      E uma demonstração de que, no mundo inteiro, o Estado impõe o freio à concentração de renda desenfreada do capitalismo, pode ser constatado observando a relação que existe entre a força do Estado e a concentração de renda. O critério mais objetivo para medir a força do Estado parece-me ser a carga tributária expressa em relação ao PIB. E se observa que à medida que a carga tributária sobe ou cai dentro de um Estado, a distribuição de renda sofre a mesma alteração.

      Não vou alongar o meu comentário reproduzindo trecho de um dos comentários meus enviados para Luis Nassif lá no post “As intrigas contra Michel Temer” de sábado, 22/08/2015 às 19:39, aqui no blog de Luis Nassif e de autoria dele e que pode ser visto no seguinte endereço:

      http://jornalggn.com.br/noticia/as-intrigas-contra-michel-temer

      Lá no post “As intrigas contra Michel Temer” eu enviei três comentários encadeados para Luis Nassif sendo o primeiro enviado domingo, 23/08/20215 às 21:02. Todos os três comentários se encontram na primeira página, sendo que no segundo, enviado terça-feira, 25/08/2015 às 21:30, eu transcrevo um comentário seu enviado sábado, 22/08/2015 às 07:16, para o mesmo post “As intrigas contra Michel Temer”, sendo que o seu comentário se encontra na segunda página.

      Este desvio ao trazer à baila referência ao post “As intrigas contra Michel Temer” não é necessário, mas é adequando não só porque nos permite ver como há menos de dois anos era tão falho o nosso entendimento da realidade, como também é um post que principalmente com os links que eu deixo nos meus comentários possibilita uma avaliação bem abrangente do nosso atual presidente, antes provisório depois definitivo às custas do golpe Michel Temer. E além de tudo, há a minha transcrição do seu comentário e uma análise que eu fizera do seu comentário. Por tudo isso vale essa recordação.

      Clever Mendes de Oliveira

      BH, 04/03/2016

    • Apenas ressalto que as três
      Apenas ressalto que as três (re)eleições, apesar da conciliação, não foi um passeio. Todas tiveram que ser decididas num segundo turno, diferentemente de FHC.

      A mídia sabotou o quanto pôde o tempo todo. O PT apenas foi “aturado” pela alta burguesia.

    • Um ajuste Margot…..

      Margot, a classe média não abomina Lula e o PT porque eles distribuiram renda; abomina porque eles roubaram escandalosamente. Votei neles sempre e não voto mais por esta simples e cristalina razão (o argumento de que todos roubaram não vale; é óbvio que roubaram mas o PT não tinha esse direito).

      • Saia às ruas e pergunte sobre

        Saia às ruas e pergunte sobre o PT. Encontre um jovem que apoie o PT. Mas últimas eleições o PT desapareceu. Em cidades médias no Estado de SP o PT – 3a força eleitoral – nem quorum partidário obteve e não elegeu nenhum vereador… 

        • Lula pode erguer o PT. O PT

          Lula pode erguer o PT. O PT não elege Lula. O eleitor brasileiro não vota em partidos mas os partidos podem prejudicar o candidato. Por hora, o PT está soterrado…

        • Convém não esquecer das urnas

          Convém não esquecer das urnas eletrônicas e suas fragilidades. 

          Um golpe tão bem arquitetado não deixaria de fora esse “detalhe”.

          É nesse ponto, ao meu ver, que está o maior enrosco.

        • PT: o maior número de filiados

          O PT é o partido com maior número de filiados e pelo que sei não sofreu grandes deserções depois do golpe contra a democracia. A não ser aqueles ratos de sempre que abandonam o navio ao primeiro sinal de tormenta.

    • PT é o maior partido

      Seria uma burrice Lula se desvincular de seu partido, o maior de todos em número de filiados prontos a sair às ruas em defesa de sua candidatura. Sair do partido que fundou ficaria parecendo que o PT é uma organização criminosa como a Farsa a Jato tenta mas não consegue provar. Vida longa a Lula e ao PT.

  24. Entendo que a única saída

    Entendo que a única saída para o Brasil ser recuperado para os brasileiros é uma guerra civil na qual as classes dominantes (também chamadas erroneamente de elites) percam o acesso, o mando, as decisões do poder que por hora detêm. A solução da tragédia que se abate sobre o país não é a democracia e suas soluções legais e cosmopolitas (não temos sequer um sistema jurídico possível, já que o judiciário brasileiro está abaixo da crítica e atua como se fosse uma quadrilha). Porém, com um povo “gentil e pacífico” como o nosso, duvido, mesmo sendo a única solução duradoura e eficiente, que vá acontecer. O proposto neste artigo é uma gambiarra, mas possível. Para torná-la um pouco mais verossímel e útil, é necessário as frentes de esquerda proporem planos de recuperação e de decisões de um futuro governo, metas a serem cumpridas e compromissos ideológicos (o que já existe em grande quantidade) antes de indicar um candidato, partidos e condições de votação para os cargos legislativos. É necessário que os futuros candidatos venham a reboque destas decisões, concordem e se comprometam com elas, porque o voluntarismo do que já tivemos de Getúlio a Lula, não funcionou. Haja visto o que estamos passando agora em que toda esta tibieza do lulopetismo é responsável.

  25. Entendo que a única saída

    Entendo que a única saída para o Brasil ser recuperado para os brasileiros é uma guerra civil na qual as classes dominantes (também chamadas erroneamente de elites) percam o acesso, o mando, as decisões do poder que por hora detêm. A solução da tragédia que se abate sobre o país não é a democracia e suas soluções legais e cosmopolitas (não temos sequer um sistema jurídico possível, já que o judiciário brasileiro está abaixo da crítica e atua como se fosse uma quadrilha). Porém, com um povo “gentil e pacífico” como o nosso, duvido, mesmo sendo a única solução duradoura e eficiente, que vá acontecer. O proposto neste artigo é uma gambiarra, mas possível. Para torná-la um pouco mais verossímel e útil, é necessário as frentes de esquerda proporem planos de recuperação e de decisões de um futuro governo, metas a serem cumpridas e compromissos ideológicos (o que já existe em grande quantidade) antes de indicar um candidato, partidos e condições de votação para os cargos legislativos. É necessário que os futuros candidatos venham a reboque destas decisões, concordem e se comprometam com elas, porque o voluntarismo do que já tivemos de Getúlio a Lula, não funcionou. Haja visto o que estamos passando agora em que toda esta tibieza do lulopetismo é responsável.

  26. A política de conciliação e os ataques desferidos pela direita

    Vivemos durante o governo Lula, em seu segundo mandato, um período áureo de crescimento econômico e formalização do emprego. Momento propício para tornar o sistema de seguridade social sustentável, segundo princípios constitucionais e a legislação infraconstitucional, mantida sua base de financiamento. A Unicamp, o DIEESE, a ANFIP continuam defendendo esses princípios e esta concepção. Fizemos junto com todas as Centrais Sindicais um esforço coletivo para manter um diálogo permanente com o governo Lula para tornar viável o sistema de seguridade social, o que bastaria para cobrir os gastos sociais, tanto da previdência social, quanto da saúde e do Bolsa Família. Alertei a Casa Civil sobre os riscos de privatização do sistema que já estavam visíveis nas posições de gestores do Ministério do Planejamento, da Fazenda e de parte do IPEA à época, 2007 a 2009. O representante do governo mais atuante na defesa da reforma da previdência em 2007 nos moldes defendidos pelo governo atual, Sr. Helmut Schwarzer, Secretário da Previdência Social, foi agraciado com uma Secretaria do Ministério do Desenvolvimento Social, a mesma que me foi oferecida pelo Ministro Patrus Ananias em 2005 e eu recusei para poder exercer minha prática psicanalítica às sextas-feiras e aos sábados. Enquanto eu, funcionária do quadro do Ministério do Planejamento, defensora do sistema de seguridade social e suas políticas públicas desde a Assembleia Constituinte, fui afastada da Casa Civil em 2007 e do governo em 2009, mesmo sendo alvo de ataques desferidos pela direita fascista.

     

    Ivanisa Teitelroit Martins é psicanalista, mestre em políticas e planejamento social pela London School of Economics and Political Science e gestora governamental do Ministério do Planejamento

  27. os 30% do eleitorado que irá decidir a eleição

    “O foco das esquerdas, no momento, é sair da defensiva, se aglutinar em torno de algumas teses centrais” – aproximadamente 30% do eleitorado, proveniente das mais variadas classes sociais, desenvolveu um bloqueio emocional pra qualquer coisa associada ao Lula ou ao PT. Isto significa que eles jamais conseguirão analisar racionalmente qualquer tese que lhes for apresentada se o Lula estiver defendendo essas teses.

    Por outro lado, tristemente, há aproximadamente 40% do eleitorado que é incapaz de entender essas teses por falta de capital cultural, mas tende a seguir um líder que sinta empatia pelo povo que, no nosso caso, é o Lula. Não será esse eleitorado que irá decidir a eleição porque ele, virtualmente, já se decidiu sobre seu voto: será na esquerda. Quem irá decidir a eleição são aqueles 30% mencionados anteriormente.

    Dentre esses 30%, há muitos empresários pequenos e médios, assim como produtores rurais e, principalmente, assalariados que tendem a seguir a visão dessa pequena e média burguesia. A dicotomia entre esquerda e direita esconde o que realmente importa – os mecanismos de vampirização da população via dívida pública que existem em praticamente todos os países do mundo ocidental – e joga essa pequena e média burguesia para a direita do espectro político. Não é sem razão que a crise das esquerdas no mundo é, em grande parte, devido a partidos que aceitaram esses mecanismos de vampirização impostos pelos grandes bancos. O Lula não tem capacidade intelectual e nem emocional pra enfrentar esses mecanismos, mas ele é a esquerda que “deu certo” mesmo sem enfrentá-los – os 40%, que não entende esse jogo, se lembra disto e o seguirá. O mesmo jamais ocorrerá com os 30% de pequenos burgueses se eles não analisarem as teses centrais antes e, somente depois disto, ponderarem se votar na direita dos grandes bancos faz sentido para melhorar suas próprias vidas.

    O único modo de induzir esses 30% a analisar as teses é através de um candidato que, inicialmente, se ponha afastado do PT e de Lula; esse candidato é o Ciro Gomes.    

     

    • O Trabalho (patrõe e empregados) x Finança!

      Então!  Acredito que somente o Ciro seja capaz de esclarecer a todos os pequenos e médios empresários que muito do trabalho suado deles é consumido pela estrutura financeira!  O PT vestiu uma carapuça de ser um partido “sindicalista” e não soube captar ou entender que os pequenos e médios empresários são  tão trabalhadores ou mais que muitos funcionários do sistema público! 

      Trabalho diretamente com esta classe (pequenos e médios empresários), sei o quanto penam para manter salários em dia, pagar 13 salário !  Vejo o quanto perdem para bancos mensalmente! Eles em sua grande maioria se sentem expoliados pelo governo!  E por incrivel que pareça, os bancos, que ficam com quase 50% do que  eles arrecadam ( impostos/ divida pública),  levam um porcentual gordinho do faturamento mensal ( emprestimos e recebíveis a taxas pornográficas)   ainda saem de “parceiros ” na história! Tomam cafezinho falando mal do governo! 

