O Brasil visto pela ótica penal

Na entrevista que concedeu ao Brasilianas, o procurador e Ministro da Justiça Eugênio Aragão teceu muitas críticas ao que ele chamou a visão penal de mundo, a ideia de que todos os problemas de um país se resolvem com a identificação e a punição do criminoso, deixando de lado outras formas de controle e às preocupações com os efeitos sobre a economia (http://migre.me/ts0dc).

Para quem quiser estudar a formação política da atual geração de procuradores penais, a palestra do procurador da Lava Jato Carlos Fernando dos Santos Lima, na Amcham (Câmara Americana do Comércio), é um documento precioso (http://migre.me/tpn6c).

Segundo ele, o PT tinha um projeto “abstratamente bonito”, mas junto com ele veio um “projeto de poder”. Alvíssaras! Descobriu que partidos políticos têm projetos de poder. Provavelmente recolheu exemplos de governantes que implantaram boas medidas sem dispor de um projeto de poder na grande obra de ciência política “Os Contos de Andersen”.

Muito mais que defender Lula ou Dilma, há pelo menos um terço do país saindo às ruas, manifestando-se nas universidades, nas academias, nos fóruns jurídicos, em defesa desse projeto. Para o procurador, “as pessoas se apegam ao sonho naufragado e se esquecem que existem outras opções para a frente”. 

Com a autoridade intelectual conferida pela Lava Jato, Carlos Fernando transformou a complexidade da análise política em auto de fé, no bem contra o mal. Aliás, essa simplificação é comum no raciocínio policial, seja de jornalistas, delegados ou procuradores. Mas deixou nítido o viés político-partidário da operação.

Para não se sentir inferiorizado na Amcham, admitiu que era uma pessoa que estava “mais à esquerda”, chegou a votar em Brizola e Lula – E? E?, indagariam os cultivadores da objetividade anglo-saxã -, mas “mudou um pouco”, depois que foi estudar nos Estados Unidos. 

Leia também:  Objetivos do Milênio: as cadeias globais de produção e a volta da Organização Mundial do Comércio

Certamente não aprendeu nos Estados Unidos que empresas significam muito mais que o patrimônio pessoal do dono, que se constituem em um conjunto de conhecimentos, estruturas, pessoas, empregos, tecnologia que precisam ser preservadas. Portanto, são ativos nacionais.

Preservar empresas não significa  preservar seus controladores. Mas significa meramente assimilar que crimes são cometidos por pessoas físicas, não jurídicas.

A temporada norte-americana não livrou o procurador da síndrome de Inquisição que sempre marcou a cultura brasileira, à esquerda e à direita: a de que empresas onde se praticou a corrupção, assim como livros que investiram contra os dogmas de fé, precisam ser queimadas para não propagar o pecado.

Em compensação, transformou a Procuradoria Geral da República no principal aliado da geopolítica norte-americana para o desmonte da diplomacia comercial brasileira. 

Um e-mail de Alexandrino Alencar, da Odebrecht, solicitando a Lula que interviesse junto ao governo mexicano, foi apresentado como prova do tráfico de influência de Lula em favor de empresa brasileira.

Segundo a última revista Época (http://migre.me/tpQNM), o e-mail foi enviado pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. 

Tanto o Departamento de Justiça quanto a Procuradoria Geral da República brasileira sabem que a defesa de empresas nacionais no exterior é uma atividade inerente ao exercício da Presidência. 

A tentativa de criminalização confirma o pacto entre ambas as instituições – antecipado há meses pelo GGN – visando reforçar as estratégias geopolíticas norte-americanas.

Mais cedo ou mais tarde, o Ministério Público Federal terá que explicar seu papel nesse jogo profundamente antinacional, que vai muito além do penalismo .

60 comentários

  1. em suma, poderiam ser

    em suma, poderiam ser considerados traidores…

    esse senhor e os demais que o acompanham nesse método

    de dar informações contra nossas empresas aos interesses estrangeiros…

    se ainda não perceberam foi por carencia intelectual ou

    desconhecimento de como funciona a geopolítica mundial….

    quando perceberem. ficarão chocados e com remorsos,

    mas aí as infamias já foram proferidas

    e concretizadas, com conflitos insuplantáveis, como diria o zé…

     

    • Se é que além de tudo que

      Se é que além de tudo que você considera, os caras também não receberam pelo serviço. Vai saber. 

  2. Vendilhões Soltos

    Nassif,

    Sim, é certo que o papel anti-nacional do MPF – e do PGR! – está claro para qualquer pessoa bem informada e articulada. A iniciativa é certamente deles.

    O que a motiva? O velho viralatismo e xenoFILIA brasileiros? Sentem-se “os caras” viajando de executiva para Washington D.C. e sentando à mesma mesa que seus homólogos do DoJ? Ou será por “30 moedas de prata” – para voltar pra casa com papeizinhos que tão bem os ajudam a seguir com sua agenda política interna? Ou mesmo convicção dogmática econômica de viés liberal primário e raso? Ou tudo isso misturado?

    O fato é que o dano que causam à economia brasileira conta-se em décadas. Não é apenas o percentual do PIB que perdemos no ano passado ou neste. É a capacidade de criar esse percentual que estamos perdendo. A morte das empresas e do know how, em metáfora tosca, é o assassinato das galinhas e não simplesmente a quebra dos ovos que põem hoje.

    E quem é que vai se refestelar com os frangos assados? Quem terá bala na agulha para o banquete? Certamente não seremos nós brasileiros.

    MAS…

    É preciso registrar sempre – como tantas vezes fez aqui o André Araújo – que esses vendilhões convictos ou de ocasião foram liberados para agir conforme os seus desígnios. Os Acordos de Cooperação na Área Penal sempre preveem como “focal point” o Ministério da Justiça e não os procuradores. Se esses últimos usurparam as prerrogativas, é porque isso foi permitido por quem de direito.

    Esse seu post acaba por me fazer mais uma vez suspirar e pensar – inutilmente – em como as coisas poderiam ter sido. Reproduzo parte do meu comentário ao seu post do “Xadrez” de ontem:

    “‘Hindsight bias’ (a falha cognitiva mal traduzida como “retrospectiva enviesada” pelo conhecimento prévio do resultado) e o lamentar-se por não terem corrido as coisas de maneira diferente não costumam ser construtivos. Pelo contrário. Mas, depois dos últimos dias, não tenho como não imaginar o quão diferente poderia estar o país hoje caso Cardozo estivesse brilhando na AGU há mais tempo, Aragão dignificando a cadeira de Ministro da Justiça ou de PGR desde o início da partida e um Teori e um Barroso tivessem (merecidamente) chegado ao STF antes”.

    Fazer o quê… Dilma, Dilma, Dilma…

    • Você

      é bem informado. Mas, o busílis é que muita coisa, há de se admitir, não dá para se “jogar pra debaixo do tapete”. No fundo, “demos munição”, infelizmente para esses “moralistas”. Ou melhor, parte da culpa é nossa.

  3. O sujeito que atenta contra a

    O sujeito que atenta contra a história de um ex presidente, maior que o Brasil já teve, e se expõe diante do país trabalhando contra uma filosofia da ação autenticamente nacional, não pode nunca desdobrar sua atividade como procurador; talvez se descubra entre jogadores de purrinha, cuja objetivação não satisfaz o dever senão no coroamento do seu jogo.

  4. Esse cara aí

    especificamente, assim como o Moro e o Dallagnol não têm muito mistério não: são os três tucanos. Tucaníssimos aliás.

    O mistério, se é que existe, é o Janot participar dessa folie à quatre!

  5. Quando Nassif cita,
    tinha um
    Quando Nassif cita,

    tinha um projeto “abstratamente bonito”, mas junto com ele veio um “projeto de poder”,

    não estaria o procurador se referindo ao concebido pela Constituição Federal de 1988 para o Ministério Público e o que ele se tornou?

  6. O Brasil é tão “casa grande e
    O Brasil é tão “casa grande e senzala” que quando se deu confiança e liberdade para os capitães do mato eles confundiram função com poder.

  7. É impressionante o cerco que

    É impressionante o cerco que se fecha contra o governo. A divulgação em clima de “bomba jornalística” de uma escuta da conversa de Dilma com Lula, conversa absolutamente normal, sem nada que se pudesse suspeitar de errado, acaba se transformando numa espécie de lavagem cerebral! Coisas absurdas como, por exemplo, uma pediatra gaucha que se negou a continuar atendendo um bebe de um ano e pouco, porque a mãe da criança é do PT. Ela alegou isso publicamente e ainda foi apoiada pelo sindicato de sua categoria trabalhista.

    Pessoas passando na Paulista estão sendo hostilizadas e até agredidas física ou verbalmente se estiverem vestindo vermelho.

    Isso está passando dos limites! Óbvio que a Globo está à frente disso, mas todas as outras grandes emissoras de TV têm igual culpa, são todos uns mafiosos corporativistas, irresponsáveis.

  8. Uma pergunta crua e
    Uma pergunta crua e cruel:

    Porque as polícias no Brasil, o Ministério Público e Juízes no exercício de função penal, via de regra, atuam de forma militarizada como se do outro lado sempre estivesse um inimigo?

    O STF no seu maior julgamento penal foi uma piada no meio jurídico e Moro criticado até pelo STF.

  9. Não acredito que seja apenas

    Não acredito que seja apenas um analfabeto politico. Há, sim, muita má-fé, atuação política. Não esqueço do papel lamentável que esse senhor praticou noticiado pela própria revista de esgoto chamada época. No dia em que sairmos dessa crise maldita e quando esses grupelhismde facistas forem recolocados na garrafa ten muita gente que terá explicaçõea a dar ao povo brasileiro…

  10. Como disse Aragão

    Como disse Aragão, um dos problemas do MP é  a entrama de pessoas muito jovens e inexperientes que ficam com muitos poderes, filhinhos de papai.

     

    Esses caras nem possuem condições de avaliar as consequências do que estão fazendo.

     

    Mas isso diz que não tem ninguém no MP para colocar os caras na linha.

     

    Será  corporativismo ou não tem ninguém com experiência e visão de conjunto no MP?

  11. Mais um pitaco
    Diz Nassif:

    “Tanto o Departamento de Justiça quanto a Procuradoria Geral da República brasileira sabem que a defesa de empresas nacionais no exterior é uma atividade inerente ao exercício da Presidência.”

    E acrescento,

    Sabem também que, como empregados do Estado, têm responsabilidade dobrada em relação às consequências dos seus atos para o destino do país.

