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Mestre em Comunicação Contemporânea pela Univ. Anhembi Morumbi. Doutorando em Meios e Proc. Audiovisuais na ECA/USP. Jornalista e professor na Univ. Anhembi Morumbi nas áreas de Estudos da Semiótica e Comun. Visual. Pesquisador e escritor, autor de verbetes no "Dicionário de Comunicação" pela editora Paulus, e dos livros "O Caos Semiótico" e "Cinegnose" pela Editora Livrus.

Bombas semióticas nada tiveram a ver com “protestos”. E nem elas são fenômenos isolados como uma fotografia ou livros
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Wilson Ferreira participou de uma discussão no canal YouTube TV 247 sobre a repercussão do desfile da escola Tuiuti
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E a grande mídia ganha a guerrilha semiótica por W.O.. Com raras exceções como mostro o Tuiuti... Por Wilson Ferreira
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Por Wilson Ferreira: quando a tecnologias deixam de ser, simplesmente, uma extensão do corpo...
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Duas produções que mostram como a mitologia gnóstica hoje tornou-se o "espírito do tempo"; por Wilson Ferreira
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Um libelo contra o racismo, a intolerância e a demonização do outro em plena Era Trump?; por Wilson Ferreira
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São meras provocações, bombas semióticas para ocupar espaço midiático e criar espiral de polêmica; por Wilson Ferreira
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Se em “Matrix” o déjà-vu era uma falha na realidade codificada, aqui chama-se “paranoia”; por Wilson Ferreira
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E a filósofa Marcia Tiburi foi a primeira a perceber a armadilha na qual a esquerda está metida; por Wilson Ferreira
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Foi um compositor e vocalista que mudou tudo o que se pensava sobre palavras e linguagens; por Wilson Ferreira
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