      “Estamos lutando contra dinastias financeiras, lutamos contra a plutocracia. O mundo pode escolher: ou todo o poder ao capital, ou a vitória do trabalho.”

      • Mercado interno

        Uma das maiores realizações dos governos de Lula foi a criação de um mercado interno de milhões de pessoas que saíram da pobreza e dos que ingressaram na classe média. Com isso criou-se um mercado consumidor que estimulou os empresários do comércio e da indústria a se expandir como nunca, acrescido da facilitação do crédito nos bancos públicos a juros baixos. Nunca o micro, o pequeno e o médio empreendedor teve tanto apoio e crédito, havia pleno emprego, consumo, tudo o que interessa à economia, atraindo inclusive investimentos estrangeiros e driblando a crise econômica mundial de 2008 com medidas anticíclicas.

        • Mas

          Isso porque o preço do minério de ferro e da soja estavam lá em cima.

          Se dependesse das medidas econômicas tomadas por aquela equipe durante o período 2003-2008, o cenário que veio do governo FHC teria se agravado.

  28. Já assinei pedindo a

    Já assinei pedindo a candidatura de Lula, mas vai ter eleicão ? Vamos admitir que sim. Então, qualquer candidato, da esquerda ou da direita, para ser eleito necessita de votos, como diria o Conselheiro Acácio. E o povo SEMPRE vota certo, mesmo elegendo o candidato errado. O que lhe falta é a informacão correta. Votou certo ao eleger Collor, porque ele era o candidato que ia cacar marajás e defender os descamisados. Certamente votou certo ao eleger Doria, porque é o Joãozinho Trabalhador, que só é rico porque trabalha e tem méritos próprios e vai deixar uma cidade linda. Se há algo de errado está na informacão. Então, admitindo também que haja uma certa união, a esquerda tem que comecar a partir de ontem a administrar a informacão. Desnecessário dizer que para isso não pode contar com a imprensa tradicional, que fará exatamente o contrário, trabalhando de manhã, à tarde e à noite para eleger um bolsonaro qualquer ou um qualquer doria. E poderá ter sucesso, como bem sabemos. Não sou competente para dizer como isso deve ser feito, mas arrisco alguma coisa, por óbvias:

    -Arregimentar os políticos que falam a linguagem do povo, que possa ser entendida pelos menos escolarizados, exemplo do Deputado Silvio Costa e do Senador Telmario Mota. Este último uma manteiga rancosa, mas se estiver do nosso lado do pão pode ser deglutida; Lula é o mestre inigualável, mas não onipresente; 

    -Para a classe média alienada e midiotizada, porém suscetível de algum convencimento, escalar pessoas com essa virtude, exemplo de Fernando Haddad, Eduardo Suplicy, Tarso Genro, Luis Nassif, André Araujo, que nem é de esquerda mas que merece respeito de qualquer tendência; 

    -Por último nos rabiscos deste comentário o mais importante: falar aos jóvens. Nesse nicho aproveitar os próprios líderes que vicejam em seu meio, ninguém de fora é necessário. Se alguém quiser saber quais é só procurar nos secundaristas.

    Os nomes citados são apenas exemplos, já indicando só poder ocorrer se houver união. E quem melhor poderia comandar, se não quiser ser o “dono” ?  O PT. Isso deveria partir dos dirigentes se tivessem uma real lideranca, e ao pensarmos isso “dá uma preguica”, como diria Macunaima. Claro que nisso tudo tem muito de utopia mas qual é a opcão ? A opcão é mais uma vez chegar a um candidato errado votando certo. Ou mesmo sem votar. 

     

    – 

  29. Lula, Ciro e a frente das esquerdas

    As manifestações não levaram e conta uma grande e real possibilidade:

    – a prisão de Lula e sua ineligibidade.

    A vaza jato não tem mais opção salvo a de condenar Lula, conestada pelo Tribunal.

    Esse é o escopo  desde seu início na conhecida “República de Curitiba”

    Obviamente será mais uma ilegalidade daquela operação mas isso “não vem ao caso”.

    O recurso vai para o stf, em minúsculas, onde domina  o sono dos injustos.

    Basta ver o passado daquele grupo: mensalões tucano e petista, a nomeação de Lula x gato angorá – fatos mais recentes.. Por lá tambem vige legislação à parte do marco legal brasileiro.

    Estranho que essa possibilidade não tenha sido considerada.

    Será que não acreditam nela ?

    Ou apenas esqueceram ?

     

  30. Sempre busquei analizes

    Sempre busquei analizes concatenadas e hoje sem duvida os artigos e articulistas do GGN nadan de braçada, quando era mais novo gostava muito de ler o pasquim toda a semana tinhamos textos muito bom alem de uma ironia que que ajudava a respirar. Considero o Alberto Dines da epoca o grande analista daquela situação. Hoje talvez ele não consiga acompánhar a dinamica da comunicação embora ele foi um dos primeiros jornalistas com o observatorio da imprensa a tentar mostrar o que  realmente o bussines imprensa significa. São 14 anos de impressa todos os dias falando mal do pt muitas horas por dia  radio e tv os blog e ele ainda sobrevive, e sobrevive por causa do mito. O Lula ja não esta mais na esfera humana ele ja se tornou o encoberto representa o Don Sebastião que voltou e vai nos redimir. O nosso logos não conseque decifrar o nosso pais pois somos um pais surrealista. Nossa realidade é surreal. Os mitos sobrevivem ad eternum vide Dom Pedro II ainda presente em nossos Reis da bola do radio da televisão. Getulio apesar de tambem todos quererem esquecer éo nosso Mito martir mor. Com seu dois tempos. E penso que para plasmarmos essa mudança precisamos de todos os jornalistas que são honestos. Esses serão os pórtadores da boa nova.

  31. Acho que a esquerda deve ter

    Acho que a esquerda deve ter duas agendas, sendo uma oculta. Assim, cito alguns elementos básicos:

    1. Quanto a agenda “normal”:

    – Forte discurso nacionalista;

    – Forte discurso social;

    – Aproximação manifesta com as Forças Armadas, embora seja diíficil e quase todos os comandantes, por burros, sejam conservadores

    2. Quanto a agenda “oculta”:

    – Destruir a Globo a qualquer custo;

    – Enquadrar o empresariado;

    – Castigar a classe média imbecil;

    – Calar os idiotas da esquerda; 

    – Aplicar violento fisiologismo em todos os órgãos do governo promovendo amigos e perseguindo inimigos.

    Sim, vai ter que ter censura. Sim, vai ter que ter autoritarismo. Sou daqueles que tem bem claro que se o golpe provou algo é de que é impossível a conciliação com a direita, a mídia e certos setores sociais. Também ficou claro ou se parte pro jogo sujo, ou a coisa não anda.

    Basta de “Lulinha Paz e Amor”. Chegou a hora de usar as mesmas armas do inimigo e procurar vingança e a destruição dos inimigos do país. 

    • Muito bem, Marcos. Concordo

      Muito bem, Marcos. Concordo inteiramente com você. Chega das divisões da esquerda. do fisiologismo lulopetista, das discuções psedo intelectuais das academias e que se consomem por si mesmas, chega de conciliações e governbilidades, chega de republicanismos. Este tempo já passou.

       

       

    • Incluiria nesta agenda
      Incluiria nesta agenda oculta:

      – Algum enquadramento, devassa ou expurgo no judiciário.

      – Impeachment do Gilmar Mendes (pra ontem)

      – Expurgos e limpeza na PF

      – Que as estrelas golpistaa apodrecessem na cadeia.
      Sem qualquer anistia à golpista.

      – Expurgo no MPF

      • Estatização radical

        Álvaro, sugiro também a estatização total da Petrobrás e de tudo que vem da natureza, como os minérios, a água, a eletricidade, etc.

    • Castigo
      Mais castigada que foi a classe média nos governos d PT, no qual pagava em duplicidade os impostos e nada recebia em troca? Que visão fascista e essa?

      • Visão de alguém que enxerga

        Visão de alguém que enxerga as coisas bem melhor do que você.

        A classe média imbecil paga em dobro pelos serviços desde a Ditatura Militar e nunca esteve tão bem quanto nos Governos do PT e como retribuiu? Com ingratidão. Portanto, deve ser castigada. Muito castigada. A começar com a  proibição de viajar pra Disney.

        Um conselho: estude antes de escrever besteira.

         

        • Ignorante
          Além de fascista é ignorante. Não sabe com quem fala, mas acha que agenda oculta e castigo faz parte da democracia. Os torturadores dá ditadura militar pensavam igualzinho a você.

          • Ingênuo

            Não vamos entrar em detalhes, mas você prova que não passa de um ingênuo. Além de querer dar carteiraço mostra que não aprendeu nada. Viu no que deu o exercício do diálogo? Sem contar que não conseguiu minimamente desmentir o que afirmei…

            Cuidado com que escreve. Você também é um ignorante que não tem a menor ideia de com quem fala.

          • Debate

            Fica claro que você pertence a essa “classe média imbecil”. Os governos do PT não conseguiram tirar dos ricos porque tinham o rabo preso com banqueiros. Foram abandonados pela classe media por causa da montanha de mentiras que Dilma contou. Retruca agora!

          • Você faz parte da direita

            Você faz parte da direita imbecil incapaz de pensar. Vem aqui discutir, quer dar carteiraço, mas bem se vê que não passa de um ingênuo, ressentido, incapaz de entender as questões mais elementares da política.

            Queria romper com os banqueiros e desetrutrurar toda a economia? Se Lula tivesse feito isso teria caido ainda em 2003. Melhor ainda, quem não tem o rabo preso com banqueiros? com empreiteiras? com o escambau? Nunca defendi a ruptura. Achava, como Lula, que o convívio era possível. Defendi sempre um projeto nacional, que hoje, vejo, é impossível com os banqueiros que estão aí, pois seus interesses são internacionais, contrários a qualquer projeto nacional. 

            E quem não mentiu pra classe média imbecil? Qual partido que nunca mentiu? Quer me matar de rir? E outra: a classe média imbecil sempre odiou Lula, Dilma e o PT e foi pra rua a mando da Globo. Foi para a rua por ódio, puro e simples. Quem, nesse governo que está aí contou uma verdade para a classe média imbecil? A economia já estava em dificuldades desde 2012, mas dizer que tirando a Dilma a coisa ia melhorar foi a pior da mentiras. Estão tirando direitos e renda com a mentira descarada de que tudo vai melhorar. Não vai melhorar! Estão usando desculpas idiotas, para idiotas com claro objetivo de engordar o sistema financeiro.

            Chamo a classe média de imbecil porque convivo com ela. Sei como pensa, aliás, não pensa.

            Olha, cara. Já vi que você é muito tosco. Quer discutir mas resume-se a repetir o que a Globo manda dizer.

            Vai estudar e pára de encher meu saco!

      • Todos ganharam com Lula

        Um dos vários consensos sobre os governos de Lula é que eles foram um sucesso absoluto sem que qualquer classe social tenha sido prejudicada. Foi um ganha-ganha geral. Esse dado ninguém contesta.