  12. Francamente, o sucesso entre

    Francamente, o sucesso entre coxinhas e no meio fiespento da “sociedade” subiu à cabeça do procurador. Ele transborda para a filosofia com uma segurança de pároco do interior da Irlanda. Mas está se dirigindo a todo o povo brasileiro, do qual simplesmente não pode ser professor de absolutamente nada. Só não é risível porque é trágico, muito trágico que o Estado ponha na mão de indivíduos de mente deformada por quimeras personalistas, como ele, tanto poder. O funcionamento do Ministério Público precisa ser revisto, esta é uma tecla que tem de batida ininterruptamente, para aperfeiçoamento da democracia.

  13. Falso

    Em verdade, aqui no Brasil é primeiro selecionado o alvo e, posteriormente são procuradas provas para tentar imputar algum delito. Ainda sem provas, deixam ele na cadeia enquanto procuram

    Por outro lado, se nas examinadas provas relativas a um delito surge a figura de alguém intocável (GLOBO, tucanos, etc.), a investigação então e sumariamente concluída.

    Essa gente foi incapaz de identificar nem sequer o dono de 500 Kg de droga num helicóptero, 

    Não da para acreditar nesta turminha de adolescentes meritocráticos.

        • grande sacada,

          grande sacada, alexis….

          esse é que deveria ser o simbolo do pato do skaff e desses procuradores e juiz da lava-jato…….

          em conluio com a globo, que já nasceu ligada aos interesses dos eua – grupo time-life….

  14.  Artigo estarrecedor, que

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=qRz-hWqSCCU%5D

    Esse video da insuspeita Globo é um achado: salvem-no e publiquem noutra plataforma que não o Youtube antes que o mesmo seja removido

    Artigo estarrecedor, que deveria ser impresso e levado no bolso de cada brasileiro, pois é disso que se trata. Parabéns Nassif pela capacidade de síntese, por resumir em poucas palavras e de forma tão clara o abismo em que esse pais foi colado pelas tais “forças ocultas” bastante presentes na história do Brasil. Assim e por força da geopolítica americana, esse pais vem sendo desmontado já há um tempo razoável, ainda não foi totalmente abaixo porque somos(ou éramos) um grande projeto de país, mas é uma questão de tempo para que, pelo andar da carruagem, nada nos reste a não ser sermos aquilo que Iraque, Líbia, Síria e tantos outros paises se tornaram para as mega-corporações do Tio Sam, com  seguinte diferença: Lá, os senhores da guerra tiveram que gastar muitas bombas, enquanto que por aqui as bombas que fazem o serviço sujo para o Império são gente de carne e osso…

    Em 2008 os americanos já estavam de olho na ousadia brasileira, como pode a colônia desafiar o império. Resultado: os americanos começaram a se movimentar para cortar nosso barato e, nesse contexto, quando os procuradores de Pindorama foram aos EUA levar informações pra entregar a Petrobrás, no retorno trouxeram informações que levaram a prisão do Comandante Othon que, ao contrário do que previa o Tio Sam, conseguiu tornar realidade o submarino movido a propulsão nucelar….só não entendo porque esse ponto principal da Lava Jato, que não tem a ver com combate á corrupção e sim com geopolítica americana, não vem à tona, stá tudo ai, pelas mãos de Snowden, WikiLeakis…Especialistas como Moniz Bandeira denunciam a trama desde a eclosão do ovo da serpente nas ruas em junho/2013, quando esse inocentes úteis que estão nas ruas atualmente sairam das catacumbas e expulsaram das ruas os jovens do movimento pelo passe livre, ou seja, saiu de cena o MPL e entrou o MBL do Tio Sam. Prá fechar o cerco, em setembro/2013, a embaixadora golpista Lilyana, que havia acabado de fazer o serviço sujo no Paraguai com a derrubada de Lugo, foi transferida para o Brasil, muita coincidência, não é mesmo

    Preciso de uma ajuda dos universitários

     

    Na imagem acima: marines brasileiros,…brasileiros ou americanos, tanto fiz, invadem a casa de Lula para prendê-lo e levá-lo à Guatánamo do Moro.,…ou seria uma imagem da invasão ao Iraque, como parte da agressiva geopolítica americana em suas estratégias e táticas de dominação

      
    Na imagem acima: marines brasileiros,…brasileiros ou americanos, tanto fiz, invadem a casa de Lula para prendê-lo e levá-lo à Guatánamo do Moro.,…ou seria uma imagem da invasão ao Iraque, como parte da agressiva geopolítica americana em suas estratégias e táticas de dominação

    http://josecarloslima.blogspot.com.br/2016/03/preciso-de-uma-ajuda-dos-universitarios.html

     

    Lula, o inimigo a ser abatido

     

    http://josecarloslima.blogspot.com.br/2016/03/lula-esta-sendo-tratado-como-inimigo-de.html#more

      • Pois é, todo pais que se

        Pois é, todo pais que se preze puxa sardinha para seu próprio pais, e desta forma procura vender seus produtos, como fez Lula mundo afora. Quando o prestígio de Lula deveria estar sendo aproveitado para alavancar esse pais, o que os golpistas estão fazendo com a imagem do ex-presidente não tem explicação e, o pior: por aqui uma classe media burra até dizer chega, quando estavam na sarjeta elegeram a esquerda, melhoraram de vida e agora estão sendo levados para o matadouro por uma zelite zelote prá lá de esperta, será que estamos fadados a esse inevitátável ciclo, não será possivel a continuidade desse pais, porque será que não passamos de 30 anos sem uma interrupção, sem zerar tudo para recomeçar com o que de pior existe na politicia nacional.

  15. A “Revolução dos Santos”.

    A política não é o forte dessa turma, “os santos”. Sobra messianismo, salvacionismo e até exorcismos. Estão entregues às próprias vaidades, megalomanias e, em alguns casos, a outras patologias. Falam em “acabar” com a corrupção e em “refundar” a república atuando apenas no campo do Direito. A atuação política se resume a colaboração com os meios de comunicação, no propósito destes de atingir o governo.

    Para entender o que são os “santos”, leia A “Revolução dos Santos”. A entrevista com Luiz Werneck Vianna tem muito a ver com a postagem e é muito esclarecedora sobre os intentos da República do Paraná.

    Os “santos” são manipulados em suas fragilidades políticas. As elites procuram aplacar a ira dos “santos” com o golpe do impeachment. Seria uma forma de abreviar a catarse coletiva promovida pela infindável operação Lava a Jato. Com o impeachment, haveria esvaziamento natural das ruas, as inúmeras fases da operação terão os holofotes desligados nos meios de comunicação, que com o objetivo alcançado, passarão a vender o peixe que a república estará “refundada”  e a corrupção “eliminada” no governo dos “probos”, a aliança PMDB-PSDB com a bancada BBB (boi, bíblia e bala). Se o golpe passa, a primeira iniciativa dos golpistas será neutralizar os “santos”, promover a volta dos engavetadores gerais e o sumiço das denúncias de corrupção nos meios corporativos de comunicação.

     

  16. Falta de visão ampla/profunda de um estadista e governabilidade

     

    Olá Nassif, gostei de todo o assunto/conteúdo abordado na entrevista com o procurador e atual ministro da justiça Eugênio Aragão a respeito da “visão penal de mundo” ou o “Brasil visto pela ótica penal”. Tudo isso me levou a questão central dos problemas brasileiros: a falta de uma visão ampla e profunda de um estadista e de governabilidade ou de poder real que o(a) mesmo(a) deveria ter e usar como ferramenta de trabalho em pleno exercício de sua função como governante do Brasil. Na verdade, resumindo o máximo possível e se falando somente dos governos civis de 1985 até 2016 dentro deste regime presidencialista (que é o presidencialismo de coalizão, com certeza o pior tipo) em que vivemos no país, o(a) governante de plantão tem pouco poder real ou governabilidade.

    Eu entendo que este tipo de presidencialismo de coalizão do jeito que está colocado e funcionando na prática é como uma monarquia ou parlamentarismo com outra roupagem. Por exemplo usando uma linguagem figurada: O rei ou a rainha (se fosse monarquia) e o(a) presidente (se fosse parlamentarismo) faz o papel de um(a) simples chefe de estado (neste caso para representar o Brasil e tirar fotos) e, conforme a composição do governo e época (no Brasil desde 1985 a 2016), o ministro da fazenda, o presidente do Banco Central ou os dois de forma conjunta fazem o papel de um chefe de governo com amplos poderes como um primeiro ministro, pois seguiram e continuam seguindo de modo geral as diretrizes do mercado financeiro e/ou do capitalismo no modelo americano/anglo-saxônico. A parte que realmente manda no governo é a área financeira e econômica. A ênfase toda é para se gerar superávit fiscal ou superávit primário a fim de pagar os investidores, a banca ou classe rentista em primeiro lugar. O resto é resto. Se e quando sobrar algum capital de investimento da parte do governo, então se aplica no resto como educação, saúde, segurança pública, infraestrutura, transportes, indústria, ciência, tecnologia, pesquisas, inovações, etc.  Por sua vez, o capitalismo (selvagem) há muito já cooptou, encantou, comprou e literalmente tomou para si a democracia. A democracia atual no Brasil e no mundo nada mais é do que uma ditadura do mercado financeiro e/ou do capitalismo com outra roupagem.

     

    O(a) governante de plantão fica de mãos e pés atados e ainda é cobrado(a) pelo povo, pelo empresariado, pelos banqueiros, pela mídia e pela sociedade como um todo por um poder de mudança real muito aquém das suas possibilidades. Tudo se torna um grande teatro onde há muita corrupção, mentira, hipocrisia e ingratidão.

     

    O(a) governante de plantão tanto precisa saber o que é e como aplicar a política de eleição para divulgar e debater detalhadamente seu projeto de nação com visão de longo prazo na época eleitoral quanto mais ainda precisa saber o que é e como aplicar a política de poder centralizado de forma ampla e profunda para ser capaz de implementar efetivamente o mesmo projeto de nação com visão de longo prazo acima mencionado. 

     

    Vamos ser totalmente realistas para o curto prazo, nem pessimistas nem otimistas.

     

    Atualmente por enquanto, na minha opinião, a governabilidade, ou em outras palavras, o poder real está nas mãos dos Poderosos donos do Grande Capital. O governante eleito pelo povo chega ao poder, porém não tem o poder real da governabilidade como deveria ser, saindo da teoria da Carta Magna ou da Constituição e indo para prática real na vida de um(a) governante, de um povo e de uma nação. Ainda hoje tudo isso é uma boa intenção e um grande teatro a ser entendido. Na verdade prática, hoje “Eles” fornecem apenas pão, água e circo, isto é, o básico para o povo. Às vezes nem isso. É o que temos para hoje. Não que isso não possa ser mudado. Eu creio que esta realidade vai mudar para o futuro de médio a longo prazos.

