O Xadrez dos fantasmas de Temer e as eleições indiretas

Definição 1 – os novos inquilinos do poder

Há dois grupos nítidos dentre os novos inquilinos do poder.

Um, o PMDB de Michel Temer, Eliseu Padilha, Moreira Franco, Geddel Vieira de Lima e Romero Jucá, grupo notório.  O outro, um agrupamento em que se somam grupos de mídia, Judiciário, Ministério Público Federal e mercadistas do PSDB. Vamos chama-los de PSDB cover, pois inclui as alas paulistas e os mercadistas cariocas do PSDB. A banda de Aécio Neves é carta fora do baralho.

Por vezes, o PSDB cover provoca indignação. Já o grupo de Temer provoca vergonha, um sentimento amplo de humilhação de assistir o país governado por grupo tão suspeito, primário e truculento. E menciono esse sentimento não como uma expressão individual de repulsa, mas como um ingrediente político que será decisivo nos desdobramentos políticos pós-impeachment, que rabisco no final.

O grupo de Temer quer se apropriar do orçamento com vistas às próximas eleições. O PSDB cover quer se valer da oportunidade para reeditar as grandes tacadas do Real.

Temer e seu grupo são mantidos na rédea curta, com denúncias periódicas para mostrar quem tem o controle do processo. Deles se exige espaço amplo para as articulações financeiras do PSDB cover e o trabalho sujo para desmontar qualquer possibilidade da oposição nas próximas eleições.

Definição 2 – a estratégia econômica

Ao longo de 2013 e 2014 Dilma perdeu o foco da política econômica e deu início à sequência de isenções fiscais, arrebentando com as contas públicas. No final de 2014 havia um grande passivo das chamadas “pedaladas”.

Um pouco antes de vencer as eleições, Dilma anunciou publicamente a substituição do Ministro da Fazenda Guido Mantega por Joaquim Levy, provocando ressentimentos em Mantega.

Passadas as eleições, foi aconselhada a zerar os passivos ainda em 2014.

Demitido em público, mas ainda Ministro, Mantega recusou-se a tomar as medidas necessárias. Indicado Ministro, mas ainda não empossado, Joaquim Levy também preferiu postergar.

Assumindo Levy, Dilma anuncia a estratégia da chamada contração fiscal expansionista. Ou seja, um enorme choque fiscal que devolveria a confiança aos agentes econômicos que voltariam a investir.

Os empresários ficariam tão encantados com o choque fiscal que nem ligariam para a queda da demanda, aumento da capacidade ociosa, taxas de juros estratosféricas. Como diria Gil, “andar com fé eu vou”. E fomos.

O primeiro desastre foi o anúncio do plano a seco, como primeira manifestação de Dilma. Foi um suicídio político.

No meio do ano estava claro o fracasso da estratégia que, ao derrubar ainda mais a economia, ampliou a recessão, a queda de receitas e, consequentemente, os desajustes fiscais.

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Passou-se todo o segundo semestre discutindo a revisão da política, sem que nada fosse feito. Levy acabou saindo antes deixando armada a bomba fiscal e a política.

Mudou-se a estratégia para a flexibilização fiscal reformista.

Consistiria no governo assumir um resultado fiscal menor no curto prazo, para absorver a perda de receita. E, para reconquistar a confiança do mercado, em vez do ajuste fiscal, uma reforma fiscal.

Flexibilizaria no curto prazo, para devolver um pouco de fôlego à economia. E acenaria com reformas de médio prazo, visando devolver a confiança no equilíbrio fiscal.

Em dezembro de 2015 a fogueira política parecia ter refluído. A proposta foi apresentada em janeiro de 2016, com os seguintes ingredientes:

1.     Pedido de autorização do Congresso para um déficit maior.

2.     Limites de gastos orçamentários.

3.     Reforma da Previdência.

Na proposta Nelson Barbosa, os limites de gastos orçamentários seriam definidos a cada quatro anos pelo Congresso. Substituir-se-iam os gastos obrigatórios por metas obrigatórias a serem alcançadas. Seja qual fosse o resultado, haveria a possibilidade de correção de rumos a cada quatro anos.

Em relação à Previdência, haveria um aumento na idade mínima, mas com uma longa regra de transição, de maneira a poupar quem já tivesse ingressado no mercado de trabalho.

Mas, àquela altura, a governabilidade já tinha ido para o espaço, graças à combinação da Lava Jato com Eduardo Cunha. A cada semana, a Lava Jato soltava uma bomba política e, após o recesso, Cunha soltava uma bomba fiscal.

A equipe de Meirelles pegou as propostas e turbinou com Red Bull.

Hiperflexibilizou no curto prazo obtendo autorização para um déficit de R$ 170 bilhões para pagar a conta do impeachment. Produzindo um buraco maior, pressionaria por reformas muito mais radicais do que as previstas pelo governo Dilma.

Em relação ao limite de gastos pretende amarrar o orçamento por 20 anos, em cima dos gastos de 2016, espremidos por dois anos de quedas de receitas. Se passar a PEC (Proposta de Emenda Constitucional), um grupo que não recebeu nenhum voto nas últimas eleições, membros interinos da junta de poder, definirá o orçamento para os próximos três presidentes da República.

Não é apenas isso.

A deterioração das contas públicas abrirá espaço para as famosas “tacadas” – termo que Rui Barbosa utilizava para as jogadas do encilhamento; e que os economistas do Real praticaram na política cambial e nas privatizações.

Os negócios estão caminhando a mil por hora.

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1.     De cara, haverá a rentabilíssima operação de vendas de ativos públicos depreciados. O Projeto de Lei apresentado pelo senador Tasso Jereissatti vai nessa direção, ao inviabilizar qualquer recuperação de empresa pública e colocá-la à venda sem nenhuma estratégia setorial ou de valorização dos ativos.

2.     Nessa panela entrarão as vendas de participação do BNDES, com o mercado no chão.

3.     Se acelerarão as concessões com margens altas de rentabilidade, abandonando de vez as veleidades de modicidade tarifária.

4.     No caso da participação externa em companhias aéreas, por exemplo, havia estudos para autorizar até 49% podendo chegar a 100%, mas apenas dentro de acordos de reciprocidade com outros países. Já se mudou para autorização para 100%, sem qualquer contrapartida. Altas tacadas e altas comissões.

Estão no forno duas outras medidas complicadas. Uma, visando retirar do BNDES R$ 150 bilhões de recursos não aplicados; outra vendendo R$ 100 bi em ativos do Fundo Soberano.

No caso do BNDES, o governo Dilma tinha pronto medida colocando à disposição dos bancos comerciais os recursos não aplicados pelo BNDES, nas mesmas condições. Seria uma maneira de impedir o travamento dos investimentos.

Mesmo assim, a flexibilização do orçamento e a perspectiva do fundo do poço ter sido alcançado no primeiro trimestre, promoverá algum desafogo na economia nos próximos meses.

Definição 3 – os desdobramentos políticos

E aí se chega no busílis da questão, no xeque pastor – o mais rápido do xadrez. Vamos compor esses quebra cabeças com as peças que se têm à mão.

Lembre-se: não são apostas cravadas nas hipóteses abaixo, são  possibilidades. As peças estando em determinadas posições, abrem espaço para estratégias prováveis.

Peça 1 – o reino da democracia sem voto

Hoje em dia, se está no mundo que o PSDB cover pediu aos céus: uma democracia sem votos. O exército das profundezas, organizado por Eduardo Cunha, está prestes a ser desbaratado. O poder de fato é exercido hoje pela combinação da mídia com o Ministério Público, Judiciário e Tribunal de Contas, substituindo o sufrágio popular.

Essa combinação está permitindo mudanças constitucionais, derrubada de presidentes sem obedecer às determinações constitucionais, destruição de setores e empresas em torno da bandeira genérica da luta contra a corrupção.

Peça 2 – Michel Temer é um interino inviável.

A última edição da revista Época revela mais uma ponta da parceria de Temer com o  coronel da reserva da PM paulista João Baptista Lima Filho, sócio da Argeplan, incluída em obras da Eletronuclear sem possuir experiência para tal. Lima foi citado pelo presidente da Engevix como receptador de R$ 1 milhão cujo destinatário final seria Temer.

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Não é a primeira menção à parceria Lima-Temer.

Anos atrás, em um processo de divórcio de um ex-gestor do porto de Santos, ao detalhar as formas como o ex-marido amealhou patrimônio, foi mencionado especificamente o que ele recebia de propinas e o que era encaminhado para Lima e Temer.

Na época, o MPF e o Judiciário pediram arquivamento do caso. Agora, Lima reaparece na delação da Engevix. À esta altura, jornalistas e procuradores estão juntando mais elementos das parcerias.

Mais que isso: se a parceria com a mídia não impediu a denúncia das relações tenebrosas de Temer, o que impedirá a colheita no manancial de escândalos protagonizados por Eliseu Padilha e Geddel Vieira Lima? E ainda não se chegou ao tema central, da delação de Marcelo Odebrecht.

Não haverá blindagem capaz de garantir Temer. É uma relação ampla de delações com seu nome obrigatoriamente envolvido. Mesmo em nome da governabilidade, não será possível passar ao largo das evidências.

Em dezembro de 2014, por exemplo, a Secretaria de Aviação Civil (SAC), não mais sob controle de Moreira Franco, anulou licitação para contratação de empresa consultiva de engenharia, para monitorar todas as atividades do Fundo Nacional de Aviação Civil. O consórcio vencedor era formado pela Engevix e pela Argeplan Arquitetura e Engenharia.

Peça 3 – as eleições indiretas

Chega-se, finalmente, à perspectiva mais imediata de xeque, que não inclui a volta de Dilma.

Primeiro, tem-se o desafio da votação do impeachment. Passando ou não, tem-se a segunda barreira, no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Nos últimos dias, ventilou-se a tese Gilmar Mendes, de montar uma operação para supostamente legitimar Temer. Consistiria no TSE barrar Dilma e Temer. Pela Constituição, um mês depois haveria eleição indireta pelo Congresso, sem obrigatoriedade de candidaturas de parlamentares, mas com a promessa de Temer poder se candidatar e ser eleito.

Isto é o que se diz.

Se o custo Temer estiver muito alto, nada impedirá o PSDB cover de lançar Henrique Meirelles, abolindo os intermediários, ou alguma articulação mais ampla passar pelo presidente do Senado Renan Calheiros.

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103 comentários

  1. Não é só no Brasil que um

    Não é só no Brasil que um espírito brincalhão tomou conta da política. Na Inglaterra, por causa de uma briga interna do partido dele, o Cameron chamou um plebiscito – coisa que nunca se deve fazer para resolver coisa séria, segundo os especialistas – e deu no que deu;  nos Estados Unidos o Partido Republicano permitiu que o Trump brincasse de candidato a presidente e agora os sãos do  país não podem fazer nada diante do fato de que ele tá quase lá; no Brasil, daqui a 50 anos vamos saber o que aconteceu – isso se o aquecimento global não tiver destruído o que restou da população e da nossa frágil Democracia…

  2. A política como tragédia

    E pensar que tudo isso foi produzido pela mais elementar torpeza e pela mais bestial imbecilidade de uma presidente infinitamente obtusa e politicamente inepta, sem que ninguém fosse capaz de poder-lhe os passos do seu desvario…!!!

    Enfim, o Brasil não pode mesmo ser um país sério!

    Chegar ao século XXI com Dona Maria I no pleno exercício do poder, sem nenhum príncipe regente capaz de embarcar uma corte em fuga, só pode ser explicado como a tragédia da história que se repete… como tragédia pior ainda.

    • Não é somente ela não!!!

       

      Calma lá, não deve-se jogar toda a culpa do que esta acontecendo em cima da Dilma não, “imbecilidade de uma presidente infinitamente obtusa e politicamente inepta”, concordo!, mas vamos regredir um pouco no tempo. Isso que esta acontecendo é resultado da falta de preparo do PT quando assumiu o poder federal, Lula, embora ele fique se auto louvando como o mais preparado, vamos ser sinceros, não tinha preparo nenhum para ser presidente, bem como o resto da galera (Mercadante, Paulo Bernardo, Palhoça (sumido ele não?), José Dirceu e José Genuino, etc…).

      Antes deles eu nunca tinha ouvido a palavra Republicano ou Republicanismo ser proferida tantas vezes num unico dia, quanto mais num mês ou num ano!, aí o que o Sr. Republicanismo faz, pega todos os instrumentos que estão na Constituição, e lembrando que não estão lá a toa, e resolve indicar pessoas sabidamente de partidos adversários (Eros Grau?!?!?! etc e tal) para cargos chaves para um governo ter condições de governar um país sem levar uma facada nas costas.

      O Sr. Republicanismo também resolve fazer um oba-oba com o movimento negro indicando para um cargo de Ministro do Supremo um sujeito que, descontando a brincadeira, foi escolhido numa agencia de viagens. Em vez de ficar auto louvando o fato de não ler livros e ter chegado a presidencia, o Sr. Republicanismo bem que poderia ter lido algumas das boas biografias sobre o primeiro juiz afroamericano da Suprema Corte americana (Thurgood Marshall), e aprendido como se indica alguém para aquele cargo, não apenas para receber uma menção num paragrafo de um livro de história como o primeiro presidente a indicar um afrodescendente para a corte, mas como uma indicação de um ativista com principio prograssista definido. Eu li uma das biobrafias e vou te contar, me envergonho de como foi a indicação do Joaquim Barbosa, ah, e antes de ser acusado de alguma coisa, já digo que sou branquinho e que sim!, eu achava, como ainda acho, que se deveria indicar um negro para o Supremo, mais de um inclusive!!!!

