Quem é quem no xadrez do impeachment

Atualizado às 13:00

Os jogos em torno do impeachment não são de fácil diagnóstico. Que existe um movimento articulado, não se discute. Mas existem também tendências internacionais, estados de espírito internos que induzem as pessoas a certas atitudes, de tal maneira que se torna difícil separar o que é conspiração ou tendência induzida pelas circunstâncias históricas.

É evidente que a conspiração atua sobre as características políticas do momento. Mas nem todos que endossam esse movimento agem com intenção conspiratória. Meramente seguem tendências tornando-se massa de manobra.

Para facilitar o raciocínio, vamos separar as principais peças do jogo para tentar remonta-las mais adiante.

Primeiro conjunto: as tendências internacionais

A institucionalização da bestificação do discurso político não é meramente uma obra da mídia. Grupos de mídia são empresas comerciais, com interesses econômicos claros, que atuam quase sempre pró-ciclicamente – isto é, acentuando os movimentos de opinião pública.

Mas não são meros agentes passivos. Em tempos de alta intolerância, o poder dos grupos de mídia se potencializa. Com os ânimos exaltados, os nervos desencapados, a opinião pública fica muito mais suscetível à manipulação. Quebram-se os filtros da verossimilhança, qualquer denúncia cola, avultam as teorias conspiratórias e consegue-se manipular o estouro da boiada através da recriação de alguns mitos históricos, como o do inimigo externo, das ameaças insondáveis à família, do castigo eterno aos ímpios e outros mitos que, tendo como pano de fundo a superstição, alimentaram os piores episódios de intolerância do século 20.

É quando a besta – esse sentimento de intolerância massificado – sai da jaula a passa a ser tangida por palavras de ordem emanadas da mídia ou de lideranças populares. Aí, a  mídia adquire poder de vida e de morte sobre personalidades públicas. Vide o macarthismo, o uso da informação de massa pelo fascismo ou, mesmo sem o modelo de mídia ocidental, mas navegando nas mesmas águas da intolerância, a revolução cultural chinesa.

Os fatores de intolerância

Se não é um fenômeno estritamente brasileiro, o que caracterizaria, então, a universalização atual dessas ondas de intolerância?

Está-se em um quadro claro de falência do modelo de economia liberal, que começa em 1972, e de democracia representativa que vigorou em todo século 20.

Nos modelos democráticos, o equilíbrio geral – econômico, social e político – é uma percepção criada pelo trabalho articulado entre quatro setores – Executivo, Legislativo, Judiciário e Mídia -, por um quadro econômico estável, e com válvulas de escape permitindo administrar os conflitos internos, com relativa abertura para processos lentos de inclusão.

A crise de 2008 matou a utopia e trouxe à tona diversos elementos desestabilizadores, como a insegurança econômica e o medo de perda de status social.

A globalização e os grandes movimentos de inclusão trouxeram uma nova população invadindo os mercados de consumo, de lazer, de educação e de opinião. Enquanto o mito econômico se sustentou, foi mais fácil administrar as intolerâncias e preconceitos em relação aos “invasores”. Com a crise e o fim das ilusões, a busca de bodes expiatórios foi bater nas costas dos imigrantes e dos novos incluídos, muito mais concretos para atiçar o primarismo da besta do que movimentos financeiros sofisticados ou as grandes jogadas empresariais.

Somou-se o desmantelamento dos sistemas tradicionais de mídia. . O sistema que vigorou no século, a não ser nas fases iniciais da era do rádio, embora alimentasse a intolerância, funcionava também como descarrego das manifestações individuais de seus leitores.

Houve então um estilhaçamento de todas as formas de coordenação e controle da opinião pública em um momento de conflitos étnicos e de ódio interno nos países. A besta arrebentou as grades e invadiu as ruas, as cidades, até as conversas de família.

Principalmente, comprometeu radicalmente um dos elementos centrais dos pactos democráticos: a hipocrisia da democracia representativa.

O primado da separação de poderes criou um conjunto de freios ao poder absoluto. E a ideia genérica de que “todos são iguais perante a lei” legitimou o modelo. Além disso, abriu espaço para a assimilação lenta e gradual das políticas de inclusão, que deveriam acompanhar sempre o pensamento médio nacional.

Cada grupo social precisava, antes, expandir suas ideias, viabilizar-se politicamente para, mais à frente, inserir seus princípios nas leis e na política.

Leia também:  Recessão e o terraplanismo de economistas e empresários, por Luis Nassif

Esse modelo gradual, garantiu a disciplina das chamadas massas, mantendo sob controle as disputas de classe e permitindo a prevalência do poder econômico em todas as instâncias, em alguns casos amenizado por um conjunto de regramentos.

Na política, o poder econômico avançou através dos financiamentos de campanha. No dia-a-dia da economia tornaram-se os parceiros mais influentes de todos os presidentes. Nos Estados Unidos, levaram à guerra contra a Espanha, em fins do século 19, à guerra contra o Iraque, no século 21.No Brasil, FHC buscou seus aliados junto ao setor financeiro; Lula, junto aos grandes grupos da economia real.

A própria prestação da Justiça desdobrou-se em várias formas de proteção aos poderosos, das apelações infindáveis às diversas maneiras de interpretar o “garantismo” – a defesa das garantias individuais – dependendo de grandes escritórios de advocacia. Em alguns casos, como nos EUA, em nome do interesse nacional foi conferido até direito do Presidente da República conceder indulto a crimes econômicos praticados.

Essa mesma parceria manifestou-se em relação à mídia, com os diversos modelos de financiamento dos grupos de mídia subordinando-os a interesses de grupos.

Apenas nas eleições o eleitor tinha condições de se manifestar. Mesmo assim, submetido a formas variadas de controle e manipulação da informação.

Todo esse aparato institucional visava criar uma mediação e controle das demandas públicas. E nem se julgue essa constatação um fator totalmente negativo: não há nada pior para um país ou uma comunidade que uma opinião pública descontrolada, reagindo aos estímulos de líderes de torcida.

Esse mundo desabou.

Em cima da decepção com os modelos econômico e democrático, vieram as novas formas de comunicação das redes sociais, passando a ilusão da democracia direta em todas as instâncias.

Nas ruas, o grito sem a mediação dos partidos e da mídia. No mercado de opinião, a atoarda das redes sociais, nas quais a mídia é apenas um perfil a mais, com seus seguidores. Na Justiça, a busca do justiçamento, a justiça com as próprias mãos e a interpretação de que toda forma de garantismo como maneira de livrar os poderosos dos rigores da lei.

Em cada escaninho de poder, cada detentor de poder, pequeno, médio ou grande, se julga com liberdade para exercitar seu voluntarismo. O descarrilhamento das estruturas de poder se dá para fora e para dentro.

Nesse quadro, dois personagens emergiram exercitando uma violência descontrolada: os grupos de mídia, atropelados pelas novas formas de comunicação; e a oposição aos governos que conseguiram montar políticas vitoriosas de inclusão.

Essas políticas geram novos consumidores, mas também novos cidadãos. O partido que patrocina a inclusão ganha uma massa de votos que desequilibra o jogo de alternâncias no poder, levando a oposição a uma luta extra-eleitoral encarniçada para se manter no jogo. E as armas principais às quais têm recorrido, seja na Fox News, seja na Veja, é a exploração radical da intolerância existente na sociedade.

Segundo conjunto: o caso brasileiro

O caso brasileiro foi montado em cima dessas características globais atuais acrescidas das particularidades internas. Alguns dos episódios condicionantes do momento:

1.    Roberto Civita importa dos EUA o estilo escatológico de Rupert Murdock. Em 2005 há o pacto dos grupos de mídia para enfrentar a globalização do setor. A campanha pró-armamento descobre um mercado promissor na exploração do discurso do ódio e em uma nova direita que nascia.

2.    A enorme inclusão social ocorrida na última década, cujos conflitos foram amenizados pela fase de bonança econômica e explodem com o fim da bonança mundial dos commodities e com os erros políticos e econômicos cometidos por Dilma em 2014 e 2015.

3.    O desmonte da base de apoio do período Lula, somado à corrosão na popularidade da presidente, abrem uma vulnerabilidade inédita no Executivo.

4.    Antes disso, a cobertura intensiva do julgamento do “mensalão”, visando obscurecer a CPMI de Cachoeira, testando pela primeira vez a massificação das denúncias de corrupção de forma continuada. A campanha do “mensalão” ajudou a fixar na classe média a ideia de que a corrupção estava no PT e a solução, no seu extermínio.

Criou-se o clima adequado para os grandes movimentos de manada.

A ira difusa em relação ao desconforto atual, ao sistema político, à lentidão do Judiciário, tudo isto é canalizado contra o governo. E a Lava Jato bateu na imensa mina de corrupção montada em torno da Petrobras e amplificou os ecos não esquecidos do mensalão.

Leia também:  Moro assume explicitamente a manipulação de atos do sistema de justiça, por Fernando Hideo I. Lacerda

A disfuncionalidade política, de governo e oposição, a desconfiança em relação ao Judiciário (especialmente após a frustração das Operações Satiagraha e Castelo de Areia) ampliaram os movimentos de ação direta, nas ruas.

Terceiro conjunto: a orquestração política

Desse conjunto de fatores germinaram as ações radicalizantes que passamos a analisar a seguir.

Na análise sobre os personagens envolvidos, haverá certa dificuldade em identificar as movimentações.

Para facilitar o raciocínio, vamos dividi-los em três grupos principais:

1.     Aqueles cujo fator mobilizante é a indignação pura e simples. Entram aí movimentos de rua.

2.    O grupo motivado pela disputa corporativa por espaço político. Inserem-se aí procuradores, delegados, juízes de primeira instância, técnicos do TCU (Tribunal de Contas da União)

3.    E há o terceiro grupo, o dos conspiradores efetivos, manobrando as circunstâncias do momento.

Para nossa análise, interessa identificar esse terceiro grupo.

Os pontos que chamam a atenção, por induzir a uma ação concertada são os seguintes, tendo como instrumento de guerra a parceria mídia-Lava Jato:

1.    A estratégia jurídica

A perfeita coordenação entre as estratégias de Gilmar Mendes e Dias Toffoli no TSE e Sérgio Moro na Lava Jato – de encontrar indícios para criminalizar o caixa 1 da campanha de Dilma.

A concatenação entre a Lava Jato e a Zelotes é outro indício de atuação coordenada.

Além disso, a maneira como um juiz de Primeira Instância, no Paraná, conseguiu deflagrar a mais abrangente operação criminal brasileira cujo único elo com sua jurisdição era um doleiro que já tivera os benefícios da delação premiada e voltara a prevaricar.

2.    A estratégia política.

A concatenação entre o fluxo de vazamentos da Lava Jato e as estratégias pró-impeachment da oposição.

A blindagem aos nomes de oposição que surgem nas delações premiadas.

Em momentos mais críticos, a Lava Jato providencia um fluxo maior de factoides destinados a estimular a opinião pública.

3.    A estratégia econômica.

Um viés totalmente internacionalizante, no âmbito do Congresso – toda vez que o governo entra em sinuca, a saída apresentada consiste na flexibilização da Lei do Petróleo e das políticas sociais – e no âmbito da própria Lava Jato e do Ministério Público Federal através dos acordos de cooperação internacional. Parece haver um trabalho articulado para atingir setores de interesse direto dos Estados Unidos: Petrobras com a lei do petróleo, empreiteiras brasileiras (que se tornaram competitivas internacionalmente) e setor eletronuclear.

Na visita do PGR a Washington, por exemplo, levou informações contra a Petrobras e trouxe informações de escândalos na Eletronuclear. Há um ataque sem quartel a todas as políticas visando fortalecer a economia interna, da mesma maneira que na Operação Mãos Limpas.

A ideologia do jogo – expresso não apenas na oposição, na Lava Jato e na própria Procuradoria Geral da República, através da chamada cooperação internacional – é a do internacionalismo. A corrupção é decorrência de uma economia fechada. O mercado liberta, o Estado corrompe.

A não ser os grupos ligados a direitos humanos, o grosso dos procuradores provavelmente esposa essa visão reducionista de mercado.

Os personagens do jogo

Os personagens do jogo serão analisados com base nas informações que tenho sobre eles e nas impressões deixadas pela forma como estão jogando.