     

    The Establishment, o Império, o Sistema, o Sistema Capitalista, Capitalismo (Selvagem), o Poder, a Realpolitik, o Mercado, o Mercado Financeiro, o Grande Capital, os Donos do Dinheiro Grosso (não importa o termo a ser utilizado) determinam as regras do jogo e/ou da guerra/luta, usam e abusam das leis, decretos, normas, regras, insiders, informações privilegiadas, expertise, indexações (Selic, juros, taxa de senhoriagem, regime de câmbio flutuante/flexível, swap cambial, precificações pré e pós-fixadas de ativos e passivos), especulações imobiliárias e financeiras, etc., etc. que os favorecem sempre.

     

    O Sistema (não importa o termo a ser utilizado) deverá ser seguido e obedecido, o qual foi implantado no mundo baseado nas premissas da elite branca do padrão judaico anglo-saxônico com um nível científico, tecnológico, financeiro, econômico, social, artístico e moral superior a todas as outras elites e outros povos do mundo. O povo americano e o povo judeu se acham privilegiados e escolhidos por Deus. O Império quer continuar mandando nas colônias. Ele gosta de usar de arma(s)/espada e/ou de dívida(s) para manter suas colônias como reféns.

     

    O Brasil muito provavelmente já pagou sua dívida faz tempo, mas continua devendo.  É considerado um bom aluno do Mercado, no entanto continua pagando mais do que todos os seus pares. Aí tem coisa errada. “Eles” não querem perder essa grande moleza.

     

    Da História do homem no planeta Terra a gente conclui que sempre houve, há e haverá não apenas o uso da ameaça dos aparelhos repressivos por quem está de plantão no poder supremo ou alto comando com completa arrogância, mas também o uso da arma da informação/desinformação, comunicação, do conhecido termo chamado retroalimentação (https://pt.wikipedia.org/wiki/Retroalimenta%C3%A7%C3%A3o) e do termo FUD em inglês (“Fear, Uncertainty and Doubt” que significam “Medo, Incerteza e Dúvida” – é uma prática de marketing que consiste em desacreditar o concorrente espalhando desinformação sobre o produto rival. Apesar de ser uma prática moralmente condenável em muitos países, o FUD é aceito nos Estados Unidos.) para reprimir, intimidar, assustar, desmoralizar, vender uma ideia/produto/serviço/solução, etc..

     

    Favor ler sobre a retroalimentação

     (https://pt.wikipedia.org/wiki/Retroalimenta%C3%A7%C3%A3o) ou feedback

     

    No livro “Cybernetics: or the Control and Communication in the Animal and the Machine” (ou em português: Cibernética ou Controle e Comunicação no Animal e na Máquina) o Norbert Wiener explica a utilidade da retroalimentação para criar mecanismos autorregulados que poderão ser aplicados para o bem e para o mal na Sociedade.

     

    … A retroalimentação é um procedimento existente em diversos tipos de sistemas, sejam eles biológicos, econômicos, elétricos (circuitos), sociais ou outros.

     

    O termo é utilizado nas Teorias de Sistemas e de Controle, na Engenharia Elétrica, na Engenharia de Controle, na Psicologia, na Biologia e especificamente na Endocrinologia.

     

    Embora o conceito de retroalimentação, num sentido restrito, refira-se simplesmente ao retorno de informações do efeito para a causa de um fenômeno, no âmbito da comunicação e das interações humanas ele não se refere a nada de “simples”. Diluindo as distinções formais entre emissor e receptor, por exemplo, ou explicitando a dinâmica recorrente que explicaria o fenômeno dos boatos e as “profecias autorrealizadoras” (self-fulfilling prophecies) que operam no mundo da política e da publicidade, este conceito não cessa de revelar o quanto a própria palavra se encontra tomada indicialmente na camada dos comportamentos, ações e reações cuja sequência nunca é linear, mas emaranhada, recursiva ou complexa.

     

    Bem-vindo à terceira guerra mundial! Ela é complexa e duradoura e já começou há algum tempo gradualmente, talvez muitos ainda não perceberam. Uma definição usando termos atuais: ela é uma guerra híbrida ou bimodal (ou talvez transdisciplinar, interdisciplinar, ambivalente, polivalente) ampla e profunda, um conceito novo dentro de um cenário ou contexto complexo ímpar, uma mistura de guerra social/cultural/educacional/ideológica/metafísica/espiritual com guerra política/geopolítica/financeira/científica/tecnológica/cibernética/física/material, ou seja, tudo junto misturado.

     

    A guerra declarada ou não declarada da elite manipula ou tenta manipular tudo e todos, está em um nível amplo e profundo e encontra-se envolvida em tudo tanto na dimensão material quanto na dimensão espiritual (só para dar uma pequena noção, favor lembrar da famosa e antiga frase do William Shakespeare, por exemplo: “Há mais coisas entre o céu e a terra do que pode imaginar nossa vã filosofia”), não apenas na política, mídia e justiça.

     

    Se alguém não entender o âmago ou núcleo de todas das causas (ou o cerne dos problemas pontuais e recorrentes) na fase 1, não poderá entender as consequências, efeitos ou desdobramentos posteriores (continuará sem as devidas soluções efetivas e duradouras) na fase 2. Ficará sem compreender de forma precisa e eficaz o início, o meio e o fim de tudo.

     

    Infelizmente segundo levantamento feito no Brasil, apenas uma pequena parcela (8% ou oito por cento) da população brasileira consegue fazer as quatro operações básicas de aritmética e ler e interpretar o que foi lido corretamente.

     

    Favor ler sobre o relatório “Alfabetismo e o Mundo do Trabalho”:

     

    No Brasil, apenas 8% têm plenas condições de compreender e se expressar

    http://educacao.uol.com.br/noticias/2016/02/29/no-brasil-apenas-8-escapam-do-analfabetismo-funcional.htm

     

    Nesta atual fase do capitalismo totalmente selvagem em que estamos vivendo no Brasil e no mundo, a qual começou principalmente a partir dos anos 80 do século passado (depois da quebra do lastro entre ouro e dólar ou moedas em geral, ou seja, depois do fim do padrão ouro, da crise do petróleo e do fim do comunismo soviético), o poder do dinheiro (incluindo ativos financeiros com/sem lastro e/ou riqueza fictícia de papel pintado) da elite cresceu de forma sem precedentes e compra praticamente tudo ou, pelo menos, quase tudo.

     

    “Eles” estão unidos e não estão brincando em ação, por exemplo: favor ler o que os americanos Warren Buffet e Thomas Stewart falam abertamente. Parece surreal, brincadeira sem graça, loucura total, porém isso é verdade sincera nua e crua.

     

    Com isso, todas as áreas estão cada vez mais envolvidas/integradas como estiveram desde sempre: finanças, economia, justiça, política, geopolítica, negócios, mídia, artes, jogos em geral, drogas, contrabando, prostituição, corrupção, lavagem de dinheiro, etc., etc..

     

    Portal iG

    Lava Jato: Documentos revelam esquema global de corrupção em paraísos fiscais

    Vazamento de milhões de documentos revela paraísos fiscais de ricos e poderosos

    http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2016-04-03/vazamento-de-milhoes-de-documentos-revela-paraisos-fiscais-de-ricos-e-poderosos.html

    BBC Brasil

    Favor ler matéria completa clicando no link:

    http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2016-04-03/vazamento-de-milhoes-de-documentos-revela-paraisos-fiscais-de-ricos-e-poderosos.html

     

     

    Portal UOL

    Panama Papers

    PDT, PMDB, PP, PSB, PSD, PSDB e PTB têm políticos e parentes com offshores

    http://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2016/04/04/pdt-pmdb-pp-psb-psd-psdb-e-ptb-tem-politicos-e-parentes-com-offshores/

    UOL

     

    Favor ler matéria completa clicando no link:

    http://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2016/04/04/pdt-pmdb-pp-psb-psd-psdb-e-ptb-tem-politicos-e-parentes-com-offshores/

     

    Warren Buffet atualmente, segundo a classificação 2016 da revista americana Forbes, é o terceiro bilionário do mundo

     

    Favor ler principalmente na frase final do Warren Buffett no jornal “Folha de São Paulo”, na versão traduzida em português: “Quem disse que não há luta de classe? Claro que há, e nós estamos vencendo”.

     

    Folha de São Paulo – Caderno Opinião

    22/04/2014

    VLADIMIR SAFATLE

    Como não pagar IPVA

    http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/162401-como-nao-pagar-ipva.shtml

    Todos os anos você precisa pagar o IPVA do seu carro. Como o nome diz, trata-se de um Imposto de Propriedade sobre Veículos Automotores. Bem, um veículo automotor é, pasmem vocês, “aquele dotado de motor próprio”.

     

    Por exemplo, um carro de boi não pagará IPVA por não ter motor próprio: o motor é o boi, a saber, uma entidade ontologicamente a parte do aparato técnico de motricidade desenvolvido pelo saber humano. A bicicleta não pagará o imposto pela mesma razão, assim como o helicóptero do banqueiro, o jato particular do escroque e o iate do Naji Nahas.

     

    “Assim como o helicóptero, o jato particular e o iate”? Sim. Você poderá procurar todos os meandros do saber jurídico, encontrar explicações surreais, como aquela que afirma que o atual IPVA substituiu a antiga TRU (Taxa Rodoviária Única), logo os veículos automotores que pagarão impostos são apenas aqueles colados no chão.

     

    No entanto, a verdade é uma só: helicópteros, jatos particulares e iates não pagam IPVA porque, no Brasil, os ricos definem as leis que protegerão seus rendimentos e desejos de ostentação. Bem-vindo àquilo que economistas como o francês Thomas Piketty chamam de “capitalismo patrimonial”: um capitalismo construído para quem ganha mais continuar a ganhar mais, a não precisar devolver nada para a sociedade, enquanto quem ganha menos é continuamente espoliado e recebe cada vez menos serviços do Estado.

     

    Se os 20 mil jatos particulares e os 2.000 helicópteros que voam livremente no Brasil pagassem IPVA, teríamos algo em torno de mais R$ 8 bilhões. Esse valor é o equivalente a, por exemplo, dois orçamentos da USP. Ou seja, se aqueles que têm mais capacidade de contribuição simplesmente pagassem para ter seu singelo helicóptero o mesmo que você paga para ter seu carro, poderíamos financiar mais duas universidades com 90 mil alunos estudando gratuitamente.

     

    Esse é apenas um dentro vários exemplos de como o Brasil se organizou para ser um país onde ser rico é um ótimo negócio. Um país que, só em 2014, deverá ter mais 17 mil milionários e nenhum deles pagando aquilo que você paga. Porque, aqui, quanto mais você sobe (de preferência de jato ou helicóptero), mais você é protegido. Isso pode parecer uma explicação primária, mas muitas vezes o óbvio é o que há de mais difícil a enxergar.