      O Marshall não foi indicado porque falava inglês, francês, alemão, espanhol, polonês, japonês, etcteranês, ou porque tinha mestrado ou doutorado na Alemenha, França ou sei la aonde, ou porque publicara zilhões de artigos em revistas ou jornais juridicos, etc. Quando questionam o Sr. Republicanismo por que o fez, o que ele nos diz, “ele tinha o melhor currículo” Heim?!?!?!?! É uma contradição, já que o proprio diz que, embora não tenha seguido nos estudos “ele”, o Rei, era o melhor preparado para presidir o país, faz sentido?!?!?!?!?, E o que aconteceu?? Bom, acho que sabemos, Domínio do Fato, e depois, o famoso teorema matemático da multiplicação das penas chamado “Foi para isso mesmo, ora!”, né não?!?!?!?!? Ah, e outra vez, não quero alguém com doutorado na Sorbone, ou na mesmo na faculdade de Nova Iguaçu como presidente, por que isso não difere em nada de não ter a quinta-série primaria, a questão é de conhecimento de vida, do mundo, de principios e das entranhas do poder, isso não é pedir muito, né não?!?!?!?

      Outra coisa do Sr. Republicanismo, a “presidente infinitamente obtusa e politicamente inepta” foi escolha dele, não se esqueça disso, e convenhamos, qualquer pessoa com um pouquinho de pé no chão não escolheria ela, ok,  tudo bem, ela foi boa como Secretária de Energia no RS, e depois no Ministério de Minas e Energia ou Casa Civil (há divergencias!), mãe (?!?!?!?) do PAC, e daí???? (como engenheiro civil, nem vou comentar aqui mas que dá vontade de desabafar algumas coisas a respeito de como foi a gestão daquela primeira versão, isso dá!. Aqui no meu estado tem obra de porte grande parada, totalmente inacabada, desde aquela época, e por que?? A Sr. Inépta disse que “isso acontece”, é “coisa da vida”, somente isso, tá bom ou quer mais! Não é a toa que o Aécio ganhou aqui!).

      Essa estória de que o país precisa de uma pessoa na presidencia como “gerente”, igual na empresa privada, é uma das maiores imbecilidades que os neoliberais difundiram no imaginário popular, não só aqui mas no mundo inteiro (obs.: ver como foi o governo britânico de John Major e depois o de Tony Blair na Inglaterra, e olha que eu nem vou falar da “Bruxa” não! Deixo o Morrissey e a torcida do Liverpool falar dela: “When Maggie Thatcher dies…”!!), oposto que os Diretores/Acionistas/Gerentes da Enron americana, ou da Aracruz Celulose (antes de se chamar Fibria), ou da Samarco, para ficar num caso recente, adorariam comprovar esta tese!

      Com relação a Dona Maria I, sinceramente, quando ela divulgou o Minsitério do primeiro mandato, eu pensei com meus botôes, que diabos ela esta fazendo, indicando o Palhoça para Ministro, um cara que já tinha sido “saído” do Minsitério do Sr. Republicanismo por causa de escandalos e por isso era, obviamente, “abatível” facilmente, até por uma notinha na área de obtuário da Folha ou Estadão, o que aconteceu, então??? Seis meses depois, Dona Maria I estava fazendo uma Faxina, e pior, esse nome foi dado pela imprensa, e ela adotou o termo, claramente machista e denegritório. Meu amigo, alí, naqueles primeiros meses do primeiro mandato, deu para perceber que não daria certo, mas não achei que chegariamos a isso que esta aí!

      O pior é que não vejo saída para o pensamento progressita não, hoje existe um ódio imenso por aí, que esta pegando todo mundo com um pensamento de esquerda, não que o PT seja de esquerda, porque ficou claro ao longo destes 13 anos que se algum dia foi não mais o é, isso já é fato consumando, mas outros movimentos sociais e partidos estão levando bordoada, acusações por simplesmente defender um país mais justo. Não vejo alguém progressista sendo eleito em 2018, e não!, mesmo que o Sr. Republicanismo saia candidato ele não consegue se eleger, lembrando que em 2002 ele se elegeu com votos de uma parte dessa turma que agora esta na Av. Paulista pedindo a prisão dele e batendo panela, pois somente com  o eleitorado histórico do PT (+/- 30%) ele nunca teria conseguido. Meu desepero é que não tem nome para enfrentar esta turma não. A fadinha da foresta? não obrigado, não preciso de uma boneca contralada pelo twitter do Malafai.

      Tempos muito, mas muito difíceis mesmo, virão por aí. Acho que votaremos ao final dos anos 70 e aos anos 80, quando os engenheiros do país viaram suco! (quem viveu a época vai entender a referencia).

      • Lula não tinha preparo nenhum?

        Deve ser por isto que os engenheiros, no seu governo, tiveram novamente oportunidades de trabalharem e progredirem neste bananal. E agora vão voltar novamente a virar suco. O ódio de vocês ao Lula supera qualquer noção de coerência. Há, sim espero que seja engenheiro. Vai voltar a virar gari! Tenho dois amigos engenheiros, que trabalhavam em plataformas em Macaé e que foram agora demitidos. Os mesmo dizem que seus melhores momentos foram exatamente no governo Lula!

    • Que tolos são esses

      Que tolos são esses comentaristas que ficam repetindo o tempo todo que o culpado é o PT, que a culpada ´é a Dilma… O Brasil foi vítima de uma conspiração geopolítica. Com as elites podres, escravagistas e donas de todos os meios de comunicação aliadas ao Império que temos, isso foi facim, facim. 

    • Golpista salafrário

      O sem vergonha tem a cara de pau de culpar a vítima pelo golpe de estado que estamos assistindo. E como prêmio recebe de Luis Nassif uma “subida” no post”!

      Segundo o raciocínio desse safardana, a culpa pelo golpe de 64 foi de Jango e não dos golpistas. A culpa pelo golpe de 73 no Chile foi de Allende e não de Pinochet. A culpa por um estupro é da vítima e não do estuprador! O que desanima é ver que, ao que parece, o sr. Luis Nassif comunga dessa visão imbecil e calhorda a respeito do atual processo político.

      As acusações desse velhaco e fantasiado comentarista, contra a presidenta Dilma, são um festival de sexismo e preconceito. É tão safado este verme, golpista que é, que faz coro com Cunhas, Temer e Globos no intento criminoso de culpabilizar Dilma pelo golpe de estado que eles próprios engendraram contra a mesma. 

      É uma lástima que o GGN “erga” um comentário tão safado como este e o “promova” na página do post. Isso afeta a credibilidade do GGN até não poder mais. 

  3. Resistência Popular

    Fator resistência popular não entrou nesse xadrez, não deve ser desconsiderada, haja visto que pretende-se a imposição de programas impopulares por governos sem legitimidade qualquer.

    • KKKKKKKKKKKKKK

      Resistência popular?

      kkkkkkkkkkkkkkkkk

      Povo?

      hahahahahahaha

      O povo é agente passivo neste jogo. Apenas assiste.

  4. Nassif, faltou a peça José

    Nassif, faltou a peça José Serra nesse xadrez para a escolha indireta do presidente.

  5. E o povo assiste calado.
    Cadê o povo que estava nas ruas em 2013? Acabaram com o país e agora ficam quietinhos. Não estou esquecendo dos erros da Dilma e do PT e da manipulação da mídia e da parcialidade dos operadores do direito MP, STF e PF. O fato é que a ruas em 2013 deram o aval para tudo o que está acontecendo. Tínhamos tudo naquele momento emprego, salários e perspectivas de futuro, haviam problemas a se enfrentar, mas tudo contornavel aí um bando de imbecis ferraram com tudo. Um movimento por vinte centavos foi tomado pela classe média de direita e chegamos a esse ponto. Agora salvem-se se puderem.

    • Já debati esse tema aqui.

      Prezado Franklin Freitas,

      Se você costuma ler meus comentários já deve ter percebido o que escrevi acerca daquelas manifestações de 2013. Muitos estão confusos até hoje e não compreenderam que as sementes do golpe forma lançadas exatamente ali. Esqueça esse papo de R$0,20, de crise de representatividade, de descontentamento de uma juventude conectada, com a democracia representativa, etc. Lembre-se das espionagens da NSA, do artigo escrito por sérgio moro em 2004 acerca da mani pulite, dos cursos que esse juiz fez em departamentos, consulados, embaixada e em universidades dos EUA; lembre-se também do que JS tarja-preta prometeu à Chevron e da atuação de michel temer como informante de consulados e embaixada dos EUA. A Lava a Jato jamais tomaria as proporções que tomou e jamais teria os deletérios efeitos sobre a economia brasileira e jamais levaria ao golpe de Estado que está em curso, se esse alto comando externo não existisse e não tivesse municiado a burocracia estatal brasileira que participa do golpe: PF, MP e PJ.

      Pessoas bem intencionadas, que estiveram naquelas manifestações, teimam em admitir o que eu afirmei acima. E muitos jornalistas experientes, como o próprio Luís Nassif e Alberto Dines, demoraram a perceber – ou relutam até hoje em perceber – que a trama golpista era/é sofisticada demais para ter sido desenvolvida apenas por atores brasileiros. Uma das razões que percebo para essa dificuldade é que poucas pessoas conseguem compreender um fato histórico no momento que o vivem; estando imersas no sistema, na cena dos acontecimentos, as pessoas têm dificuldade em perceber a real dimensão deles, as causas e os efeitos e, sobretudo, os atores que deflagraram ou criaram as condições para que aquele fato histórico viesse a ocorrer daquela forma.

       

       

      • João.
        Concordo que deve haver alguma interferência externa, mas não acredito que ela foi determinante. Em algum momento um grupo foi aos americanos e disseram “olha vamos derrubar esses petistas e tudo ficará melhor” . E aí concordam? Eles deram apoio, olha se der certo fechamos com vocês. Algo assim. O que me causa ogeriza é o apoio do povo ao golpe. Inocentes úteis ou não apoiaram o golpe na democracia e contra o Brasil. Agora estamos pagando o “pato” e vai ficar pior ainda. Veja bem não haviam motivos para manifestações em 2013. Muitos festejaram isso como sendo o novo, o povo querendo participar… Nada disso era o passado do atraso brasileiro voltando.

    • Os movimentos de 2013

      Os movimentos de 2013 quebraram os parcos paradigmas do respeito público de convivência e civilidade. Isto foi fundamental para semearem a cultura do golpe.

      Óbvio que aqueles movimentos não foram trabalho para brasileiros amadores, e até mesmo os que aderiram inocentemente devem ter ficado espantados com a ousadia das investidas acontecidas naqueles dias. Investidas coletivas violentas que até então só se tinha visto no “estrangeiro”. E nada daquilo foi apurado em profundidade. Quem estava pagando os depredadores de bancos e de patrimônio público, ninguém ficou sabendo. Quem se propunha a incendiar prédios públicos, se estava sendo pago para tanto, ninguém soube. Ninguém soube quem fez a cabeça da fina flor da elite paulista para que gritasse no estádio em camarotes de luxo que a presidente fosse tomar vocês sabem o que mais.

      Quase todo o país ficou perplexo com aquilo tudo, e a crise econômica com poucos efeitos ainda sentidos, não era suficiente para tanta revolta, e nem aquilo era do feitio de brasileiros reagirem ao que considerassem errado.

      O que aconteceu foi que fomos todos engolfados por um plano em execução, elaborado não no Brasil, porque aqui não há nem equipamento nem pessoal especializado para tanto.

      E a razão de ser deste plano, que deve ter se estendido em diversas direções, abrangendo a dominação de setores de capital importância da vida do país, como a polícia e o judiciário, a razão de ser de tudo isso foi o golpe de estado, que ainda está em andamento.

      Mas há grandes esperanças de que este golpe não venha a se concretizar in totum. De que ele reflua, e de que a democracia seja restaurada sem máculas. Mas se ele vier, sobre ele recairá não a submissão das massas ignorantes, mas a crescente revolta, porque o povo agora sabe muito bem quais são os seus interesses e quem são seus inimigos.

  6. Mas é Henrique Meirelles quem

    Mas é Henrique Meirelles quem vai fazer o papel de Castello Branco ao enterrar de vez a constituição em teoria ainda vigente e instituir uma nova ordem ? Duvido, isso é coisa para alguém mais gabaritado. para mim, o nome da vez vai ser Gilmar Mendes.

  7. O poder do MP

    O poder do MP

    ah se fosse o Lula!

    João Lopes
    6 h · 
    A Famiglia desta sórdida figura são os donos da OI ( Ex Telemar ) . Eles ganharam a empresa nas tenebrosas transações do Doutor de fino embuste ( FHC) , lucraram o quanto puderam . Faliram com o CNPJ , mas o CPF de cada um deles está muito bem , pois jogou a carcaça do CNPJ pra o BNDES ( POVO ) arcar .
    Possivelmente daqui em pouco tempo eles a pegam de volta por uma bagatela qualquer . 
    Foi assim com a LIGHT nos governos militares .