Há alguns pontos centrais de articulação – como o Instituto Milenium, que continua cumprindo à altura seu papel de sucessor do velho IBAD (Instituto Brasileiro de Ação Democrática). Fora ele, não há sinais de locais mais expressivos de articulação.

Entendidos esses aspectos do jogo, vamos aos jogadores.

Congresso

Há um conjunto de personagens secundários que ganharam visibilidade por ecoar a intolerância. Políticos como Carlos Sampaio, Mendonça Neto, Agripino Maia, Aloisio Nunes, Ronaldo Caiado, Roberto Freire, vociferantes, mas personagens menores que apenas atendem à demanda da mídia por catarse. De certo modo, comportam-se como as claques de programas de auditório. Os profissionais se preservam.

São quatro os personagens a serem analisados.

O primeiro deles é Aécio Neves, o candidato do PSDB nas últimas eleições presidenciais. Tem importância apenas pelo recall das últimas eleições.

É politicamente inexpressivo, incapaz sequer de articular de forma consistente interesses mais complexos.

Leia também:  Procurador da "Mãos Limpas" critica proximidade de Moro e Deltan

É candidato a um indiciamento próximo por duas razões: em algum momento o MPF terá que mostrar isenção e a cada dia se avolumam mais evidências contra ele. A segunda razão é que ele se tornou uma liderança disfuncional, incapaz de articular um corpo mínimo de ideias e estratégias.

O grupo profissional tem três elementos: Michel Temer, Renan Calheiros e José Serra.

No curto espaço de tempo em que se tornou protagonista político, Temer não demonstrou maior envergadura política. Encampou a tal agenda liberal, surgiu no horizonte político e desapareceu como um cometa fugaz.

Renan é político com uma concepção muito mais sólida de poder. Fareja como ninguém os centros de poder e sabe agir com rigor e objetividade. Provavelmente sua aproximação com a agenda liberal e com as mudanças na lei do petróleo se prendam a essa percepção mais apurada sobre poder. Sob ameaça da Lava Jato, como estratégia de sobrevivência tratou de se aproximar do foco mais influente do poder.

José Serra é o grande articulador. É o político que transita pelos grandes grupos internacionais – lembrem-se do Wikileaks com ele prometendo à lobista da indústria petrolífera flexibilizar a lei do petróleo assim que eleito. Transita também pela mídia e pelo submundo do Judiciário – Polícia Federal e procuradores, com os quais montou uma verdadeira indústria de dossiês. 

Foi curioso o açodamento de Serra e de Eduardo  Cunha assim que se comprovou o desmanche da base de apoio de Dilma: ambos saíram correndo para ver quem teria a primazia de primeiro apresentar o projeto para flexibilizar a lei do petróleo, comprovando que são dois dos maiores operadores políticos do Congresso

Justiça

Os dois personagens centrais dessa articulação são Gilmar Mendes no STF (Supremo Tribunal Federal) e no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e Sérgio Moro na Lava Jato. São os grandes estrategistas que provavelmente estreitaram relações entre si durante o julgamento do “mensalão”.

Suas estratégias se completam, assim como o recurso recorrente à mídia, Gilmar em episódios ostensivamente manipulados, como o grampo sem áudio, o grampo no Supremo ou o encontro com Lula, factoides que explodiam e desapareciam como fogo fátuo; Moro de forma profissional, abastecendo a mídia com jorros ininterruptos de notícias e factoides.

As ligações históricas de Gilmar com José Serra, o trabalho de cooptação de Dias Toffoli, seu trabalho pertinaz no STF e TSE, o colocam como personagem central da conspiração. O que, convenhamos, não chega a ser nenhuma novidade.

A Força Tarefa da Lava Jato, Moro, os procuradores e delegados, são o epicentro operacional dessas articulações. Mas não conseguiram disfarçar a posição ostensivamente partidária. Já viraram o fio há algum tempo.

Já o problema do MPF é muito mais o de perda de controle sobre os jovens procuradores, devido ao fato do Procurador Geral Rodrigo Janot responder à sua base, e não à presidência da República, como determina a Constituição.

Há três fatores que afetam a imagem do MPF como um todo.

Um deles, as entrevistas políticas do procurador falastrão, Carlos Fernando dos Santos Lima. O segundo, a excessiva politização do MPF do Distrito Federal. O terceiro, o exibicionismo de jovens procuradores, tentando de todas as formas se habilitar aos holofotes da mídia através de representações estapafúrdias.

Mesmo a maneira como se insere na cooperação internacional – na qual é patente o alinhamento com interesses dos Estados Unidos – parece muito mais falta de reflexão interna sobre os aspectos geopolíticos da cooperação, do que qualquer postura conspiratória.

Quanto a Janot, em que pese a blindagem de Aécio Neves, é uma figura pública respeitável, preso a esses dilemas entre garantir a legalidade e, ao mesmo tempo, não remar contra o sentimento de onipotência que acometeu a categoria, após a Lava Jato. Vai acabar se queimando pela incapacidade de disciplinar o exibicionismo de procuradores e de blindar Aécio Neves.

Mídia

Aí se concentra o poder maior, que está na Globo. Veja, Folha e Estadão são  apenas agentes auxiliares, que fornecem as pautas para o Jornal Nacional.

 

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78 comentários

  1. É muito imprópria a colocação

    É muito imprópria a colocação da Revolução Cultural chinesa junto com os citados exemplos de intolerância de massas. Primeiro, porque é uma tradição chinesa tentar apagar toda a herança negativa cultural, de modo radical, para que possa florescer uma nova brotação de cultura. Neste sentido, aconteceram três grandes revoluções culturais: Uma para apagar toda a antiguidade e propiciar a implantação do confucionismo. Outra, para destruir a onda de budismo que tomava conta da China, espalhando a indolência e a falta de motivação ao trabalho. E esta última, projetada especialmente para arrancar milhões  de mulheres à escravidão cultural, destruindo a cultura de pezinhos, a compra de esposas e a subordinação absoluta aos maridos. Esta última propiciou o nascimento da nova China que conhecemos. Confundir isto com mera intolerância é desconhecer a complexidade do acontecimento. É bom lembrar que a sabedoria chinesa, em todas as três revoluções, sempre soube de alguma maneira preservar intactos todos os tesouros culturais da China. É outro aspecto da complexidade destas revoluções, difíceis de serem compreendidas por um ocidental.

  2. Velocidade
    A política não consegue acompanhar a velocidade dos fatos.
    Com isto todas as estratégias e planos para vencer a crise brasileira se tornam fracassadas, não vai longe o tempo em que um mero bilhete do Jânio era uma manchete nacional, com direito a interpretações e desdobramentos. Hoje fatos elaborados embasados em grandes bancos de dados, computação em grande escala e sofisticados algoritmos de inteligência artificial não rendem nem notas em colunas desconhecidas da mídia.

    O mundo mudou.

    A velocidade das mudanças se aceleraram e continuam a aumentar a velocidade.
    Se o Brasil quiser vencer a crise tem de se adaptar aos novos tempos e métodos.

    Acorda, Dilma!

  3. Gilmar Neves apareceu de novo,isso é um perigo!

    A perfeita coordenação entre as estratégias de Gilmar Neves e Dias Toffoli no TSE e Sérgio Moro na Lava Jato – de encontrar indícios para criminalizar o caixa 1 da campanha de Dilma.

     

  4. Com fogo amigo é sempre mais difícil

    No conluio pró-impeachment, a Presidenta Dilma fez escola para seus subordinados ao cair no conto do omelete com Ana Maria Braga na Globo. Esta semana fui a um posto da Receita Federal no interior paulista. Fiquei muito satisfeita com o atendimento rápido, gentil e eficiente. Mas, qual não foi minha decepção ao constatar que, para entreter quem esperava ser atendido, a TV da Receita exibia um programa da Globo. Justamente a Rede Globo, que não mostrou o DARF depois da acusação de fraude e sonegação bilionária e do sumiço do respectivo processo na SRF. Leão e Rede Globo, tudo a ver.

  5. Quando todos podiam fazer sem que houvesse problema nenhum

    Quando todos podiam fazer sem que houvesse problema nenhum,  o PT fez caixa 2 e grande parte de seus quadros foi parar na cadeia, de Ze Genoino a ZD passando por João Paulo Cunha, este fez um empréstimo de 50 mil reais num banco, o quitou e gastou o dinheiro na campanha eleitoral. Mesmo assim teve o mandato cassado e foi mandado pro xilindro. 

    Agora o PT fez o que todos fazem: caixa 1, mesmo se sabendo que a grana recebida é licita, a não ser que essas empresas doadoras possuissem dois cofres, um contendo dinheiro ungido para o PSDB e outro com dinheiro sujo para o PT. A Lava Jato se tornou pau prá toda obra, incusive prá derrubar presidente sabidamente honesta. Vai chegar um momento em que o povo vai perder a paciência com esses golpistas

    Janot deu um chega prá lá na dupla Moro Marinho e Gilmar Dantas 

    https://luizmullerpt.wordpress.com/2016/02/16/moro-tenta-mas-janot-da-parecer-contrario-a-cassacao-de-dilma/

  6. “A perfeita coordenação entre

    “A perfeita coordenação entre as estratégias de Gilmar Neves “

    Pode ter sido sem querer. Mas, que tem um fundo de verdade tem.

  7. Jogando nas sombras.

    Deixando de lado um precipitado maniqueismo, o presente artigo também parece ser o concenso de um determinado grupo. 

    E aí, a análise do mesmo, também depende dos grupos parceiros (não jornalísticos embora a primeira vista não ímpios, e internacionais incluídos) que o financiam.

    Existem mais peças no jogo do sonham nossa vã filosofia!

    • Mani, o maniqueísta.

      Maniqueismo não é. A sociedade brasileira dividiu-se ao meio, ideologicamente. A extrema direita vocifera. A direita ideológica e bem-formada, tenta enganar os patos arrostando argumentos de aparência razoável, mas que no fundo, não se distinguem da Revista do Esgoto nem das orações do Bonner, que dividem os períodos determinados pelo “Camel”, que lá na Globo se pronuncia “Kámel”, “Áli Kámel”, como se fosse em Inglês. Aqui no Brasil, esse nome é pronunciado como duas palavras oxítonas. A esquerda, para ser esquerda, tem de seguir a ética. E se seguir a ética, não pode acusar diretamente, “fulano é ladrão”, beltrano cheira cocaína a ponto de ter sido internado por overdose quando era governador de estado,  um professor comprando um apartamento de doze milhões de euro é um ato suspeito, as empresas de comunicações (tele) participaram do golpe, apoiam a corrupção tucana, são essencialmente corruptas e dirigidas por famílias mafiosas. A direita está unida como na ordem unida militar. A esquerda está perplexa, desunida. Antigamente, por exemplo, o Movimento Passe Livre seria visto como de esquerda e com simpatias da esquerda. Mas se futucar, em 15 de janeiro de 2005, com duas semanas de prefeito empossado, José Serra aumentou a tarifa de ônibus em 17%. Pequenos comunicados de 5 linhas nas páginas “Cidade”, “Economia”, etc. Ninguém reclamou. No ano seguinte, aumentou mais 15%, para uma inflação de 3,5%. Mesmo silêncio obsequioso. Em 2013, Haddad, do PT, anuncia que adiaria o aumento das passagens por seis meses para colaborar com o combate à inflação. Quando aumentou 7,5%, a cidade explodiu, o estado explodiu, o Brasil explodiu. As passeatas em Joinville eram contra o aumento de R$ 0,20 das passagens em São Paulo? Contra as passagens custarem o mesmo preço que uma coxinha de galinha nos botequins imundos de São Paulo? Não me enganem, eu não gosto.

  8. “Além disso, a maneira como

    “Além disso, a maneira como um juiz de Primeira Instância, no Paraná, conseguiu deflagrar a mais abrangente operação criminal brasileira cujo único elo com sua jurisdição era um doleiro que já tivera os benefícios da delação premiada e voltara a prevaricar.”

    Se não fosse o grupo globo dando publicidade e coordenando toda a estratégia inclusive dando as ordens as quais o Moro, Gilmar, MPF e PF deveriam seguir, esta lava jato, cujo único objetivo – agora está muito claro – era desmoralizar o PT e suas lideranças não seria atingido. Ainda falta prender o Lula, o resto já foi feito com sucesso. Inclusive, não adianta a Dilma tentar posar de honesta, coisa que até pode ser, mas a grande maioria da populaçãoa considera mais uma ladra petista.