      • Olhe o que aconteceu em 1954,

        Olhe o que aconteceu em 1954, 1964 e 2016. Tivemos o “Lulinha Paz e Amor” e olha no que deu. Quer continuar errando?

        • Lula: sucesso absoluto e comprovado!

          O golpe só ocorreu pelo sucesso indiscutívels das gestões do Presidente Lula. Se ele tivesse fracassado o PT teria perdido as eleições e os derrotados não precisariam dar o golpe que deram contra a democracia.

          • Tuas palavras só reforçam meu

            Tuas palavras só reforçam meu argumento. O sucesso indiscuível de Lula foi demais para a direita cretina e para a classe média imbecil. Deu no que deu. Nos cabe tirar lições do episódio. Chegou a hora da grande política. Dura, cruel, implável com os inimigos do país.

             

        • O que deu

          O “que deu” é foi tamanho o sucesso dos governos Lula e Dilma (vitória em 4 eleições presidenciais seguidas) que só restou à direita dar um Golpe de Estado para que os derrotados de 2014 assumissem sem ter que se submeter ao voto popular. O golpe é o mais fiel retrato dos governos Lula e de Dilma até 2014 (a partir daí o MF foi entregue àque Levy que jogou tudo por água abaixo).

  32. Existe uma bandeira à ser

    Existe uma bandeira à ser empunhada. A bandeira do ‘interesse nacional’. Bandeira que junto com o Nacionalismo começa a varrer o mundo – vejam o Brexit e a eleição de Trump (não a pessoa em si, mas o discurso). Como será no Brasil? Lula, Ciro, as esquerdas ficarão se digladiando? As esquerdas continuarão no debate sobre quem é “mais de esquerda”, “quem veio primeiro, o ovo ou a galinha”? 

    Depois de uma pequena provocação com as brigas entre as esquerdas, creio que o candidato que levantar a bandeira do interesse nacional tem enormes possibilidades de levar as próximas eleições. O que no meu ponto de vista e pelo que conheço, vai além das fileiras de esquerda. E creio que tanto quanto Lula quanto Ciro Gomes tenham essa percepção.

  33. Lula-PT-Ciro

    Lula é o candidato e como disse o Eduardo Guimarães e até sendo reconhecido pelo PIG com o aprofundamento da crise ajuda Lula no quesito saudade.O povo começa a sentir saudades do governo Lula onde houve um periodo de bonança,de avanços.O PT foi sendo dilapidado pela sua direção e algumas figuras de destaque que como Dilma não tem o menor traquejo politico,e não so em  a relação com o congresso mas total falta de comunicação com a base,movimentos sociais,militancia e sindicatos se distanciando da principal fonte de força do partido,figuras como Mercadante,Cardoso,Bernado,Rui Falcão foram altamente nocivas.Vejo uma rasa analise do PT como um partido moribundo, com numero grande de filiados e ainda um percentual grande de pedidos de filiação,este esta ferido ,morto não,sua direção sim deveria ser erradicada.Ciro so tem discurso,na sua vida politica onde passou não aglutinou nada,não tem sequer um grupo (de qualquer extrato da sociedade) que o apoie,o que tem é apoios,simpatias de uma parcela do eleitorado que acha que ele enfrentara,fara coisas que o Lula não fez baseado unicamente em seu discurso,boa oratória,inteligente mas ele é so isto. Não tem atras de si um conjunto de forças para sustenta-lo.Se,se eleito duvido muito que fara muita coisa.Ciro não goza da confiança de Lula.Acho muito mais provavel em havendo eleições e se Lula estiver impedido de se candidatar, e no horizonte agora não vejo mudanças mais radicais na direçào do PT e Lula não se canditara por outra legenda porque quer reergue-la,então neste caso coloco minhas fichas em Hadad.

  34. Lula

    Queiram ou não queiram os partidos de esquerda que, de tanto combaterem o PT e o PCdoB, fazem o jogo da direita; queiram ou não queiram os partidários de Ciro que, sabendo não ter o seu candidato cacife para enfrentar Lula, apegam-se em qualquer argumento para desqualificar a sua candidatura; queiram ou não queiram os juízes que servem à plutocracia; queira ou ou queira a própria plutocracia, cujas ideias predominam em todos os poderes da República e no “eletron livre” conhecido como MPF; queira ou não queira o oligopólio midiático, porta voz entusiasmado da plutocracia; Lula foi o melhor presidente da República Federativa do Brasil e é o maior líder vivo do país. Logo o candidato mais viável.

  35. Política, política, política e política

    Não diria que a política de conciliação fracassou, pois durou treze anos e fêz muita coisa. Desandou, por falhas do PT, quais sejam, conciliação “em excesso”, o tal “republicanismo” e acomodação burocrática da cúpula partidária. Sem contar uma geração de políticos sem sangue nas veias. Com esses Humberto Costa, Vianas, Tarsos, Cardozos e covardes que não aparecem, não há partido que resista. Salvam-se poucos como Lindeberg, Pimenta, Wadih e Gleisi.

    Não falo nas “falhas” da direita, que deu o golpe, porque não foi falha, muito pelo contrário. Falha é não ver que em algum momento eles cansariam de perder eleição e partiriam para o tudo ou nada. Leia a história do Brasil e se constata que a direita brasileira é golpista, sempre foi.

    Infelizmente, apesar de admirar profundamente a Dilma, por sua história fantástica, sua honestidade e coragem, sua figura foi a chave do desmantelamento do projeto conciliatório do PT. Fêz conciliação excessiva onde não devia, como com a mídia e a burocracia coxinha tucana no aparelho estatal.

    Onde deveria ter jogo de cintura, na política “profissional”, foi intolerante e/ou ausente. Sem conversa não há política. E aí a gente chega na palavra mágica. Política. Sem fazer política não há projeto de país, que Dilma tinha, que se sustente. Faltou política no sentido pleno no governo Dilma

     

    • a ação política e Dilma

      Quanto mais se expõem as entranhas do poder, mais eu entendo a falta de jogo de cintura  de Dilmae sua pseudo dureza e obstinação. Eu costumo dizer que na vida tudo é negociável, excesso princípios. Logo, era e é impossível negociar com o arranjo de poder qie está montado no Brasil há décadas. Provas disso há várias. Para não retrocedermos demais vamos nos ater aos governos Collor, FHC e Lula, sem entrar no mérito pessoal e dos respectivos governos. Todos, sem excessão bailaram na curva quando precisaram negociar apoio, sendo que o Collor capotou por falta de habilidade ao volante e Lula, por razões óbvias exaustivamente apontadas no blog, levou a fama. FHC, também, por razões óbivas pontuadas à exaustão, safou-se.

      Tudo o que fazemos aqui é engenharia de obra pronta, então,em retrospectiva, ao retirarmos o efeito das circunstâncias no momento das decisões, há facilidade em apontar erros de projeto e de execução. Dito isso, destaco a impossibilidade da Presidenta (declino o gênero desde o golpe) ter qualquer diálogo com os partidos da base aliada e, inclusive, com algumas alas do PT (v. Delcídio do Amaral & Outros). A seguir, pontuo onde penso que residiram os maiores erros estratégicos de Dilma:

      1 – sabedora da impossibilidade de operar com a base aliada, pouco tempo após o discurso de posse, em 2011, onde destacou uma instransigente postura contra eventuais “mal-feitos” no seu governo, deveria ter usado da oportunidade dada pelo primeiro, previsível tropeço da turma, no caso do Ministério dos Transportes, capitaneado á época por Afredo Nascimento (PR) e bancado a bronca inevitável;

      2 – montar uma das piores equipes de assessores já vista, incompetente para aconselhá-la e sem peso político, sem representatividade e interlocução com quaisquer esferas do próprio governo, quiçá com os demais poderes e com os governadores; e

      3 – uma ação de comunicação verdadeiramente desastrosa, ruim do inicio ao fim, tanto que o último titular do cargo hoje se ocupa em descer o sarrafo no governo a que (des)serviu e, com especial maldade, na Presidenta.

      Enfim, como disse, fácil é apontar erros passados, todavia, não dá pra desprezar que uma pessoa íntegra, com marcantes ideais democráticos e republicanos e fiel a princípios como a Presidenta Dilma, em condições similares, teria as mesmas dificuldades para governar. 

       

       

      3 – ter

       

       

       

    • Resalva

      Faria uma pequena resalva no seu texto, oque aconteceu foi dado a instalação de uma crise econômica originada externamente, viu-se uma justificativa para o golpe (popular, já que o motivo  de muitas pessoas para apoia-lo foi a economia). Como o congresso sendo investigado pela lava-jato e a recusa do governo em estancar a sagria viu-se o motivo real deste. Não havia como aplicar política no caso da Dilma a não ser que acabasse com a investigação já que a maioria está enrolado nela.

      De certo ponto é bem parecido com o golpe de 64, o país estava em uma crise econômica por causa do Juscelino e o Jango não conseguindo se entender com o o congresso. Parte da esquerda fazendo oposição ao governo. Então a direita apoiou o golpe com a ajuda da mídia.

    • Resalva

      Faria uma pequena resalva no seu texto, oque aconteceu foi dado a instalação de uma crise econômica originada externamente, viu-se uma justificativa para o golpe (popular, já que o motivo  de muitas pessoas para apoia-lo foi a economia). Como o congresso sendo investigado pela lava-jato e a recusa do governo em estancar a sagria viu-se o motivo real deste. Não havia como aplicar política no caso da Dilma a não ser que acabasse com a investigação já que a maioria está enrolado nela.

      De certo ponto é bem parecido com o golpe de 64, o país estava em uma crise econômica por causa do Juscelino e o Jango não conseguindo se entender com o o congresso. Parte da esquerda fazendo oposição ao governo. Então a direita apoiou o golpe com a ajuda da mídia.

    • Acho que falhou sim. Falhou

      Acho que falhou sim. Falhou porque foi incapaz de perceber que uma hora iria ser sabotada, como foi. E agora, as conquistas que aonteceram estao descendo pelo ralo

  36. Lula, Ciro e a frente das esquerdas
    Só para recuperar o que foi conquistado pela democracia, vai dar?

    “Lula sensibiliza uma base maior, pelo simbolismo do seu nome, pelas lembranças da fase áurea do país e por sua posição nas pesquisas eleitorais para 2018. O de Ciro sensibiliza os que julgam impossível um pacto de convivência com os setores que deram o golpe, tendo em vista o fracasso da política de conciliação de Lula e Dilma.”

    No entanto, sobre o pacto de convivência aludido, ainda estamos pesando se será possível governar uma provável gestão de Lula ou de Ciro, ainda com o peculiar esquema presidencial brasileiro de “junto com a maioria do congresso”?

    Espero que não, e aliás, o fracasso da conciliação Lula e Dilma com a direita se deve apenas a imperícia política do PT?
    Pensando bem, é evidente que não, e, isso vem muito ao caso

    Porque a direita vai continuar fiel ao seu próprio anacronismo revestido de falsa e questionável autoridade (autoritarismo) de classe, autoridade de reduto político-econômico, autoridade de feudo institucional dentro do Estado
    Pois a direita já disse a que veio, ela é capaz de produzir um Golpe de Estado com regime de exceção…
    Ora, então, justamente devido a impossibilidade de diálogo coerente e responsável com amplos setores da direita, como se daria o governo de Lula e Ciro?