     Senador eleito mais rico tem quase R$ 400 milhões; INFOMONEY.COM.BR|POR LEONARDO PIRES ULLER  

     

    • O Caiado, de Goiás, recebeu

      O Caiado, de Goiás, recebeu valores de empresa dele e irmão(Jereissati) em 2014.

      Em Goiás, o candidato de 2014 do PSDB não tinha apoio do DEM.

      O DEM apoiava o PMDB.

      Me diga, como pode ele ter recebido este valor?

  8. série cada vez mais interessante, atraente…

    análise, mágica e agora máquina

    jogo dificílimo, para os que gostam de sacrificar ou trocar peças por tempo, por cada vez mais dinâmico

    Nassif é mestre e dos mais perigosos;

    daqueles que acreditam que ainda não há partida ganha, mas joga como se houvesse

    sacrificou uma peça e me desnorteou completamente. Preciso pensar mais, mas sem tempo, justamente o meu forte

    eu tinha esta peça mal colocada, acreditando poder sacrificar toda a posição

    vou sair de uma das telas, pois o computador já me derrotou na outra

    e eu que pensei poder trazer o que tenho para este tipo de jogo. Fico todo atolado mentalmente quando me tiram tempo

    vou fechar uma delas para não perder nas duas

  9. Os “novos” inquilinos do poder

    Poucas vezes ví um título tão acertadamente cravado num texto.

    Sé há os novos inquilinos, há os ex-inquilinos.

    Porém, é importante frisar que muitos dos novos também são ex-inquilinos. Alguns inclusives são inquilinos há tanto tempo que devem ter direito a uso-capião do poder.

    Temer, Geddel, Padilha, Jucá e Moreira Franco habitavam o mesmo poder do inquilino ora expulso.

    O principal inquilino do grupo PSDB cover também foi inquilino do PT cover durante oito longos anos. PT cover que tinha Paulo Bernardo, Palocci, entre outros. Esse pessoal do cover gosta sempre das áreas financeiro-administrativas do orçamento. Não sei o porque.

    Quanto aos planos de assalto aos cofres públicos, é isso mesmo, os novos covers vão tentar continuar fazendo prevalecer a Lei de Gerson.

    Seja nacionalizando ou internacionalizando, eles sempre dão um jeito de levar a propina maior.

    Ou seja, o pagador de impostos vai se ferrar como sempre se ferra. Continuará não tendo a reciprocidade pelos impostos pagos.

    Entre todos os inquilinos envolvidos, o´único que ainda tem o benefício da dúvida são esse MPF, PF e Justiça renovados que temos agora.

    Esperemos que eles tratem os novos inquilinos assim como trataram os velhos.

    É nossa única esperança.

    • Não adianta “passar

      Não adianta “passar manteiga”. Não adianta elogiar. Aqui o nível é outro, golpista de m., de fsp veja globo e afiliadas, sabemos quem vc é… Dos inumeros “nicknames” q ja usaste aqui seu balança bolas da direita. Vá para o quinto dos infernos com o resto da midia golpistA e torça torça bastante que o povo n descubra o q seus amiguinhos estão fazendo c ele e com o país. Vontade de saber quem vc é só para vc ver o q é bom p tosse, vcs estão pedindo p isso…

    • Saia do passado Oneide.
      O PT
      Saia do passado Oneide.

      O PT não é mais governo, Serra é hoje, pasmem, chanceler.

      Vivemos hoje tempos bem mais sombrios que os plumbeos e longos anos FHC.

  10. E Serra, o augustulus,

    E Serra, o augustulus, reinará plenamente a partir de 2019, mesmo tendo sido votados por 35 por cento do eleitorado. E ainda mais: será o redentor, depois da baderna do “governo Michel Temer”, que ele, Serra, aparelhou por completo pra ser candidato vitorioso quase na base do W/O.

    Bem vindos à República Velha!

    • Não acredito em 35%

      Dilma, mesmo gastando 500 milhões de reais ( oficialmente ) e comprando a peso de ouro os minutos de TV do PMDB e do PP, entre outros, conseguiu apenas 30,28% do eleitorado.

  11. Há três grupos disputando o

    Há três grupos disputando o Golpe. 

    1 – PMDB juntamente com outros partidos fisiológicos: PP, DEM, PPS, PSB, etc. Com ampla base na Câmara e Senado.

    2 – PSDB com mercado financeiro (fundos de investimentos) aliados a interesses americanos + Grande mídia (Globo e afiliadas, Abril, Estadão, Folha) + STF

    3 – Aparelho Judiciário do Estado – MPF, PF, “Curitiba” + Grande Mídia + STF

    Qual a contradição entre esse três grupos?

    A maior força institucional é o PMDB e os partidos fisiológicos. Foram eles que garantiram o Golpe branco*. Sem eles seria necessário usar a força bruta para derrubar o Governo eleito. São eles que estão operando em grande parte o Governo. Por outro lado, é o grupo mais frágil, por estar diretamente envolvido em todas investigações.

    O PSDB tem forte disputa interna. Por mais frágil que o Aécio esteja, ele é presidente do partido e até ontem tinha consolidado seu nome como o melhor para disputar a presidência. Serra, que hoje é o mais forte, ontem estava “morto” e tinha rejeição de grande parte do partido que apoiava Aécio. Quanto a Alckimin nem é preciso falar da disputa com Serra. Além disso, caindo Aécio seria o nome do partido para disputar a presidência. Logo, fica difícil consolidar uma liderança para assumir a frente política do Golpe. A vantagem desse grupo é ser o partido preferido do terceiro grupo. Além disso, o fato da Justiça ter como símbolo uma senhora cega, ajuda bastante porque não tem sido fácil fechar os olhos para suas falcatruas. Isso é um ponto frágil na sociedade e, por isso, o “mais chato” dançou.

    O grupo mais forte é o terceiro. Com apoio da Mídia, eles têm “a faca e o queijo na mão”. Com uma boa “literatura jurídica” e uma boa dose de “reportagens”, colocam qualquer um em cana. Mas qual é o problema desse grupo? Como assumir o Governo? Qual a engenharia institucional que teriam de construir para assumirem o Poder. Por isso, de certa forma eles precisam dos Políticos (e o partido preferido é o PSDB, mas não tá fácil combater a corrupção e levar o PSDB ao poder). Esse é o dilema deles. Querem assumir o Poder, mas não tem como.

    Obs.: de Rodrigo Vianna: “Um advogado, fonte deste blogueiro e que atua na Lava-Jato, dizia já em 2015: “o PSDB, o Aécio e o PMDB terão o mesmo fim de Lacerda; não percebem que a Lava-Jato ataca hoje o PT, mas que o passo seguinte será a destruição do PSDB e do PMDB”. Não perceberam. tentaram surfar na onda do antipetismo. E agora serão destruídos pelo tsunami.”

    O que une os três é serem contra o PT. O PMDB, porque o PT até ontem o impedia de assumir o Poder. O PSDB, o Aparelho Judiciário e a Grande Mídia representam a velha UDN e são contra qualquer um que defenda um projeto: desenvolvimentista, inclusivo e soberano. Ontem, foram contra o PTB de Getúlio, hoje são contra o PT de Lula, amanhã, serão contra qualquer partido/liderança que defenda esse tipo de projeto. O projeto de país que defendem é: modernizante, elitista e dependente.

    São essas as contradições que emergem do grupo que deu o Golpe. Não está fácil para eles construírem uma saída para seus impasses. Eles só se unem na negação de um projeto de país. Não conseguem hegemonizar quem irá conduzir o outro projeto, que já está em curso, mas aos sobressaltos. 

    *Golpe branco é uma expressão usada na historiografia e na ciência política para se referir a uma conspiração ou trama que tem por objetivo a mudança da liderança política (ou, em alguns casos, da ordem vigente) por meios parcial ou integralmente legais. Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Golpe_branco

     

  12. Boa analise, mas como não

    Boa analise, mas como não jogo xadrez, não sei se nesse jogo existe uma figura chamada povo.

    Hoje com as redes sociais e os blogs sujos, acredito que será um pouco mais difícil fazer qualquer arranjo politico sem contar com a figura singela chamada povo.

      • Olha, vou lhe ser sincero, eu

        Olha, vou lhe ser sincero, eu estava mais pessimista com o povo.

        Não é uma grande massa, mas tem um povinho azucrinando a vida dos golpistas.

        Como não sai no Fantástico parece que não está acontecendo nada.

        Participo do Face e sou seguidor do Romário no twiter, acredite, o peixe não tem sossego.

        A galera está pegando pesado com o baixinho, existem até várias ofensas raciais, do tipo ” crioulo não tem que se meter em politica” ” esse favelado na bola era em craque na politica só faz merda” e por aí vai.

        Acho que hoje existem aluns senadores altamente constrangidos.

        E sabe como é, politico é chagado a uma traição.

  13. Nassif
    Talvez seja

    Nassif

    Talvez seja interessante incluir nesse xadrez as alternativas da reação ao Golpe. Sei que, aparentemente, são cada vez mais remotas, mas não custa tentar aprofundar esse viés nas análises.

    Por exemplo, o plebiscito. Quem é contra e a favor e por que? O que está por trás de cada opção.

    Uma boa parcela da classe média que foi as ruas e apoiou o Golpe, como tem reagido, desde o fatídico dia da votação na Câmara.

    Os movimentos MBL, Vem pra rua, Revoltados que tiveram forte atuação nas redes e grande influência na classe média, como tem se comportado e como seus seguidores os veem?

    Como o meio jurídico tem reagido aos seguidos atropelos legais cometidos pelos aparatos judiciários do Estado?

  14. Análises prognósticas e não triviais.

    Prezados,

    Luís Nassif faz o que a maioria dos jornalistas, analistas e colunistas não têm a coragem de fazer: análises prognósticas sobre temas econômicos e principalmente políticos. Poucos fazem isso porque temem o risco; e porque morrem de medo de errar e assim colocar em xeque a credibilidade. Nassif se arrisca; comete alguns erros; mas acerta na grande maioria das vezes. Essa série, cujos títulos e analogias remetem ao jogo de xadrez, deve ser arquivada e depois colocada em livro.

    O leitor que assina Rpv identificou três grupos que disputam o poder. Eu aglutino os grupos que ele citou em apenas dois, o que facilita o entendimento de quem são e como agem os atores do golpe.

    Grupo 1 – PMDB juntamente com outros partidos fisiológicos: PP, DEM, PPS, PSB, etc. Com ampla base na Câmara e Senado.

    Grupo 2 – Neste grupo eu coloco o PSDB,o Aparelho Judiciário do Estado (PF, MPF, PJ, com destaque para a JF do Paraná e STF) e o PIG.

    O comentário do Rpv é uma grande contribuição à excelente análise feita pelo Luís Nassif. Faço uma classificação diferente deles porque além de facilitar o entendimento não se pode negar a umbilical ligação entre o PSDB, o mercado fianceiro, o PIG, os interesses alienígenas (sobretudo do alto comando golpista em terras estadunidenses e todo o Aparelho judiciário do Estado), não apenas o STF.

    O que faltou na análise de ambos foi a demonstração clara de que o golpe de Estado possui um trama e um alto comando externo, mais especificamente nos EUA, o qual foi desencadeado a partir de 2013, com as espionagens do governo e das maiores empresas brasileiras, principalmente a Petrobrás. Sem aquelas espionagens, sem a articulação de políticos tucanos como JS tarja- preta, que assumiu compromisso com a Chevron de revogar ou modificar a lei de partilha do Pré-Sal, sem a ação de informantes como michel temer em fornecer informações sensíveis a consulados e embaixada dos EUA (conforme mostram documentos publicados pelo portal wikileaks), não haveria um sérgio moro; não haveria uma horda de procuradores e policiais federais como esses que compõem a ORCRM da Farsa a Jato, ops!, Lava a Jato. Aliás, sem a ação do alto comando estadunidense, que espionou, cooptou e municiou os golpistas encravados na burocracia estatal brasileira (PF, MP e PJ) e sem a ação golpista do PIG, essa operação jamais conseguiria tomar as proporções que tomou, dar o prejuízo de centenas de bilhões de dólares ao Brasil, quebrar as principais empresas do ramo da construção, mergulhar o Brasil na mais grave recessão da história, ceifar milhões de empregos e enfraquecer as empresas públicas como a Petrobrás, de modo que os saqueadores pudessem, tão logo aplicado o golpe, se lançar a privatizá-las a preço vil, como estamos a ver, em pouco mais de um mês do governo golpista.

    • Ele vê lances decisivos numa
      Ele vê lances decisivos numa engrenagem que é muito mais complexa.

      Por exemplo pisando e repisando o suicídio político da falha da Dilma.

      Ou é o não querer ver o governo como uma sequência de ações iniciadas em 2002 ou simplesmente ignora a noção.

      Também ignora a estrutura federativa, o superpresidencialismo, questões de governo, Estado…

      E pondera excessivamente através do crescimentismo do PIB…

      No final chuta horrivelmente várias vezes.

      Mas o suficiente para convencer convertidos sedentos de reforço de suas convicções maniqueístas.