     

    Como disse, não um esquerdista de centro acadêmico, mas o megainvestidor norte-americano Warren Buffett: “Quem disse que não há luta de classe? Claro que há, e nós estamos vencendo”.

     

    VLADIMIR SAFATLE escreve às terças-feiras nesta coluna.

     

     

    Favor ler principalmente na parte falada pelo Warren Buffett no jornal “The New York Times”, na versão original em inglês:

    … It turned out that Mr. Buffett, with immense income from dividends and capital gains, paid far, far less as a fraction of his income than the secretaries or the clerks or anyone else in his office. Further, in conversation it came up that Mr. Buffett doesn’t use any tax planning at all. He just pays as the Internal Revenue Code requires. “How can this be fair?” he asked of how little he pays relative to his employees. “How can this be right?”

     

    … Descobriu-se que o Sr. Buffett, com imenso rendimento proveniente de dividendos e ganhos de capital, pagou muito, muito menos, ou seja, como uma fração menor de sua renda em relação à renda das secretárias, funcionários ou de qualquer outra pessoa em seu escritório. Além disso, na conversa surgiu que o Sr. Buffett não utiliza absolutamente nenhum planejamento tributário. Ele só paga como o Código da Receita Federal exige. “Como isso pode ser justo?”, ele perguntou de quão pouco ele paga em relação aos seus empregados. “Como isto pode estar certo?”

     

    Even though I agreed with him, I warned that whenever someone tried to raise the issue, he or she was accused of fomenting class warfare.

     

    Mesmo que eu concordei com ele, eu avisei que sempre que alguém tentasse levantar a questão, ela ou ele poderia ser acusado de fomentar a luta de classes.

     

    “There’s class warfare, all right,” Mr. Buffett said, “but it’s my class, the rich class, that’s making war, and we’re winning.”

     

    “Há luta de classes, tudo bem”, disse Buffett, “mas é a minha classe, a classe rica, que está fazendo a guerra, e nós estamos ganhando.”

     

    The New York Times – Your Money

    EVERYBODY’S BUSINESS

    In Class Warfare, Guess Which Class Is Winning

    http://www.nytimes.com/2006/11/26/business/yourmoney/26every.html?_r=0

    http://www.nytimes.com/2006/11/26/business/yourmoney/26every.html?_r=0&pagewanted=print

     

    By BEN STEIN

    Published: November 26, 2006

     

    NOT long ago, I had the pleasure of a lengthy meeting with one of the smartest men on the planet, Warren E. Buffett, the chief executive of Berkshire Hathaway, in his unpretentious offices in Omaha. We talked of many things that, I hope, will inspire me for years to come. But one of the main subjects was taxes. Mr. Buffett, who probably does not feel sick when he sees his MasterCard bill in his mailbox the way I do, is at least as exercised about the tax system as I am.

     

    Put simply, the rich pay a lot of taxes as a total percentage of taxes collected, but they don’t pay a lot of taxes as a percentage of what they can afford to pay, or as a percentage of what the government needs to close the deficit gap.

     

    Mr. Buffett compiled a data sheet of the men and women who work in his office. He had each of them make a fraction; the numerator was how much they paid in federal income tax and in payroll taxes for Social Security and Medicare, and the denominator was their taxable income. The people in his office were mostly secretaries and clerks, though not all.

     

    It turned out that Mr. Buffett, with immense income from dividends and capital gains, paid far, far less as a fraction of his income than the secretaries or the clerks or anyone else in his office. Further, in conversation it came up that Mr. Buffett doesn’t use any tax planning at all. He just pays as the Internal Revenue Code requires. “How can this be fair?” he asked of how little he pays relative to his employees. “How can this be right?”

     

    Even though I agreed with him, I warned that whenever someone tried to raise the issue, he or she was accused of fomenting class warfare.

     

    “There’s class warfare, all right,” Mr. Buffett said, “but it’s my class, the rich class, that’s making war, and we’re winning.”

     

    This conversation keeps coming back to mind because, in the last couple of weeks, I have been on one television panel after another, talking about how questionable it is that the country is enjoying what economists call full employment while we are still running a federal budget deficit of roughly $434 billion for fiscal 2006 (not counting off-budget items like Social Security) and economists forecast that it will grow to $567 billion in fiscal 2010.

     

    When I mentioned on these panels that we should consider all options for closing this gap — including raising taxes, particularly for the wealthiest people — I was met with several arguments by people who call themselves conservatives and free marketers.

     

    One argument was that the mere suggestion constituted class warfare. I think Mr. Buffett answered that one.

     

    Another argument was that raising taxes actually lowers total revenue, and that only cutting taxes stimulates federal revenue. This is supposedly proved by the history of tax receipts since my friend George W. Bush became president.

     

    In fact, the federal government collected roughly $1.004 trillion in income taxes from individuals in fiscal 2000, the last full year of President Bill Clinton’s merry rule. It fell to a low of $794 billion in 2003 after Mr. Bush’s tax cuts (but not, you understand, because of them, his supporters like to say). Only by the end of fiscal 2006 did income tax revenue surpass the $1 trillion level again.

     

    By this time, we Republicans had added a mere $2.7 trillion to the national debt. So much for tax cuts adding to revenue. To be fair, corporate profits taxes have increased greatly, as corporate profits have increased stupendously. This may be because of the cut in corporate tax rates. Anything is possible.

     

    The third argument that kind, well-meaning people made in response to the idea of rolling back the tax cuts was this: “Don’t raise taxes. Cut spending.”

     

    The sad fact is that spending rises every year, no matter what people want or say they want. Every president and every member of Congress promises to cut “needless” spending. But spending has risen every year since 1940 except for a few years after World War II and a brief period after the Korean War.

     

    The imperatives for spending are built into the system, and now, with entitlements expanding rapidly, increased spending is locked in. Medicare, Social Security, interest on the debt — all are growing like mad, and how they will ever be stopped or slowed is beyond imagining. Gross interest on Treasury debt is approaching $350 billion a year. And none of this counts major deferred maintenance for the military.

     

    The fourth argument in response to my suggestion was that “deficits don’t matter.”

     

    There is something to this. One would think that big deficits would be highly inflationary, according to Keynesian economics. But we have modest inflation (except in New York City, where a martini at a good bar is now $22). On the other hand, we have all that interest to pay, soon roughly $7 billion a week, a lot of it to overseas owners of our debt. This, to me, seems to matter.

     

    Besides, if it doesn’t matter, why bother to even discuss balancing the budget? Why have taxes at all? Why not just print money the way Weimar Germany did? Why not abolish taxes and add trillions to the deficit each year? Why don’t we all just drop acid, turn on, tune in and drop out of responsibility in the fiscal area? If deficits don’t matter, why not spend as much as we want, on anything we want?

     

    The final argument is the one I really love. People ask how I can be a conservative and still want higher taxes. It makes my head spin, and I guess it shows how old I am. But I thought that conservatives were supposed to like balanced budgets. I thought it was the conservative position to not leave heavy indebtedness to our grandchildren. I thought it was the conservative view that there should be some balance between income and outflow. When did this change?

     

    Oh, now, now, now I recall. It changed when we figured that we could cut taxes and generate so much revenue that we would balance the budget. But isn’t that what doctors call magical thinking? Haven’t the facts proved that this theory, though charming and beguiling, was wrong?

     

    THIS brings me back to Mr. Buffett. If, in fact, it’s all just a giveaway to the rich masquerading as a new way of stimulating the economy and balancing the budget, please, Mr. Bush, let’s rethink it. I don’t like paying $7 billion a week in interest on the debt. I don’t like the idea that Mr. Buffett pays a lot less in tax as a percentage of his income than my housekeeper does or than I do.

     

    Can we really say that we’re showing fiscal prudence? Are we doing our best? If not, why not? I don’t want class warfare from any direction, through the tax system or any other way.

     

    Ben Stein is a lawyer, writer, actor and economist. E-mail: [email protected].

     

     

    Favor ler principalmente as partes em que o Thomas A. Stewart fala sobre “eles” em várias partes do seu artigo (“eles” significando quatro grupos: judeus, maçons, banqueiros, e políticos comprados) e a riqueza do Brasil (Manaus, Amazonas e Região Amazônica/Bacia Amazônica)

     

    … In the 1870s an Englishman named Henry Wickham managed to elude Brazilian inspectors and smuggle rubber-tree seeds out of the country. They were planted at Kew Gardens outside London. From there, seeds were sent to tropical British colonies in Malaya and Ceylon, and rubber plantations were created. When they became productive, in the years just before World War I, the price of rubber plunged, and Manaus’ prosperity with it.

     

    … Na década de 1870 um inglês chamado Henry Wickham conseguiu enganar os inspetores brasileiros e contrabandear sementes de seringueira para fora do país. Elas foram plantadas nos Jardins Kew fora de Londres. De lá, as sementes foram enviadas para as colônias britânicas tropicais na Malásia e Ceilão (nome atual: Sri Lanka) e as plantações de seringueiras foram criadas. Quando elas se tornaram produtivas, nos anos imediatamente antes da Primeira Guerra Mundial, o preço da borracha despencou e a prosperidade de Manaus com isso.

     

    Obs.: Os Jardins Kew são os Jardins Botânicos Reais em Kew, em Richmond, Londres. Eles foram desenvolvidos pela mãe de George III com a ajuda de Sir Joseph Banks.

     

    You’ll hear the story time and again in Manaus, and always with the wrong moral. One version emphasizes the perfidy of Albion and foreign investors generally. Another argues that unmanaged or sustainable rain forest harvesting can’t compete. The tale I heard from a jungle guide says that Big Money was so burned, it vowed never again to let the people of the forest prosper from its wealth. After the rubber boom ended, he said, “they” hatched a lengthy conspiracy; over and over “they” have blocked the development of a periodic tableful of Amazon gold, niobium, and on and on. “They” have, most recently, concocted environmental scare stories to keep the forest off-limits because if the wealth of the Amazon basin found its way to market, prices would plunge and dozens of banks would fail. I didn’t ask, but “they” no doubt are conspiracy theorists’ usual cabal–Jews, Freemasons, bankers, and bought pols–up to their usual sinister tricks.