  37. Lula, Ciro e a frente das esquerdas
    Só para recuperar o que foi conquistado pela democracia, vai dar?

    “Lula sensibiliza uma base maior, pelo simbolismo do seu nome, pelas lembranças da fase áurea do país e por sua posição nas pesquisas eleitorais para 2018. O de Ciro sensibiliza os que julgam impossível um pacto de convivência com os setores que deram o golpe, tendo em vista o fracasso da política de conciliação de Lula e Dilma.”

    No entanto, sobre o pacto de convivência aludido, ainda estamos pesando se será possível governar uma provável gestão de Lula ou de Ciro, ainda com o peculiar esquema presidencial brasileiro de “junto com a maioria do congresso”?

    Espero que não, e aliás, o fracasso da conciliação Lula e Dilma com a direita se deve apenas a imperícia política do PT?
    Pensando bem, é evidente que não, e, isso vem muito ao caso

    Porque a direita vai continuar fiel ao seu próprio anacronismo revestido de falsa e questionável autoridade (autoritarismo) de classe, autoridade de reduto político-econômico, autoridade de feudo institucional dentro do Estado
    Pois a direita já disse a que veio, ela é capaz de produzir um Golpe de Estado com regime de exceção…
    Ora, então, justamente devido a impossibilidade de diálogo coerente e responsável com amplos setores da direita, como se daria o governo de Lula e Ciro?

  38. Esquecer o golpe?

    Admiro o Ciro Gomes mas acho muito estranho o que ele anda pregando ultimamente, ou seja, a ideia de parar de denunciar o Golpe de Estado e ir em frente. Enquanto for vivo denunciarei este Golpe de Estado antidemocrático e antinacional até o fim dos meus dias, como continuo denunciando o Golpe de 64. Humberto Costa, o idiota, é outro que apareceu com esta ideia estapafurdia. Esse tipo de postura afeta a credibilidade de um homem público, além da afirmação de Ciro que uma eventual candidatura de Lula seria um “desserviço” ao Brasil. Por quê?

  39. Lula ou Ciro

    Até um tempo atrás eu estava em dúvida.

    Mas, agora, refletindo um pouco mais, creio ter chegado a uma conclusão.

    Lula é, por enquanto, o grande nome que a esquerda tem.

    Ao mesmo tempo, Lula é, e continuará sendo por muito tempo, o alvo preferido da direita e da extrema direita.

    Vejo, em uma eventual candidatura Lula, uma grande chance de Lula ganhar, mas não levar.

    É muito complicado governar com o congresso que temos. Nada indica que em 2018 teremos um congresso melhor. Diria, mesmo, que neste aspecto as chances são todas contra nós. O Congresso que virá em 2018 será, no mínimo igual a este. Daí para pior.

    Lula é, por natureza, um grande conciliador.

    Infelizmente, o “Lulinha paz e amor” arrisca a dar com os burros n’água.

    Com uma carrada de pontos de interrogação, já que Ciro Gomes é uma grande incógnita, talvez a melhor opção para o atual momento seja “Ciro, bateu levou”.

    O risco é o de Ciro se embananar, como já fez várias vezes antes, durante a campanha.

    Mas se conseguir ser prudente e não abrir flancos por onde possa ser atacado gratuitamente, um governo Ciro, apoiado por Lula, pode vir a ser a grande novidade em 2018… e com Lula de Ministro das relaçõex exteriores.

    E, com o grande respeito que mantenho por Dilma, sugiro mantê-la longe dos microfones.

     

  40. Mas, diga me qual a esquerda

    Mas, diga me qual a esquerda que não é marxista.

    “O grande desafio é encontrar um socialista que viva de acordo com aquilo que prega”

    Lula e Ciro vão trazer o mesmo que tantos trouxeram, o mesmo ministro da economia Palocci, Guido mantega, Joaquin Levy, Nelson Barbosa.

       .

    • Esquerdas

      Se vc ler um pouquinho sobre o assunto verá a diversidade de correntes de pensamento na Esquerda. Talvez a maioria seja não-marxista.

  41. Chapa Chibata!

    Esta Bodega Apoia:

    Chapa Chibata 2018

    Ciro e Lula!

    Ciro na Presidência, como um Putin enfurecido, tratando os canalhas de filhos da puta e denunciando-os corajosamente ao povo.

    Lula na Vice-presidência e articulação política passando unguento nas feridas dos canalhas filhos da puta que o Ciro irá esfolar.

    Não gosto de Ciro Gomes como político…

    É extremamente autoritário, arrogante, cheio de si…

    acha-se um gênio da lábia (e de fato é)

    vejo-o com certo temor…

    Ainda assim, não vejo ninguém com a fortaleza de espírito e a coragem suficiente para enfrentar tamanha canalhice que se instalou no Brasil, ameaçando-o de total espoliação de suas riquezas…

    É como se se admitisse que é hora dos brutos assumirem.

    O Brasil não tem solução fora da resolução de seus conflitos estruturais e um basta na sua cleptocracia!

    Em 2018, com imprensa, capital dos bancos e grandes empresas da FIESP, pato de borracha, Poder Judiciário, STF, Estados Unidos e CIA, tucanos inimputáveis, todos atuando juntos, não vai ser fácil para as forças populares…

    E os cínicos já descobriram uma figura interessante que caiu nas graças das periferias..

    Um tal de Dórian Gray, sem o retrato.

    O Editor

     

     

  42. Ciro é inviável eleitoralmente

    Ciro tem sido pouco citado nas pesquisas recentes, abaixo de muitos outros nomes. Não o considero viável nem com o apoio público e explícito do ex-Presidente Lula.

  43. Jornalista experto e inteligente

    São atribuições que faço do Nassif.

    Neste seu texto, observo que Nassif lê realmente os comentários postados.

    A partir destes, ele consolida os seus argumentos e emite sua opinião.

    Abordando sobre a proposta, tema do nome do post, concordo plenamente com suas premissas. Até porque foram objetos de pelo menos dois comentários meus, cito os meus, mas deixo claro que os outros comentários também deixaram suas impressões que estão presentes neste post do Nassif.

    Para clarear o que estou afirmando, remeto a dois posts publicado aqui no blog que estão fielmente interligados.

    Cito por ordem cronológica, primeiro o artigo escrito por Roberto Bitencourt da Silva em 17/02/2017 “Sobre a Sondagem Eleitoral para 2018” e o segundo texto por Eduardo Maretti em 18/02/2017 “Se Lula Disputar a presidência em 2018, Ciro Gomes não deve entrar, dizem analistas.

    Se todos buscarem esses artigos e lerem os comentários, verão que o que afirmo é bastante razoável inferir que Nassif tirou suas conclusões com bases nesses, mas acrecenta outros com aquelas séries de três perguntas.

    É lógico que Nassif tem as suas convicções firmadas, mas deixa a impressão que se escudou nos comentários desses artigos.

    Sem nenhuma pretensão de ser formulador de estratégias, apenas discorri o que penso e vejo muita semelhança com as ideias minha lá escritas, assim como as outras opiniões de outros comentaristas.

    Para mim o parágrafo que resume o texto e assiná-lo como o de maior importância é este:

    “3.     A dificuldade em consolidar um projeto de país que expurgue da social-democracia as concessões absurdas feitas ao mercado – em nível global, saliente-se -, mas que, ao mesmo tempo, não embarque na visão de um socialismo utópico”.

    Mas não deixo de dar relevância quando ele pergunta:

    “Como se comportarão as Forças Armadas”.

    A resposta a essa pergunta será o fiel da balança, pois vejo elas sempre comprometidas com as forças do atraso, atreladas com o que os EUA pensa, contraiando o seus discursos de nacionalismo de coesão nacional, como se as elites do país, somentes elas representassem o desejos da população do país.

    É preciso um giro de 360 graus sobre o que as Forças Armadas pensam, traduzindo, respeitando e dando garantias para o que a maioria do povo deseja para o país.

    Esse é o momento, pois o país está destroçado e politicamente as Forças Armada não devem nunca mais se aventurarem nessa área, deixando-os para os político do bem do nosso país, e pelo menos uma vez na vida dar chance para uma mudança radical. Sua missão é garantir a expressão dos desejos da maioria do povo brasileiro.

    Sem ser pretencioso, reproduzo abaixo os comentários sobre os dois textos que citei.

    “Sobre a Sondagem Eleitoral para 2018”

    Meu comentário

    Elogios?

    Acho que já fiz elogios à alguns artigos do Bitencourt aqui no blog, não sei e não me lembro.

    O que nós podemos extrair desse artigo?

    Particularmente, eu digo: absolutamente nada.

    A pesquisa CNT/MDA é um sinalizador no qual aponta que Lula ainda é o único líder no país.

    O próprio autor confessa que se não fosse a mídia obscurantista, os números seriam melhores.

    Todos os possíveis caminhos apontados por Bitencourt levam a uma situação de incredulidade, principalmente se considerar Lula como candidato em 2018. E segundo ele, se houver eleições. Aqui eu concordo.

    Mas e do resto?

    Como diz um colega meu para situações como essa: é o que se apresenta para o momento.

    Realmente Lula é um conciliador e deverá se compor com a “nata” que sempre o odiou e o derrotou nesse golpe?

    O país é esse e o que temos ainda é o Lula. Se deixarem ele se elege. Se eleito vai governar? Essa é a questão.

    Os movimentos populares devem se organizar, pleitear e lutar muito para que uma candiadtura expresse essa vontade popular.

    Mas a pesquisa já não sinalizou isso?

    E o que Lula representa não é o desejo da maioria?

    Os números estão lá, claros, límpidos e cristalino.

    O que o autor deveria propor, já que é um historiador e cientista político, são ideias, propostas mais objetivas, sem generalidades como o povo se organizar.

    Tá bom. O povo se organizar sem liderança?

    Me parece que o autor deixou implícito que Lula não é essa pessoa, pelo fato da perseguição de todo o segmento político/midiático/empresarial e institucional envolvida no golpe.

    Será que o autor está imaginando que Jesus Cristo virá para nos salvar?

    Cadê as ideias Bitencourt?

    A sua formação em história não lhe tras nenhuma conjuntura política de momentos idênticos aos quais estamos vivendo e que possa servir de exemplo?

    Não há paralelos histórico que possamos nos nortear?

    “O povo tem que ser esclarecido para nortear as ações”.

    Mas haverá tempo para isso?

    Temos que extrair dos dados da pesquisa, conclusões que o autor do artigo se esqueceu de comentar.

    Já existe um sentimento no seio do povão da era Lula, um recall que começa a ganhar força e que o autor deixou passar batido.

    Devemos nos concentrar nesse aspecto e provocando a população com a sanha do desmonte do estado nacional.

    Os dois projetos em tramitação no Congresso, o desmonte da Previdência Social e da CLT, são os carros chefes que devem ser intensamente combatidos e divulgados a exaustão.

    Esse dois projetos já estão na boca do forno.