    • A questão que gostaria de

      A questão que gostaria de destacar nesse comentário é a possibilidade, ainda não explicitada nas análises deste e outros blogs é de que a “Lava Jato*” pode estar sendo alimentada com grampos internacionais.

      Se NSA pode interceptar ligações da Merkel e da Dilma, porque não pode espionar todo mundo.

      Essa agencia pode muito bem ter grampeado figuras chaves na política e na Petrobrás e Eletronuclear e a partir daí dado o direcionamento estratégico para a “Lava a Jato”.

      Ah, será que a NSA também não tem acesso a dados bancários (para controlar o terrorismo e outras cositas más…)

      Assim, não que a NSA passe a transcrição das gravações ou os dados bancários, mas as dicas: quebre o sigilo de “A”, “B” e “C”. Veja as contas desse e daquele. O “esquema de corrupção” detectado por nós (NSA) para combater a “lavagem internacional” é assim… Ok!

      “Agora vão lá e cumpram a missão. Vocês colocam o país “nos eixos” e viram Super Heróis Nacionais. E assim ajudam a tornar seu país mais Moderno, livre desses partidos populistas e corruptos. Vocês são a elite que deve comandar o país com mão de ferro para acabar com a bandalheira e tornar o Brasil uma “nação moderna” a exemplo de todos os países capitalisas desenvolvidos, como é o EUA – aqui as “leis funcionam”, etc, etc.”

       

      Obs.:

      E como se descobriu que os presidentes da Alemanha e Brasil, por exemplo, estavam sendo espionados? Foi o serviço de inteligência desses países? Não.

      Se não fosse o Snowden até hoje os EUA estaria ouvindo a conversa das duas presidentas, se é que ainda não está.

      E o que interessa a NSA no Brasil?

      Petrobrás e Eletronuclear e a Presidência da República de tabela, tanto para poder quebrar o comando sobre as duas empresas, quanto para impedir uma articulação internacional de um Estado nacional robusto e geopoliticamente importante.

      Daí, um Golpe branco articulado pelos EUA pode ter sido construído a partir de três frentes:

      a) um movimento institucional: Judiciário, MPF e PF (combate a corrupção – nos partidos/lideranças populistas, isso é fácil de associar: povão = corrupção);

      b) um movimento de massas via redes sociais (cooptar a classe média – o mote é o combate a corrupção);

      c) uma articulação com políticos/partidos (o partido é o PSDB, os políticos podem ser do PMDB como o Temer).

      A grande mídia, nesse caso, vem por gravidade, pois é amante antiga desse projeto: modernizante, elitista e dependente.

      Esse movimento é uma vacina contra o voto popular, pois a partir daí tem-se um Golpe branco.

      * Coloco entre aspas porque se trata de um movimento golpista autoritário a serviço dos interesses americanos. Leiam o post http://jornalggn.com.br/noticia/todas-as-ditaduras-nascem-anunciando-boas-intencoes-por-andre-araujo para entender essa colocação.

      • Desde 2005 (mensalão) que o

        Desde 2005 (mensalão) que o monitoramento externo dos assuntos do Brasil estava claro, isso para mim sempre foi evidente. Assim como podemos pensar que é muito fácil (já que não temos contraespionagem, a ABIN, tadinha…) para o Império do Mal, atavés de suas Agências colocar agentes no judiciário brasileiro, na polícia, etc. Somos um país indefeso cuja elite tem a capital em Miami. 

    • Mito do Investidor Estrangeiro na Bolsa

      Nassif, segue os dados da BM&F sobre o fluxo de “investidores” no mercado doméstico.

      O Índice Futuro (BM&F) reúne a especulação de forma antecipada da economia real.

      Afirmavam que a mudança de governo traria a “confiança ao mercado” e estaríamos ás portas de “altas históricas” da Bolsa.

      Porém, a realidade mostra que a tal confiança não é real; minha análise é que, antes de buscar condições favoráveis para a especulação, o que eles olham é o tal “respeito a contratos”. Quando não se respeita o contrato do povo, expresso através do voto, o que não mais se respeitará ?

      Outro ponto desta reversão de expectativas é que o Impedimento já subiu no telhado.

       

      Editado: não localizei onde anexar um arquivo PDF com o gráfico. Em resumo, aponta que em 02.03.2016 os estrangeiros eram 179.940 e sexta-feira passada, 90% já haviam deixado a Bolsa, isto é, restaram 17.354. Os estrangeiros, historicamente, correspondem a pouco mais de 50% dos “investidores”. Mais um fator que atravanca o controle de capitais, isto é, a especulação tem liberdade de ir e vir, já as pessoas…. e se ainda estas não contarem com capital ou cérebro para oferecer ao país anfitrião…

       

      Fonte: http://dadosdabolsa.com/Fluxo%20BMF

       

       

       

      InvestidorContratos em AbertoIbovespaDataInstit. Financeiras10.5855010524/06/2016Institucional-26.204Inves. Estrangeiro17.354Instit. Financeiras10.6105155923/06/2016Institucional-25.977Inves. Estrangeiro17.830Instit. Financeiras10.6755015622/06/2016Institucional-24.263Inves. Estrangeiro15.602Instit. Financeiras9.2405083721/06/2016Institucional-26.095Inves. Estrangeiro19.413Instit. Financeiras8.6205032920/06/2016Institucional-26.248Inves. Estrangeiro20.386Instit. Financeiras8.4304953317/06/2016Institucional-27.544Inves. Estrangeiro21.847Instit. Financeiras6.4754941116/06/2016Institucional-26.871Inves. Estrangeiro23.069Instit. Financeiras5.4204891415/06/2016Institucional-28.591Inves. Estrangeiro25.339Instit. Financeiras5.5704864814/06/2016Institucional-22.576Inves. Estrangeiro17.839Instit. Financeiras4.3704966013/06/2016Institucional-31.488Inves. Estrangeiro28.431

       

    • exato

      de fato 2013 foi um ano chave que, talvez, daqui a 50 anos com a abertura dos arquivos americanos saibamos o quanto a NSA interferiu no processo de golpe colorido.

  15. os movimengos sociais e os

    os movimengos sociais e os trabalhadores desde que unidos

    poderiamm parficipar de alguns lances desse jogo

    – manifestações,  greves, etc……

  16. Contragolpe

    A Presidenta eleita por 54,5 milhões de votos foi afastada e o lider da oposição que obteve 51,5 milhões de votos, depois de servir como boi de piranha aos verdadeiros golpistas, também é carta fora do baralho.

    Em um país de 200 milhões de habitantes, 106 milhões de eleitores tiveram seus votos roubados por aves de rapina, urubus de lixão, ratos de navio e os patetas que foram às ruas, em 2013, por melhores serviços públicos em transporte, segurança, saúde e educação e os idiotas que sairam na Av. Paulista, em 2015, contra a corrupção, foram todos desavergonhadamente enganados através do chamado golpe perfeito. Nem Newman e Redford teriam feito melhor.

    O interessante é verificar que ao longo do processo golpista, os vanguardeiros golpistas vão sendo tragados pelo golpe, na melhor tradição de processos do tipo.

    Caiu Aécio, caiu Cunha e o próximo a cair é Temer. E o curioso é que os golpistas que se consideram vitoriosos no curto prazo não percebem que serão os próximos a cair. Deflagrado o processo, mesmo que percebam o seu destino inevitável, não h, às vezes, como voltar atrás, pois a traição não é perdoável, mas pode ser tolerável, como ver-se-á a seguir, pois, em política, quase tudo é possível.

    Portanto, não se pode descartar o contragolpe.

    O golpe é tão escancarado e os prejuízos à população e à soberania nacional são tão evidentes e de tal monta que não se pode descartar que grupos nacionalistas das FFAA se levantem contra tais absurdos após a confirmação do impeachment farsesco pois, com o PT, provavelmente, elas não se compõem.

    Por outro lado, a reversão da farsa do impeachment no Senado não é tão difícil como se possa imaginar. O governo afastado só precisa conquistar 10 votos (além dos que já tem) para derrubar o impeachment.

    Está cada vez mais claro que os riscos políticos para quem ficar com a legalidade em defesa da democracia são bem menores e mais vantajosos do que para aqueles que embarcarem na aventura golpista. Explico:

    1) os aderentes ao contragolpe serão vistos pela opinião pública como defensores da democracia, dos direitos sociais e trabalhistas e da manutenção das reservas de petróleo sob o controle nacional, um excelente mote para futuras campanhas políticas. Não é aceitável que a democracia formal irá ser interrompida, portanto, haverá muito jogo pela frente;

    2) um novo governo terá que ser composto com os resistentes ao golpe, ou seja, apenas com os 30 senadores que derrubarem o processo de impeachment. O fato de a Presidenta afastada só precisar de 30 votos para barrar o impeachment e ter todo o espaço do governo para ocupar lhe permite uma tremenda vantagem sobre o governante interino. Quem ainda não percebeu isto, não é do ramo:

    3) assim como Carlos Lacerda, no pós golpe de 1964, quando se aliou a Juscelino e Jango, na chamada Frente Ampla, Aécio  pode ser levado a pensar em compor-se com a Presidenta Dilma para que ela termine o seu mandato e se ofereça a ele o mínimo de condições para que se lance à Presidência em 2018 pela oposição, evidentemente.

    É como retornar a 1º de janeiro de 2015: Dilma governa e Aécio faz oposição para se oferecer novamente ao eleitorado em 2018. Aécio faz autocrítica, fica bem na foto e ganha nova oportunidade para renascer politicamente, derrotando seus inimigos internos do PSDB e do PMDB que o traíram despudoradamente.

    Aécio tem Anastasia como relator na Comissão do Impeachment. Assim como todos os senadores da Comissão, Anastasia já percebeu que não dá para fazer um relatório imputando crimes de responsabilidade à Presidenta Dilma Roussef,  pois a sua biografia ficará irremediavelmente manchada. Anastasia só espera um sinal de Aécio para deixar de se comprometer com o trabalho sujo.

    4) com o afastamento de Cunha da Câmara dos Deputados, será possível um acordo com o Congresso para dar o mínimo de governabilidade a Dilma. Com a continuidade do governo Dilma até 2018, será restabelecida a segurança jurídica que, se perdida pelo golpe, levará muitos anos para ser restabelecida. Este é, sem dúvida, o fator mais importante para que a Constituição não seja rasgada e o contrato assinado com os eleitores em 2014 seja respeitado.

    Supõe-se que Aécio seja minimamente inteligente para refletir sobre essa alternativa. A proposta está lançada.

    Esse jogo é xadrez ou pôquer ?

  17. “Nos últimos dias,

    “Nos últimos dias, ventilou-se a tese Gilmar Mendes, de montar uma operação para supostamente legitimar Temer. Consistiria no TSE barrar Dilma e Temer. Pela Constituição, um mês depois haveria eleição indireta pelo Congresso, sem obrigatoriedade de candidaturas de parlamentares, mas com a promessa de Temer poder se candidatar e ser eleito”:

    Nao entendi isso.  Ou “ficha suja por 10 anos ” significa “ficha suja por 10 anos” ou nao significa!  O judiciario ja ta considerando dar a volta no que disse???

  18. Até agora o acordão que foi

    Até agora o acordão que foi feito para “estancar a sangria” permanece intocável e funcionando a todo vapor. Ele foi feito, e ele vale.

    Realmente, ninguém dentro do guarda-chuva do acordão do golpe de estado foi preso. Nada aconteceu com nenhuma das figurinhas que, segundo a delação e as gravações vazadas de Sérgio Machado, tocavam a grande locomotiva da corrupção no país. “Não escapa um”, dizia o delator.

    Estão todos aí, imexíveis por conta da blindagem que o acordo descrito pelos personagens machadenses pôs em funcionamento. E já cada vez mais a mídia fala, com crescente naturalidade, no breve fim da Lava Jato. Sinais inequívocos de que o acordão foi feito e vale. Em breve, a mídia tentará também relativizar a culpabilidade de toda essa turma de ladrões. Alguns serão até tidos por heróis.

    Neste acordão, o lado político (porque há também os lados financeiro, jurídico e midiático) do golpe parecia dizer explicitamente:

    “Vocês do PSDB e de outros setores (ex) oposicionistas, têm poder sobre a justiça e principalmente sobre esta justiça persecutória que agora parece descontrolada e se volta contra nós e até contra vocês em alguns casos. Apenas setores do Ministério Público, nomeadamente o Procurador Geral, parecem fugir a vossa influência, mas dependendo de nosso acordo chegar a bom termo, deles cuidaremos depois. E vocês têm também todo o poder sobre a mídia que por sua vez controla as massas ingênuas e a usina de demonizações e escândalos. Então, vocês devem se comprometer a nos proporcionar anistia e silêncio sobre nossos roubos do dinheiro público, que em parte foram realizados por vocês também, e devem nos dar carta branca para constituirmos um futuro governo que nos abrigue a todos nós, os azes políticos da corrupção. Em troca, faremos tudo aquilo que estiver a nosso alcance para tirar da presidência a pessoa que lá está, mesmo que seu mandato tenha sido ungido ainda há poucos dias pela vontade soberana do voto popular. Também nos comprometemos a, logo que assumirmos o governo, colocar em pauta toda a vossa agenda anti-progressista, anti-trabalhista, anti-nacionalista, neoliberal, financista e entreguista, por mais extrema que ela possa parecer.”