     

    Você vai ouvir o tempo da história e novamente em Manaus, e sempre com a moral errada. Uma versão enfatiza a traição da Grã-Bretanha e investidores estrangeiros em geral. Outra argumenta que a colheita da floresta tropical não gerenciada ou sustentável não pode competir. A história que eu ouvi de um guia da selva diz que o Grande Capital foi tão esbanjado que ele jurou nunca mais deixar o povo da floresta prosperar a partir da sua riqueza. Após o período de rápido crescimento econômico da borracha terminar, ele disse, “eles” montaram uma longa conspiração; repetidas vezes “eles” têm bloqueado o desenvolvimento de uma tabela periódica completa de nióbio, ouro da Amazônia, e assim por diante. “Eles” têm, mais recentemente, inventado histórias assustadoras ambientais para manter a floresta fora dos limites, porque se a riqueza da bacia amazônica encontrar o seu caminho para o mercado, os preços afundariam e dezenas de bancos faliriam. Eu não perguntei, mas “eles”, sem dúvida, são conluio habitual dos teóricos da conspiração – judeus, maçons, banqueiros, e políticos comprados – até seus truques sinistros habituais.

     

    But the really dangerous fantasy, because it has condemned hundreds of millions to poverty, is mundane: the all-too-common dream that wealth can be found in commodities. Money doesn’t grow on trees, and never did, not even in the rubber boom. The money made by Dunlop and Michelin and Goodyear dwarfs what the world’s rubber growers made. In 1995 world crude natural rubber exports, worth $5.4 billion, were less than half of Goodyear’s sales. Gold, black gold, black earth, it doesn’t matter: Every commodity is a mug’s game.

     

    Mas a fantasia realmente perigosa, porque ela tem condenado centenas de milhões para a pobreza, é comum: o sonho por demais comum que a riqueza pode ser encontrada em commodities. O dinheiro não cresce em árvores, e nunca cresceu, nem mesmo no auge da borracha. O dinheiro ganho pela Dunlop, Michelin e Goodyear ofusca o que os produtores de borracha do mundo ganharam. Em 1995 as exportações mundiais de borracha natural bruta, no valor de US$ 5,4 bilhões, foram menos de metade das vendas da Goodyear. Ouro, ouro preto, terra preta, não importa: Toda commodity é um jogo de tolo.

     

    Obs.: Commodities são mercadorias ou produtos “in natura”, cultivados ou de extração mineral, que podem ser estocados por certo tempo sem perda sensível de suas qualidades, como suco de laranja congelado, soja, trigo, bauxita, prata ou ouro, e são cotados e negociados em bolsas de valores.

     

    The reason: Over time all commodities decline in price.

    O motivo: Com o passar do tempo, todas as commodities declinam em preço.

     

     

    FORTUNE Magazine

    Knowledge, the Appreciating Commodity Nations’ real wealth doesn’t reside in forests of rubber trees or acres of diamond mines, but in the techniques and technologies for exploiting them.

    http://archive.fortune.com/magazines/fortune/fortune_archive/1998/10/12/249274/index.htm

    (FORTUNE Magazine)

    By Thomas A. Stewart

    October 12, 1998

     

    (FORTUNE Magazine) – So much for the new economy,” a friend said the day the Dow dived 512 points. With all due respect–and he’s a smart cookie, so respect is due–my friend got it exactly wrong. First, the new economy was never about the market’s irrational exuberance, though some of its boosters and bashers linked the two. Instead, the new economy is about the growing value of knowledge as an input and output, making it the most important ingredient of what people buy and sell; it is about the rise in the relative weight of intellectual capital vis-a-vis real estate, plant and equipment, and financial capital; and it is about the development of new techniques and technologies to manage and measure knowledge materials and assets more effectively. The bull displayed (and has sometimes exaggerated) those happenings, but they are not bull.

     

    Second, and more important, the Saint Vitus’ dance of world markets is in fact another manifestation of the emergence and the workings of the new economy. The financial chorea carries at least one significant lesson about this new world, not only for economies but also for companies and managers. The lesson is called the “commodity trap,” and there are any number of ways to hang a tale on it. We might begin ours on a hot night in the Amazon jungle.

     

    In 1839, Charles Goodyear discovered how to vulcanize rubber, a process that turned it from a curiosity into a useful material. In the years that followed, thanks especially to cars, great fortunes were made in rubber. Ground zero of the rubber boom was the Brazilian city of Manaus, which sits smack in the middle of the Amazon rain forest, halfway between the great river’s source and its mouth. A century ago Manaus stank of money. It was the second city in Latin America to be electrified, and had an electric tramway before Boston did. The most conspicuous relic of the rubber boom is the city’s famous opera house, its marble and bronzes and chandeliers imported from Europe, its auditorium ringed with busts of great European composers and playwrights. Rubber barons’ mansions stud the city and its surrounding jungle like cloves in ham fat.

     

    The boom went bust; booms do. In the 1870s an Englishman named Henry Wickham managed to elude Brazilian inspectors and smuggle rubber-tree seeds out of the country. They were planted at Kew Gardens outside London. From there, seeds were sent to tropical British colonies in Malaya and Ceylon, and rubber plantations were created. When they became productive, in the years just before World War I, the price of rubber plunged, and Manaus’ prosperity with it.

     

    You’ll hear the story time and again in Manaus, and always with the wrong moral. One version emphasizes the perfidy of Albion and foreign investors generally. Another argues that unmanaged or sustainable rain forest harvesting can’t compete. The tale I heard from a jungle guide says that Big Money was so burned, it vowed never again to let the people of the forest prosper from its wealth. After the rubber boom ended, he said, “they” hatched a lengthy conspiracy; over and over “they” have blocked the development of a periodic tableful of Amazon gold, niobium, and on and on. “They” have, most recently, concocted environmental scare stories to keep the forest off-limits because if the wealth of the Amazon basin found its way to market, prices would plunge and dozens of banks would fail. I didn’t ask, but “they” no doubt are conspiracy theorists’ usual cabal–Jews, Freemasons, bankers, and bought pols–up to their usual sinister tricks.

     

    A circle of light in a dark forest is a perfect place for far-fetched paranoia, surrounded as one is by inexplicable sounds, crocodiles with glowing eyes, hordes of insects, and lord knows what else. (By the same token, a house in a First World suburb is a perfect setting from which to oversimplify the struggles of people living in developing countries.) It almost seems possible that city slickers in air-conditioned rooms could maintain, for decades, a global plot to keep valuable resources off the market, even though the interests of most of the conspirators would be better served by developing them. Occasionally a demagogic genius can turn that nonsense into horror.

     

    But the really dangerous fantasy, because it has condemned hundreds of millions to poverty, is mundane: the all-too-common dream that wealth can be found in commodities. Money doesn’t grow on trees, and never did, not even in the rubber boom. The money made by Dunlop and Michelin and Goodyear dwarfs what the world’s rubber growers made. In 1995 world crude natural rubber exports, worth $5.4 billion, were less than half of Goodyear’s sales. Gold, black gold, black earth, it doesn’t matter: Every commodity is a mug’s game.

     

    The reason: Over time all commodities decline in price. They always have; they always will. To build your economic house on commodities is to build it on an inexorably sinking foundation. People keep getting this fact wrong too. They multiply Malthusian logic by the law of diminishing returns but leave out innovation, and come to the conclusion that led Paul Ehrlich, author of The Population Bomb, to make his celebrated losing wager with the late Julian Simon, a professor of business at the University of Maryland. Simon bet that a basket of five metals chosen by Ehrlich–copper, chrome, nickel, tin, and tungsten–would be cheaper in 1990 than in 1980.

     

    To Simon, it was the surest thing since Citation. He wrote later: “The costs of raw materials have fallen sharply over the period of recorded history, no matter which reasonable measure of cost one chooses to use.” The International Monetary Fund’s index of real non-oil commodity prices, for example, is today about one-third the level of its 20th-century peak at the end of World War I; the IMF calculates that real commodity prices have declined on average 0.6% a year since the turn of the century. DeBeers, which not only mines the world’s priciest commodity but has a near monopoly on it, has begun burning a brand inside its diamonds to protect their value.

     

    Yet nations rich in natural resources still fall into the commodity trap, the belief that their mines, rather than their minds, are the source of their prosperity. Little do they understand that a wealth of natural resources will be exploited by people with a wealth of knowledge; that it represents value extracted from a place, rather than value created in a place.

     

    Not that gold in the ground is worthless: All else being equal, I’d rather have it than not–but the “all else” is what really matters. Asia’s a mess, but notice that its most successful postwar economies and the ones that have hung toughest in this crisis–Japan, Hong Kong, and Singapore–boast nary a smidgen of natural “wealth.” By contrast, Russia and Indonesia are rolling in resources, and in the gutter. No wonder: Commodity prices are down 20% this year. The global markets’ fits have more to do with the senescence of the old economy than the nascence of the new. It’s the prospect of a further meltdown in commodity prices that has economic pundits sweating, not the fear that Amazon.com’s stock is too high.

     

    This is a management column, and I promised you a managing lesson. The lesson is about price. If the world is in a low- or no-growth patch–and it is, with Asia in recession or worse and U.S. and European growth flattening as a result–then there are two ways to grow the top line, thereby getting yourself a raise and impressing your shareholders. One is to take advantage of cheap capital (your stock may be less overvalued, but interest rates are still low) to make acquisitions–a few of which will turn out to be smart. The rest of them will just make you bigger, not more profitable, but you will seem to be growing and can probably fool investors long enough to make a killing on your options. Later your successors can make another killing by undoing the deals.

     

    The other way is to command higher prices for your work. Don’t laugh: Real price increases are still possible for those who deliver more real value. How? Let’s go macroeconomic again for a bit. You won’t get price from raw materials, because (a) they keep getting cheaper, and (b) in the new economy they don’t count for much. John Thornton, an OECD staff member, did a study for the IMF that shows that there is no discernible causal link between world commodity prices and retail prices. If anything, Thornton found, retail price changes are more likely to cause changes in raw-material prices than vice versa. Thornton’s case was Britain, but there is no reason to think his conclusions are not applicable to other advanced economies.

     

    Who gets price increases? While raw-material prices fall, the price of services rises. In the past 40 years U.S. consumer prices for services have octupled, rising more than twice as fast as prices for consumer durables, which rose 3.3 times. In the past ten years, services prices have risen three times faster than durables. Prices for labor confirm the trend: Goods producers’ compensation has been rising at a 2.6% annual rate, vs. 4% for service producers’. Why do you think Jack Welch and Lou Gerstner have pushed their companies into services?

     

    And within the service sector, which includes everything from short-sellers to short-order cooks, the price winners are–you guessed it–the intellectual capitalists, companies that offer knowledge- intensive services such as consulting, legal counsel, medical care, research, and financial services. High-brainpower activities produce knowledge products for which people pay a premium. Many are monopolies because they are inherently unique (there is only one Alan Dershowitz, thank goodness) or enjoy intellectual property protection; others are quasi-monopolies because they can be customized or can become an industry standard.

     

    One smart way to play the price game is to look for these knowledge products and develop new ways to price and sell them. Chances are you already create many more knowledge products than you know about because they are bundled with something else, or you don’t exploit your knowledge products well because it hasn’t occurred to you that you can do better. Arthur Andersen’s KnowledgeSpace, for example, takes knowledge the firm produces in the course of its consulting business–such as its best-practices database–and sells it by subscription on the World Wide Web. Advertising agencies are starting to unbundle their services–ad placement, ad creation, and marketing consulting–and price them separately. Ditto stock brokerages. When E-Trade realized that winning a price war has a downside, the superdiscounter began offering customers the chance to pay extra to get research reports; Morgan Stanley, which gives full-commission customers access to all its research, now has a limited package of research for sale to its discount-brokerage customers. How long, I wonder, before they offer the product to buyers, whether or not they use Morgan Stanley’s brokerage operations?

     

    Every business these days–manufacturers, service companies–claims it sells “solutions.” The way out of the commodity trap is to price your wares as if you mean what you say

     

     

    Thomas A. Stewart

    http://www.gurteen.com/gurteen/gurteen.nsf/id/tom-stewart

    Journalist & Author

    Thomas A. Stewart is Editor-in-Chief of Harvard Business Review and a bestselling author and progenitor of the intellectual approach to managing products, processes and people in order to profit. Former member of the Board of Editors of Fortune Magazine and Editorial Director for Business 2.0, his column, “The Leading Edge” in Fortune was considered the most important forum about intellectual capital and knowledge management and led to his groundbreaking book, Intellectual Capital: The New Wealth of Organizations. In turn, Intellectual Capital was named one of the most important business books of the year by the Financial Times, and has been translated into seventeen languages. A fellow of the World Economic Forum, Stewart received the International Knowledge Management Awareness Award, presented at the International Knowledge Management Conference in London in 1996 In recognition of his expertise.

     

    In his book, The Wealth of Knowledge: Intellectual Capital and the Twenty-first Century Organization, Stewart reveals how today’s companies are applying the concept of intellectual capital into day-to-day operations to dramatically increase their success in the marketplace. “Knowledge management is not a strategy,” Tom says. “E-business is, god knows, not a strategy. What I’m offering here is a practical way to sort through the possibilities that the Information Age presents, so that companies can develop their intellectual capital and, what’s more, make money from it.”

     

    Stewart has written on a wide range of management subjects–from productivity to stock options, from the management of churches to the failings of human resources departments. In addition to his extensive writing about intellectual capital, he has explored emerging electronic marketplaces, the influence of networks on business, and the economic and management implications of the Information Age in cover stories such as “Managing in a Wired World” and “Managing in an Era of Change.”

     

     

     

    Favor ler principalmente as páginas 193, 209 e 210 da “Senhoriagem ou soberania?” do Randall Wray

    … Em primeiro lugar, precisamos reconhecer que os Estados Unidos são a única superpotência remanescente e que exerce o poder político e militar de acordo com os seus interesses. Se assim o desejarem, os Estados Unidos podem reduzir qualquer nação a pó e, provavelmente, derrubar qualquer governo e impor outro mais disposto a atender aos seus desejos. Poderiam, provavelmente, forçar qualquer nação a adotar um currency board baseado no dólar, assim como anexar qualquer nação e sujeitar a população ao poder soberano imposto aos cidadãos norte-americanos.

     

    Senhoriagem ou soberania? L. Randall Wray

    http://www.eco.unicamp.br/docprod/downarq.php?id=541&tp=a

    file:///C:/Users/Usuario/Downloads/01-wray.pdf

    http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:ek4dAYH9j8wJ:www.eco.unicamp.br/docprod/downarq.php%3Fid%3D541%26tp%3Da+&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br

     

     

    Senhoriagem ou soberania?

    L. Randall Wray

    Resumo

     

    Este artigo contrasta o conhecido conceito de senhoriagem com o de soberania, o qual relaciona a capacidade de o Estado emitir moeda denominada na unidade por ele escolhida, sem qualquer garantia explícita de conversibilidade, a um poder fundamental diretamente associado a nações soberanas. Qualquer Estado soberano com capacidade de impor tributos estará apto a emitir moeda fiduciária, a definir exogenamente a taxa de juros básica e a financiar seus gastos na aquisição de bens e serviços mediante a criação de reservas bancárias, não sendo necessário que o Estado se endivide antes de gastar. Muitas nações optaram por não exercer esse poder soberano, escolhendo em contrapartida fixar as taxas de câmbio, emitir dívida público denominada em moedas estrangeiras, ou adotar o regime de currency board. Este artigo mostrará que isso é um equívoco e argumentará que a abordagem da soberania oferece instrumentos mais adequados à compreensão da operação de sistemas monetários modernos do que a noção de senhoriagem.

     

    Palavras-chave: Moeda; Soberania; Senhoriagem, Taxa cambial.

     

    Abstract

     

    This paper contrasts the well known concept of seigniorage with sovereignty. The sovereignty approach links the State’s ability to issue a currency denominated in the unit of account it has chosen, without any explicit guarantee that the currency will be converted to anything, to a fundamental power that is directly associated with sovereign nations. Any sovereign State that has the ability to impose tax liabilities will be able to issue a fiat money, to exogenously maintain overnight interest rates, and to deficit spend, purchasing goods and services by crediting bank reserves. It will never need to borrow before it can spend. Many nations have chosen not to exercise this sovereign power, choosing instead to fix exchange rates, to issue government debt denominated in a foreign currency, or to operate with a currency board. This paper will show why this is a mistake, and will argue that the sovereignty approach offers insights into operation of modern money systems that the notion of seigniorage cannot provide.

     

    Key words: Money; Sovereignty; Seigniorage; State money; Floating exchange rate system.

     

     

     

    Sistema Monetário e Financeiro Internacional

     

    http://www.santiagodantassp.locaweb.com.br/novo/grade-curricular/sistema-monetario-e-financeiro-internacional.html

     

     

    Anotações sobre o dólar e o Sistema Monetário Internacional

     

    http://www.vermelho.org.br/noticia_print.php?id_noticia=17647&id_secao=2

    http://www.vermelho.org.br/noticia_print.php?id_noticia=17647&id_secao=2

     

     

  17. Todos devem se lembrar quando

    Todos devem se lembrar quando os lobistas presidente e primeiro ministro da França nos pressionaram para a compra dos submarinos nucleares! Criminosos, deveriam ser punidos em seu país por esse descalabro! Ajudando empresas de seu país! Inaceitável! Onde está o ministério público e polícia federal francesa?

  18. Vem cá?

    mudando um pouco de assunto: financiamos o porto de Mariel em Cuba para “os irmãos gringos” ganharem “rios de dinheiro”, enquanto ficaremos “aqu embaixo chupando o dedo”?

    • Antes de perguntar besteira,

      vai buscar informações, por favor. Na web existem muitas fontes de informação confiáveis.

      • Sério?

        Informações confiáveis na web? Faz me rir… Analise o cenàrio, companheiro. Nossa política externa, de 2011 em diante, inexiste.

        • Concordo

          Infelizmente, nossa diplomacia se apequenou… Ademais, o verdadeiro analista é que aquele que enxerga todos os lados, quer seja à esquerda, quer seja à direita… Aí, se pode ter uma análise um pouco menos parcial. Imparcialidade é impossível, mas deve ser perseguida como religião…

  19. No MPU temos muitos jovens
    No MPU temos muitos jovens deslumbrados, mas e no stf? Lá só tem um grumete, mas quem ali resguarda os interesses nacionais, quem protege o povo da insanidade dos golpistas? A globo sabe que ali tem maioria e que no frigir dos ovos os cachorros colocarão o rabo entre as pernas. O medo venceu a esperança lá e os um terço, do lado de fora, terão que se desdobrar para serem ouvidos, a juizada esta aflita para ver o dolar baixo pra ir pra Miami.

  20. Afinal, para quê uma empresa?

    Muito simples: uma empresa existe para resolver problemas existentes na sociedade, que outros não conseguem ou não sabem ou não querem resolver. 

    E quando a empresa resolve o problema de uma forma boa para a sociedade, esta recompensa a empresa. A recompensa é conhecida entre os empresários como “lucro”.

    Quando a empresa não resolve adequadamente ou cria outro problema, a própria empresa vira um problema.

    Simples assim.

  21. Essa prática tem nome

    Quinta-coluna é uma expressão usada para se referir a grupos clandestinos que atuam, dentro de um país ou região prestes a entrar em guerra (ou já em guerra) com outro, ajudando o inimigo, espionando e fazendo propaganda subversiva, ou, no caso de uma guerra civil, atuando em prol da facção rival. Por extensão, o termo é usado para designar todo aquele que atua dentro de um grupo, praticando ação subversiva ou traiçoeira, em favor de um grupo rival.

    O quinta-colunismo não se dá no plano puramente militar mas também por meio da sabotagem ou da difusão de boatos, “atacando de dentro” ou procurando desmobilizar uma eventual reação à agressão externa.

     

    Origem da expressão

     

    A expressão nasceu durante a guerra civil espanhola (19361939) para designar a comunidade de madrilenhossimpatizantes do general Francisco Franco.

    Segundo alguns, o criador da expressão teria sido o general Queipo de Llano, quando, em 1936, Franco, líder do golpefascista contra a república, preparava-se para marchar sobre Madri com quatro colunas (um tipo de formação militar). Na ocasião, Queipo de Llano lhe teria dito: “A quinta-coluna está esperando para saudar-nos dentro da cidade,” referindo-se às facções que, embora formalmente vinculadas ao campo legalista, preparavam-se para a agir em favor do Alzamiento Nacional, na capital.

    Já de acordo com Antenor Nascentese outros, o criador da expressão teria sido o general Emilio Mola, quando este avançava em direção a Madri com quatro colunas expedicionárias. Ao ser entrevistado, Mola teria declarado que esperava vencer porque, além daquelas quatro colunas, contava com uma quinta – os partidários de Franco infiltrados na comunidade madrilenha.

    Outros, … afirmam que foi o general José Enrique Varela quem cunhou a expressão.

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Quinta-coluna

  22. No imaginário dos filhos da

    No imaginário dos filhos da casa grande o Brasil não é merecedor de sua riqueza essa é a viga mestra do pensamento do vira-latas colonizado expressada pelo procurador janota.

    Notem que a maioria da turma que trabalha na operação lava a jato teve passagem em algum momento pelos EUA, vamos imaginar o contrário um procurador norte-americano trabalhando contra seu país o que lhe aconteceria?

     

  23. CONTRAPONTOS

    “O PT tinha um projeto abstratamente bonito mas junto com ele veio um projeto de poder”. Poderia ter falado que o PSDB tem um projeto concretamente feio e junto com ele veio um projeto de poder, que felizmente foi aniquilado, ao menos temporariamente, pelo abstrato.

    “As pessoas se apegam ao sonho naufragado e se esquecem que existem outras opções à frente”. Poderia ter falado que o sonho naufragado pode ser recuperado no fundo do mar e que as outras opções à frente são pesadelos”.

    “Chegou a votar em Brizola e Lula”. Poderia ter esclarecido que votou nos 2 para permanecerem perpetuamente em Guantanamo.

    Também poderia ter falado sobre a Volkswagen, que recentemente esteve envolvida (e continua), num enorme escândalo de fraude mundial, e só não está sendo destruida pela inoperância do MP alemão ( provavelmente aparelhado pelo PT), e pela pusilanimidade de Angela Merkel, uma Primeira Ministra que não tem qualquer interesse em defender os valores morais da decadente Alemanha.

  24. Executivo/a,Gerente/Gerentona ou Presidente/a?

    Vou ficar só com esse trechino: “Mais cedo ou mais tarde, o Ministério Público Federal terá que explicar seu papel nesse jogo profundamente antinacional, que vai muito além do penalismo .”

    Para mim, pessoalmente, soberania e comprometimento nacional é poder exercido, prerrogativa do mandatário Mor da Nação, que no caso do presidencialismo compete ao Presidente do país. Até aí nada de novo, acho. Mas, quando este mandatário/a não exerce ou não sabe exercer essa prerrogativa, então a Nação tem a sua soberania e interesses violados.

    O não-exercício dessa perrogativa vai além da falta de visão política e estratégica de país porque evidencia, na verdade, a pior das falhas: ausencia de Autoridade, que também poderia ser traduzida por Incompetência, que é o maior dos pecados que um chefe de Estado poderia cometer investido no cargo de maior projeção nacional. 

    Sinto muito, mas há um saco de tempo a lava jato desfilou publicamente seus objetivos geopolíticos travestidos de “Combate à corrupção”. E isso era tão explícito que virou, até, objeto de reiterados comentários em blogs na rede, além de inspirar artigos aqui e ali de jornalistas e cientistas políticos no brasil e no exterior. Se nós, simples mortais percebemos toda a manobra que se desenrolava, por que, cargas-d’água, o governo, justo o governo que tem acesso a informações privilegiadas e profissionais, não teria tomado consciência e adotado medidas para preservar os interesses nacionais?? Não havia ninguém no governo com “Competência” para agir no interesse Nacional?

    Vou responder à essa falta de visão política e estratégica do governo brasileiro, refiro-me à ao papel desempenhado por Dilma enquanto Presidente, sim, porque foi delegado à ela a condução do país, com um só exemplo tão claro como a luz do dia ou, para ser mais didática, a diferença entre um Estadista pra um “Executivo/a ou Gerente/Gerentona” empossado no cargo de Primeiro Mandatário de uma Nação[Presidente, no caso em qustão]: [RESPOSTA] – “A parte mais entusiasmante é que Moscou já sabia que estava sendo preparada contra o país e o governo uma grande ofensiva de Guerra Híbrida; o porta-voz de Putin falou sobre isso dias antes de os Panama Papersviralizarem.”[ http://jornalggn.com.br/noticia/a-danca-do-vazamento-limitado-dos-panama-papers-por-pepe-escobar%5D

    Cada entenda do jeito que quiser…..,segundoas suas paixões, visão romântica ou visão crítica da realidade..

    Agora, que para nós brasileiros o choro é livre, ah isso é…

    E a vida vai seguir independente do desfecho, simples assim..

     

     

  25. Não nos esqueçamos do

    Não nos esqueçamos do principal: quem colocou o principal mentor desse pensamento na pgr foi a sra. dilma republicana roussef.

    Tudo isso que está acontecendo no mpf tem grande parcela de culpa da sra. presidente.

    Não tem jeito, os petista e intelectuais de esquerda não entendem de projeto de poder, muito menos como se  manter no poder por longo prazo.

  26. O que incomoda os EUA

    Nassif, seria interessante um post seu, ou talvez feito pelo Assis ou o André Araújo que também chamam seguidamente a atenção para o assunto geopolítica americana para a América do Sul – sobre quais e quantos assuntos, ou atividades, ou ações,  em que atualmente o Brasil incomoda o EUA.

    Como exemplo inicial tem:

    BRICS – não comprou caças americanos – submarino nuclear tecnologia francesa – Incentivo a educação técnica, engenharia – rumor construção de sistema de web novo (América & Europa, será?) – Incentivo a produção nacional do audiovisual – Empresas brasileiras competindo com as americanas no exterior – …

    Colocar tudo que incomoda os irmãos do norte, quantificando, para ficar bem claro até para os mais tolos. 

    • Pré-sal

      Esqueceu talvez o mais importante: o regime de partilha do pré-sal, priorizando a Petrobrás e o conteúdo nacional.

      No ítem BRICS daria pra imaginar que incomoda (incomodou, não incomoda mais…) o protagonismo político-diplomático do Brasil: o acordo Brasil X Turquia X Irã, integração latino-americana com a UNASUL (sem contar o MERCOSUL); os cabos de fibra ótica BRASIL X PORTUGAL e a independência (com segurança das informações) em relação aos EUA…

      Pequena contribuição…

       

  27. Para entender o que realmente

    Para entender o que realmente conta nisso tudo, todos precisam ler o artigo do Pepe Escobar sobre “a guerra híbrida”. E a partir daí se constata claramente que a força-tarefa da lava a jato está engajada de cabo a rabo no projeto geopolítico dos EUA. Talvez quem sabe tenha sido elaborado na CIA,

    Essa turma de Curitiba é antes de qualquer coisa, a vanguarda do entreguismo

  28. Nossa (pelo que está na

    Nossa (pelo que está na matéria do estadão)… ele não obedece a ordem do STF quanto às escutas telefonicas !!! Cita-as a bel prazer e conveniencia.

    ___

    Na Amcham tem outras “pérolas” que ele vai soltando aos borbotões, dentre elas:

    “Temos uma democracia em que a máquina político-partidária e a forma pela qual se faz política é “criminógena” (que gera crime).” As afirmações  são do procurador regional da República Carlos Fernandes dos Santos Lima, integrante da Operação Lava Jato, que fez palestra no comitê de Compliance da Amcham – São Paulo na quarta-feira (30/3).

    De acordo com o procurador, o sistema partidário brasileiro abre brechas para a criação de legendas que estão mais interessadas na divisão de fundo partidário, tempo de televisão e benesses administrativas dentro da Câmara ou Senado, do que representar ideologias e projetos de governo. Somado a isso, os governos são obrigados a formar coalizões com partidos aliados, em troca da negociação de milhares de cargos públicos.

    “Hoje estava ouvindo as notícias de que o PMDB saiu do governo, e agora a administração federal teria dois mil cargos a serem divididos entre outros partidos. Em um país democrático, os cargos direcionados a partidos são poucos. A burocracia é estável”, comenta Lima.

    Esse sistema de coalizão favorece a distribuição de cargos em busca de poder pelos partidos políticos, mas também à corrupção. “Esta realidade é um diagnóstico que fizemos. Porque a Lava Jato nada mais é do que uma investigação sobre um sistema de corrupção como forma de sustentação de um governo”, acrescenta o procurador.

    Lima considera o sistema político-partidário extremamente caro para os candidatos, com eleições que demandam muito dinheiro e beneficiam aqueles que priorizam o poder em detrimento de projetos políticos. “A solução é baixar esta febre que nos acomete e diminuir o custo das campanhas políticas. E mais: diminuir a personalização da política. Não buscar mais o caudilho, o puxador de votos, mas pessoas ou grupos partidários que tenham propostas.”

    República e mercado

    Além do sistema partidário, Lima aponta a desigualdade de tratamento jurídico como outro fator de estímulo à corrupção. De acordo com o procurador, o Brasil tem 22 mil pessoas com foro privilegiado (o acusado só pode ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal), um número que considera excessivo.

    “Nenhum país do mundo tem uma estrutura de foro privilegiado como no Brasil. Em outros países, ele é aplicado a dois ou três principais cargos do governo para evitar uso político”, argumenta. Lima disse que o foro privilegiado não gera crime, mas facilita práticas de corrupção. Como os julgamentos no Supremo são lentos e rituais, Lima disse que julgar uma lista de centenas de políticos nessa instância fica impraticável. “Em toda a história republicana antes do mensalão, só tivemos um único condenado.”

    A corrupção também se estende às práticas de mercado. A escolha das chamadas empresas “campeãs nacionais”, grandes grupos corporativos que recebem crédito facilitado e são favorecidas por mecanismos de proteção concorrencial, acaba criando distorções financeiras.

    Em segmentos onde o Estado ainda é o grande consumidor, como infraestrutura, muitas dessas empresas pertencem a grupos familiares que acabam recebendo ajuda financeira para não quebrar. “Está certo que é preciso salvar empregos. Mas por trás desse discurso está a salvação do patrimônio de algumas famílias”, opina o procurador. “Gostaria que essas empresas abrissem o capital.”

    Para Lima, a operação Lava Jato é parte de um processo de redefinição das instituições públicas e também do cerco à corrupção. “Nós revelamos os podres, mas não temos a cura. Nossa luta é para voltar aos princípios do regime democrático, republicano, de livre mercado e processo penal efetivo.”

     

     

    • Tem que acabar com privilégio

      Tem que acabar com privilégio destes membros do ministerio público!

      E quanto a lava Jato…

      Estão, esta turma,  querendo internalizar dinheiro sujo vindo lá de fora, “Lavando a Jato”

       

  29. Para esse pessoal da lava

    Para esse pessoal da lava jato, certo é o Serra prometendo entregar o pré sal para a chevron. Um senador da república patrocina um assalto ao interesse nacional mas nada acontece. O que ele ganha com isso, perguntem ao picolé da filha.

    • Interesse Nacional

      O que é de maior interesse nacional? Empresas pagando bilhões em royalties e gerando emprego agora ou petróleo no fundo do mar esperando um dia quem sabe a Petrobrás ter dinheiro pra extrair? Com a matriz energética mundial evoluindo, demore mais algumas décadas e vai ser esse óleo valer “peanuts”. Cansado dessa falácia do Petróleo é nosso, pelo interesse nacional.

      • As concorrentes da Petrobrás

        As concorrentes da Petrobrás querem assumir o fardo da exploração do pré-sal interessadas em “pagar bilhões em royalties e gerar emprego” para o povo brasileiro? É o discurso dos colonizadores confraternizando com os índios em troca de espelinhos.

        É a privataria revisitada, prezado. As grandes petrolíferas infelizmente não compartilham seu otimismo na evolução da matriz energética. Entre eles, é piada de salão. 

        A propósito, os Estados unidos ainda estão fazendo o que no Iraque? Colhendo peanuts para as futuras gerações, provavelmente.

        • Modelos de concessão de

          Modelos de concessão de exploração de recursos naturais existem no mundo inteiro, os bem e os mal sucedidos. Cabe ao Governo definir bem as regras e o meio termo que vão gerar as divisas para o Brasil e ainda assim ser atrativo a investidores, e cabe à este aceitá-las ou não. E esse discurso de colonizadores e explorados está bem ultrapassado, cabe se atualizar.

          O mesmo digo sobre a evolução da matriz energética, cabe se atualizar, o investimento em energias renováveis cresce exponencialmente ano após ano, e já começa a ter substituições significativas em países de primeiro mundo. É lógico que o petróleo ainda tem valor, tem agora, e ainda vai ter por um bom tempo, mas a tendencia é sim de queda, e quanto mais a Petrobras demora para explorar, menor o retorno frente os custos de extração. A turma de esquerda acha que isso é conversa de Serra, FHC, mas o próprio Governo já admitiu que errou ao obrigar a Petrobras a participar de todos leilões do Pré-Sal e agora busca de toda forma investimento externo. Seu partido é puro discurso, ou seja, tem o PT da eleição e o PT do Governo que faz tudo que ele fala que o adversário faria se eleito. 

      • Cumequié???

        Oh Cristiano. Vc pensa isso que expressou ou está repetindo o que lhe mandaram repetir? Se não está sendo pago, está perdendo uma boa oportunidade. Tem gente ganhando uma grana grossa, enriquecendo toda a família por gerações para defender essa aberração indefensável que vc parece querer defender.

        • É isso aí…

          Não senhor Severino, não estou sendo pago, e o Senhor, está sendo pago pra defender o assalto da Petrobrás? Tem (muito mais) gente ganhando uma grana grossa, enriquecendo toda a família por gerações mamando nas tetas das estatais, sangrando até o talo, e o resultado a gente vê, ou estão quebradas ou por serem monopólio engrossam o Custo Brasil. Agora se o que eu falei anteriormente é aberração, como o senhor disse, gostaria de ler sua argumentação contrária. 

  30. Lesa pátria

    Tenho um profundo asco por esses semi-deuses que vão ao exterior falar mal do país (procuradores da vaza-jato, FHC, Aécio e outros). Adoram sentar no colo do Tio Sam.

    Em resumo: toda essa sacanagem que estão fazendo com a nossa nação não teria ocorrido se tivéssemos mantido o modelo anterior de concessão para exploração do Pré-Sal, se tivéssemos comprados os jatos ianques para a FAB, mesmo sabendo que nunca fariam transferência de tecnologia, se deixássemos o Tio Sam tomar posse de uma parte da base de Alcântara como seu território, vedado o acesso a brasileiros, se o Lula e o primeiro ministro turco não tivessem conseguido articular o acordo nuclear com o Irá  e outros mais. Não é muito difícil de entender. Se nada disso tivesse acontecido, hoje estaríamos em paz, como vira latas felizes, acomodados com a nossa precária situação de capachos e lambedores de botas alheias.

  31. Sonho que é sonho não

    Sonho que é sonho não naufraga. Se naufragar é porque não é sonho, mas outra coisa. Se submerge leva consigo o sonhador.

    Ao revés dos que tentam fazer da quimera um averso da realidade, adianto: são complementares. Que sentido e sabor teria a vida se fosse vivida ao sabor das circunstâncias, do meramente Real? 

    O projeto de Poder, ou que nome se dê as diretrizes e ações implementadas nesses últimos anos, para os protagonistas políticos podem até terem submergido, mas para nós, simples cidadãos eleitores e contribuintes sonhadores que o afiançaram, jamais deixará de ser sonhado. 

    Até mesmo porque alguns “pedaços” desse sonho se materializaram. Entremeados por alguns pesadelos, é certo, mas sem desmerecê-los ou anulá-los. 

    O procurador que “procure” ultimar seus sonhos e deixe os dos outros em paz.

     

     

     

  32. Não são traidores

      Os nobres moleques concursados de altos salarios e vantagens, membros dos infinitos “Ministérios Publicos” ( Federais, Estaduais e Municipais ), não são “traidores”, criminosos de lesa patria, nem são burros, são apenas ignorantes que não conseguem enxergar um palmo a frente de seus nobres narizes, crédulos adolescentes que creem estar manipulando a midia, mas na realidade por ela e seus interesses de base, são manipulados, embevecidos por um Poder que acham que possuem, acham-se protagonistas do jogo, quando na real estão a cada dia mais expostos, pois os que hj. os incensam, lhes dão espaço, os protegem, já perceberam o perigo que eles representam.

       Portanto a doce primavera dos MPs, está com seus dias contados, qualquer governo que futuramente se estabeleça no País, com apoio da midia de massa, dos empresários comprometidos ( externos e internos ), irão “tirar a escada” destes varões de Plutarco, ficarão lá no alto, com a brocha na mão, a queda será bem  rapida, mas bem silenciosa, ninguem irá perceber que eles “cairam”, como qualquer tarefeiro, funcionário terceirizado, foram uteis em certo momento, no “depois” são dispensaveis.

        Existe gente importante, empresas relevantes, orgãos da sociedade civil, estados externos, que estão pensando nosso futuro, do qual o “aggiornamento” dos MPs, será “corrigido”, na real : cerceado.

  33. Aquele que puxa o gatilho e os mentecaptos inocentes úteis

    Por mais dissimulada, ou revestida de autoridade legal que se encontre a bandidagem, uma hora, um tem que puxar o gatilho e cometer o crime.

    Não interessa ai quem manda, se um país, ou o sistema financeiro cooptado por bancos criminosos, ou uma corporação que busca privilégios incofessáveis, o pistoleiro vai ter de atirar.

    Geralmente é alguém insuspeito ou de muita autoridade, alguém que defendia até  pouco tempo atrás exatamente o oposto, como aquele senador cara de pau que se ferrou. Sempre foi bandido, mas fingia bem. A força do Cunha reside nisto, nunca posou de honesto e sabe que são poucos estes. Assim não perde tempo fingindo e age velozmente.

    Agora o crime sempre deixa rastro, aqui no Brasil para os bandidos levarem vantagens está sendo preciso conflagrar a população, destruir as empresas e liquidar com as instituições, um preço realmente grande para a vantagem que irão levar, o que levanta a hipótese de que os delinquentes estão enfraquecidos, mas não querem deixar nada para o outro lado, assim destroem ativos e riquezas.

    A banca já não reina sozinha nas finanças internacionais, o Dollar faz água por todos os poros, seus capangas nos “paraísos fiscais” estão sendo denunciados e anulados, velhos esqueminhas que lhes garantiram a supremacia estão sendo desmontados a uma velocidade muito alta, o blockchain deve mudar tudo nos Bancos em menos de dez anos, o Brasil, como colônia está perdendo sua serventia, o mundo está numa revolução, os escânda-los, como o Panama Papers, são cada vez mais transnacionais e a solução das guerras quentes não está no cardápio, por ser uma auto-destruição mútua garantida.

    Pensar que o direito penal irá resolver este problema é para chorar de rir rolando no chão.

    Mas têm idiotas que pensam que vão mudar alguma coisa, sugiro camisa de força neles e internação com medida de segurança, pelo bem do povo e da nação.

    Agora, que a safra atual de mentecaptos inocentes úteis no Brasil este ano está exuberante, ninguém pode negar.

    Vivemos em tempos interessantes.

     

  34. Mal comecei a ler mas por

    Mal comecei a ler mas por favor  me remetam um exemplar deste livro ” Contos de Andersen” . Deve ser este que o pessoal do pato leu. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK . Que bom , alguma coisa para se rir em um dia tão difícil. Me assusta a notícia sobre o MP de Goiás.

    Mais um dia triste, pesado. Assustador.

  35.  
    O melhor a fazer, estes

     

    O melhor a fazer, estes indivíduos apetrechados de pendores messiânicos teriam, seria dedicarem-se a uma seita religiosa. E assim, cumprirem, dando vazão à sua vocação pastoril-messiânico. Mas, há de se convir, o Ministério Publico, a Polícia Federal e os prédios que abrigam, Varas e Tribunais de Justiça de um Estado Laico, não podemos aceitar tamanho descalabro. Basta o inapropriado uso de símbolos da religião romana, que por descabida tradição, ainda da Idade Média, adornam paredes de Instituições republicanas no Brasil. Até no Salão de Audiências da Suprema Corte, numa absurda demonstração de desrespeiito e transgressão à justiça, é consentido, por certo, por covardia e descaso de autoridades públicas pulsilânimes, e desatentas a esse péssimo e malfadado exemplo. 

    Fé é algo de foro íntimo, claro que o homens e mulheres de fé podem e deve reunir-se com seus companheiros de crença e exercitar suas orações, canticos e exortações. Mas, obedecendo as regras socias democráticas do país, pois, nem todos os indivíduos são obrigados a professar alguma religião, ou mesmo ter fé. Há, nas sociedades democráticas, espaços adequados a tais atividades, tais como: galpões, cinemas desativados, igrejas, casas em vilarejos, etc. Com certeza absoluta, as edificações destinadas ao serviço público não podem acolher esse tipo de atividade em hipótese nehuma. A não ser que mudem as regras. Provavelmente, os que pretendem depor a presidenta Dilma, obtendo êxito em seu intento golpista. Ou seja, vencendo o impeachment golpista, instaure-se uma teocracia, o diabo, é com tantas siglas, escolher a religião dominante. Aliás, já há mainifestação na direção que poderá nos conduzir a isso. Pois bem, se adotarem o estatudo para nortear o Estado brasileiro sob os canônes de alguma seita religiosa, instaurando-se no Brasil um moderno Califado, papado os seja que merda for. Paciência. Eu, como convícto herege, pois não acredito, nem sou filiado a nenhuma corrente religiosa, fico restrito a duas alternativas, fugir, ou melhor, me picar. Ou, ficar e ter a cabeça decepada, ou quiçá, ser torrado numa fogueira em praça pública, num espetaculoso e belíssimo ato de fé.

    Engraçado como essas coisas combinam, até as palavras para explicar a vazajato de sua santidade, digo, da sua excelência doutor Moro, transitam naturalmente em eventos parecidos, ocorridos na Idade Média.

    Orlando

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