    Todos os trabalhadores serão prejudicados, mas as entidades de classe dos professores programaram para 15 de março uma greve geral.

    Um detalhe que vem sistematicamente se repitindo nas pesquisas são as intenções de voto do Ciro Gomes.

    Embora eu considere um político bem preparado, com todas as suas particularidas, especialmente o seu estilo incendiário, que aliás me agrada, eu sugiro uma composição do Lula conciliador numa chapa com Ciro incendiário de vice.

    Funcionaria como um parlamentarismo disfarsado com Ciro batendo pesado na bandidagem vendilhona e Lula conciliando nos bastidores.

    Seria uma chapa já prevendo um futuro imediato, até porque Lula, hoje com 71 anos, deixaria preparado o caminho para Ciro em 2022, como sucessor.

    Eu vejo, fora essa alternativa, o confronto direto com os bandidos que assaltaram o poder.

    Nese caso o pau tem que bater doído.

    Ou então capitular mesmo e entregar as chaves aos irmãos do norte.

    Select ratingRuimBomMuito bomÓtimo ExcelenteRuimBomMuito bomÓtimoExcelente

    e sobre 

    “Se Lula Disputar a presidência em 2018, Ciro Gomes não deve entrar, dizem analistas”.

    Já desenhei

    Essa estratégia no artigo do Bitencourt.

    Se o momento é de unir as forças de esquerda, e Ciro, inteligente como é, sabe que esse é o caminho, por isso se nega a ser candidato se Lula for.

    Vou além, e Ciro  sabe que numa chapa com Lula é invencível e muito mais do que isso, inatingível como político ilibado.

    O tresloucado Moro continuará até o fim a perseguir Lula, com convicção ou sem convicção. Qualquer réstia de denúncia, qualquer coisa do gênero, do tipo, “ouvi dizer que eu acho que o Lula está envolvido no desvio das águas do São Francisco para a sua propriedade”. Mas o Lula não tem propriedade no nordeste. Isso é o de menos. A gente arruma uma.

    Vai ser assim até o fim, e a campanha presidencial correndo.

    Ciro tem que pensa no seguinte:

    1- Lula eleito, Ciro será seu vice de luxo num governo de revolução.

    Não é isso que Ciro quer?

    Resgatar os valores do povo brasileiro, tomar de volta todas as empresa da Petrobras vendidas paro os estrangeiros, e isso ele já afirmou que faria. Pois então Ciro, pense nisso e você terá todo o apoio do povão. Ou vamos ficar esperando que apareça um Raduan Nassar por mes para tocar fogo nesses golpistas?

    Raduan, que fiquei conhecendo-o a pouco tempo e nem imaginava qual era a sua postura política, está sendo uma surpresa agradabilíssima. Isso me diz muita coisa. O Brasil tem jeito sim porque tem brasileiros como Raduan.

    Fiquei encantado quando vi um vídeo em que ele era objeto da reportagem que contava a historia da doação da sua fazenda para a UFscar.

    Nós precisaremos de quantos Raduan, de quantos Eugênio Aragão para demolir esses trombadões?

    2- Se, por acaso, Lula se tornar impedido em plena campanha presidencial muitas coisas já terão desenrolado e Ciro será o herdeiro natural da chapa a presidente e o programa apresentado já estará com o pleno conhecimento da população e Ciro, ai sim, poderá ser eleito presidente. Se sai isoladamente numa outra chapa, não terá a menor chance. Por isso ele diz que não será candidato se Lula entrar na disputa.

    3- Lula tem hoje 71 anos, eleito, ele preparará para a proxima eleição em 2022, Ciro como seu sucessor.

    4- Esse governo deverá ser radical nas suas ações. Tomar de volta o país para os brasileiros.

    Ciro costura o seu entusiamo pelo país com os seus eleitores, com seu espírito aguerrido incendeia corações e mentes do povão com uma política agressiva sem rodeios. E Lula com seu jeito conciliador, nos bastidores trava a batalha com os desafetos.

    Lula é internacionalmente reconhecido. Será embaixador de luxo com suas falas de improviso e expressão das suas emoções em todos os países que percorrer.

    É preciso audácia, enfrentamento de verdade para botar para correr todo o grupo de golpista: os Renas, Cunhas, Temer, Gilmar Mendes, Aécio, Serra…a mídia venal, o judiciário cooptado, mpf, com Janot, PF aecista. Selar de vez o baú e atirá-los em alto mar, para nunca mais aparecer no país.

    É fácil fazer isso? Não é. Mas se não tentar, nunca saberemos.

    Select ratingRuimBomMuito bomÓtimo ExcelenteRuimBomMuito bomÓtimoExcelente

     

  44. É essencial e estratégico,

    É essencial e estratégico, nesse momento, a elaboração de um projeto mínimo de país, como propõe Nassif. Contudo, é improvável que se estabeleça uma frente das esquerdas e ainda mais improvável que as esquerdas  cheguem a um consenso sobre esse projeto. Em conversa entre amigos, muitos questionam por que jornalistas que se destacam pela inteligência, seriedade, integridade,  capacidade de trabalho  e  espírito democrático, e outros profissionais igualmente patrióticos e capazes,   não saem candidatos ao cargo de Presidente do Brasil. Sabemos que isso não é uma possibilidade real. Mas esse grupo de brasileiros, tais como Luis Nassif, Gonzaga Beluzzo, Bresser Pereira, e tantos outros economistas do mesmo nível e tendência, ao lado de outros brasileiros do setor jurídico, técnico, empresarial, educacional poderiam contribuir efetivamente para a construção de um país socialmente mais justo , ao se unirem na elaboração de um Projeto Mínimo de Nação, partindo da infraestrutura existente, dos recursos naturais disponíveis e da capacidade de trabalho de nossa população. Acredito que podem e devem ir além das análises econômicas e políticas, além das críticas construtivas e das denúncias dos malfeitos.  O Brasil precisa de uma plataforma mínima,  que  demonstre de maneira insofismável, o quanto somos viável como nação, que temos homens e mulheres competentes  para a realização desse projeto. Saber que se tem a razão, que se está do lado certo e que se tem as respostas certas para nossos problemas não é mais suficiente. O meio político foi inviabilizado pelo golpe de Estado,  cabe então à sociedade civil tomar em suas mãos essa iniciativa. Nesse ponto de nossa história,  os homens de bem não devem, ao menos isso, aos milhões de brasileiros  que lutam honestamente para simplesmente sobreviver ? 

     

  45. Se eu fosse o Lula

    Se eu fosse o Lula, sairia de vice do Ciro (ou até indicar alguém). Mobilizaria toda sua base em torno deste projeto de país mais progressista como o que ele propõe (o Ciro).

    Desvinculando-se do “fracasso” petista e deixando-se de idealizar utopias, acredito ser uma possibilidade das frentes progressistas evitarem uma tragédia fascista em 2018.

    É esse o cenário que imagino para as próximas eleições, civilização ou barbárie.

     

    • Governos exitosos!

      Exatamente pelo grande sucesso dos governos Lula e de Dilma até 2014 (antes dela botar aquele representante dos bancos no MF) é que houve o golpe. Não foi por acaso que o PT ganhou quatro eleições presidenciais sucessivas.

  46. Eu acho que ai você comete o
    Eu acho que ai você comete o mesmo erro que censura. “O amálgama geral deveria ser o projeto de país, os princípios de uma política econômica desenvolvimentista e social…A dificuldade em consolidar um projeto de país que expurgue da social-democracia as concessões absurdas feitas ao mercado… mas que, ao mesmo tempo, não embarque na visão de um socialismo utópico.”. Então, essa é a sua visão, e de uma parte da “esquerda” sobre o que “as esquerdas devem fazer”. Já a visão de outra parte das esquerdas é justamente o contrário. Essa contradição é inconciliável desde quando a idéia de social de democracia surgiu, no século XIX, negandoo caminho da revolução, ao passo que posteriormente o campo revolucionário rachou a 1a. Internacional entre vanguardiatas e libertários. Não há nada de novo sob o sol, por isso sugeriria que não se deve vir e dizer o que “as esquerdas” devem fazer sem assir de qual lugar das “esquerdas” sua verdade fala. Diga simplesmente: o que os sociais democratas precisam fazer para chegar ao poder, sem precisar apontar ao que restou da esquerda “revolucionária” como e porque ela deve contribuir para isso…
    (Aqui chamo de esquerda “revolucionária” todas as alas que não abandonam, em seus meios, o fim ultimo de se superar o capitalismo.)

  47. Nassif, creio que no atual

    Nassif, creio que no atual momento nenhum dos dois teria chances reais de vitória em 2018. Muito menos de conseguir Governar minimamente. 

    Para isso ocorrer o Pais teria que continuar piorando até lá e talvez chegarmos no ano que vem totalmente destruidos. 

    Infelizmente é isso.

    Ora, quem vai querer financiar Lula, Ciro ou o PT ? 

    E a lava jato, o MP, e o judicáiro, quem irá dete-los ?

    Essas são as principais perguntas. 

    Mas o que Lula e Ciro devem ir fazendo, a partir de agora são principalmente duas coisas básicas:

    1) Buscar um programa economico de recuperaçao, mas que não assuste a classe média.

    2) Buscar, nos bastidores, apoios e interlocução com os atuais poderes reais do País, Mídia, MP e judiciário ou, alternativamente, buscar uma estratégia eficaz de destruir os 3. 

    3) Buscar interlocução e apoio nas forças armadas. Este dialoga com o 2. 

     

     

    • Alguns detalhes nesse plano

      a qual classe média você se refere? Aquela verde-amarelo cbf da paulista? Com essa eu não vejo diálogo.

      Talvez o mais importante hoje seja se aproximar das forças armadas, assumindo o discurso nacionalista e evitar qualquer personagem ex-revolucionário esquerdista pra melar essas relações.

      Não tem interlocução com midia, mp, judiciário, o lado deles é a plutocracia. E o pior é que essa plutocracia é antinacional. Isso para mim está claro. E essa é a coisa mais dolorosa de observar para mim. Eles não tem compromisso com o Brasil.

      A hora á aproveitar essa nova onda nacionalista (trump, brexit) e surfá-la antes do bolsonaro afinar tal discurso.

      • Como não tem interlocução ?
        O

        Como não tem interlocução ?

        O Aragão é do MP ora. Por que Dilma não o indicou ao inves do Janto em 2015 ? Até parece que ela queria cair. 

        Basta ter cérebro, coragem e atitude de agir. 

        O que impede Lula de conversar com um dos Marinho ? E algum emissário conversar com Toffolli e Gilmar ?

        Politica é isso. 

        A outra opção é tentar destruir todos esses. 

        Qual é mais fácil ?

        Ganhar as eleições será muito difícil, mas ganhar da maneira que as coisas estão não adiantará nada. 

        Quanto ás forças armadas, estamos de pleno acordo. 

    • Lula é franco favorito!

      TODAS as pesquisas recentes mostram a grande possibilidade de vitória de Lula nas próximas eleições (se a globo permitir). Parece que tem gente meio desinformada por aqui.

      • Meu caro, voce está

        Meu caro, voce está totalmente mal informado. 