    Este, pelos indícios dados à publicidade, bem poderia ser o texto do acordão. Só que agora todos sabem de tudo isso. Todos sabem, e será inútil que até mesmo a mídia tente enganar sobre isso. O trabalho dos pistoleiros de aluguel da Internet ficou resumido a xingamentos e a defesas vazias do indefensável. Não dá mais para enganar, nem dá para tentar frear o Titanic da enganação, o que fará com que ela se torne progressivamente ridícula. Todo remendo será pior que o rasgado. Toda “solução” será volteios desnorteados em torno da ilegitimidade e da usurpação. O resultado será uma nudez e uma reprovação generalizada dos signatários do acordão. E se o acordão vale, mais ainda valem a crescente indignação e repulsa ao absurdo descaramento com que um punhado de tratantes tenta enganar um país enorme como é o Brasil. 

  19. pastelão

    Nunca pensei em ver tamanha decompustura do judiciário e do min . púb. era sabido comprometimento de parcela do juduciário, mas os tribunais superiores ….. é assustador 

  20. Perguntando aos jogadores e ao povo

    Antes de entrar no tema, devo elogiar o resumo excelente que Nassif faz sobre as “definições” que norteiam a compreensão deste jogo.

    Acredito que, neste complexo tabuleiro, é importante consultar aos “russos”, ou seja, considerar o objetivo principal dos dois principais jogadores, faltando ainda o “povo”, que cito ao final.

    Jogadores:

    1.   Acho que seja o PSDB cover o grande jogador num dos lados da mesa, incluindo apoio dos EUA e do PIG, como acontece desde sempre, e dos ingênuos meritocráticos que ocupam os poderes paralelos. A equipe Temer está apenas sendo usada, assim como o centrão do congresso, como parte do caminho via impeachment. Se não funcionar, tanto pela clara inviabilidade do Temer como pela volta por seus próprios méritos de Dilma, segue-se então o plano Gilmar. Até aí acho que o Nassif estaria certo;

    2.   Dilma e a democracia: Partidos progressistas e movimentos populares. O objetivo deste lado do tabuleiro é de recuperar o jogo democrático e, via consulta popular, retomar a legitimidade e um plano de governo ainda mais progressista que o do recente mandato Dilma, somado a reformas significativas, começando pela reforma política. Dilma não seria candidata, mas apenas uma pessoa confiável (para as equipes democráticas) para conduzir este caminho de consulta popular e, provavelmente, chamar a novas eleições.

    A chave da batalha, nesse tabuleiro, será travada no plenário do Senado, onde Dilma e sua equipe precisam de poucos Senadores que possam mudar o seu voto original.

    Ganhador do primeiro Xadrez:

    Não haverá ganhador reconhecido pelo outro, e ambas as forças continuarão jogando o jogo, principalmente se Dilma voltar. Os PSDB cover não irão fazer diferente do que fazem desde o primeiro dias depois das eleições de 2014.

    Novo Jogo:

    Haverá novo Xadrez, onde desta vez, ao invés do Senado, o destino do jogo ficará nas mãos de Gilmar e, em consequência, do STF, apontando mais uma saída para o PSDB cover, qual é, como Nassif indica, a eleição indireta, indo contra o desejo popular.

    Onde entra o povo:

    Justamente aqui está a chave da solução: o povo. O jogo de xadrez está sendo jogado em ambiente virtual de poder, transmitido pela Globo News e pelo PIG em geral, com “porteira fechada” (como no futebol) e não conta com a presença e participação popular legítima, que representa as bases da nossa democracia. O verdadeiro jogo final será ganho nas ruas, com movimentos populares crescentes. Não ficará Rei em pé, mesmo o Rei que eventualmente ganhar, se o povo decidir diretamente por um dos lados em conflito. 

  21. NWO

    É a Nova Ordem Mundial avançando…

    Nenhum desses personagens manda em nada. Somente seguem ordens.

    Se não seguirem, serão substituidos por outros mais obedientes….

  22. Uma eleição indireta é a

    Uma eleição indireta é a cereja do bolo prum país quetem uma elite que faz de tudo pra torná-la uma república de bananas. O povo que evitou que o país sofresse com a crise de 2008 (e aí vemos como um político com um mínimo de visão muda o rumo de um país – no caso o Lula de 2008, que, além de ter feito o certo para que o país tivesse condições de enfrentar a crise, ainda explicou com uma clareza impressionante para a população que ela não deveria parar de consumir para evitar que a crise chegasse com tudo ao Brasil ) está agora sendo sacrificado sem dó nem piedade – e, o pior, quieto, como quieto ficou em tantos momentos – a ditadura, o confisco do collor, a crise do real, a ditadura do estado novo…

     

  23. Muito boa a série Xadrex
    Só duas observações:

    1) O mate mais rápido no xadrez é o mate do louco (dois movimentos).

    2) Mantega há muito já havia pedido para sair do governo ppr conta de problemas de saúde na família.

    De qualquer forma a série Xadrex merece ser guardada para a posteridade como uma autêntica autópsia do golpe.

  24. Muito boa a série Xadrex
    Só duas observações:

    1) O mate mais rápido no xadrez é o mate do louco (dois movimentos).

    2) Mantega há muito já havia pedido para sair do governo ppr conta de problemas de saúde na família.

    De qualquer forma a série Xadrex merece ser guardada para a posteridade como uma autêntica autópsia do golpe.

  25. judiciário

    O que enoja e causa revolta é a participação do judiciário e do mpf nessa história, quem acreditava ainda um pouco na justiça e vê juízes e promotores com os pés elameados e uma parte do povo os aplaudindo…

  26. Os grupos de mídia,

    Os grupos de mídia, Judiciário, Ministério Público Federal e mercadistas do PSDB armaram o tabuleiro para a eleição indireta, a ser vencida por José Serra.

    A estratégia inicial contava com a certeza da aprovação do impeachment no Senado e o gradual desgaste de Temer até 2017, momento em que ele seria colocado em xeque, abrindo espaço para a eleição indireta.

    Dianta da possibilidade pequena mas real de não se conseguir sustentar Temer até a liquidação da fatura, o xeque será dado via TSE, cassando a chapa Dilma/Temer.

    A conspiração move todas as suas peças para tornar José Serra o presidente “legitimamente eleito”. 

     

     

  27. Que a ficha caia !!

    Espero que os dirigentes das organizações sociais (partidos políticos progressistas, centrais sindicais, UNE, UBES, MST, MTST, CONTAG etc…) não continuem subestimando a radicalização criminosa dos golpistas . Após a pulverização do maior partido progressista (PT) os conspiradores utilizarão o aparato golpista (judiciário em geral) para criminaliza-los .

    Que os parlamentares ainda não criminalizados e presos, utilizem seus mandatos que restam para focarem numa ampla resistência aos golpistas. 

    Num país estrutural e politicamente destroçado será uma grande incongruência a promessa de melhoria dos serviços essenciais (saúde, educação, saneamento etc…) através do voto .

    Qual será a proposta do Haddad ou da Jandyra Feghalli a seus eleitores ? Arborizar ruas ? Enfeitar praças ? Construir ciclovias ?

     

     

    • De minha parte NENHUM

      De minha parte NENHUM POLÍTICO (mesmo vereador, prefeito) receberá o meu apoio se o mesmo se omitir sobre este grave quadro nacional . 

      Deixemos que apenas os politiqueiros (Romário, Russomano etc…) façam promessas vãs .

  28. Não há outra saida, querem

    Não há outra saida, querem entregar o Brasil e que o povo fique calado, impossivel, o povo organizado tem que reagir, é desobediencia civel e reação, não há outro caminho.

    • Sinto muito

      Bem , então , educadamente , eu lhe recomendo refletir um pouco sobre sua capacidade de percepção. 

      SE você acredita que o povo não FICARÁ passivo , é por que não percebeu que o povo já ESTÁ passivo. Toda aquela comoção e indignação contra a corrupção manifestadas nas mobilizações a favor do impeachment – e que pareciam uma coisa espontânea da população –  simplesmente desapareceram diante de uma corrupção ainda mais latente no novo governo. Além dos ministros que já caíram por envolvimento nas investigações da Lava Jato , na última semana o deputado envolvido no caso do helicoptero com meia tonelada de cocaina foi ocupar uma cargo no ministério dos esportes.

      O pato da FIESP sumiu da Av. Paulista , os ativistas que organizavam as manifestações foram desmobilizados , não se vê mais nada. Como se vê , a população era apenas confete nas mãos de agitadores profissionais. Os articuladores farão o que quiserem. A passividade , a amorfidade e a manipulaçaõ já estão mais do que comprovadas. 

       

      • E eu, educadamente também,

        E eu, educadamente também, lhe digo que você não teve capacidade para entender meu comentário. Como o tema é TEMER (barrá-lo para depois desbloqueá-lo)’ é evidente que o povo do qual falei NÅO  é o povo que saiu as ruas pedindo o fim da corrupção e fora  Dilma. Esse povo, é claro que vai exultar se Temer for desbloqueado. O povo a que ne referi são as pessoas que não o aceitam como presidente sucessor sem voto. Com toda a sua grande capscidade de percepção vocênão foi capaz de entender um pensamento bastante simples e claro.

        • Povo?

          Minha cara, se existisse algum povo interessado em fazer alguma coisa já deveria ter se mexido, não acha?

          Tomara eu esteja errado, mas infelizmente o povo é apenas espectador neste jogo.

          • Povo

            Mas está existindo manifestação atrás de manifestação. A última que eu fui saiu da Candelária e foi até a Cinelândia tomando toda Av. Rio Branco. Antes já tinha havido na Cinelândia apresentação da Orquestra Sinfônica da Petrobrás Há vários prédios do MinC ocupados e do SUS também.Neste dia em todas as capitais houve manifestações.O Temer suspendeu sua vinda ao Rio para inaugurar o VLT com medo das manifestações que iriam acontecer. Em que cidade vocês vivem?

  29. Obrigado Nassif,pela

    Obrigado Nassif,pela coletânea disponível da série Xadrez,tenho certeza que ela será objeto de

    estudo por muitas pessoas até de outros países,QUE DEMAIS o botão facílimo de acesso aos artigos!

    OBS:ñ tiro da cabeça o documentário we are legion(sobre o anonymous)e as semelhanças com este

    site, guardadas as devidas proporções,pois aqui é tb fórum de debates,entretenimento etc… e tem

    uma galera q o acompanha há anos, em muitas fases do Brasil,VEJO GRANDE POTENCIAL AQUI,

    NÃO PODERIA SER UMA “REDE SOCIAL”TB ?Haa sei lá penso tanta coisa aqui,ñ liguem sobre esse devaneio!!

    V O L T A A     D E M O C R A C I A ! !     O U      V O L T A A    Q U E R I D A A! ! !  ( fazer o quê né gente!!)

  30. só uma coisa. esses 170

    só uma coisa. esses 170 bilhões foram um cheque em branco para eles, mas pelo que a população pensa é que Dilma saiu e deixou um rombo de 170bi.

    essas coisas de orçamento não são fáceis de entender, e a mídia tbm não faz questão disso. caiu a culpa na Dilma.

    • sobrou pra “anta”

      Tem muita gente que não faz a menor questão de entender. Só querem sair gritando que a culpa é da “anta”. Estou falando inclusive de gente que se diz “de esquerda”. 

      Eu ando com uma preguiça dessa gente que só faz se revoltar contra Dilma…

  31.  
    EXTRA! EXTRA! EXTRA!

     

    EXTRA! EXTRA! EXTRA! SENSACIONAL!…MAIS MÍSSIL NO COLO IMUNDO DOS(AS) NAZIGOLPISTAS, ANTINACIONALISTAS/ENTREGUISTAS &$ [MEGA]CORRUPTOS(AS)! A senadora Rose de Freitas já havia denunciado o golpe bem antes desta última confissão!VERDADE!Especificamente, a partir dos 03:00 do devastador vídeo abaixo! https://www.youtube.com/watch?v=TY8LzYEJRaA

    •  
      … E como fica, agora,

       

      … E como fica, agora, aquela cara de pau [e de paspalho] daquele procurador [golpista!] do MP [golpista!] no TCU [golpista] a $erviço dos nazigolpistas?

      Um servidor público federal que comete um hediondo crime administrativo contra a nação, além de ser exonerado sumariamente do cargo, deverá passar quantos anos encarcerado numa penitenciária de segurança máxima?

       

      ***

       

      … Ainda sobre a covarde e traiçoeira senadora golpista!O pior do pecado é a confissão do pecado!”senadora” Rose de Freitas por “senadora” Rose de Freitas https://www.youtube.com/watch?v=wAIy3NGST_Q

  32. O xeque mate vem depois de Meirelles presidente: parlamentarismo

    Esse artigo na Rede Brasil Atual aqui segue o mesmo raciocínio, mas enxerga mais longe,  pois o golpe não é um ciclo de 2 anos em mandato tampão. Visa a redução em prazo mais longo da democracia (leia-se reduzir a ingerência popular) com a supressão das eleições diretas para chefe do governo em 2018 via parlamentarismo.