    A Globo chefia a onspiração, os outros grupos de mídia são apenas papagaio de pirata. Os políticos do PSDB sempre foram uma porcaria mesmo, então se apegam a oportunidade para tentar voltar ao poder.

    Aí, aquelas corporações de mídia e do serviço público terão suas demandas atendidas. Podem crer. É só vigiar os contracheques e as verbas publicitárias deste pessoal se o PSDB voltar ao poder. 

  9. Só eu fico surpresa com a

    Só eu fico surpresa com a naturalidade que todos encaram  “A Força Tarefa da Lava Jato, Moro, os procuradores e delegados”?  Como um juiz, no nosso sitema penal, pode fazer parte de “força tarefa de investigação”? As funções  não são diferentes?

     

    • Boa pergunta. Vamos de novo

      Boa pergunta. Vamos de novo ao CNMP. Se ele viu as disfunções do promotor Conserino, poderá analisar a fundo a sua questão. Boa lembrança.

  10. Não entendi

    Em outro artigo, Nassif  “pressiona” Janot. Agora, “alivia”. Em outro diz que Lava Jato “virou o fio”, mas chama Moro de estrategista. Um estrategista que, como Nassif mesmo mostrou, foi deu de cara com as maracutaias dos Marinho e recuou… Acho que estou lelé da cuca com tanto sherlockismo.

  11. Quem manda

    Dez. Exatamente a impressão que temos. Tudo gira em torno dos interesses da Globo e de quem ela representa, sistema financeiro nacional e internacional e a geopolítica comandada pelas EUA.

  12. Nassif, Parabéns pelo texto!

    Nassif,

    Parabéns pelo texto!

    Fica muito mais fácil compreender a conjuntura nacional com suas análises.

    Não tenho a menor dúvida que você é o mais importante jornalista brasileiro da atualidade.

    Só temos que agradecer pelo seu trabalho

  13. Tô achando que conspiração pode colar…

    É evidente que a conspiração atua sobre as características políticas do momento. Mas nem todos que endossam esse movimento agem com intenção conspiratória. Meramente seguem tendências tornando-se massa de manobra.

    Uma pessoa sensata deve fazer isso que você descreveu, Nassif, afinal é dificil provar uma conspiração…

    Eu achava que no dia 19 de março de 2011, havia sinais dessa tal conspiração… Sinais, apenas isso. A partir de  2014  em diante e mais precisamente 13 de janeiro de 2016  acredito que podemos seguir essa linha sem muito susto.

    Eu tô apostando nela.

  14. Caro Nassif

    Por que não ser ainda mais claro em sua ótima análise?

    Ao invés de “um viés totalmente internacionalizante” da oposição conservadora, mais didático seria mencionar o ENTREGUISMO puro e simples dessa gente…

    E não se pode dizer que se trata de um “jargão” datado, ao contrário, ele tem um enorme lastro em nossa história.

    Às vezes, a historicidade de uma única palavra pode evocar a complexidade e o alcance de um problema recorrente no debate político de um projeto nacional.

    Obrigado pelo texto.

  15. em contraposição a isso,

    em contraposição a isso, alguém sugeriu a guerra…

    talvez uma saída seja reavivar, revigorar,  aquele movimento que batalhou

    tanto pela redemoratização do país, movimentos sociais, sindicais, produtivos,etc, etc…

    esses movimentos redemocratizantes foram sufocados por todos esses

    esquemas aí alinhados neste  ótimo artigo do nassif.

    o que comprova mais uma vez que esses interesses atuais dos golpistas

    se parecem muito com aqueles históricos da época pré-64 e da época do  getulio….

  16. Faltam dois elementos no

    Faltam dois elementos no tabuleiro:

    1. O descontentamento da classe média e alta com o processo de inclusão social, desencadeado pelos governos do PT, que ameaça privilégios históricos. Compõem essa classe média os médicos, o corpo do judiciário, procuradores e juízes, e por aí. 

    2. O desgaste do PT como referência ética e de luta pelo social. Rompimentos por parte de apoiadores e militantes já vinham ocorrendo de forma sistemática  em decorrência dos métodos praticados para arrecadação de recursos . A reveleção em curso da proximidade (promiscuidade) de dirigentes políticos com grandes empresários pode não não conter nenhuma ilegalidade, mas ainda assim constitui um problema ético. Definitivamente não é papel de dirigente do Partido dos Trabalhadores alavancar empresários por meio de consultorias privadas e ações individuais.  

  17. Da posição de Janot na fase atual do jogo político.

    Nassif, seu artigo é assertivo, brilhante análise por conta da simplicidade, da isenção, do “Por as cartas na mesa” de modo factual.  Qualquer brasileiro não fanatizado poderá aqui compreender minimamente que seja, se desprovido de outro conjunto de informações, o que é esse jogo pelo poder e quem são os atores por trás desse imenso e farsesco teatro político-social em que jogaram a nação –  uma aventura insana, “justificável” apenas pelo desespero dos que sabem que, nas urnas, a chance de nova derrota em 2018 ainda é grande.  Marina Silva, Aécio, Serra, Alckimin, não parecem ter fôlego para vencer uma disputa contra Lula, ou mesmo Ciro Gomes, que despontará, em minha opinião como fortíssimo candidato, principalmente se de modo milagroso, conseguir conter seus ímpetos mais turbulentos, uma nova versão do que fez Lula em 2002, o famoso “Lulinha paz e amor”. 

    Sei que você já abordou com clareza a importância VITAL de Janot nesse imbroglio. Nem sei se o procurador tem a noção exata da dimensão que as consequências de seus atos (e/ou omissões….) no resultado do embate final entre os que lutam pelo golpe, pela destruição do PT, de Dilma e De Lula, principalmente, e….. o resto do país!  Porque essa é a luta, na verdade,  NÃO SE TRATA MAIS DE PT X PSDB,  apenas, mas de uma escarniçada e selvagem luta, do golpismo mais torpe, mais descarado, mais manipulado, CONTRA o que é civilizado, justo, correto, digno, democrático.   Não acho dramático afirmar, que o próprio DESTINO do Brasil enquanto país, nação, sociedade civil minimamente educada, está em jogo.

    Imaginemos um Janot omisso, que continue nessa atitude PASSIVA, em relação aos vazamentos seletivos, e às entrevistas de boquirrotos medíocres como seu colega de instituição, Carlos Fernando do Santos Lima e assemelhados.  Sem freios, essa turma do Ministério Público Federal que ABRAÇOU COMO CAUSA o golpismo, continuará incendiando o povo, através da mídia, e alimentando num ciclo sem fim, as catarses que todo o fanático (o rebanho social que sente profundo NOJO e REPULSA em relação ao PT e Lula…) precisa, todo santo dia, como válvula de escape emocional para os PAROXISMOS criados pela mídia, oposição ao governo e juízes como Joaquim Barbosa, Gilmar Mendes e Sérgio Moro, não à toa, premiados, lisonjeados, afagados pela mídia sempre que necessário ao teatro do dia.   Portanto, A AUSÊNCIA DE AÇÕES DE JANOT, por si só, é uma escolha, moral, de certo modo, ao permitir que ganhe fôlego, o grupo golpista.

    Mas há uma RESPONSABILIDADE PESSOAL E INSTITUCIONAL muito mais séria sobre os ombros de Janot: Quando é que vai parar de fingir que não são sólidas as denúncias contra Aécio Neves?  Se não tratar essa questão com a mão pesada com que trata acusações contra petistas, evidenciará mesmo que muito bem disfarçada até aqui, sua FALTA DE ISENÇÃO.

    Essa é a MAIOR INCÓGNITA para mim, e creio, para milhões de brasileiros: Quem é afinal Rodrigo Janot? Que grau de dignidade pessoal carrega em si para as ações e decisões que dele se esperam em momento tão turbulento e repleto de sordidez?  Qual o grau de sua INDEPENDÊNCIA moral?   Qual o TAMANHO de sua coragem para enfrentar esse desafio, como fez, heroicamente, em minha opinião, Ricardo Lewandowski, no julgamento do mensalão?

    É a mesma pergunta que me faço em relação ao STF, cuja omissão em relação às prisões provisórias de Moro, que duram eternidades, para mim já se assemelha a uma covarde omissão.

    Cabe em outro post seu, Nassif, se me permite, aliás, uma profunda análise da atuação do STF nessa crise, que me parece uma atuação tímida e pautada no: “vamos nos resguardar porque o momento é confuso”  –  penso que grandes homens, não “se resguardam” – se levantam e agem em prol dos valores maiores da nação a quem servem.

    É isso!

     

     

     

  18. Ajudem-me nessa cruzada cidadã. Peço a sua ajuda.

    Pode perceber….

    No centro de tudo  está o Congresso Nacional…..

    O voto ao Parlamento é tão importante quanto o voto para a presidência.

    Quem controla isso ?

    O povo.

    E quem tem voz perante o povo ?

    Algumas poucas famílias.

    Isso é justo ?

    Não. Não é.

    Coloco aqui a minha campanha pelo voto à regulamentação dos Artigos 5,21,220,221,222,223 da Constituição Federal.

    Espero  que o Blog não me expulse , por estar fazendo camapanha cidadã na área de comentários.

    Cidadania também é comentário.     meu email  sg@pcsa.com.br

    Assine o projeto de lei e divulgue.

    http://www.paraexpressaraliberdade.org.br/assina.php

     

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=NWs1B8goHL8 align:center]

  19. Que tal um “papo reto”? Leia conjuntamente, pls!!!

    Nassif, você é um brasileiro de bem e um jornalista ético, aceito o seu artigo, mas …”papo reto”: Eis a verdade dura e crua, o ingrediente coringa, o que alguns chamam de “tempero”, mas que vai o “sabor” aos leitores desse seu artigo de hoje.   “JORNALISTA REVELA NOS ESTADOS UNIDOS CONSPIRAÇAO CONTRA DILMA”  – Tradução – blog do Nassiff ; Na fonte, em inglês:http://journal-neo.org/2014/11/18/brics-brazil-president-next-washington-target/ Fonte: OM – F. William Engdahl / ‘New Eastern Outlook – NEO’ | 24 de fevereiro de 2015

    Autor original – F. William Engdahl é consultor de risco estratégico e professor formado em política na Universidade de Princeton. Escreve sobre petróleo e geopolítica, exclusivamente para a revista on-line “New Oriental Outlook”. 

    A recém-reeleita presidente do Brasil, Dilma Rousseff, sobreviveu a uma enorme campanha de desinformação do Departamento de Estado norte-americano para ganhar um segundo turno contra Aécio Neves, apoiado pelos EUA, em 26 de outubro. No entanto, já é claro que Washington abriu uma nova frente de assalto contra um dos principais líderes do grupo dos países não-alinhados das economias emergentes – Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul – BRICS.

    Com uma larga escala de ataque de guerra financeira americana para enfraquecer a Rússia de Putin e uma série de desestabilizações destinadas à China, incluindo recentemente o financiamento do EUA para a “Revolução Umbrella”, se livrar do presidente com espírito socialista do Brasil é uma prioridade para deter o emergente pólo do Novo Mundo contra a (des) Ordem de Washington.

    A razão pela qual Washington quer se livrar de Rousseff é clara. Como presidente, ela é uma das cinco cabeças dos BRICS que assinaram a formação do Banco de Desenvolvimento do BRICS de US $ 100 bilhões e um fundo de moeda de reserva no valor de mais outros 100 bilhões de dólares americanos.

    O banco também suporta uma nova moeda de reserva internacional para complementar para, eventualmente, substituir o dólar. Dentro do Brasil, ela é apoiada por milhões de brasileiros de baixa renda que foram retiradas da pobreza por seus diversos programas, especialmente o Bolsa Família, um programa de subvenção econômica para as famílias de baixa renda. O Bolsa Família apresentou um número estimado de trinta e seis milhões famílias retiradas da pobreza por Rousseff e as políticas econômicas de seu partido, algo que cria apoplexia em Wall Street e Washington.