        As pesquisas mostram Lula na liderança, porém com pouco mais de 30% dos votos. 

        Para vencer é preciso ter mais de 50%. 

        Como estamos longe das eleições essas pesquisas não querem dizer nada. 

         

         

        • Com certeza!

          Com certeza! O PT sempre teve os 30% 35% dos votos! O problema é conseguir os outros 20% para ganhar as eleições!

          O pessoal aqui tem dificudade de entender que a população brasileira como um todo não é socialista! É social democrata! Quer um “colchão social” para os mais pobres  ( e para si mesma se não obtiver sucesso no decorrer da vida no “mercado”) e possibilidade de ascenção econômica para os que se arriscarem no mercado.

          Já foi citado aqui que  “globalistinhas” que infectam a esquerda, priorizando sua agenda humanista, que inviabilizam a econômica, atrapalham demais o processo de evolução no melhor caminho “possível”. Inviabilizam o “um passo de cada vez”!

          A continuar assim, a esquerda vai virar  futuramente um “apêndice” de um partido liberal/democrata que está sendo gestado a toque de caixa! Basta observar a quantidade de visualizações e comentários nos videos de anarcocapitalistas nos blogs e youtube. Estão se tornando a nova ideologia dos  mais jovens, que nas gerações de 80,90 e 2000, em sua maioria acreditava no PT! 

        • Chances de Lula

          Se lembre:

          Na última CNTMDA, apontou 20% de brancos e nulos.

          Em torno de 10% de indecisos. Consideramos metade para cada lado, ou seja 5%.

          Mais. A abstençao está girando em torno de 10%.

          Em média brancos, nulos, mais abstenção está girando em torno de 30%.

          Os VOTOS VÁLIDOS É; 100 – 30 = 70%

          50% dos votos válidos é = 35%

          Lula tem 30%

          Ciro tem 5%

          Os dois Juntos tem 35%.

          Ou seja Lula tem 50% dos votos válidos, podendo ser eleito no primeiro turno.

          Tanto que é assim, que em todos os cenários de segundo turno da pesquisa Lula ganha disparado.

          *** Temos que considerar ainda que CNTMDA são de pessoas do ninho tucano. Em consequência tenho

               certeza que o cenário é ainda um pouco mais favorável a Lula.

          Quanto ao cenário como o almofadinha João DÓLAR, é simples o raciocínio:

          Lula terá sua intenção de votos da pesquisa mais aqueles de Ciro Gomes, somados com 20% do eleitorado do Aécio

          aqui em Minas Gerais.

          Segundo a nuvem política nesse momento, 0532017, O João DÓLAR não é páreo para Lula.

          LULA nesse momento é IMBATÍVEL.

           

          Hélio

           

          Santos Dumont, MG

           

    • A piora nas condições do país
      A piora nas condições do país será um grande cabo eleitoral. Tanto de Lula quanto (argh!) Bolsonaro.

      Daí o desespero da mídia em ficar inventando o tempo todo uma recuperação econômica que ainda ninguém viu.

  48. Concordo

    Os dois devem se unir e mais adiante, em função da direção dos ventos  quem fica na cabela de chapa

    Tenho certeza que assim o fazendo, serão eleitos.

    Mas quando assumirem em 01.01.19  tem que destruir a globo na 1ª semana, senão serão destruidos

  49. Lula Já
    Nassif e a maioria dos comentaristas daqui fizeram uma conversão á direita.

    Prefiro uma Frente de Esquerda com Lula/Dilma/Stédile/Boulos/Papa Francisco/Chico Buarque.

    Palavras do Ciro entaladas na garganta de qualquer um que na real é de esquerda, não de quem fala que é de esquerda.

    Aliás o Ciro é de esquerda? Acho que nem ele assumiu isso.

    Tortuosos são os caminhos de quem diz ser de esquerda.

    O Ciro:

    PDT (2015 – presente)
    PROS (2013 – 2015)
    PSB (2005 – 2013)
    PPS (1996 – 2005)
    PSDB (1988 – 1996)
    PMDB (1983 – 1988)
    PDS (1980 – 1983)

  50. Capacidade comprovada

    Lula já comprovou em dois mandatos presidenciais exitosos que tem capacidade intelectual e emocional de sobra para conduzir o país de volta à democracia.

  51. Sobre Política e Eleições

    Após as reformas de Gorbachev na URSS, ocorreu a dissolução desse país, acarretando uma monstruosa crise social (violência urbana, fome, saques, aumento do alcoolismo e uso de drogas, aumento assustador da taxa de mortalidade, perda de esperança e referencial no presente e futuro). Nesse contexto de crise generalizada, social, política, econômica e institucional, as principais figuras intelectuais tentavam apresentar à sociedade visões de futuro com base em alguns princípios que poderiam alicerçar a construção de um novo projeto nacional para a Federação Russa. Entre esses intelectuais, um que ganhou notoriedade foi Aleksander Soljenítsin, escritor agraciado com o prêmio Nobel de literatura, combatente na 2ª Guerra Mundial e preso político no período stalinista.

    Naquela altura da história, em meados da década de 1990, Soljenítsin mostrava-se indignado com a atitude limítrofe daqueles que deveriam conduzir a reconstrução nacional russa. Em uma de suas falas, dizia ele:

    “Recentemente, em uma plenária do partido “Escolha Russa”, seu líder proclamou: – O maior objetivo de nosso partido hoje… – eu congelei em antecipação. Qual poderia ser o maior objetivo de um partido democrático em tempos tão cruéis? Seria retirar milhões de pessoas da pobreza, rumo à prosperidade? Não. Então seria interromper o saque de nossos recursos naturais, não os deixando ir ao estrangeiro? Ou talvez interromper o saque de nossa indústria, vendida por trocados entre apadrinhados, sob o disfarce de “privatização? Também não. Aumentar nossa produção geral, que caiu tão catastroficamente? Ou nossa moeda, que caiu tão catastroficamente? Novamente, não era isso. Salvar as esferas técnica e científica, nossa base de conhecimentos, que parece ser a única coisa hoje a nos separar dos países africanos? De novo, não era isso. Agricultura? Nossas escolas? Por isso eu nem esperava. Eis então que é proclamado “o maior objetivo de nosso partido hoje: a vitória nas eleições”. Meu Deus, que vergonha, que depravação humilhante. E não se trata apenas desse partido, não. Todos os partidos, cada um deles, estão em meio à corrida pré-eleitoral, cheios de histeria.”

    O que Soljenítsin relata, em tom indignado, é que que os líderes políticos, ao invés de se comportarem como porta-vozes de um movimento intelectual de reconstrução nacional, enunciando as diretrizes dessa reconstrução, vergaram às questões mais imediatistas e instrumentais. O abandono da discussão pública das questões essenciais, preteridas por uma preferência à adaptação ao mecanismo da chegada ao poder – as eleições – tem efeitos graves, mas de percepção sutil. Afinal, – alguém poderia contestar – do que adianta ter boas idéias, claras, coerentes, solidamente fundamentadas, democraticamente debatidas, se não se chega ao poder para exercê-las?

    Sobre isso, na mesma década de 1990, falava o grande geógrafo Milton Santos em uma entrevista, nos tempos áureos do programa Roda Viva:

    “No Brasil, um país onde o Estado não tem um projeto, os partidos dificilmente podem ter como discutir. A produção desse projeto incumbe primariamente ao aparelho de Estado. Recentemente, o ministro Sardenberg escreveu um artigo sobre a possibilidade de um projeto, mas ele termina no “vácuo”, porque sugere que todos os brasileiros se reúnam para fazer um projeto, e isso não é possível. Em um país normal, há vários projetos, e a política é exatamente o exercício da escolha desses projetos, a apresentação desses projetos para a conquista da opinião pública. Acho que a confusão entre eleitoral e político domina toda a vida política nacional, e até mesmo o Partido dos Trabalhadores. O eleitoral é o imediato, o circunstancial, é a caça de uma resposta próxima. O político não, ele sugere uma visão de país em mais longo prazo, com a realização de etapas quando possível, e isso provoca posturas diferentes. As esquerdas têm sido compelidas quase sempre a cair em proposições eleitorais, o que reduz a sua força dentro da nação, porque ela passa a ter um papel de mobilização, que às vezes é muito importante, mas não de produção da consciência. O que nós precisamos no caso brasileiro é primeiro produzir uma consciência nacional, seja ela de direita, esquerda, centro-esquerda, centro-direita, o que for, mas uma consciência, que permita um debate sério. Enquanto os partidos estiverem preocupados apenas com a mobilização para ganhar votos, nós estamos longe disso.”

    A situação que hoje vivemos é de um certo “blackout das idéias”, por conta da degradação do debate público no Brasil. Nas universidades, por exemplo, raramente ocorrem debates dignos desse nome, pois cada grupo acadêmico organiza seus próprios eventos, nos quais todos pensam mais ou menos igual. O debate público, então, é mais difícil ainda. Quais são os espaços que nos restam para esse debate? A imprensa teria um papel a cumprir, mas há tempos abdicou. Hoje, a imprensa é uma estranha província, onde as informações não são mais confiáveis. Não há espaço para debate quando há a intenção da manipulação das narrativas, sem que haja espaço para a contradição.

    Sem dúvida, o avanço político nada tem a ver com perspectivas eleitorais, conquista de eleitorados, contabilidade de votos. O avanço político é o avanço das idéias, e se nós restringirmos o universo político a cálculos eleitorais, estaremos em mau caminho. Do que adianta chegar ao poder se não tivermos a mínima ideia do que fazer? Se não conhecemos os problemas com profundidade? Se a nação não entende a si mesma? Se não temos uma grande visão do futuro? Se não existe espaço para o debate público?

    Me parece muito mal apostar na eleição de algum “salvador da pátria” para a solução dos problemas políticos. Porque o buraco é mais fundo que a “questão eleitoral”, e nós corremos o risco de nos iludirmos. Estamos sempre sacrificando nossa construção nacional, de longo prazo, pelas maquinações eleitorais, de curto prazo.

    Vejo muito bem os candidatos. Mas onde estão as ideias?

  52. Interessante… se o pt

    Interessante… se o pt estivesse com o mpl, talvez muita coisa disso tudo Que vivemos nao teria acontecido no pós 2013.

    Mas se o MPL tivesse consciencia de classe, tb nao… 

    será que há arrependimento do MPL? Afinal, o que eles conseguiram de bom pra eles após os protestos em 2013?

  53. Belo texto lido, petição já

    Belo texto lido, petição já assinada e confirmada … mas … lembremo-nos de Cunha, é o parlamento. Se for obtida uma quantidade razoável de deputados federais e senadores não há Lula que resolva, a despeito de todo o carinho que tenho por ele. Talvez deva ser iniciado um trabalho persistente para câmara federal e senado.