    “(…) Virado este ano, Temer se torna tão descartável quando Eduardo Cunha, (…) pois, pela Constituição Federal, se o presidente e o vice eleitos forem afastados do cargo depois da metade do mandato, é o Congresso Nacional quem elege indiretamente o sucessor para completar o mandato. E aí haveria o sonho de consumo dos bancos: eleger Henrique Meirelles ou alguém à sua imagem e semelhança para presidente da República.

    Sem ter de disputar o voto popular, fica fácil para os bancos imporem quem quiserem a um Congresso de joelhos, cheio de deputados que gostam mais de seus financiadores do que de seus eleitores, acéfalo de suas lideranças tradicionais que dominavam a correlação de forças políticas. A mesma mídia que propagandeou o golpe se encarregaria de vender a imagem de “salvador da Pátria”, acima dos partidos e da política tradicional para “arrumar a casa” até as próximas eleições. A mesma lorota que falaram em 1964.

    Como um ciclo neoliberal de concentração de renda para acionistas e investidores não se esgota em apenas dois anos, uma reforma constitucional também é imperativa na agenda do golpe para se manterem no poder para além de 2018. E essa agenda neoliberal, bastante impopular por reduzir direitos, arrochar a renda do trabalho e das aposentarias, e sucatear a educação e a saúde, passa por impedir que o povo recoloque no poder em 2018 via eleições um governo lulista que busque o desenvolvimento econômico com ascensão social de todos os brasileiros para a classe média e acima.

    Logo, a reforma política dos sonhos dos bancos terá de reduzir mais a democracia, afastando a participação popular e reduzindo a influência do voto direto nos rumos do poder. É onde entra as teses parlamentaristas – de novo a teimosia da história se repetir como farsa,

  33. DELCIDIO AMARAL

    Um verdadeiro documento histórico para ser guardado a reportagem feita por Malu Gaspar com DElcídio Amaral na Revista Piauí deste mês.

    Estão lá todos os detalhes dos bastidores do governo para tentar desmobilizar o avanço da LAVA JATO , inclusive o papel de ativo de LULA e DILMA. Com a delação de DELCÍDIO em fevereiro,  entende-se os passos seguintes que a operação tomou , até chegar hoje em Renan , Sarney e Jucá . 

    Pra quem não leu :

    http://piaui.folha.uol.com.br/materia/o-delator-delcidio-do-amaral/

     

    • regrinha básica

      Fábio ! Não se separa a palavra do sinal de pontuação que a segue com um espaço. Deveria ser: Fábio!

      E agora uma perguntinha: de onde vem sua fé cega em Delcídio? Do seu desejo de que aquilo seja verdade?

    • Tão histórico quanto àquela
      Tão histórico quanto àquela Veja de Quinta-feira vésperas de segundo turno da eleição de 2014, utilizada como panfleto pelos coxinhas.

  34. nosso povo é cada vez mais otário…

    para não disser que está ficando cada vez mais burro

    dá mais valor à ironia do que ao voto, sendo o voto única chance que tem para mudar “tudo isto”, como diz a maioria

    quem ferrou nosso povo foram as teles, povo distraído não presta pra nada na política

    às vezes até se interessa um pouco, como em 2013, mas se interessar sem saber o que quer realmente não altera nada

     

     

  35. Rigor

    Nassif,

    perdoa-me pela indelicadeza, mas certos termos são de uso exclusivo, como “definição”.

    Em matemática e lógica, por exemplo, definição é algo que esclarece a natureza do objeto (definido), porém exige-se boa definição do mesmo (sim, é preciso demonstrar que um objeto está bem definido; mas não se demonstra uma definição — que fique claro).

    Além de definição, tem-se lema, proposição e teorema. Grosso modo, uma proposição é exibida/enunciada a partir de um conjunto de hipóteses e uma (às vezes mais de uma) tese: aquilo que se conclui (ou se pretende), a afirmação feita a partir daquelas hipóteses. Lema seria uma proposição menor (normalmente antecede um teorema) e teorema uma proposição importante.

    Assim sendo, aquilo que você chamou (neste artigo) de definição, nada mais é do que o seu conjunto de hipóteses (1, 2, etc.) e aquilo dito “peça” nada mais é do que sua tese. O uso do conjunto de hipóteses X com a tese Y é uma proposição (ou teorema, se de maior impacto).

    Nos lemas, proposições e teoremas é preciso demonstrar a afirmação, a tese. Para isso se vale das hipóteses e das definições disponívies, mas é possível usar outros resultados (proposições e teoremas, já demonstrados e aceitos) também.

    Exemplo: “os novos inquilinos no poder” não é uma definição. Primeiro porque não precisa definir o significado da expressão, segundo porque você parte do princípio (supõe) que isso é verdade — portanto uma hipótese.

    Em jogo de xadrez:

    (1) Olhar a jogada: hipótese, ponto de partida (para o próximo lance);

    (2) Fazer a jogada seguinte: algo de natureza afirmativa, uma tese a ser defendida.

    (3) Demonstração: a observação do embaraço que surge no oponente após o lance. O “Q.E.D,” (Quod Erat Demonstrandum — como queríamos demonstrar) é o cheque-mate em si.

     

     

  36. APENAS UMA DÚVIDA

    Toda essa ginástica, para ter eleição normal em 2018 ? 

    Tirando os recessos e lerdezas normais.. faltam 4 meses para o ano político de 2017 .

    E aí, heim ?

    ————————————————-

  37. aporia

    mais uma vez a Lava Jato se desmascara como operação política a serviço do projeto de poder da plutocracia brasileira (link). como se não bastasse, agora os Cruzados de Curitiba pleiteiam bônus de performance (link), expondo também um Judiciário seletivo, corporativista, classista e venal.

    este é um dos pontos mais nefastos do legado maldito do lulismo. mesmo após ter indicado 8 dos atuais 11 membros do STF, Gilmar Mendes continua fazendo pole dance no poste da Suprema Corte, com a excitada platéia de golpistas colocando as verdinhas no elástico do fio dental… (link)

    para o êxito do projeto da arquitetura do caos, será preciso eleger um novo povo através de uma Democracia sem voto. de acordo com uma nova constituição reconciliada com o orçamento (link), todo poder emana do Judiciário e de sua interpretação arbitrária das leis.

    a  Europa que agora se esfacela, é o modelo do pós Estado anti Nacional, no qual sua população se torna refugiada em sua própria pátria. instituições supra nacionais imunes ao eleitor reinam soberanas a serviço da Tirania financeira: da Troika, pela Troika e para a Troika (link).

    mas assim como não há nenhum Brexit viável, um retorno a um Reino Unido pré Europa (link), é impossível para o Brasil voltar à situação anterior a uma Lava Jato que não pode parar – mesmo sem ninguém saber ao certo nem aonde vai dar tampouco como “estancar sua sangria” (link).

    enquanto os fantasmas assombram um Brasil mergulhado no maior impasse de sua História, prossegue implacável a contagem regressiva dos dias. jamais sairemos desta crise. é preciso viabilizar o único portal de entrada conduzindo a algum futuro: a reconstrução da Democracia.

    ou então daremos adeus à república. e sejamos muito mal vindos à res mercatori (link).

    .

  38. A meu ver o xadrez é o

    A meu ver o xadrez é o seguinte:

    1) Dilma é uma Anta Completa.

    2) Dado1, caiu pela Lava jato que ela ajudou a cevar.

    3) Devido a 1 e 2 e a Dilma continuar falando bem da LJ ela JAMAIS, A CHANCE É ZERO, dela reverter a votação no Senado.

    4) Temer deve centrar suas forças em acabar com a LJ para que o Páis volte á razoável normalidade.

    5) Se conseguir isso entra para a história.

    • TEMER

      E NÃO IRÁ PARA A CADEIA … O primeiro motivo pelo qual está neste jogo.

      O motivo anterior de vários políticos, era a biografia e alguns milhões. Hoje, jogam qualquer jogo pela liberdade.

      Mesmo sabendo que não vão passar de lacerdas, no registro da história.

  39. Caro, Nassif, esqueceste,

    Caro, Nassif, esqueceste, neste xadrez, da peça de inelegibilidade do traíraTemer, né não?

  40. Xadrez e o seu uso na analogia política

    Sou um amante do jogo de Xadrez, quando treino  e ganho jogo chego a bater o computador com ratings de 1500 ou mais, mas tenho que estar treinando, senão perco jogo.

    Na política me considero um amador avançado, já disputei três eleições para vereador e milito desde os tempos de estudante, quando cheguei a ser o presidente do diretório acadêmico de minha faculdade e depois, já na política oficial intergrei um grupo de jovens idealistas que se uniram em torno do dep. Federal Hebert Levy e fundamos o PFL (meu nome está no D.O. da fundação do partido). De lá para cá muita água já rolou e estou há mais de 20 anos no PSB aqui de Santos, hoje sem cargo nenhum. Nunca ocupei nenhum cargo público de qualquer espécie, nem fui  de executiva de partido nenhum, mas adoro dar meus pitacos no que entendo ser o os caminhos democráticos para a participação na gerência de nossa sociedade.

    Critíco os governos por não fornecerem Rumo, Norte e Estrela ao povo e a Nação. Bem como os governantes pela ingenuidade no trato com a questão da Moeda e do Dinheiro, que é onde no nosso mundo atual reside o principal instrumento de poder.

    O Xadrez entra aqui, pois o tabuleiro é uma matriz de 64 casas, oito coluna X oito horizontais, como as direções possíveis de ação no mundo tridimensional são oito, ele serve como uma simplificação bi-dimensional de um fenômeno tri-dimensional abstrato e espacial.

    Complicado? Se fosse fácil todos saberiam fazer rsrsrsrs….

    Na prática e simplóriamente:

    Peões = o povo, que só têm real importância estratégica quando está protegido da sexta casa em diante;

    Rei = Presidente ou Presidênta,  figura essencial e em torno do qual giram as táticas e as estratégias;

    Torres, Bispos e Cavalos, auxiliáres graduados que não se promovem, mas alteram o equilíbrio de forças do jogo e compõe o quadro total da partida, grossamente, o STF, os Ministérios, a Mídia, as instituições governamentais, compõe o governo e o fortalecem ou enfraquecem.

    O mais importante, se avançam peões por oito colunas, logo um jogador que não tenha controle sobre oito direções é um jogador mediocre e que, cedo ou tarde, será derrotado.

    Saber mover as peças e as coordenar torna o jogador muito mais forte e competitivo. Na política, saber usar as instituições e seus próceres fortalece em muito o presidente.

    Um mistério no Brasil é quem são os jogadores, o Temer está mais para marionete do que um presidênte com vontade própria e do outro lado parece ser a banca, mas pode ser a NWO, assim, temos um xadrez político que disputa o Brasil, a Nação e seu Povo e não temos clareza de quem irá lucrar com uma vitória.

    Mas nada impede de especular-mos e dar-mos palpites. Afinal, quem não gosta de dar papites nos jogos dos outros?

    • Death to All Zombies!

      Death to All Zombies!

      Wait a minute. They’re already dead. Brexit just reveals that not everybody’s brains have been eaten. A viral contagion now threatens the zombified institutions of daily life, especially the workings of politics and finance. Just as zombies exist only in the collective imagination, so do these two principal activities of society operate mainly on trust, an ephemeral product of the hive-mind.

      When things fall apart in stressed complex systems, they tend to fall apart fast. It’s called phase change. Too many things in 21st century life have depended on sheer trust that the people-in-charge know what they are doing. That trust has subsisted on the doling out of money-from-nothing: debt, reckless bond issuance. TARP, QEs, bailouts, bail-ins, Operation Twists, Ponzi schemes… the whole sad-ass armamentarium of banking necromancy. The politicians let it get out of hand. Things that can’t go on don’t, and now they won’t.

      The politics of Great Britain are now falling apart landslide-style. Since just about everybody in or near power can be blamed for the national predicament, there’s nobody to turn to, at least not yet. The Labour party just acted out The Caine Mutiny, starring Jeremy Corbyn as Captain Queeg. The Tory Cameron gave three months notice without any plausible replacement in view. Now Cameron’s people are hinting in the media that they can just drag their feet on Brexit, that is, not do anything to enable it from actually happening for a while. Of course, that’s what the monkeyshines of banking and finance have done: postponed the inevitable reckoning with the realities of our time: growing resource scarcity, population overshoot, climate change, ecological holocaust, and the diminishing returns of technology.

      Britain illustrates the problem nicely: how to produce “wealth” without producing wealth. It’s called “the City,” their name for the little district of London that is their Wall Street. In the absence of producing real things, the City became the driver of the UK’s economy, a ghastly parasitical organism that functioned as the central transfer station for the world’s swindles and frauds, churning the West’s dwindling residual capital into a slurry of fees, commissions, arbitrages, rigged casino bets, and rip-offs. In the process, it enabled the European Central Bank (ECB) to run the con-job that the European Union (EU) became, with the fatal distortions of credit that have put its members into a ditch and sent the private European banks off a cliff, Thelma and Louise style.