    A campanha do seu rival, Aécio Neves, do Partido da Social Democracia Brasileira (Partido Social da Democracia Brasileira – PSDB), apoiada pelos Estados Unidos, serve aos interesses dos magnatas e seus aliados de Washington.

    O principal assessor econômico de Aécio Neves, “que teria se tornado ministro das Finanças na presidência Neves era Arminio Fraga Neto, um grande amigo e ex-sócio de Soros e seu fundo Quantum de hedge. O conselheiro sênior de Neves e, provavelmente, Ministro dos Negócios Estrangeiro, se ele tivesse ganhado, era Rubens Antônio Barbosa, ex-embaixador do Brasil em Washington e hoje um diretor sênior da ASG com sede em São Paulo.

    A ASG é o grupo de consultoria de Madeline Albright, ex-secretária de Estado dos EUA durante o bombardeio da Iugoslávia pelos EUA em 1999. Albright, diretora do Council on Foreign Relations, think-tank líder dos EUA, é também presidente prime da ONG “Revoluções Coloridas”, do Instituto Nacional Democrático (NDI) do Governo dos EUA. Não surpreendentemente, Rubens Antônio Barbosa, durante a campanha recente, defendeu o reforço das relações Brasil-Estados Unidos e uma diminuição dos fortes laços Brasil-China, desenvolvidos por Dilma Rousseff, na sequência de revelações de espionagem dos EUA através da NSA sobre Rousseff e seu governo.

    Escândalos de Corrupção Emergentes

    Durante a campanha eleitoral acirrada entre Dilma e Neves, a oposição de Neves deu início aos rumores que Dilma Rousseff, que até agora nunca tinha sido associada à corrupção, tão comum à política brasileira, estava implicada em um circulante escândalo envolvendo a gigante estatal de petróleo, a Petrobrás.

    Em setembro, um ex-diretor da Petrobras alegou que os membros do governo de Dilma Rousseff receberam comissões sobre contratos assinados com a gigante do petróleo que foram então usados ​​para comprar apoio no Congresso. Dilma Rousseff serviu no conselho de administração da empresa até 2010.

    Agora, em 2 de novembro, apenas alguns dias após vitória suada de Dilma, a maior empresa de contabilidade dos EUA, a PriceWaterhouseCoopers, se recusou a assinar a lucros do terceiro trimestre da Petrobras. PWC exigiu investigação mais ampla sobre o escândalo de corrupção envolvendo a empresa estatal de petróleo.

    A PricewaterhouseCoopers é uma das empresas de contabilidade dos EUA mais dominadas por escândalos. Ela foi implicada de encobrir fraude no grupo de seguros AIG por em 14 anos, quando esteve no centro da crise financeira de 2008 nos EUA. E a Câmara dos Lordes britânica em 2011, criticou a PwC por não chamar a atenção para os riscos do modelo de negócio seguido pelo Northern Rock Bank, que teve de ser socorrido pelo governo do Reino Unido no grande desastre da crise financeira imobiliária da Grã-Bretanha de 2008.

    Os ataques contra Rousseff serão aumentados, podemos ter certeza.

    A Estratégia Global de Dilma

    Não é meramente a aliança de Dilma com os países do BRICS que fez dela um alvo principal de desestabilização de Washington. Sob seu mandato, o Brasil está se movendo rapidamente para dissociar dos EUA, a partir da divulgação da sua vulnerabilidade e a vigilância eletrônica da NSA.

    Dias depois de sua reeleição, a estatal Telebrás anunciou planos para construir um grande cabo submarino de fibra óptica de telecomunicações para Portugal, através do Atlântico. O planejado cabo da Telebrás terá extensão de 3500 milhas, a partir da cidade brasileira de Fortaleza para Portugal.

    Ele representa um grande pausa nas comunicações transatlânticas com tecnologia de dominação americana. Notavelmente, o presidente da Telebrás, Francisco Ziober Filho, disse, em uma entrevista, que o projeto de cabo será construído sem a participação de nenhuma empresa dos Estados Unidos.

    As revelações Snowden sobre a vigilância da NSA, em 2013, entre outras coisas, mostraram os laços íntimos de importantes empresas estratégicas de TI, como a Cisco Systems, Microsoft e outros com a comunidade de inteligência dos EUA. Ele afirmou que “a questão da integridade dos dados e a vulnerabilidade é sempre uma preocupação para qualquer empresa de telecomunicações.”

    O Brasil tem reagido aos vazamentos da NSA, fazendo auditorias minuciosas de todos os equipamentos de fabricação estrangeira para verificar se há vulnerabilidades de segurança e acelerou o movimento do país em direção à auto-suficiência tecnológica de acordo com o chefe da Telebrás.

    Até agora, praticamente todo o tráfego de transatlântico de TI é encaminhado via da costa leste da EUA para a Europa e África dá grande vantagem de espionagem para Washington

    Reagindo aos vazamentos de Snowden, o governo Dilma Rousseff ordenou a rescisão de contratos com a Microsoft para os serviços de e-mail do Outlook. Rousseff declarou na época que era para ajudar a “evitar uma possível espionagem”. Em vez o Brasil vai implantar o seu próprio sistema nacional de e-mail, chamado Expresso, desenvolvido pela estatal Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).

    O Expresso já é utilizado por 13 dos 39 ministérios do país. O porta-voz do Serpro, Marcos Melo, afirmou que o “Expresso está 100 por cento sob o nosso controle.” Se for verdade ou não, está claro que, sob o governo Dilma Rousseff e seu partido, o Brasil está perseguindo o que ela vê como o melhor para o interesse do Brasil.

    A Geopolítica Chave do Petróleo

    O Brasil também está se afastando da dominação anglo-americana na sua exploração de petróleo e gás. No final de 2007, a Petrobras descobriu uma nova bacia gigantesca de petróleo estimado de alta qualidade na Plataforma Continental Brasileira offshore na Bacia de Santos. Desde então, a Petrobras tem explora 11 poços de petróleo na Bacia de Santos, de forma bem sucedida. No campo de Tupi e Iara sozinhos, a Petrobras estima que existam 8-12 milhões de barris de petróleo recuperável, o que pode quase duplicar as atuais reservas de petróleo brasileiras.

     No total, a plataforma continental do Brasil poderia conter mais de 100 bilhões de barris de petróleo, transformando o país em uma grande potência de petróleo e gás, algo que a Exxon e a Chevron, as gigantes de petróleo dos EUA têm tentado mas tornou-se difícil de controlar.

    Em 2009, de acordo com o vazamento de telegramas diplomáticos norte-americanos publicados via Wikileaks, a Exxon e a Chevron solicitaram ao Consulado dos EUA no Rio, para tentar, em vão, alterar uma lei proposta pelo mentor e antecessor de Dilma no Partido dos Trabalhadores do Brasil, o presidente Luis Inácio Lula da Silva, ou Lula como ele é chamado.

    Essa lei de 2009 fez tornou a Petrobras estatal a operadora-chefe de todos os blocos offshore. Washington e os gigantes de petróleo dos EUA estavam furiosos com a perda de controle sobre a chave da, potencialmente, maior nova descoberta de petróleo único em décadas.

    Para piorar as coisas, aos olhos de Washington, Lula não só empurrou a ExxonMobil e a Chevron para fora da posição de controle em favor da estatal Petrobras, mas também abriu a exploração de petróleo do Brasil para os chineses. Em dezembro de 2010, em um de seus últimos atos como presidente, ele supervisionou a assinatura de um acordo entre a empresa de energia brasileiro-espanhola Repsol e a estatal Sinopec da China.

    A Sinopec formou uma joint venture, a Repsol Sinopec Brasil, investindo mais de 7,1 bilhões dólares na Repsol Brasil. Já em 2005 Lula havia aprovado a formação da Sinopec International Service Petroleum do Brasil Ltda como parte de uma nova aliança estratégica entre a China e o Brasil, uma precursora da atual organização BRICS.

    Washington Está Infeliz

    Em 2012, em uma perfuração de exploração conjunta, da Repsol Sinopec Brasil, a norueguesa Statoil e a Petrobras fizeram uma nova e importante descoberta no Pão de Açúcar, o terceiro no bloco BM-C-33, que inclui o Seat e o Gávea, este último um das 10 maiores descobertas mundo em 2011. Os EUA e grandes petrolíferas britânicas estavam longe dalí.

    Como as relações entre o governo de Dilma Rousseff e a China, bem como a Rússia e os outros parceiros do BRICS aprofundaram-se em maio de 2013, o vice-presidente dos EUA, Joe Biden fez um trio para o Brasil, onde sua agenda foi focada no desenvolvimento de petróleo e gás. Ele se reuniu com a presidente Dilma Rousseff, que sucedeu seu mentor Lula em 2011. Biden também se reuniu com as empresas de energia líderes no Brasil, incluindo a Petrobrás.

    Enquanto pouco foi dito publicamente, Dilma Rousseff se recusou a reverter a lei do petróleo de 2009, para se adequar a forma adequada de Biden e Washington. Dias após a visita de Biden vieram as revelações Snowden sobre a NSA, revelando que os EUA também haviam espionado Rousseff e altos funcionários da Petrobras.

    Ela estava lívida e denunciou a Administração Obama em setembro perante a Assembleia Geral da ONU por violar a lei internacional. Ela cancelou uma visita planejada a Washington em protesto, depois que as relações EUA-Brasil deram um mergulho.

    Antes da visita de Biden, de maio 2013, Dilma Rousseff tinha 70% de índice de popularidade. Menos de duas semanas depois de Biden deixar o Brasil, os protestos explodiram em todo o país, comandado por um grupo bem organizado chamado Movimento Passe Livre, reclamando do aumento de mais de 10 centavos na tarifa de ônibus, levando o país praticamente ser paralisado e ficar muito violento. 

    Os protestos traziam a marca de uma típica “revolução colorida” ou a Twitter desestabilização, que parece seguir Biden onde quer que ele se faça presente. Dentro de poucas semanas a popularidade de Dilma caiu para 30%.

    Washington tinha enviado claramente um sinal de que Rousseff deveria mudar de curso ou enfrentaria problemas sérios. Agora que ela ganhou a reeleição e derrotou os oligarcas da oposição de direita bem financiados, Washington vai tentar, claramente, com energia renovada se livrar de outro líder do BRICS em uma tentativa, cada vez mais desesperada, de manter o status quo. Parece que o mundo já não se encaixa com atenção, como o fazia em décadas passadas, quando Washington ditava a ordem da marcha. O ano de 2015 vai ser uma aventura, não só para o Brasil, mas para todo o mundo.

    • Ñ é conspiração.É encarar os fatos! Ouse, sim, conspirar!

      Para continuar …Recordar é viver. achei interessante somar masis essas preciosas informaçoes para DESPERTAR os comentaristas e aguçar o seu senso de análise ou perfil “conspiracionista”, mas que é a mais pura relidade que a maioria negligencia e nega – HÁ SIM UMA CONSPIRAÇAO ALÉM DAS FRONTEIRAS DO PAÍS – e  essa é verdade evitada, a cereja do bolo,  para que o “Tico e o Teco” dos brasileiros unam os pontos e compreendam o que está por trás de toda essa operaçao nos dias atuais,,,,entao aí vaí mais um detalhe da conspiraçao contra o governo brasileiro e contra o interesse do Br e seu povo : Retirado de: http://www.conversaafiada.com.br/politica/obama-esta-na-lava-jato [grifos sao meus]

      “Esse não é capítulo de uma alucinada “teoria da conspiração”. Como se sabe, a Rússia é boa de serviços de inteligência. A quem duvidasse, Putin localizou exatamente as áreas da atuação do ISIS na Síria, bombardeou-as e salvou o regime Assad.