  54. União possível, mas complicada

    Em política nada é impossível, mas acho que a união desses dois não será fácil. Gosto de algumas ideias e propostas do Ciro, mas um candidato à presidência da nação que raramente utiliza o pronome “nós” (reparem bem quando ele fala) na apresentação de seus projetos, como se ele sozinho fosse capaz de resolver os problemas do Brasil, não parece combinar com o perfil já conhecido de Lula. Este, por sua vez, é tido como o único nome do lado esquerdo capaz de recolocar o país no trilho (as pesquisas de intenção de voto de momento mostram que ele ainda tem capital político), mas tenho dúvidas se ele aceitaria com facilidade o estilo, por vezes arrogante e personalista, como o do Ciro. Lula parece saber bem empregar o “nós” (mostrou isso com palavras e ações) e tem um carisma e uma retórica muito mais convincente do que o último.

    Tenho lá minhas dúvidas se o Ciro defenderia Lula incondicionalmente diante do ataque incessante dos adversários políticos (incluindo a mídia hegemônica e juristocracia) durante uma campanha eleitoral? Peito para isso ele tem, mas que preço ele estaria disposto a pagar?

    Uma coisa eu acho certa: sozinho o Lula não vai muito longe, pois ele precisa de companheiros(as) de prestígio e uma ampla frente de apoio para dar mais força à sua eventual tentativa de voltar ao Palácio do Planalto. Ciro deve ser sim considerado (é o meu preferido), mas eu incluíria também o Flávio Dino. Pena que no Sul e Sudeste não tenha alguém que, na minha opinião, possa compor chapa com Lula ou ser por ele apoiado. O Haddad poderia ser uma opção (caso Lula não lance candidatura), mas o seu “low profile” e o desgaste que teve em São Paulo reduzem drasticamente suas chances.   

  55. Uma no cravo, outra na ferradura: Ótimo e Equivocado

    Cito o articulista blogueiro : “No PT, a mudança virá de fora para dentro.” Ótimo ! Porque não vejo disposição, nem vontade… de largar… os cargos das Direções de alto a baixo. E os adiamentos de Congresso para uma pseudorenovação. É um jornalista, creio que amigo de Nassif, que no Youtube dá um panorama da situação brasileira e chega a dizer que de alto a baixo há corrupção e oportunismo na hierarquia do PT. Equívoco: Não ao manifesto. Sou pela Frente Democrática que , num esforço enorme e possível, sim, aproxime as chamadas esquerdas e suas matizes a liberais democratas. Ciro, sem dúvidas.

  56. Por auto crítica mais forte!

    Me incomoda o PT não propor mais ou ter feito melhorias profundas.

    Não vejo um político da esquerda pegar ideias das pessoas ou sites da esquerda e pôr nas campanhas!

    Nem c/ a Dilma vendo que ia sair, ela envia ao congresso projeto de lei para que os cargos de chefia de médio e baixo escalão no executivo sejam por bom processo seletivo (ex: prova de conhecimento, projetos pro mandato e currículo de experiência). Não fez pelo comodismo e para não desempregar milhares de aliados medíocres. Fora ela ser arrogante e mediana.

    Tem tanta ideia boa p/ melhorar o Brasil c/ pouco dificuldade político ou financeira e que sequer propõem!

  57. Não leio tudo, mas tento ler

    Não leio tudo, mas tento ler o mais possivel esses blogs de esquerda e, nunca li, que os 13 anos de PT trouxe muita desagragação das esquerdas. Um exemplo disso: foi os golpismo ter operado às claras, sem nenhum pudor e não ter sofrido nenhum protesto digno desse nome que deixasse claro o inoportunismo dessa ação.

    Outra avaliação bastante negativa foi a acomodação do lulismo com a pactuação às forças malígnas que sempre fizeram mal à nação brasileira. Um exemplo: compor com um banqueiro como o Meireles, até mesmo antes de assumir o poder, foi sintomático e destrutivo do sonho de poder das esquerdas.

    Diante do poder inebriante, o petismo traiu a luta do campo da esquerda, e se tornou um bolchevismo. Cumprindo assim a sina de Mikhail Bakunin, de que todo poder acaba por se tornar uma elite ainda mais poderosa do que a anterior (ou coisa o valha).

    O resumo disso tudo é que, embora Lula possa ser aglutinador ele jamais poderá ser candidato a presidencia mais. Senador o máximo. E deve liderar uma aliança (se a saúde ainda lhe deixar), para que pessoas mais jovens e menos pragmáticas façam a retomada das esquerdas. Prazo de mais um mandato de um direitista aventureiro ou compositor (à Itamar Franco). Fora isso penso que será impensável. Pode-se vencer, mas não se governa (2º mandato da Dilma). Que vou morrer e não entender porque o Lula não voltou, como Putin na Russia.

    • Também tento ler muito….

      Gostei do começo da sua fala botando o dedo em algumas falhas do PT. Só não entendo porque a quase totalidade dos que reconhecem os erros não dizem com todas as letras: erraram porque roubaram deslavadamente. E isso vc também não fala. E dizer que todos roubam não vale.É óbvio que todos roubam mas o PT não tinha esse direito. Votei neles não voto mais porque roubaram deslavadamente.

  58. Por várias vezes já vi o Ciro

    Por várias vezes já vi o Ciro falando mal do Lula em entrevistas. Como cachorro picado de cobra tem medo de linguiça, prefiro uma chapa Lula e Flávio Dino.

  59. Chapa Ciro – Lula

    Uma chapa com Lula presidente é pensar o Brasil no curto prazo. Seria um gesto de grandeza e respeito ao Brasil Lula se submeter a vice numa chapa com Ciro presidente num programa economico e de poder de longo prazo que resguarde : a soberania brasileira, os interesses dos trabalhadores, fortalecimento do mercado interno.

    Mesmo o sucesso de um eventual governo Lula deixaria uma pesada sombra sobre a auto estima do brasileiro, de que apenas um mito como Lula seria capaz de resolver os problemas do Brasil . É preciso criar alternativas e Ciro Gomes é pessoa ilibada em quem se pode confiar para o desempenho do poder em torno de um programa de governo.

  60. Sem união não tem solução.

    Com a direita sem nomes e qualquer projeto de nação são grandes as possibilidades de vitória de Lula ou Ciro; e a  criação de uma  frente de esquerda é a única alternativa para  recuperar o espaço tomado pelo golpe e evitar o retrocesso.  Mas a união depende de maturidade, auto-reflexão  sobre  erros e acertos, superação de vaidades,  caciquismo e diferenças particulares em nome de um projeto coletivo e de nação.  Sem isso, não haverá salvação,.

  61. Sem conciliação até o fim

    Não pode haver conciliação com a plutocracia golpista e entreguista.

    Vou trabalhar de graça para o candidato que prometer eliminar as Organizações Globo.  Se Lula e Dilma tivessem escutado Brizola…

  62. Com a atual campanha da mídia e do ministério público de crimina

    Com a atual campanha da mídia e do ministério público de criminalização da política é muito provável que surja alguma alternativa “apolítica” em âmbito federal. Ou seja, uma aventura imprevisível que pode culminar com uma liderança fascista.

    Em 2018 certamente será eleito um “outsider”, como ocorreu nas principais capitais brasileiras com Dória, Crivella e Kalil. Nesse sentido o Ciro Gomes representa justamente o outsider de esquerda que poderá virar o jogo.

    Outra questão é que as eleições presidenciais influenciam muito as eleições para governadores, senadores e deputados. Por isso, tendo o Lula o apoio da esquerda e o Ciro um discurso capaz de atrair a classe média a aliança entre os dois líderes é algo natural.

    Portanto, a união das duas lideranças é imprescindível não só para conquistar o Planalto como também para eleger uma forte bancada no Congresso Nacional assim como o número de governadores possível.

    Todo o dispositivo golpista que promoveu o golpe está atuando diuturnamente para a consumação definitiva do golpe com a destruição do PT. Tanto dentro do judiciário, quanto em toda a mídia corporativa  o objetivo é um só destruir o Lula.

    Essa selvageria toda que presenciamos não vai acabar enquanto o Lula continuar pleiteado o Planalto. Muito pelo contrário, vai se arrastar por toda a campanha eleitoral e se o Lula for eleito durante o seu mandato.

    Outra questão é o fato da direita não ter projeto eleitoral viável. O único argumento que dá alguma viabilidade à direita é ser anti-Lula e anti-PT. Se o Lula desistir da candidatura a direita ficar sem discurso e completamente desorientada.

  63. Ciro Gomes é um político
    Ciro Gomes é um político sério,correto,decente.Pesa contra ele,seu descontrole emocional,a sopinha de letras da quantidade de partidos que transitou,e a mais letal delas:Lula.Ninguém conseguirá desconstruir o legado dele.A turma do golpe(alô alô Noblat),joga todas as suas fichas nos bandidos vestidos de toga.

  64. Querido Lula, deixa o Ciro (versão Temer das esquerdas) pra lá

    Se você desitir do Brasil, eu entenderei, nosso povo é ingrato e despolitizado.

    Uma pessoa de humanista, de esquerda e com o minimo de cultura deve compreender que o Lula e o PT só tiveram na vida um único adversário: #GloboGolpista.

    Voce “veio, viu e venceu”! Como grande guerreiro que é tem direito de escolher seguir em frente sem olhar pra trás.

    Somos uma piada, e a esquerda? E os movimentos sociais? Acredita que algum deles se importa com você? Menos ainda o Ciro Gomes, ele como vice daria um ótimo Temer e como adversário seria um Serra mais novo e sem dossiês!

    Fico imaginado de onde as pessoas tiram que teremos eleição em 2018 , depois do que passamos desde 2014, como o PSDB, PMDB e GLOBO, acha que eles chegaram onde chegaram para abrir mão? Olhem o judiciário como livra os tucanos? Acha que o TSE já não tem o “sistema” de urnas dominado?

    Lula meu querido, cuida da tua vida e não olha para trás, eles já levaram D. Marisa e estão sedentos para te levar também, e o povo, o povo não se importa desde que tenha um joguinho de futebol bem fajuto hoje na TV GLOBO, a mesma que destruiu o futebol. 

    • Lula chegou lá graças a esse

      Lula chegou lá graças a esse mesmo canal ruim que voces atacam, não se façam de desentendidos.

  65. Nassif erra mais uma vez

    Já esta em todos jornais. PSDB já prepara Doria para 2018. Os grandes caciques não estarão disponiveis e sem forças. Doria é a representação máxima dos empresário que bancaram o golpe(impeachment fabricado com dinheiro do empresariado nacional). Seria o golpe final para um laboratório de estado minimo no país, usando SP , a cidade, como exemplo.

    Cenário 1:

    Se Lula estiver na disputa Dória seria uma força real a vencer Lula num eventual segundo turno aglutinando em si todos os votos anti-lula que hj passa de 50%.

    Cenário 2:

    Se Lula não estiver na esquerda ninguém vai receber os votos de Lula integralmente se houver segundo será entre PSDB e outro candidato de direita(Marina ou Bolsonaro), e ai Dória vence como venceu pela abstenção. Pois com certeza 30-35% da população não iria votar nesse cenário. Eu mesmo não iria comparecer em um segundo turno desenhado dessa forma.

    Cara é bonito, fala muito bem(apresentador de tv), articulado e com uma mega estrutura por trás, candidato perfeito para midia e para o PSDB que acima de tudo só quer vencer.

    Projeto de Dória:

    -Privatização total, fim do bolsa família, fim da CLT por completo.