      The next stage of this protean global melodrama is what happens when currencies and interest rates become completely unglued from their assigned roles as patsies in financial racketeering. Sooner or later we’ll know what’s going on in the vast shadowy gloaming of “derivatives,” especially the “innovative” arrangements that affect to be “insurance” against losses in currency and interest rate “positions” — bets made on the movements of these things. When currencies rise or fall quickly, these so-called “swaps” are “triggered,” and then some hapless institution is left holding a big bag of dog-shit. A zombie is a terrible thing to behold, but a zombie holding a bag of dog-shit is like unto the end of the world.

      Once this contagion starts burning, the people-in-charge won’t be able to quell it the way they did last time: by drowning it in torrents of money-from-nowhere. At least not without inducing real-deal inflation, the kind that leads to epochal ruin and more intense political upheaval: the nation-changing kind. We’re about five minutes away from that in the USA already, with the loathsome duo of Hillary and Trump putting on a Punch and Judy show for a disgusted public. If nothing else, Hillary and Trump represent the withering of political trust in America. The parties that spawned them are also whirling around the drain of credibility. They won’t survive in the form we knew them.

      Who knows what comes out of this vacuum, what rough beast slouches towards Washington.Wait a minute. They’re already dead. Brexit just reveals that not everybody’s brains have been eaten. A viral contagion now threatens the zombified institutions of daily life, especially the workings of politics and finance. Just as zombies exist only in the collective imagination, so do these two principal activities of society operate mainly on trust, an ephemeral product of the hive-mind.

      When things fall apart in stressed complex systems, they tend to fall apart fast. It’s called phase change. Too many things in 21st century life have depended on sheer trust that the people-in-charge know what they are doing. That trust has subsisted on the doling out of money-from-nothing: debt, reckless bond issuance. TARP, QEs, bailouts, bail-ins, Operation Twists, Ponzi schemes… the whole sad-ass armamentarium of banking necromancy. The politicians let it get out of hand. Things that can’t go on don’t, and now they won’t.

      The politics of Great Britain are now falling apart landslide-style. Since just about everybody in or near power can be blamed for the national predicament, there’s nobody to turn to, at least not yet. The Labour party just acted out The Caine Mutiny, starring Jeremy Corbyn as Captain Queeg. The Tory Cameron gave three months notice without any plausible replacement in view. Now Cameron’s people are hinting in the media that they can just drag their feet on Brexit, that is, not do anything to enable it from actually happening for a while. Of course, that’s what the monkeyshines of banking and finance have done: postponed the inevitable reckoning with the realities of our time: growing resource scarcity, population overshoot, climate change, ecological holocaust, and the diminishing returns of technology.

      Britain illustrates the problem nicely: how to produce “wealth” without producing wealth. It’s called “the City,” their name for the little district of London that is their Wall Street. In the absence of producing real things, the City became the driver of the UK’s economy, a ghastly parasitical organism that functioned as the central transfer station for the world’s swindles and frauds, churning the West’s dwindling residual capital into a slurry of fees, commissions, arbitrages, rigged casino bets, and rip-offs. In the process, it enabled the European Central Bank (ECB) to run the con-job that the European Union (EU) became, with the fatal distortions of credit that have put its members into a ditch and sent the private European banks off a cliff, Thelma and Louise style.

      The next stage of this protean global melodrama is what happens when currencies and interest rates become completely unglued from their assigned roles as patsies in financial racketeering. Sooner or later we’ll know what’s going on in the vast shadowy gloaming of “derivatives,” especially the “innovative” arrangements that affect to be “insurance” against losses in currency and interest rate “positions” — bets made on the movements of these things. When currencies rise or fall quickly, these so-called “swaps” are “triggered,” and then some hapless institution is left holding a big bag of dog-shit. A zombie is a terrible thing to behold, but a zombie holding a bag of dog-shit is like unto the end of the world.

      Once this contagion starts burning, the people-in-charge won’t be able to quell it the way they did last time: by drowning it in torrents of money-from-nowhere. At least not without inducing real-deal inflation, the kind that leads to epochal ruin and more intense political upheaval: the nation-changing kind. We’re about five minutes away from that in the USA already, with the loathsome duo of Hillary and Trump putting on a Punch and Judy show for a disgusted public. If nothing else, Hillary and Trump represent the withering of political trust in America. The parties that spawned them are also whirling around the drain of credibility. They won’t survive in the form we knew them.

      Who knows what comes out of this vacuum, what rough beast slouches towards Washington.

      • Política = Big data + Inteligência artificial + humanos + Nature

        Somos muito ingênuos em pensar que podemos mudar a história, finalmente estamos aptos a observá-la sem o nosso viés cognitivo.

        How the New Science of Computational History Is Changing the Study of the Past

        Applying network theory to medieval records suggests that historical events are governed by “laws of history,” just as nature is bound by the laws of physics.

        by Emerging Technology from the arXiv June 23, 2016

        One of the curious features of network science is that the same networks underlie entirely different phenomena. As a result, these phenomena have deep similarities that are far from obvious at first glance. Good examples include the spread of disease, the size of forest fires, and even the distribution of earthquake magnitude, which all follow a similar pattern. This is a direct result of their sharing the same network structure.

        So it’s usually no surprise that the same “laws” emerge when physicists find the same networks underlying other phenomena. Exactly this has happened repeatedly in the social sciences. Network science now allows social scientists to model societies, to study the way ideas, gossip, fashions, and so on flow through society—and even to study how this influences opinion.

        To do this they’ve used the tools developed to study other disciplines. That’s why the new field of computational social science has become so powerful so quickly.

        But there’s another field of endeavor that also stands to benefit: the study of history. Throughout history, humans have formed networks that have played a profound role in the way events have unfolded. Historians have recently begun to reconstruct these networks using historical sources such as correspondence and contemporary records.

        Today, Johannes Preiser-Kapeller at the Austrian Academy of Science in Vienna explains how this approach is casting a new light on various historical events. Indeed, the work has uncovered previously unknown patterns in the way history unfolds. In the same way that patterns in nature reveal the laws of physics, these discoveries are revealing the first laws of history.

        Preiser-Kapeller has focused on medieval conflicts and particularly those relating to the Byzantine Empire in the 14th century, which was concentrated around Constantinople, a link between European and Asian trade networks. This was a period of significant conflict because of changing political forces, the plague, and climate change caused by a small ice age during the Middle Ages.

        Preiser-Kapeller has reconstructed the political networks that existed at the time using surviving correspondence and other historical records. In these networks, each influential individual is a node, and links are drawn between those who share significant relationships. To be registered on the network, these links have to be recorded in correspondence with phrases such as My noble aunt or My imperial cousin.  He also records how these change over time.

        Using standard algorithms to study various measures of network structure, Preiser-Kapeller found clusters within the network, identified the most important actors in a network, and examined how individuals clustered around others who were similar in some way.

        How these measures change over time turns out to have an important link to the major events that unfolded later. For example, Preiser-Kapeller  says, the fragmentation of the political network created the conditions for a civil war that permanently weakened the Byzantine Empire. It ultimately collapsed in 1453.

        These changes also followed some interesting patterns. “The distribution of frequencies of the number of conflict ties activated in a year tends to follow a power law,” says Preiser-Kapeller. Exactly the same power-law patterns emerge when complexity scientists study the size distribution of wars, epidemics, and religions.

        An interesting question is whether the same patterns turn up elsewhere in history. To find out, he compared the Byzantium network with those from five other periods of medieval conflict in Europe, Africa, and Asia.

        And the results make for interesting reading. “On average across all five polities, a change of ruler in one year increased the probability for another change in the following year threefold,” says Preiser-Kapeller. So the closer you are to an upheaval, the more likely there is to be another one soon. Or in other words, upheavals tend to cluster together.

        That’s a rule that should sound familiar to geophysicists. A similar phenomenon exists in earthquake records: the more recent a big earthquake, the greater the likelihood of another big one soon. This is known as Omori’s law—that earthquakes tend to cluster together.

        It’s no surprise that similar effects arise in these systems, since they are both governed by the same network science. Historians would be well within their rights to adopt this and other patterns as “laws of history.”

        These laws are ripe for further study. While the complexity that arises from network theory in many areas of science has been studied for decades, there has been almost no such research in the field of history. That suggests there is low-hanging fruit to be had by the first generation of computational historians, like Preiser-Kapeller. Expect to hear more about it the near future.

        Ref: arxiv.org/abs/1606.03433 : Calculating the Middle Ages? The Project “Complexities and Networks in the Medieval Mediterranean and the Near East”

  41. Pense em fundamentos para descobrir a razão das coisas

    “Segundo Hegel – página 93 – A ideia é a unidade do conceito e da realidade; o conceito é a alma, e a realidade é o envoltório corporal. O conceito realizado constitui a ideia.”

    Em qual lugar se encontra a comprovação desta unidade, alma e envoltório corporal, se o conceito e a realidade não decidem nada em cada um deles?…

    Na ideia do dinheiro não há lugar para a consciência (dos conceitos) da realidade.

    “Mas enganar-se-ia quem imaginasse que o conceito e a realidade unidos na ideia se neutralizariam mutuamente como dois corpos quimicos que, ao combinarem-se, perdem as qualidades próprias a cada um deles”.

    Por isso, o problema do mundo não está nos governantes (eles não são a matriz da ideia do homem), mas no dinheiro especulativo que manipula a realidade como uma autêntica subjetividade.

  42. Eleições indiretas seria o ápice

    Eleições indiretas seria o ápice da falta de legitimidade do governo que nunca andou bem das pernas

    A população está no aguardo que as medidas tomadas pelo governo temer surtam efeito imediato para a geração de empregos e renda, mas não é o que se prevê no momento, muito pelo contrário as medias trarão mais arrocho à população e aos trabalhadores

    Digamos que dê certo e o país volta a crescer, ainda assim eleições indiretas seriam uma bandeira indefensável porque NINGUÉM confia no Congresso Nacional, nem os brasileiros e nem os estrangeiros, seria praticamente lançar uma guerra polícita no Brasil e passar por cima da opinião pública e das organizações sociais

    Seria muito mais fácil pro Temer decretar estado de sítio, aí o monstro ressurgiria.

  43. Brilhante análise, como sempre

    Quanto mais entendo o que se passa, maior a sensação de impotência, como num assalto à mão armada.

    A denúncia vazada de ontem de que André Esteves patrocinou a eleição de Cunha, com caixa controlado por Temer, demonstra que os grupos de Cunha, PSDB (incluso o braço judicial) e Temer agiram em consonância pelo Golpe. A análise de datas da Lava Jato,  preparando o clima, mostra que Moro e os amorais do MP também participaram da armação.

    O vazamento de Esteves expôs o santo mas não desnudou o milagre. Cunha provavelmente foi eleito com propina, assim como a eleição de Aécio na Câmara e a aprovação da emenda da reeleição de FHC. A corrupção é o modo de operação da mídia e do Golpe. Por isso Moro se deixou fotografar com o japonês bonzinho de tornozeleira, na arrelia da semana passada. Corruptos são sempre os outros.

    Por onde andará o banqueiro Daniel Dantas? Quanta grana ele pôs nessa jogada?

    Todos os bandidos, em jogada audaciosa, ocuparam o quadrante central do tabuleiro.  Haverá saída?

  44. Privarizações e roubalheiras

    Privatizações e roubalheiras

    Fazer uso de superfaturamento, propinas, desvios e outros mais, para apoderar-se do dinheiro público, é ilegal, é roubo, condenável por todos, pela Justiça e pela grande mídia “livre”. Mas, transferir siderais fortunas do Estado direto para empresários, investidores e banqueiros, via privatizações de bilionárias empresas estatais a preços de bananas, passa a ser legal e honesto. Estranha inacreditável distorção, marca registrada do desastrado governo FHC/PSDB.

    Parece que o único jeito “legal e moral” para apoderar-se de siderais fortunas acumuladas em décadas e décadas de muito trabalho e privações do trabalhador, são os fulminantes leilões de privatizações a preços insignificantes, de valores escandalosamente sub avaliados, claro. Deste modo, não é considerado roubalheiras nem pela Justiça, nem pelo povão e grande mídia “livre”. Grande traição à Pátria.

    A antiga CVRD foi privatizada pela bagatela de menos de 3 bilhões, cerca de metade em moedas podre. Na avaliação de especialistas, por conta de suas imensas e diversificadas jazidas de minérios, grandes e diversificadas instalações industriais e prediais, ferrovias e valiosa frota naval, o preço justo teria sido da ordem de R$ 1 trilhão. Além desse gigante desastre, outras mais tiveram semelhante destino, dentre elas, as estratégicas empresas para o desenvolvimento e segurança do Brasil, como as telecomunicações e energia elétrica, privatizadas a preços de bananas. O que o Brasil perdeu e continua perdendo por conta das privatizações FHC/PSDB, reduz as roubalheiras descobertas pela Lava Jato e Mensalão, a roubos de galinhas.

    Os prejuízos causados ao Brasil por conta das privatizações (doações), se devidamente contabilizados e atualizados a valores de hoje, por certo que totalizaria mais de R$ 10 trilhões. Tamanho rombo, e ninguém fala nada. Ninguém quer esclarecer. Em vez disso, a turma de preto partiu para feroz e implacáveis sabotagens e perseguições ao governo Dilma/PT, valendo-se do Mensalão, Lava Jato e outras mais.

    Além da sideral perda de riqueza, a telecomunicações privatizadas, passaram a fornecer um dos piores e mais caros serviços do mundo. Agora mesmo, os noticiários dão conta que a OI, estaria em sérias dificuldades financeira, inclusive, correndo risco de causar um gigantesco prejuízo ao BNDES, Caixa Econômica e Banco do Brasil, da ordem de R$ 12 bilhões, segundo a grande imprensa. Muito provavelmente, a exemplo de outras semelhantes irresponsabilidades, o dinheiro do contribuinte voltará a socorrer a empresa privada, pagando pelos seus erros e incompetências. Dinheiro para educação e saúde nunca tem, mas para salvar incompetentes empresas privadas, nunca faltará. E, tome de roubalheiras.

    Caso os golpistas realmente estivessem alguma preocupação em reduzir a muito antiga e conhecida roubalheira do dinheiro público, dinheiro do povo, dinheiro do Brasil, que poderia ir para saúde, educação, ciência, tecnologia, defesa, e outros mais, já teriam criado a Lava Jato Privatizações, Lava Jato Dívida Pública, Lava Jato Sonegação, Lava Jato Fundo de Pensões, Lava Jato INSS, etc. Aí sim, o povão tomaria conhecimento do que é roubalheira. Não essa ninharia até agora levantada. O povão, atordoado, chegaria à conclusão, que mais da metade do PIB vai anualmente para os cofres das elites dominantes, reduzindo os roubos levantados pela Lava Jato da Petrobras, a furtos de pivetes.

    Tudo fica muito mais claro sobre as inacreditáveis privatizações (doações) depois que a grande mídia do mundo “livre” alardeou o súbito enriquecimento de muitos dos integrantes da cúpula dirigente da ex URSS, por conta das privatizações russas. Se lá correu toda essa grana, preta por fora, depositadas nos paraísos fiscais como “comissões” e “prêmios” pelos preços mínimo fixados nos leilões de privatizações  – verdadeiras mixórdias – o mesmo deve ocorrer em outras privatizações, mundão afora. Gigantescas impunes roubalheiras!

    Enquanto isso, em sessenta anos, a China tornou-se a segunda potência do mundo partindo do zero absoluto em 1949. Em breve, será a primeira potência mundial. Este continuado estupendo progresso científico, tecnológico e militar, merece a devida análise, compreensão e reflexões. Não poderíamos de deixar de copiar da China o pesado investimento em educação, saúde, ciência, tecnologia, defesa e, tolerância zero para com ladrões e traidores da Pátria!

     

  45. Quanto aos indignados contra

    Quanto aos indignados contra a corrupção, desistam de esperar Decência desse povo. Eles queriam Tirar a Dilma e só. Voltam as Ruas se Dilma milagrosamente reverter o impeachment no Senado.

    Quanto as manifestações, sinceramente, se não sair na Globo, não aconteceram. Infelizmene a verdade é essa. O que vejo é o movimento contrao golpe se arrefecendo. E Vejo Dilma preocupada em provar que não pedalou, quando a linguagem que os senadores entendem são cargos. Temer está oferecendo deus e o Mundo ?? E Dilma ??? Se defendendo como se o processo não fosse viciado. Ou ela entra no jogo, o que é até mais fácil para ela, já que ela precisa comprar menos gente e pode oferecer mais a poucos do que Temer, que tem de oferecer a muitos… Se não for para jogar o jogo, que abandone qualquer defessa técnica no Senado e denuncie todo o processo como golpe. O PT participa da encenação e confere a ela toda legitimidade.

    As manifestações são vão adiantar se forem grandes o suficiente para poderem ser escondidas. e nisso estamos fracassando… cada diz se ouve falar menos em manifestações, e as pessoas vão desistindo… eu mesmo não ouço mais falar em manifestação nenhuma… as manifestações do dia 10 nem sequer ouvi falar… Temer está cada dia mais consolidado, o fato é esse.

  46. Denúncia perde força

     

    Denúncia perde força e Dilma reune aliados, por Tereza Cruvinel, no Brasil 247

    A conclusão da perícia do Senado, de que a presidente suspensa Dilma Rousseff não foi responsável pelas pedaladas fiscais, explicita a natureza golpista do impeachment e enfraquece muito a denúncia de crime de responsabilidade, avaliam o PT e a defesa de Dilma. Restará a acusação de que três decretos violaram a meta fiscal, o que não se sustenta, pois a meta foi reajustada no final de 2015, diz o deputado petista Paulo Pimenta. Com este ganho para a defesa técnica, Dilma tentará, em reunião amanhã, aparar diferenças com a Executiva do PT sobre a proposta de um compromisso público dela com a realização de um plebiscito sobre nova eleição, tão logo seja absolvida e reconduzida ao cargo. A reunião com os movimentos sociais ocorrerá depois do acerto com o partido.

    – Com a perícia do Senado, a acusação faz água, pois a incompatibilidade dos decretos com a meta fiscal foi resolvida com o reajuste da meta. Por isso mesmo o governo agora está se afastando da acusação formal e adotando discursos como o de Rose de Freitas, de que Dilma foi afastada porque não tinha condições de governar e coisas do gênero. Ou seja, o que está em curso é um golpe mesmo – diz Pimenta.

    Depois da reunião de amanhã com o PT, Dilma voltará a se reunir com os movimentos sociais que apoiam a luta contra o impeachment. Entre eles as frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, a CUT, o MST, a UNE e a Central de Movimentos Populares. A CUT esclarece que o apoio à proposta ainda divide a central, não sendo consenso também dentro do MST.  Lula tem dito  que PT e aliados não podem ficar parados, esperando que a Lava Jato inviabilize o governo provisório com mais denúncias contra seus integrantes, ou contra o próprio Temer,  e que o mero esforço para atrair senadores não surtirá efeito sem a oferta de uma saída legítima para a crise, como a nova eleição.

    Temer vem atuando fortemente no Senado para garantir a maioria de 54 votos que lhe garantirá a efetivação do cargo. Neste final de semana foi a Nerópolis, no interior de Goiás, para prestigiar a festa de aniversário do senador pepista Wilder Morais. Tudo por um voto. Amanhã, num gesto de aproximação, o presidente do Senado, Renan Calheiros, receberá os senadores para um jantar com o ministro da Fazenda Henrique Meirelles.

    Os levantamentos, entretanto, mostram a existência de senadores indecisos ou indefinidos que poderiam garantir a absolvição de Dilma se forem convencidos a apostar na saída pela eleição direta. A pesquisa Ipsos mostra que o governo Temer é rejeitado por 70% da população, antes mesmo de ser inteiramente apresentada a agenda que corta direitos e sacrifica conquistas populares, como as reformas previdenciária e trabalhista, que ele só enviará ao Congresso depois de efetivado.

    – Temos dois meses para intensificar a resistência ao golpe e denunciar este governo que é o pior de todos os tempos: ilegítimo, composto por corruptos,  violador da lei e dos direitos e disposto a entregar o patrimônio nacional. Por isso mesmo estão esvaziando o Congresso, para que não tenhamos tribuna. Antes da votação do impeachment na Câmara, tinha sessão de segunda a sexta para contar prazo. Agora, vamos ter uma semana vazia, dedicada a São Pedro e São Paulo.  E a mídia acha tudo natural, embora esteja na cara que o recesso junino tem propósito político – diz Pimenta.
     

    https://itamarcalado.blogspot.com.br/2016/06/denuncia-perde-forca-e-dilma-reune.html

  47. Senhor Luis Nassif, tenha a santa paciência.

    O item “Peça 3 – as eleições indiretas”, no final do post, é um absurdo completo e absoluto. 

    Se o golpe de estado prosperar, Judas Temer será o presidente (golpista). Se não prosperar e tentarem o golpe de estado via TSE, cassando a chapa vencedora em 2014, não existe esse negócio de Judas Temer poder concorrer numa eleição indireta. E menos ainda Henrique Meireles. 

    Se a suposta cassação da chapa via TSE viesse em 2016, haveria a convocação de novas eleições. Eleições diretas iguais às de 2014, 2010, 2006, 2002, 1998, etc. Nessa situação, e somente nessa, pode se apresentar quem quiser para concorrer. 

    Se a suposta cassação da chapa via TSE viesse a partir de 2017, a hipótese de eleição direta restaria morta e enterrada. O que teríamos então, segundo a Carta de 88, é uma eleição indireta.

    Nessa eleição indireta não poderiam concorrer Judas Temer, Henrique Meireles, Lula, FHC e nenhum cidadão brasileiro que não fosse um parlamentar. 

    O que a Constituição diz, em caso de eleição indireta, é que o presidente será eleito pelo Congresso Nacional. E este eleito tem que ser um congressista (ou seja, alguém que foi eleito como congressista em 2014 e está no exercício do mandato).

    É dizer que as hipotéticas candidaturas de Judas Temer ou de Henrique Meireles, em caso de eleição indireta posterior à cassação da chapa vencedora de 2014, via TSE, é mero delírio e uma impossibilidade jurídica. 

  48. o golpe é cosa nostra

    na entrevista que deu à Publica, Dilma cita o papel do STF algumas vezes:

    – “Não passa, querida. Não temos nada. O Supremo Tribunal Federal não deu ganho de causa a isso, Vera.”

    – “Ô, Vera, você está num país que tem Supremo Tribunal Federal e a hora que ele decide que é assim, é assim.”

    – “Quando o Supremo decide, não tem a quem recorrer, Vera. “

    – “Quando o Supremo decide acabar…”

    – “Não, não é culpa do Supremo. Ele decidiu. Eu não vou ficar falando mal do Supremo. Não vou.”

    ainda na mesma entrevista, a Presidente afastada responde sobre a participação estrangeira no golpeachment:

    “Eu quero te dizer o seguinte: não é necessário para discutir o golpe no Brasil atribuir responsabilidade a nenhum outro país do mundo. Nós fomos competentes na arte de dar um golpe aqui no Brasil. Nós não precisamos deles para nós fazermos golpe. Este golpe é endógeno. A responsabilidade por ele é das oligarquias locais.”

    dos 11 membros do STF, Lula indicou 3 (Lewandowiski, Cármen Lúcia e Toffoli) e Dilma 5 (Fux, Rosa Weber, Teori, Barroso e Fachin). o STF deveria ser o guardião da Constituição Federal, a última trincheira da Democracia. este seria o dever dos 8 Ministros indicados pelo lulismo.

    apesar de uma escuta ambiental ter sido localizada no gabinete do Ministro Barroso, nenhum dos membros do STF teve qualquer reação concreta ao gravíssimo incidente. Barroso chegou mesmo a afirmar: “Se tinha alguém escutando, terá verificado que a gente trabalha muito e com bom humor”.

    o golpe é cosa nostra: a anunciada conseqüência dos 13 anos de lulismo. não haverá reconstrução democrática sob a égide do lulismo. foram os repetidos erros do lulismo que nos jogaram na maior de todas as crise brasileiras. não será através lulismo que sairemos dela.

  49. O xadrez do War

    Nassif, meu caro, você está jogando xadrez maravilhosamente bem, mas não dá pé porque eles estão jogando ”War”.E é sério. E o objetivo deles é destruir totalmente o Brasil. Vão ganhar .

  50. Não tenho certeza, mas eu

    Não tenho certeza, mas eu acho que, no caso de eleições indiretas, o que acho mais provável que ocorra, Temer seria inelegível(TRE-SP) e Renan estaria muito atingido, então, se fosse pra chutar…José Serra, acho que ele prometeria o céu na Terra para todos e realizaria seu sonho dourado sem precisar passar pelo voto, onde perderia, ou Meireles plano B.

  51. o xadrez supõe

    o xadrez supõe regras….

    isto é, o intérprete usa regras, usa a lógica….

    só que a realidade, a política, o golpísmo, a infamia recorrente,

    dependem deste estado de exceção…

     portanto, sem regras…

     

  52.  
    Nassif, o cheque-mate mais

     

    Nassif, o cheque-mate mais rápido do mundo não é o Mate Pastor, mas sim o Mate do louco em apenas 2 jogadas.

    Agora, vejo que você sumiu nesse seu último XADREZ, com a jogada, pela Dilma, da CARTA AO POVO BRASILEIRO, pelo recuo dela em convocar eleições antecipadas, agora só admitindo em tese uma consulta popular.

    Sempre achei essa “Carta” um absoluto engodo e não conseguia entender essa sua esperança que algo que venha da Dilma pudesse fazer qualquer diferença no cenário político brasileiro, tanto ela, quanto o PT.

     

     

  53. E a realidade?

    Temer é inelegível.

     

    gilmar não é dono do TSE, há ministros dignos e independentes no tribunal.

     

    Serra candidato em eleições indiretas? Basta a Lista de Furnas para destruí-lo, além da Privataria Tucana e muitas outras falcatruas. Ele está em todas.

  54. A ideia, é, pois, o real em

    A ideia, é, pois, o real em geral, desprovido de corpo. 

    O real idêntico ao país (títulos públicos) começa aparecer como devedor a uma existência externa; e. como definidores de uma realidade alienada (obtusa, inépta) nos resta a completar.

    Mas o real sensível, a presidenta, corresponde ao real em geral.

    Obrigado por isso presidenta.

    Ass. espírito especulativo

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