      Os americanos ficaram uma fera, porque o Putin aproveitou para acabar também com os ativistas armados e financiados pelos americanos para, em benefício de Israel, derrubar Assad.
      Putin deu uma explicação irretocável: não há como distinguir terrorista bem intencionado de mal intencionado!
      Mas, de volta à suposta “teoria da conspiração”. Depois do 11 de Setembro, os americanos passaram a dedicar especial atenção à tríplice fronteira, Brasil, Argentina e Paraguai, a partir de Foz do Iguaçu. Ali estaria uma base de financiamento de terroristas muçulmanos, de origem árabe. Como os americanos vieram, os russos do Putin vieram atrás. E se dedicaram, também, a analisar importante evento ocorrido em Foz do Iguaçu: o Banestado.
      A maior lavanderia do mundo! [1-sobre esse assunto deixo link e o vídeo ao final.  Moro, o juíz que hoje grita “pega ladrão”, está lá, robusto e firme, nesse episódio ! Nao deixem de ler ou assistir, é muito esclarecedor.] Por onde saíram fortunas, lavadas, desde então, por Youssef e outros doleiros. Foi um dos momentos “Péricles de Atenas” do plúmbeo Governo do FHC…

      O Juiz Moro da Vara de Guantánamo, que não descansa enquanto não prender o Lula, conhece por dentro a Lava Jato. Trabalhou nela. Como conhece por dentro a alma do Youssef, e por isso aceitou que ele fizesse 12.908 delações. E ainda há outras por vir. Quando se desgravarem as fitas que os delegados aecistas usaram para grampear o mictório do Youssef. Foz do Iguaçu, americanos, Banestado, Moro. Lava Jato!

      A Presidenta Dilma Rousseff recebeu uma análise minuciosa, que associa os americanos à fúria vingadora do Moro.
      Os agentes da inteligência russa que fizeram a análise encontraram o portador adequado para depositá-la na mesa presidencial.
      A Lava Jato tem o objetivo central de prender o Lula.
      Isso é tão óbvio que Ilustre colonista da Fel-lha, aquela que é um canhão com o espaço dos trabalhistas e um poodle com o outro, essa mesma diligente colonista resolveu se dedicar ao empresário Bumlai. Bumlai se tornou o “batom na cueca” do Lula – segundo os moristas pendurados no PiG. 

      Mas, a Lava Jato, segundo a análise russa, vai além da cana do Lula.
      (Com esse zé na Justiça o Lula passa o Natal na cadeia.)
      A Lava Jato é um instrumento para desmontar a Petrobras.
      E destruir o campo político que mantém a Petrobras sob o controle do povo brasileiro!
      Ou seja, ferrar o Lula e ferrar a Dilma para entregar a Petrobrax à Chevron.
      Os Estados Unidos não podem conviver com um concorrente nas Américas que tenha petróleo. E comida. (sobre a diferença entre o Brasil e a China, acesse o link do CAF.)
      Um concorrente que tenha um rosto no Atlântico e outro no Pacífico, com a Bi-Oceânica.
      E que não faça parte da TPP, aquela aliança contra a China e a Rússia e que se tornou fetiche dos tucanos. A Lava Jato é o IBAD, o IPES, o Ponto IV, a Aliança para Progresso, a IV Frota, a Operação Brother Sam, o Golbery, o Rubem Fonseca – aqueles instrumentos do Golpe contra Jango, descritos magistralmente no filme “O dia que durou 21 anos”
      E, com a ajuda da obra magistral “1964 – a conquista do Estado”, de René Dreifuss, aparecem também no “Quarto Poder”.  (Como se sabe, o dos chapéus, notável historialista, escreveu 179 volumes para salvar o Golpe de 1964 e não cita o Dreifuss. Prefere defender a tese de que o Jango caiu porque gostava de pernas – de cavalos e coristas.)
      Para voltar aos russos.
      Os russos consideram o Brasil seu parceiro estratégico nas Américas. E a Lava Jato é um obstáculo a essa parceria. Porque a Lava Jato é do Obama. “Teoria da conspiração”? O Jango caiu porque não acreditou nelas…Pensou que o Kruel era aliado…
      Paulo Henrique Amorim

      1 – [link sobre maior lavanderia do mundo: http://www.robertorequiao.com.br/discurso-do-senador-requiao-sobre-o-caso-banestado/

      TRECHOS do discurso/destaques sao meus: “O CASO BANESTADO, DEVASSA FEITA ENTRE OS ANOS 1966 E 2002, ÉPOCA EM QUE, COMO SE SABE, O HOJE TÃO INDIGITADO PARTIDO DOS TRABALHADORES ERA OPOSIÇÃO. E O PSDB,  PMDB, PTB, PFL, AGORA DEM, ERAM  GOVERNO. 

      EM DILIGÊNCIAS REALIZADAS EM NOVA IORQUE/ESTADOS UNIDOS, POR QUASE SEIS MESES, COM O AUXÍLIO DO FBI E DO MINISTÉRIO PÚBLICO DISTRITAL LOCAL, FOI QUEBRADO O SIGILO BANCÁRIO DE 137 CONTAS-CORRENTE DA EXTINTA AGÊNCIA DO BANESTADO NAQUELA CIDADE, CONTAS QUE TINHAM COMO PROCURADORES OS PRINCIPAIS  DOLEIROS BRASILEIROS. ESSES MESMOS QUE ESTÃO AÍ ENREDADOS NA OPERAÇÃO LAVA JATO.

      ESSA QUANTIA JAMAIS APURADA  EM QUALQUER OUTRO ESCÂNDALO NACIONAL ENVOLVIA,  COMO BENEFICIÁRIOS FINAIS,  NOMES COINCIDENTES COM OS DE INTEGRANTES DA ALTA CÚPULA DO EMPRESARIADO E DA POLÍTICA NACIONAL À ÉPOCA,  EM ESPECIAL A POLÍTICOS LIGADOS AO PSDB, DENTRE OUTROS.

      NO ENTANTO, O DELEGADO CASTILHO, NO INÍCIO DO GOVERNO LULA, POR ORDEM DO MINISTRO DA JUSTIÇA MÁRCIO THOMÁS BASTOS FOI AFASTADO DAS INVESTIGAÇÕES, E OUTRO DELEGADO ASSUMIU A PRESIDÊNCIA DO INQUÉRITO.[piteto: o ministro Marcio thomas Bastos é aquele que foi pego, posteriormente, na Operaçao Catelo de Areia por desvio de remessas de dinheiro ao exterior(!) mas que foi arquivada]

      COM ISSO, O RASTREAMENTO  DO DINHEIRO NO EXTERIOR FOI INTERROMPIDO E NUNCA MAIS RETOMADO.

      SETENTA DOLEIROS FORAM PRESOS, COM ALTA REPERCUSSÃO MIDIÁTICA, INCLUSIVE ALBERTO YOUSSEF. MAS SEM QUALQUER EFEITO PRÁTICO, POIS TAIS CRIMES CONTINUARAM A SEREM PRATICADOS,   COMO SE HÁ DE VER NOS ESCÂNDALOS POSTERIOES .

      OS PROCESSOS FORAM EM SUA MAIORIA PRESIDIDOS PELO JUIZSÉRGIO MORO DA JUSTIÇA FEDERAL DE CURITIBA. NO ENTANTO, OU GERARAM ABSOLVIÇÃO POR FALTA DE PROVAS OU PRESCREVERAM POR INÉRCIA DA POLÍCIA FEDERAL E DO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL.

      NOS INQUÉRITOS DO CASO BANESTADO, O DOLEIRO ALBERTO YOUSSEF FOI INDICIADO AO MENOS CINCO VEZES, TENDO SIDO CONDENADO EM UM DELES.

      O BANCO DE DADOS COM INDÍCIOS CRIMINAIS, ELABORADO À ÉPOCA,  SERVIU DE BASE DURANTE OS DEZ ANOS SUBSEQUENTES PARA O FOMENTO DE TODAS AS GRANDES INVESTIGAÇÕES DE CRIME FINANCEIRO NO PAÍS, INCLUINDO A OPERAÇÃO “LAVA JATO”.

      Vídeo do discurso na íntegra:

      [video:https://www.youtube.com/watch?v=SksYn1qyQPw%5D

  20. golpe

    Tudo começou com a contrariedade à eleição de um homen do povo para presidente;lembremo-nos que a “namoradinha do Brasil” estava aterrorizada. A reeleição, com  outro candidato tucano tendo menos votos no 2° turno que no 1°, despertou as víboras ainda latentes.Na eleição de Dilma um fato novo:O PT emplacando a primeira mulher como Presidenta;isso é um escárnio, imperdoável.

    Na última, quando os tucanos e tucanóides vieram com o candidato mais ridículo. aliado do falecido do avião incógnito e da inefável

    márina, outra derrota: agora sim, ou vai ou racha.Lacerda redivivo. Ena mesma noite começou a conspiração na TV da veja.Daí pra diante sabemos de (quase)tudo.E já são 14 meses.

    Pra encerrar; faltou alguém na lista da mídia golpista:R B S.

  21. A Lavajato existe para a

    A Lavajato existe para a Zelotes não vingar. No final de 2013, escancarou-se a fraude na Receita com conselheiros do Carf e escritórios de advogados sendo investigados pelo rombo de bilhões aos cofres públicos. Eram clientes a RBS, o Safra, Gerdau, Santander e “outros”. Seria urgente fazer algo.

    Em março de 2014 estoura a Lavajato para apurar a corrupção na Petrobras a partir de denúncia de engenheiro ligado à empresa, mas, curiosamente, visando apenas os governos do PT e ignorando fatos anteriores. Curiosamente, porque Paulo Francis, em 1996, já denunciava a corrupção na empresa, o que foi, depois, confirmado pela revelação da Setal e do Clube de empresas.

    Quando passou o prazo de um ano e o PT continuava no poder, a Zelotas chegou ao Judiciário brasileiro e aumentaram as chances do PT se estender até 2022, o ultimato para a equipe de Curitiba foi dado: peguem o Lula. 

  22. O golpe tem várias fraquezas.

    O golpe tem várias fraquezas. A começar pela parte “fogo amigo”. A República do Paraná não seria o que é não fosse a participação entusiasmada da PF. O tumor golpista encravado na PF está na cara de todos, menos da presidenta. Poderia ter desarticulado essa parte do golpe, e não o fêz.

    “Interferindo” sim, ao contrário do republicanimo imbecil. Delegados da PF não podem escancarar partidarismo. Os de Curtiba deveriam ter sido afastados já na campanha pelo Aécio.

    Outra é o escancaramento caricatural do Gilmar. A torcida do Flamengo e do Corinthias sabem o que o sujeito faz lá, oposição radical ao governo sem um pingo de pudor. Num país sério já teria sido condenado por atentado ao pudor. O PT ainda não o interpelou judicialmente?

    E por fim, o maior poder, o da Globo, começa a ser abalado. Perde audiência, a torcida corinthiana tá contra, e nem pode cobrir manifestação na rua, só do helicóptero. Aí aparece a maracutaia de Paraty, dado de bandeja pelo Moro. E cujo a investigação pode ser feita apenas pelo Google! 

    Enfim, é por onde o governo e o PT pode atacar. Tudo bem, agora não tem como afastar o delegados “moristas”, mas pode oferecer um mínimo de resistência. Também nada impede que o governo coloque em dúvida a parcialidade do Gilmar. O ministro da justiça pode questioná-lo. Assim como pode perguntar cadê a investigação sobre a Mossak? Mas como sabemos o governo não dispõe de ministro da Justiça. Assim é fácil dar golpe.

    • Golpe? Desde quando?

      Caro Nassif.

      boa tarde. Entendo e respeito suas posições e seu texto, ainda que discorde em muitos pontos, aliás quase que na íntegra. Acesso TODOS os colunistas, blogueiros e outros que tais, de todas as matizes intelectuais e ideológicas, para refletir e formar minha opinião.

      O que de fato não entendo é essa pregação sobre GOLPE. Golpe é o que aconteceu quando em 1964 derrubaram o Jango, para ficar apenas num exemplo brasileiro. Onde está o GOLPE? O que vejo é simplesmente uma disputa na arena democrática, em que os fatos (e não as pessoas) estão em avaliação e, dentro do ESTADO DEMOCRÁTICO DE  DIREITO, serão objeto ou não de execução. Seja o impeachment, seja a cassação do diploma ou nada disso.

      A situação do país real, aquele que não vive nem se alimenta de Brasília, é complicada.

      Todos os indicadores macroeconômicos apontam para uma crise sem precedentes. E isso é culpa do GOLPE? Isso é culpa do processo de IMPEACHMENT? Isso é culpa da ação do PSDB no TSE pela cassação do diploma? Não meu caro. É apenas e tão somente culpa de escolhas erradas, escolhas ideologicamente feitas, escolhas incompetentes.

      Note que não há nenhum juízo de valores nos adjetivos utilizados, são factuais:

      – erradas – no sentido de que não deram certo como se esperava

      – ideologicamente feitas – no sentido de que uma determinada visão de mundo prevaleceu no processo decisório

      – incompetentes – no sentido de que foram tomadas por quem não detinha competência para fazê-las

      Sua página na Internet é extremamente relevante (ocupa a posição 819 dentre todas as do Brasil segundo a plataforma Alexa, audiência superior à CartaCapital <1.034> e à ConversaAfiada <840>) e na minha humilde opinião, como livre-pensador e ser pensante, acho que uma análise mais ampla e menos tendenciosa.

      A coisa está feia demais para ficar com picuinhas.

      Um grande abraço

      Athayde

  23. A úniva certeza é de que

    A úniva certeza é de que todos, ou quase todos, os personagens (ou peças do xadrez) são irmãos.

  24. Regra:Obediencia civil -ninguém pode conspirar.É mesmo?

    Em continuaçao ao meu comentário a esse post – Brasileiro precisa deixar de lado a hiprocrisia ou a santa ingenuidade, porque o que se costuma rotular de “conspiraçao” nada mais é dor que a política de Estado adotada adotada por outras nações, as chamada de 5 irmãs[EUA, Canadá, Austrália, Nova Zelandia, Reino Unido/Inglaterra – e somado à esses, claro, Israel], para dominaçao política, economica e social de países que se quer tomar de assalto[a exemplo da Grécia e atualmente o Brasil quanto ao seu patrimonio público lucrativo que ainda restou[estatais como as que nos sobraram e hoje sao alvos do Serra e programa do renan Calheiros com apoio da oposiçao, em especial o PSDB], recursos naturais[como os que nós temos, petroleo, nióbio, ferro, uranio, água, terras agriculturáveis, terras raras, minerais, metais preciosos etc] e exploraçao de mao-de-obra barata[por isso a flexibilizaçao das leis sobre trabalho escarvo, terceirizaçao geral, reforma da previdencia/desvinculaçao de receita e etcs mais[ a exemplo da demarcaçao de terras indígenas para facilitar a sua ocupaçao por empresas comerciais e afins]. 

    Nao adianta tapar o sol com a peneira porque essas medidas sao a velha “receita de bolo” adotada para dominaçao de outras naçoes ao longo da história, e isso é inconteste ! Quem negligência a história acaba por repetir os erros cometidos no passado.

    A briga que existe consiste no seguinte: “quem ficará por último nessa devassa toda ??? O Brasil é a bola da vez para voltar a ser uma rica “colonia de exploraçao”. A Grécia já sucumbiu e nós estamos indo na mesma direçao e nao demora muito teremos um site só prá nos como tem hoje a Grécia aonde a “mercadoria”  sendo oferecida consiste no que sobrou daquele país{ruínas históricas sendo vendidas para ser explorada pela iniciativa privada aos turistas, quilômetros de praia aonde quem quiser usufruir terá que pagar para deleitar-se do mar e sol, quiômetros de estrada de ferro para pedágio, venda de grutas, parques arqueológicos etc e etc.. Nem preciso falar da privatizaçao do fornecimento de água e energia porque isso é basal em dominaçao de recuros de uma naçao. O que o Paraná está fazendo é a privatizaçao da água do povo[semelhante ao que o alckimim quer fazer com a Sabesp do paulistano]. Nem vou entrar no mérito de que os nossos mananciais em SP já foram privatizados, mas ninguém fala sobre isso…

     

     

     

  25. Pau Na Máquina

    Nassif: esse é o você que esperamos. Fazendo o que essa grande mídia, safada e sensacionalista, ávida por vender espaços comerciais e que só sabe deseducar o povo, omite, trazendo-nos informações parciais, faciosas e, não poucas vezes, mentirosas. Pode estar até errado seu ponto de vista. Você não é infalível. Mas ninguém pode negar-lhe a honestidade e a lisura da informação. Que você e sua equipe continue, como agora, mostrando-nos que “o Rei está nú”, seja no governo, seja dos outros poderes, especialmente num Judiciário que dá grandes sinais de corrupção e partidarização, seja num Legislativo onde a corrupção é moeda corrente e o Congresso um reles balcão de negócios, tanto quanto seu similar Judiciário. Mas, devo confessar, a maior decepção veio com o Dr. Rodrigo Janot Monteiro de Barros. Depois de terminada a ditadura do Dr. Roberto Monteiro Gurgel Santos, na Procuradoria da República, feudo dele, esperávamos uma atuação, antes de tudo, vinculada aos legais e aos interesses da Nação. Porém, ao que parece, esta ele se apequenando, com essa blindagem que faz ao seu conterrâneo. Fico em dúvida se a votação expressiva na eleição que o reconduziu no cargo foi ou não parte de uma promessa, à sua e outras classe do Judiciário, de que dificultaria a administração da presidenta Dilma, em favor da coligação opositora (PSDB/DEM/PPS). Tem acenado com a politização da PRG. A começar, a pergunta —pra que precisa a República de Procurador, se qualquer entidade pode reclamar junto ao Supremo e outras Cortes? Veja a Constituição. Do ministério Público, como um todo, você bem poderia desnudar o que parece um vespeiro. Até para que possamos separar o trigo do joio, já que o joio hoje é a erva daninha dominante em todo Judiciário.

  26. 100% de hipocrisia

    Tenho 81 anos. No decorrer de minha vida, desde a adolescencia, ( 65 anos atrás ) soube das maracutaias  e da podridão que caracterizou a classe de nossos políticos. Alguns  deixaram de seguir por esses caminhos sujos, sem todavia poderem clarear e limpar o caminho. Atualmente, com o nosso Brasil em plena bancarrota, (saúde, economia, educação, desvios de verbas, destruição de  nossas principais instituições, etc.), surgem alguns HOMENS QUE TENTAM COLOCAR O BRASIL NO CAMINHO CERTO, eliminando verdadeiras quadrilhas que despedaçam o nosso país.  O que acontece? Pessoas discordam dessa força que, aos poucos, vai tentando levantar o Brasil, em todos os sentidos. Não consigo entender. A destruição da Petrobras, as roubalheiras escancaradas, os depósitos no exterior, os toma lá dá cá da vida política, tudo isso é CONTO DE FADAS?!?!? 

    SIMPLESMENTE QUEREM DEIXAR QUE TUDO CONTINUE COMO ESTÁ???  Como falava um amigo meu , ” TEM ALGUMA COISA ERRADA QUE NÃO ESTÁ CERTA”!!!???!!!???!!!

    • 100% hipocrisia mesmo

      Se o senhor tem 81 anos viveu os governos FHC, Itamar, Collor, Sarney e a ditadura militar como eu vivi. Sabe, portanto, que esta corrupção não só existia como era ainda maior. Aliás, deve lembrar, também, que na ditadura não se podia nem ao menos “falar da corrupção”.  

      Sabe também que o judiciário foi forjado pela mesma classe dirigente que se locupletou, basta ver que atualmetne o mesmo judicáirio que fez os professores das universidades públcias paulistas terem seus salário cortados porque ultrapassam o “teto” do salário estadual, invertarm um pseudo-teto onde eles ganham auxílio-isso, aquilo e aqulio outro, que, segundo eles “não são salário”, portanto não são ilegais aí incluído o Doutor Dr Morro que ganha 3 vezes mais que o teto e ainda aceita condecorações de organizacões envolvidas em processo julgados por ele (Globo). Portanto isso é que é hipocrisia.

    • “Em Louvor dos Justo e dos Injustos”

      Sergio: se eu disser que vou desenhar para você a questão estaria sendo indelicado e mal educado. Acredito na sua sinceridade e até respeito se você disser que não gosto do governo atual. Mas parece que você esta confundindo os fatos. Quando o artigo do Nassif desnuda a situação não é que ele queira dificultar o trabalho do Judiciário o do Legislativo. Nós seus leitores já o vimos muito cáustico com a presidenta, quase impiedoso. Mas não que dizer que ele fosse contra. Pelo contrário, buscava orientar para certos descaminhos. Agora, quando vemos um Judiciário transformar-se em mera sucursal de agremiações políticas, Quando vemos um senador vendilhão da própira Pátria, em troca de dólares para financiar suas comapnhas, conforme demonstrou o Wikileaks. Quando vemo, no STF, ministro “vendendo” HC Cangurus, deixando em liberdade criminosos ricos, que logo em seguida desaparecem do Pais. Quando nos deparamos com um Congresso que ao inves de legislar no plenário faz da Casa das Leis um balcão de negócio. Quando topamos com o Verdugo de Curitiva politizando a Justiça, persiguindo e mandando prender a qualquer custo, pessoas com direito a serem processadas em liberdade e agindo em favor, direto, do PSDB. Quando vemos um triplexzinho no Guarujá ser objeto do mais da metade do horário do Jornal Nacional, enquanto outro triplex, desta vez numa ilha particular e com elicóptero e outras benesse passarem em silência na grande mídia e no própiro Judiciário, vem a pergunta que não quer calar —você é conivente com este estado de coisas, onde o ladrão de ontem faz estardalhaço para assumir novamente e aumentar a mesma robalheira, por ele começado? Pense nisso. Senão, vou ter de desenhar…

    • Após tanto tempo de vida,

      Após tanto tempo de vida, acredito que o Sr. tenha aprendido muita coisa, mas não sobre hipocrisia. Hipocrisia é juntar o mesmo juiz, o mesmo procurador e o mesmo bandido do caso Banestado e inventarem uma força-tarefa contra a corrupção. O que aconteceu com o juiz é o procurador falante nesse meio tempo? Acordaram para Jesus? Pior: qual o grande resultado da Lava Jato? Contribuição para a queda do PIB, forte tentativa de destruição da Petrobras e quebra do setor empreiteiro do pais. Mas uma operaçào policial e judicial deveriam combater o crime e não ajudar a quebrar economias, certo? Pelos resultados, sabe-se o objetivo da operação: os ladrões soltos e ricos.

  27. Excelente leitura, Nassif.

    Excelente leitura, Nassif. Mas, na minha opinião, a atuação das corporações burocráticas é um mal que assola toda a sociedade. Uma nova constituição deve impor limites de transitoriedade e controle sobre os funcionários públicos. Eles maculam muito as liberdades em favor, excessivamente, de burocracia e controle. 

    Sobre a Globo, a blogsfera juntamente com as grandes corporações midiáticas irão, naturalmente, implodir o poder de manipulação da imprensa nacional. 

    O que precisamos é de liberdade!! E não ouvir pela mídias tradicionais as castas burocratas dizerem: “burocracia ou morte”.

    Ah, o pt? Já era!! A classe C sonha com a volta dos milicos de pijamas, eles não se sentem representados pela classe política. A classe média vive uma tragédia: parte dela almeja à burocracia como um meio de vida… E tome burocracia!!

  28. Fato concreto

    Quem é, ou sempre foi contra Lula e PT, não adianta qualquer evidência como as que Nassif descreveu.

    Nessa gente, é impressionante o fator de convencimento de qualquer mentira que a grande mídia despeja.

    Vale gol de mão, impedimento, juiz comprado quando é a favor do seu time, principalmente se o jogo é contra seu arquirrival oponente.

    Vejo isso nas pessoas mais próximas a mim.

    Não há argumentação que os convensa.

    No entanto, são pessoas com as quais tenho relações profissionais e outros apenas como amizade.

    Me sinto um peixe fora d’agua e eles sabem que também não me convenserão das suas posições.

    O que eu noto é que a grande maioria do povo brasileiro estão fora desse jogo. Não estão nem ai.

    Por isso as pesquisas sobre Lula, embora com quedas significantes, se mantem num patamar extraordinário, apesar do massacre midiático.

    Não tenho nenhuma dúvida que isso se manterá até 2018, com ou sem Lula indiciado ou preso.

    É impressionante o curso da Lava Jato. Já se passaram dois anos, e a fase de “investigação” ainda não terminou. Está na primeira instância, e assim vai continuar até 2018.

    Durante esse periodo, Youssef, André Esteves, Fernando Moura, João Antônio Bernardi Filho… estão todos soltos, e assim vai continuar até que alguém se prontifique a denunciar Lula.

    Eu já tinha comigo a percepção, e tenho falado para meus companheiros, que se Lula for preso, o caldo vai engrossar, e isso ficou claro nesta terça-feira com a suspensão do depoimento de Lula em São Paulo.

    Estava marcado um mutirão (vi no Facebook convocação de mais de dois mil ônibus que viriam do nordeste) para manifestação em frente ao forum da Barra Funda.

    Mas eles vão insistir, e as consequencias não serão nada boas.

    Estou me preparando com armadura medieval, espada, lança, arco e flechas.

    • Uma só pergunta !

      Não teria sido mais fácil se Lula e PT tivessem mantido na prática o discurso de NÃO CORRUPÇÃO, EFICIENCIA DO ESTADO, NÃO SE VENDER PELO PODER…., etc…etc…etc… jogado o tempo todo durante os anos 80 e 90 ????? O partido para o qual eu trabalhei, lutei para formar, divulguei, e escrevi parte da minha história jamais se confundiria com a lama de onde os demais partidos já viviam. 

      • Política partidaria

        Eu nunca fiz, e você pelo que afirma fez.

        O impressionante da sua resposta, fica claro que você não aprendeu nada.

        Como eu disse nunca fiz política partidaria e no entanto sei o quanto é difícil defender um plataforma, um programa de partido quando se tem no país uma casta, uma elite, uma classe média fascista e ignorante que enfrenta tudo que venha a benficiar os mais pobres. Isso é histórico.

        E olha que estou dizendo, como o Azenha já comentou, que no governo Lula, os ricos ficaram mais ricos e as classes menos privilegiadas ficaram com as migalhas.

        Lula só ganhou a eleição (a primeira, e é a minha tese), porque o desastre do governo FHC foi ferroviário, como costuma dizer Mino Carta.

        Os tucanos a época estavam atordoados, obnubilados pelo desastre e com as burras cheias pelos roubos das privatizações, e talvez tivessem pensado assim:

        Vamos dar um tempo par contabilizar o que roubamos, o Lula eleito quebra a cara porque é incompetente e nós voltamos nas próximas eleições.

        Só que eles se esqueceram de combinar com o povo.

        E parece que está acontecendo a mesma coisa com os governo do PT.

        Se “esqueceram” de politizar aqueles que os elegeram e melhoraram suas condições de vida.

  29. PORQUE A INTELIGÊNCIA NÃO COLOCA OS CONSPIRADORES EM CANA?

    O que falta ao Brasil é comando, só isso. Se existe uma cponspiração para desestabilizar o BRASIL e sua economia, isso não é brinquedo, os conspiradores deveriam estarem presos.

    • Cadê os conspiradores ?

      Como pensador livre e dispondo de tempo com abastança (é o que se ganha com a crise) me atrevo a perguntar:

          – Sabem por que não se identificam os conspiradores ?

      Pelo mesmo motivo que não consigo inserir um travessão no início de uma frase:

             Não existem.

      Mas aparecem na midia sempre que é conveniente. (até o travessão aparece de vez em quando !).

      Aparecem quando os políticos tem uma necessidade “imperativa” de inventar um inimigo comum à opinião pública.

      Até o mosquito da dengue, na falta de inimigo externo (ao Brasil) tá sendo usado: vejam as peças publicitárias nos sites do governo “orientando contra a zika”.

       

      Falando em interferência externa, e considerando:

      1. o poder da mídia é facilmente comprado, já que são empresas comerciais;

      2. o poder executivo corrupto paga as contas E se apoia no poder legislativo corrupto;

      3. o poder legislativo corrupto tenta legitimar, e é comensal (come na mão) do poder executivo corrupto; 

      3. o poder judiciário precisa de demandas (atualmente a agenda já está lotada) e “palco público” para proferir suas sentenças “conciliatórias”;

      4. o poder militar aguarda definição política clara, ou identificação de inimigo, atualmente inexistente;

      5. Nós, os cidadãos pagadores de impostos, sustentadores da gastança pública, e não sabemos mais em quem confiar;

      Não tá na hora de trazer uma AUDITORIA INTERNACIONAL INDEPENDENTE ?

      Diz aeh Nassif, quem você indicaria ?

       

  30. Falta Teori neste quadro.

    Falta Teori neste quadro. Muitos dos procedimentos da LavaJato deveriam ter sido barrados por ele, incluindo a principal delas, a questão do juiz natural, ou mesmo o uso indiscriminado de prisões preventivas. 

  31. ótimo análise…
    acrescento a

    ótimo análise…

    acrescento a tudo isso, a formação distorcida de uma classe média

    e de um limpemproletariado que vem atrás mas, de repénte, é tolhida

    em sua ascenção e começa  a exalar ódios e preconceitos arraigados há séculos…

  32. Uau!

    Caro Nassif, é simplesmente espetacular esta descrição do atual momento histórico brasileiro. Uma verdadeira imagem em 3D de altíssima definição. Parabéns!

  33. O desmancha prazeres

    Uma análise bastante detalhada. E bem ampla, devo dizer.

    Contudo, basta 1 gota de detergente para quebrar a tensão superficial em um litro de água.

    Votamos em Dilma para assegurar nossos empregos. Para evitar choques na economia ou grandes mudanças em relação ao nosso mercado. Isso envolve poder de compra, crédito, manutenção de patrimônio, etc e tal.

    Ela venceu. E o que fez então? Adotou medidas que eram justamente contrárias àquilo que se esperava dela. Criando assim, uma crise que nem precisava ter existido.

    Note-se que ela é bastante resistente à golpes e críticas. Por que não adotou, em relação à pedaladas e deficit fiscal a filosofia do “dane-se isso e vamos em frente, daqui não saio, daqui ninguem me tira”. É mais ou menos isso que ela está fazendo mas faltou o “dane-se” em janeiro de 2015 e após.

    Por que tinha que ouvir Levy, e pior, demorar tanto para colocá-lo para fora? Por que não queimou logo a Graça Foster, quando a Lava Jato pegou fogo? Por que não juntou logo os fatos para ameaçar Cunha e pô-lo na linha?

    Agora é tarde. Ela não tem mais a confiança daqueles que a elegeram. Se a eleição fosse hoje ela perderia feio.

    Concordo que há uma conspiração em andamento. Mas quando o assunto é poder, não é sempre assim? Quero dizer, não existem sempre os conspiradores?

    O que se deve fazer é descobrí-los e desarmá-los.

    Erwin Johannes Eugen Rommel, general alemão conhecido como a Raposa do Deserto e que lutou na guerra de tanques no norte da África durante a 2a guerra mundial, tinha uma frase interessante. Ele dizia que, em relação aos inimigos, que não é necessário aniquilá-los, só é preciso desarmá-los. Ele próprio seria derrotado por falta de gasolina para seus blindados, e que o desarmou. Então sabia muito bem o que estava dizendo.

    Então sim, existe uma conspiração em andamento. Mas também não há inteligência no PT para desmontar o esquema. Não existem ações de defesa. Tudo é deixado ao acaso, ao sabor das consequências.

    E é claro, além disso, Dilma tem ajudado e talvez até surpreendido seus opositores com os sucessivos gols contra que consegue marcar. Para começar, deveria abandonar o palanquismo, pouca gente ainda lhe dá crédito. Não deve mais tentar mudar as cores da situação, não somos daltonicos. Merda não é chocolate, é bosta mesmo.

    Gostaria que ela saísse e me arrependo de ter votado nela. Com Aécio, teríamos tudo isso mas teríamos uma coisa que Dilma não consegue ter: o apoio da mídia ao governo.

  34. Clareza

    Luis Nassif, você é brilhante e claro em seus textos, nos ajuda a entender as nuances dos desdobramentos desta inquisição a Lula e ao PT…se não fosse por jornalistas do seu porte, mesmo percebendo os movimentos de manobra, nunca enchergaríamos pos tras desta fumaça que a midia tradicional coloca no ar todos os dias, parabéns!!

    • Exatamente. Luiz Nassif seu

      Exatamente. Luiz Nassif seu papel é muito importante pois esclarece todo o processo e sua nuances. Parabéns!

  35. Nassif,
    Esta tua análise é

    Nassif,

    Esta tua análise é didática, informativa, esclarecedora. Parabéns pela coragem e competência em apontar a conspiração e os conspiradores, dando nome a cada um deles. Isso é jornalismo em estado puro. A única observação que faço é com relação à suposta (ou presumida) ‘inexperiência’ dos ‘jovens procuradores’ ou a vaidade que os faz procurar aparecer para as câmaras de televisão. Não é apenas uma questão de vaidade ou inexperiência; é má-fé e conspiração mesmo; esses procuradores, assim como as raposas velhas (José Serra, Gilmar Mendes e Renan Calheiros) fazem parte da sórdida trama. Nem vou citar a imprensa canalha, que deve ser objeto de análise específica.

     

  36. Petróleo/BRICS-LavaJato/EUA.Relacionem…e “Bingo”!

    Tenham em mente isso: o desespero dos EUA é pelo petróleo e também pela recuperaçao de suas empresas, por isso a lava jato no Br, porque a sua robustez economica é uma farsa. O prejuízo norte americano é imenso além de possuirem a maior dívida pública do planeta. No Brasil, a operaçao yankee contra o nosso país vem sendo visivelmente implementada desde 2012[atos preparatórios para o MPL/2013 e os que viriam depois] tendo mobilizado muito agente estrangeiro com a colaboraçao de “maus brasileiros” donos de cargo público, para dar conta de recrutar tantos imbecis-úteis nas ruas liderados por imbecis/mercenários-pagos. Também muitas “autoridades” para se vingariam do PT e, de quebra, ainda teriam benesses e facilidades, como nao? FHC poderia dar uma aula sobre isso aos brasileiros. Daniel Dantas, Serra e tnatos outros, idem. Em troca é Poder e dinheiro para entregar o próprio país, gente, é disso que se trata. As nossas empreiteiras sao um calo no sapato de muita gente, sobretudo dos yankees, entao quebrá-las é negócio que serve a várias frentes: a infraestrutura brasileira paraliza e a cadeia toda desemprega e sofre; deixam de ser concorrente em obras internacionais; possibilitam a substituiçao no BR por empreiteiras estrangeiras e por aí vai. O ataque economico ao BR favorece a crise e desestabilizaçao do país como um todo. O BR, China e Rússia estáo no BRICS e sao alvos de washington, Ponto! Esqueçam abin,pf, poder judiciario, tse, mpf[aí incluo a pgr], porque a “coisa” engoliu essa gente com açucar e promessas.. A briga é com o povo, as redes sociais, os jornalistas independentes e alguns poucos políticos como requiao, Damous, Fegalli, lindenberg,,,e alguns outros mais aí. Já ouviram falar em “reset” do dólar?? Nao? Entao voce precisa se informar porque é o que o mundo vai assistir e nao demora muito, mas no BR pouco se fala sobre isso. Querem saber do se trata? Em portugues, recomendo o site do Prof Pedro rezende da UNB[ http://www.cic.unb.br/~rezende/sd.php%5D e busquem por “reset do dolar e/ou “crise da moeda fiat”; Vou deixar esse artigo do excelente William Engdahl da edição online New Oriental Outlook, via sputniknews/Brasil

    MUNDO ACELERA DESDOLARIZAÇÃO ANTES DO COLAPSO DA ECONOMIA DOS EUA

    As potências emergentes estão pressionando por um mundo multipolar, sem que os Estados Unidos sejam capazes de os deter, uma vez que estão perdendo o seu poder político, disse à Sputnik William Engdahl, observador para a edição online New Oriental Outlook.

    De forma lenta, mas segura, a Rússia, a China e outras economias emergentes começam a reduzir a sua dependência em relação ao dólar norte-americano. A Rússia planeja vender o petróleo usando o rublo, minando o monopólio atual norte-americano do preço do petróleo.

     

    “Isso iria começar a desdolarização do comércio mundial de petróleo de uma forma significativa”, disse Engdahl Sputnik.

    Este passo seria um golpe dramático para a economia norte-americana e quebraria a hegemonia política dos Estados Unidos, explicou Engdahl.

    Contudo, a economia dos EUA já tem dificuldades.

     

    “O resto do mundo começa a perceber que os Estados Unidos da América, a hegemonia ou a única superpotência, como quiserem chamá-los, estão de fato falidos”, disse o especialista político à Sputnik.

     

    Não se trata simplesmente de desdolarização futura do comércio de petróleo global, explicou Engdahl; a situação é provocada pelos danos sofridos pela economia estadunidense.

     

    O quadro econômico dos EUA é “terrível”, disse Engdahl, alegando as indústrias norte-americanas que foram transferidas para outros países, o desemprego que excede as estimativas mais ousadas e os trilhões de dólares de dívida.

    Analistas do JP Morgan são menos dramáticos do que Engdahl, mas concordam em que a chance de a economia dos EUA desacelerar ao longo dos próximos anos aumentou 75%. Enquanto a economia mundial deverá crescer 2,6% em 2016, a economia dos EUA provavelmente entrará em recessão.

    Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20160115/3308415/mundo-acelera-desdolarizacao-antes-do-colapso-da-economia-dos-eua.html#ixzz40Rt7OZsR
     

  37. “Seo ” Nassif

    Parabéns pelo texto, que vai clareando dia a dia o que se passa no nosso Brazil, zil, zil

    Mas a oposição está aumentando. Soube agora que o Ilmo. Senador, o que quer ser o pai da educação Brasileira, mudou-se de partido. Quem poderia ser? o Buarque, só não ficou claro para mim, se foi p/ o PSDB ou PPS, pois os senadores desses partidos estavam de orelha a orelha, por contarem c/ um HONESTO SENADOR. Será que ele ficou com medo do Ciro lhe tomar o título ? rsrsrsrs.

  38. Muito bem

    As coisas estão claras para os bons entendedores dos vieses politicos de nosso Pais e da entrada com força do judiciario na cena politica nacional. Levandowski ja tinha dado a pista de que este momento, este inicio de século no Brasil seria do Judiciario.

    Infelizmente José Eduardo Cardozo não exerce o poder que lhe é de direito face a seus subordinados. Vendo os meandros da politica, entendo muito bem porque Lula manteve Nelson Jobim no Ministério da Justiça. E, hoje, assistindo a essa confusão na qual fomos colocados, concordo com Lula.

  39. Enquanto isso, nas minhas

    Enquanto isso, nas minhas teorias de conspiração particulares…

    Quadro de falência da economia liberal? Será?

    Falência ou posse total do poder econômico e político a nível mundial por um pequeno grupo de pessoas? Pois se a centralização de riquezas continua se acentuando com certeza o  sistema econômico como um todo não esta falindo.  Em tempos de globalização será que não caminhamos para um período histórico semelhante  ao absolutismo onde os reis são substituidos por uns poucos cidadãos controladores de corporações financeiras  e os Estados nacionais existem apenas para servi-los?

    E onde países como o Brasil serviriam  apenas de colonias exploratórias, com governos  títeres eleitos pelo sistema financeiro concatenado com o sistema de comunicação da imprensa .  No novo mundo que se avizinha a intolerância vai ser insuflada, não contida pelo governos. Pois o que se faz quando se quer dominar qualquer povo? Insufla-se o conflito. E aí não se trata do povo de determinado país, trata-se de retirar  conquistas sociais de todos os povos para a centralização cada vez maior de riqueza de uns poucos. 

    Num país como os Estados Unidos, por exemplo, primeiro se reduziu direitos trabalhistas e salários. Supriu-se a falta de dinheiro com crédito. Quando o endividamento  levou ao calote o estado usou dinheiro público para salvar as corporações financeiras.  Nas questões de estado, a guerra do Iraque foi geopolítica ou submissão aos interesses da plutocracia americana ? O que  a nação americana lucrou com a guerra do Iraque? 

    No plano internacional, a inexplicável queda do preço do petróleo não estaria sendo manobrada pelos governos americano e saudita para quebrar a Rússia e permitir o esfacelamento do país para roubo posterior de seu butim de riquezas naturais, conhecimento científico e militar pela Alemanha, Inglaterra e Estados Unidos? Na esteira desse movimento econômico não haveria a apropriação de todas as  reservas petrolíferas do mundo, cujos países produtores entregariam as empresas nacionais  de petróleo em troca de 10% de seu valor,como recentemente aconteceu na Colômbia que vendeu sua maior petroleira com 88% de deságio. Antes disso, o governo serviçal do México não fez a mesma coisa? Porque Hugo Chavez foi tão demonizado pela imprensa? Os Estados Unidos não fizeram acordo com o Irã para que mais petróleo entrasse no mercado e seu preço caisse ainda mais?

    De onde surgiu o escândalo da Petrobrás? Porque a corrupção da Petrobrás convenientemente só apareceu depois do investimento pelo estado brasileiro em prospecção e em tecnologia para exploração em águas profundas? E em época de troca de presidente.   Como por trás da Lava Jato aparece do nada a acusação do almirante responsável pelo nosso Programa Nuclear? Existe um êxtase de prazer na imprensa e em parcelas da população brasileira quando a república do paraná criminaliza as grandes empreiteiras nacionais e trabalha para impedir os acordos de leniência. Coincidência das coincidências, a Halliburton, maior empreiteira do mundo especializada em petróleo, é do ex-vice presidente Dick Cheney. 

    No domingo posterior da deposição do governo Lugo do Paraguai, montadinho pelos americanos, visto que até os policiais mortos no conflito montado para o inicio do golpe foram treinados pela Cia (o julgamento dos sem terra acusados das mortes dos políciais está sendo feito agora e essas revelações tem vindo a tona). O senador do Psdb Álvaro Dias esteve lá no momento do golpe apoiando o novo governo. Onde entra Sergio Moro, que é da mesma região de Alvaro Dias,  nessa história? E porque Álvaro Dias, tucano até a última pena, saiu do Psdb? Será que é porque montou o golpe para derrubar o governo e se achava no direito de ser o candidato a presidente do partido? 

    E aí entra a Globo. É provado que Roberto Marinho recebeu dinheiro americano para ajudar a derrubar o governo Vargas e o governo Goulart. Porque não estaria sendo beneficiado agora para derrubar o atual governo e ajudar o sistema financeiro a  roubar o que nos resta de país. Porque o FBI não apurou nada do J Háwilla? E entram as massas de manobra dos desinformados atordoados pelo sistema de comunicação de massa mundial que engloba desde Hollywood até as religiões mais estafurdias. E entram os canalhas  marionetes como Moro, Gilmar Mendes, José Serra e uma grande parte dos jornalistas da grande imprensa brasileira. Canalhas que a cada ordem de fora são substituidos no contínuo ato de traição ao país e a nação brasileira.

     

     

    • Com todo o respeito

      Ao Nassif, o comentário da Vera é brilhante, pontual, tudo aquilo que eu gostaria de escrever, mas sem a capacidade de síntese dela, e que de longe superou o diagnóstico do autor do post.

      Bastou para Vera ser provocada por Nassif para ela escrever esse magnífico texto.

      Não é para mim nenhuma novidade, porque acompanho os comentários da Vera aqui. E sempre são muito bem escrito e com bastante conteúdo.

      É um imenso prazer ler os comentários dela

      Parabéns Vera.

      PS: se ao menos o meu “lado feminino” tivesse essa capacidade… gostaria eu de ter escrito. Rsr rs rs rs …

  40. Será mesmo?

    Será mesmo que não seria interessante uma análise de Eduardo Cunha entre as figuras do Congresso? Nassif considerará o Presidente da Câmara um personagem menor? E o Leonardo Picciani? É amigo do governo? Vi muita gente que apóia de modo radiante o governo feliz com a sua vitória.

  41. ta bem, e agora????

    Está bem então caríssimo Nassifi. Ficaremos escrevendo artigos acerca das mazelas destes inomináveis senhores das instituições…e amnhã mais artigos com novas premissas, novas abordagens…Quero saber do meu brasil, da nossa soberania e dos nossos direitos trabalhistas. O que voces vão fazer?????????? continuar escrevendo..?

  42. Penso que quando estamos no

    Penso que quando estamos no meio de uma crise ficamos pessimistas, não conseguimos ver a saída. Não sou tão pessimista, acho que a humanidade caminha para a sua evolução. O que ocorre é que nos dias atuais o mundo é quase um país único, e ele está vivendo um pouco do que foi a grade depressão de 1930, ou seja, a concentração de renda excessiva e o pessimismo geral gera uma grande demanda reprimida, a atividade econômica cai no mundo todo por isso, e é por isso que as commodities caem, pela diminuição do consumo. Pelo mundo ter a Asia como produtora dos manufaturados ela cresce menos e tente à estagnação. Ela está aqui no papel das empresas dna grande depressão de 1930, mas os asiáticos são mais frios e menos materialistas, e a China é estatizada, penso que não heverá desespero nem guerra. Os emergentes fazem hoje o papel de contra-ponto com os países ricos do Ocidente, que fazia a União souviética. O Brasil e o Lula desempenhavam um grade papel nisso, pois os outros dois, China e Russia, não tem o espírito da liderança. A China é o poder econômico, a Rússia a resistência meio surda e teimosa ao modelo ocidental, mas falta o espírito que deve dar o Brasil e o Lula fez isso de um modo genial. Vou exgerar: o mundo precisa do Lula!!!!!

  43. Caro nassif, sob o aspecto

    Caro nassif, sob o aspecto jurídico eu ainda continuo com a minha crença. São várias as minas razões. Algumas, inclusive, foram objeto de um comentário que fiz aqui no seu jornal recentemente e que deu o que falar. 

    Mas, não posso deixar de parabeniza- lo por essa brilhante análise que você fez agora. 

    Nao e a toa que voce é um respeitável jornalista.

     Bravo!!!

    clap, cap, clap

     

  44. Faltou incluir FHC no jogo.

    Faltou incluir FHC no jogo. Agora a imprensa golpista liderada pela Folha e Globo tenta desmoralizá-lo da mesma forma que Lula, acusando-o de incentivar sua amante a fazer abortos e até de usar empresas de fachada, offshores e contas em paraíso fiscal para pagar pensão alimentícia para ela, parecido com o caso de Renan Calheiros só que muito pior porque envolve remessa ilegal ao exterior.

    Considerando que FHC é o chefe do PSDB e portanto da conspiração golpista, só se pode entender esse movimento como uma cortina de fumaça para disfarçar as verdadeiras intenções da turma. Em outras palavras, FHC está disposto a destruir sua imagem pública e até ir em cana caso o Banco Central resolva se debruçar sobre essas transações, tudo em nome de derrubar Dilma. Que coisa hein!

  45. Quem é quem no xadrez da economia

    Quem é quem no xadrez da economia.

    Dois pontos há de salientar: O primeiro é a divisão tripartida da sociedade em capitalismo externo, bancos que agem em grupo como vias das classes para rápidas manobras de extinção de identidade, e, assim, as relações estáticas da sociedade ajunta o passivo do governo ao jogo do mercado financeiro.

    O segundo ponto é o elemento dinâmico (modelo de engendramento do grupo) sempre comum às hostilidades contra o equilíbrio da perspectiva objetiva: um campo para desalojar economicamente os programas do governo, porque o Estado, se adquirir essa consciência em si próprio (a divisão do trabalho) consegue desmistificar o grupo social tal como um download dos seus competidores – e os trabalhadores marginalizados nos computadores – no artífice oposto à escala social.

    A divisão da sociedade pode, com a sociedade civil, desempenhar este papel do grupo de intermédio (como inspetores fiscais) em si própria, com referência aos momentos das relações de produção entre as massas, na base de uma revolução parcial, a qual se identifica como representante geral dessa mesma sociedade.

    As reivindicações e direitos da sociedade são verdadeiramente os direitos de explorar os interesses da sua própria esfera inclusiva: A aplicação do termo “classe” na consciência da produção (valor) e no princípio concomitante é a sua organização política (ao dinheiro puro). A atribuição da primeira classe (consciência) que possa constituir a medida de toda sociedade e a classe dirigente (o Estado concomitante) deve determinar os movimentos centralizados que suscite uma esfera externa para autolibertação universal.

    Xeque mate.

     

     

  46. E a PF?

    Nassif, não entendi porque não colocar a PF neste tabuleiro.  Afinal ela é um elemento que faz conexão entre o Governo Federal, através do ministro da justiça, e os impichadores.  Penso que é uma peça importante para se tentar compreeder a situação, e pensar em soluções.

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