    Esse vai ser o projeto Dória. Me cobrem em 2018 e ele será presidente do Brasil infelizmente.

    O Brasil vai viver em 2019 o real laboratório do estado mínimo. Ninguém da um golpe para perder em 2018 e existe um projeto empresarial e da midia por tras de tudo que ocorreu que precisa ser continuado. Doria é o nome que acelera esse processo.

    E detalhe lembrem-se que a campanha de marketing de terror do PMDB sexta feira foi feita pelo marketeiro de Dória.

  66. Não adianta salgar carne podre..

    a amálgama possível é um novo sistema político.. chama-se parlamentarismo online.. é essa cola que pode nos levar a uma Assembléia Nacional Constituinte Exclusiva e reconstruir a república.. sei que é arrogante, mas insisto: o resto é bobagem.. é show.. é a “esquerda” querendo ficar com o legado do golpe, sem perceber que não há nada ali.. não adianta salgar carne podre..

  67. Política de conciliação e presidencialismo de coalizão.

    Acho que o principal problema politico do Brasil está na sua forma de presidencialismo de coalizão.

    O presidencialismo de coalizão incentiva o multipartidarismo como forma de barganha pois o presidente eleito ou não, caso Temer, precisam angariar o apoio de cada vez mais partidos para ter seus projetos aprovados,ficando assim reféns do congresso, desbalanceando o equilíbrio de forças entre os poderes.

    Uma vez que o povo deposita mais responsabilidades no presidente pois este é eleito para governar o país, acho justo que mesmo numa situação de segundo turno como é comum no nosso país, o presideten eleito tenha o direito de indicar pelo menos 25% dos deputados.

    Isso deve diminuir bastante o poder político dos deputados e consequentemente diminuir a atratividade do cargo para trambiqueiros de plantão.

  68. Idade

         Acho que o Lula se posicionar como pré-candidato é correto, posto que assim politiza uma questão quer todos sabem ser política, mas alguns fingem ser jurídica.

         Outro motivo que é razoável para que o Lula se apresente como candidato é que atualmente, as metralhadoras da direita, especialmente seu império midiático, estão praticamente todas focadas nele. Quando se virarem para o Ciro, vai ser muito difícil de ele segurar a onda (aliás, é algo que ninguém normal pode suportar).

         De qualquer modo, uma coisa é certa: até por uma questão de idade, quando efetivamente chegar a hora, não deve ser Lula o candidato, e sim o Ciro. Da mesma maneira que pouco tempo atrás dona Marisa (que é cinco anos mais nova que o Lula) se foi, o ex presidente – que teve uma vida dura e tem mais de 70 anos – pode infelizmente nos deixar.

  69. Um item a mais no debate

    Feliz de ver tantos comentários e tão boa discussão em um artigo do Luis Nassif. Alguns, como o da leitora Margot Riemann, são tão interessantes que mereciam tornar-se artigos independentes. Mas acho legal que ao invés disto ela traga sua leitura do tema como incremernto à discussão. Embora não sendo analista político ou equivalente, gostaria de pegar o “gancho” e agregar uma questão a mais:

    O primeiro passo da construção do projeto petista se deu por sua criação mais inteligente: a de uma base de sustentação financeira para o projeto fora do alcance inicial dos seus inimigos ideológicos, o rentismo e o PSDB. Esta foi a mais brilhante contribuição de José Dirceu. Inicialmente, através do domínio dos fundos de pensão das grandes estatais, rapidamente “ocupados” pelos membros do PT oriundos do sindicalismo bancário, o partido passou a dispor de somas de grande porte para efetivar sua política de estímulo contracíclico, injetando fundos na indústria de produção (não rentistas) e gerando turn-over de capital junto a criação de postos de trabalho, com consequente giro da engrenagem financeira de grande porte sem que pudessem colocar-lhe “bastões nas rodas”. Em seguida, era só aplicar os resultados desta manobra nos grandes projetos, desde sempre disponíveis apesar da ojeriza que nutriam os barões das empreiteiras pelo PT (mas nunca pelo dinheiro público e pelas obras bancadas por ele), e haveria um ciclo virtuoso de geração de empregos, que sempre foi o grande trunfo da proposta petista e funcionou bem o suficiente para re-eleger Lula e ainda eleger Dilma. Não por acaso, quando começou o processo de solapamento das bases do PT, ele iniciou-se por aí, durante a ação penal 470, com a perseguição e prisão apenas dos petistas ligados ao núcleo financeiro (Gushiken, Delúbio, Pallocci, Vaccari) e a garantia de prisão perpétua para Dirceu, pelo atrevimento. Em seguida, foram punidos, progressivamente, todos os membros do mundo empresarial que tiveram algum envolvimento com este modelo, os maganos da construção civil, da defesa, do óleo e derivados.

    Agora, o protótipo econômico está totalmente inviabilizado, pois sabe-se o que acontecerá com qualquer um que ouse colaborar com qualquer projeto similar oriundo das esquerdas (petistas ou não). Pergunto: como recriar uma base de sustentação econômica para um novo projeto de Estado Social que venha de qualquer candidatura da “esquerda”, seja ele brandido por quem quer que seja? Saudações a todos!

  70. Chances de Lula

    Se lembre:

    Na última CNTMDA, apontoua 20% brancos e nulos.

    Em torno de 10% de indecisos. Consideramos metade para cada lado, ou seja 5%.

    Mais. A abstençao está girando em torno de 10%.

    Em média brancos, nulos, mais abstenção está girando em torno de 30%.

    Os VOTOS VÁLIDOS É; 100 – 30 = 70%

    50% dos votos válidos é = 35%

    Lula tem 30%

    Ciro tem 5%

    Os dois Juntos tem 35%.

    Ou seja Lula tem 50% dos votos válidos, podendo ser eleito no primeiro turno.

    Tanto que é assim, que em todos os cenários de segundo turno Lula ganha disparado.

    *** Temos que considerar ainda que CNTMDA são de pessoas do ninho tucano. Em consequência tenho

         certeza que o cenário é ainda um pouco mais favorável a Lula.

    Quanto ao cenário como o almofadinha João DÓLAR, é simples o raciocínio:

    Lula terá sua intenção de votos da pesquisa mais aqueles de Ciro Gomes, somados com 20% do eleitorado do Aécio

    aqui em Minas Gerais.

     

    Segundo a nuvem política nesse momento, 0532017, O João DÓLAR não é páreo para Lula.

    LULA nesse momento é IMBATÍVEL.

     

    Hélio

     

    Santos Dumont, MG

     

  71. Lula & Ciro

     

    A candidatura conjunta Lula e Ciro seria imbatível. Sem a menor dúvida. É projeto que já deveria estar em pleno andamento: questão da sobrevivência do Brasil como nação.

     

    • Lula, Ciro e as esquerdas naufragarão..
      Esperar que depois do desgaste ético e moral de todos os partidos liderados pelo PT , tenham qualquer chance de sobrevivência é inútil . O mesmo fim das candidaturas de esquerda das prefeituras terão as esquerdas ” revolucionarias”
      RIDÍCULOS….

  72. Algumas correções sobre o “petismo”

    O “petismo” não fracassou coisa nenhuma. Tem uma longa e detalhada história de sucessos que começou antes ainda da própria fundação do PT, com as greves feitas no final dos anos 70. O PT é o único partido de esquerda e de massas que existe no Brasil. Por isso apanha feito cachorro durante 24 horas por dia.

    Não foi só o PSOL que nasceu do PT: foi o PSOL, o PSTU, a Rede, o PCO, etc. Na última eleição presidencial, por exemplo, tivemos 7 candidaturas presidenciais, das 11 existentes, com pessoas que fundaram o Partido dos Trabalhadores ou que militaram durante décadas no Partido dos Trabalhadores. O PT é a grande novidade da história política do Brasil, a ponto de ser capaz de ter sido a origem de quase 2/3 dos candidatos presidenciais de 2014.

    Outro ponto é que tirando o PT a esquerda é microscópica – o que é um sério problema – e praticamente irrelevante. Partidos nascidos de erros estratégicos ou do ódio e do ressentimento (como PSTU e PSOL) não comandam coisa nenhuma.

    Outro ponto é a respeito do tal de MPL, movimento que depois da idiotice completa e absoluta do junho de 2013 caiu no mais cavernoso ostracismo de que se tem noticia. E, ao contrário do que Nassif disse, o MPL contou desde o primeiro minuto com o apoio – a meu juízo equivocado – de Lula, de Dilma, do PT e da JPT. A ponto de serem chamados ao Palácio do Planalto para conversar e tudo mais. Absolutamente nenhum dirigente político do PT criticou o junho de 2013 quando o evento aconteceu. Todos exaltaram, de maneira ingênua até onde a vista alcança, aquela ‘autêntica manifestação popular’.

    O junho de 2013, como alertamos aqui desde o seu miserável nascedouro, nada mais era do que o ponto de inflexão a partir do qual a direita se rearticularia a nível nacional. Tínhamos um país com inflação controlada, pleno emprego, investimentos públicos e privados em alta, grandes projetos de infraestrutura e se jogou tudo fora a partir da patética consigna dos ‘vinte centavos’ e da ainda mais patética consigna do ‘Não Vai Ter Copa’. Me admira que as pessoas ainda fiquem glorificando o MPL, que não representa coisa nenhuma e que apenas foi usado como mula da direita em 2013 para detonar uma ‘Revolução Colorida’ em Pindorama.

    No mais, é evidente que a únida candidatura viável do campo democrático e popular é a de Luiz Inácio Lula da Silva. Nenhuma outra tem densidade política capaz de fazer frente ao que aí está. De todos os modos é preciso dizer que soa até meio ridícula essa campanha risível de que o “PT está morto”, de que “com o PT não dá mais”, etc. A quem interessa essa lenga lenga contra o único partido de esquerda com real penetração social e enraizamento nacional que existe no Brasil?

    O PT terá candidatura própria em 2018 – com Lula ou sem Lula. Isso é e será cada vez mais uma justa reivindicação da militância do Partido dos Trabalhadores. Se até o PSDB, que não vence uma eleição presidencial desde o século passado, sempre teve candidaturas próprias, é evidente que o PT – vencedor de todas as eleições presidenciais no século XXI – tem todo o direito do mundo de querer e de ter candidatura própria em 2018 para defender o seu imenso legado.

    Quando se fala em “Frente de Esquerda” ou em “Frente Progressista” fico muito satisfeito. Mas não me iludo. Jamais existirá essa frente se colocarem como pré-condição que o PT abdique de sua história e da vontade hiper majoritária da sua militância. E de quaisquer modos, as nano agremiações do PSOL e do PSTU jamais farão uma “Frente Política” com o PT. Preferem ficar no 1% fingindo que comandam alguma coisa que ninguém nunca vê em lugar algum.

    Que Ciro seja candidato e que a esquerda tente formar uma coalizão política. Mas Lula também será candidato e se não for o PT terá candidatura própria sem nenhuma sombra de dúvidas.

    Por imposição, repito, da militância que já está se pintando para a guerra e não vai abrir mão de defender as suas cores, teses, bandeiras e legado em 2018.

  73. + comentários

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome