Com Lobão na confusão do Congresso, oposicionistas ameaçam ir ao STF

Jornal GGN – O cantor Lobão, famoso por sua empreitada pessoal anti-PT, chegou em Brasília nesta quarta-feira (3) para tentar acompanhar a votação do projeto de lei do Executivo que altera a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) para permitir uma manobra fiscal. Como ontem a sessão teve de ser suspensa por conta de uma manifestação fomentada por PSDB e aliados contrários ao projeto, o senador Renan Calheiros (PMDB) determinou o impedimento de populares no Congresso. Lobão furou o bloqueio e recorreu a líderes do DEM para chegar a um “líder” que autorizasse a entrada do público. Oposicionistas falam em recorrer ao Supremo Tribunal Federal caso Renan não recue da decisão.

No Congresso, Lobão diz que é imoral barrar manifestantes

Do Terra

O cantor Lobão chegou ao Congresso nesta quarta-feira para pedir a entrada de manifestantes que tentam acompanhar a votação do projeto de lei que muda a meta do superávit. Conhecido pela sua militância contra o governo do PT, o músico pegou um avião para Brasília durante a manhã e foi à liderança do DEM pedir ajuda. Deputados prometeram preparar um mandado de segurança para ir ao Supremo Tribunal Federal (STF) caso não seja concedido o acesso.

“O povo tem de entrar e a gente vai negociar com as parlamentares para a entrada da população. É imoral uma coisa decidida sem a presença do povo, na casa do povo”, disse o cantor, na chegada ao Congresso.

Lobão foi liberado para entrar junto de outro porta-voz dos manifestantes. Na entrada, foi tietado por fãs, entre eles um policial, que pediu para tirar uma foto com ele. “Quero que me levem ao líder dessa joça”, disse o músico. “Essa lei não vai passar, não passará.”

Na terça, o presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), pediu a retirada de manifestantes das galerias do plenário depois de a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) ter ouvido o grupo chamar a senadora Vanessa Graziotin (PCdoB-AM) de “vagabunda”. Manifestantes alegam ter gritado “vai pra Cuba”.

Oposicionistas subiram às galerias para defender os manifestantes e se envolveram em um tumulto com seguranças. A confusão acabou suspendendo a sessão para a deliberação de vetos presidenciais, que precisavam ser analisados antes de votar a mudança da meta fiscal.

O projeto de lei, defendido pelo governo, acaba com o limite fixo de R$ 67 bilhões de abatimento do superávit com desonerações e investimentos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), permitindo ao governo fazer uma economia menor.
 

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55 comentários

  1. Já está cansando essa

    Já está cansando essa pataquada das viúvas da udn. Será que já leram, além da capa, o regimento interno do Senado e o da Câmara, que impedem baderneiros de tumultuarem as sessões? E esse tal de lobobão, fumou alguma coisa estragada, fornecida pelo sumo comandante da liberação da diamba, prá chamar o Congresso de “essa joça”?

  2. Lobão e as consequências de uma má educação infantil

    Lobão teve um grande problema em sua formação infantil.

    Sua mãe, como ele revelou em entrevistas, lhe contou historinhas erradas durante sua infância.

    Se tivesse sido educado corretamente, nestas alturas, como qualquer outra pessoa,

     ele já saberia que nesta história de Lobo mal quem sai vencedora é a Chapeuzinho vermelho. 

     

    • Isso NAO eh so decadencia, eh

      Isso NAO eh so decadencia, eh corrupcao da grossa.  Se algum artista de terceiro escalao aprontasse uma dessas nos EUA ele ja tava preso.

  3. Estupidez sem limites

    Engraçado é que não se ouvem argumentos contrários sobre porque a medida seria errada ou prejudicial à sociedade. Querem apenas que a medida não seja aprovada para sabotar o governo.

    O importante é o PT sair prejudicado, e não questionar a validade da ação do governo ou não.

  4. O caso desse lobão é

    O caso desse lobão é curioso.Tenho o palpiite que o ponto de virada dele ocorreu quando ele se mobilizou pelo projeto de direitos autorais e numeração de cds por parte das gravadoras. Como não obteve a adesão dos famosos da mpb, identificados como esquerdistas, “fez raiva”. Depois disso ele foi ficando cada vez mais, como ele gosta de dizer, “provocador”.

  5. toda oposição está passando por uma crise…

    uma crie de abstinência forçada pela vitória de Dilma

    acabou-se o tempo em que era possível ganhar no grito e os caras estão desesperados e s em saber o que fazer para faturar algum prazer

  6. queira-me bem, Lobão…

    eu tenho todos os teus discos e apenas estou tremendamente decepcionado com a forma com que vens justificando o teu envelhecer em descontentamento com algo que não tem nada a ver com o teu modo de ser

    sai dessa, cara, volte pra música de protesto, seu dom maior

  7. Tudo bem

    Se ele tem condicoes financeiras para fazer isto e não esta cometendo um crime, esse Lobão ( um cara chato ), pode fazer o que quizer dentro dos limites da lei e garantido todo o seu direito de se espressar livremente pois vive em uma democracia.

    Mais como dizia meu avo, vai ser chato assim la no …………

  8. nada a ver com Democracia…

    o que eles, ontem, tentaram armar nas galerias

    ninguém tem o direito de partidarizar ambientes democráticos no grito ou com violência e desrespeito, simplesmente para obstruir uma votação

    isso é coisa do tempo dos jagunços armados e bem pagos

    • quem duvida…

      que também compareça e grite que apoia os governistas

      certamente vai levar porrada doemocraticamente, como quase aconteceu ontem, entre os que não puderam entrar

  9. O lobo bobo

    Foi até a Câmara em Brasilia para se esmerar em dizer “quem é dono dessa joça”. Esse ficou preso à fasa oral. Pais que não dão limites à pulsão de criança, da nisso mais tarde. 

    • linguajar característico de quem não respeita nada, né mesmo!?

      “quem é dono dessa joça”

      fico imaginando o que ele seria capaz de dizer ao adentrar uma Igreja

  10. Regulação e democratização já.

    ‘Regulamentar mídia pode ser bom para liberdade de expressão’, diz enviado da ONU

    Rafael BarifouseDa BBC Brasil em São Paulo1 dezembro 2014Presidente Dilma Rousseff propõe ‘regulamentação econômica’ da mídia brasileira

    Uma regulamentação da mídia que garanta uma “multiplicidade de vozes” no espaço público pode ser positiva para o Brasil – como o é para qualquer democracia.

    É a avaliação do advogado especializado em direitos humanos David Kaye, desde agosto enviado especial da ONU para liberdade de expressão.

    Formado pela Universidade da Califórnia em Berkeley, Kaye trabalhou por dez anos no Departamento de Estado americano e, desde 2005, é professor da Escola de Direito da Universidade da Califórnia em Irvine.

    Ocupante de um posto da ONU criado em 1993, ele faz parte do Conselho de Direitos Humanos da organização e tem como missão monitorar violações à liberdade de expressão em países ao redor do mundo, além de cobrar explicações de governos, instituições independentes e outras entidades quando o direito de buscar, receber e compartilhar informação estiver sob ameaça.

    Leia mais: O que significa regular a mídia?

    Em entrevista à BBC Brasil, Kaye comenta as diferentes formas de regulamentação da mídia aplicadas em vários países, entre eles o Reino Unido e os Estados Unidos, e como isto pode tanto favorecer quanto prejudicar a liberdade de expressão:

    BBC Brasil – Qual é o papel da mídia para a liberdade de expressão?

    A regulamentação da mídia deve favorecer a competição entre empresas e fazer com que nenhum veículo seja dominante. Se não há competição, a mídia se torna um pouco preguiçosa. E, quando a imprensa é controlada por poucos veículos, isso reduz a quantidade de vozes no espaço público.David Kaye

    David Kaye – É crucial. O artigo 19 da Declaração Universal de Direitos Humanos diz que todos têm direito a buscar, receber e compartilhar informação. Também está previsto aí o direito a receber informação correta de nossos governos e outras autoridades. Isso se refere não só a jornalistas, mas a qualquer pessoa que use qualquer tipo de mídia. Mas isso é muito mais difícil para indivíduos comuns do que para a imprensa. Por isso, a mídia é fundamental para a participação pública e para os valores democráticos. É difícil imaginar qualquer democracia sem imprensa livre. Então, quando falamos de qualquer proposta de regulamentação da mídia, devemos nos perguntar: ela preserva este espaço fundamental para a imprensa reunir e compartilhar informação?

    Leia mais: Como funciona a regulação de mídia em outros países?

    BBC Brasil – Como o senhor vê a discussão sobre regulamentação econômica do mercado de mídia levantada pela presidente Dilma Rousseff?

    Kaye – É difícil falar de uma proposta sem algo concreto. A presidente falou de forma geral da necessidade de regulamentação sob o argumento de que é preciso evitar a concentração de empresas de mídia nas mãos de poucos. A ideia é justa. Se você quer implementar uma regulamentação, ela deve favorecer a competição entre as empresas para que haja uma constante competição por leitores. Isso cria uma situação em que nenhum veículo é dominante. Encontrar uma forma de incentivar a diversidade na propriedade de mídia é bom para a liberdade de expressão.

    David Kaye, enviado especial da ONU para liberdade de expressão, monitora violações a este direito

    BBC Brasil – Muitas pessoas veem qualquer proposta de regulamentação como sinônimo de censura. Isso é correto?

    Kaye – Quanto ao propósito, não dá para alguém dizer que a regulamentação por si só seja um problema para a liberdade de expressão. Mas temos de ter em mente que o Brasil tem uma história de controle da mídia estatal ou privada, assim como muitos países da América Latina, que basicamente leva a uma censura direta ou prévia, não permitindo que certos assuntos sejam publicados ou punindo (os veículos de comunicação) depois da publicação. Entendo que a discussão sobre este tema seja algo sensível. Isso é saudável, porque você não quer voltar àquela situação (de censura) ou criar meios de voltar a ela no futuro.

    BBC Brasil – Como a regulamentação da mídia pode favorecer a liberdade de expressão?

    Kaye – Ao aumentar o número de lugares onde indíviduos podem encontrar informação e se expressar. Se jornais competem por histórias, há mais incentivos para se investigar algo que pode não ser positivo para o Estado, mas que é uma informação de interesse público. Se não há competição, a mídia se torna um pouco preguiçosa e não investiga como faria se houvesse concorrência.

    A diversidade é importante por essa perspectiva, mas também para haver uma multiplicidade de visões no espaço público. Quando a imprensa é controlada por poucos veículos, isso reduz a quantidade de vozes às quais as pessoas têm acesso. Quando houver uma proposta concreta de regulamentação no Brasil, é preciso garantir que ela encoraje a multiplicidade de veículos de imprensa.

    Há governos repressores que censuram ativamente, especialmente na Ásia e no Oriente Médio. No Egito, há uma grande pressão sobre a imprensa para que ela conte histórias de acordo com a visão do governo. Isso levou a uma autocensura nos altos escalões da mídia.David Kaye

    BBC Brasil – E quando esta regulamentação pode ser uma ameça à liberdade de expressão?

    Kaye – Há todo um espectro de controle da mídia pelo governo. Há governos repressores que censuram ativamente, especialmente na Ásia e no Oriente Médio. Controlam a mídia e prendem jornalistas, como vimos no Egito recentemente. Esse país é um exemplo do efeito negativo. O país tem, em geral, uma mídia ativa. Mas, no último ano, houve grande pressão sobre a imprensa para que ela conte histórias de acordo com a visão do governo. Isso levou a uma autocensura nos altos escalões da mídia egípcia.

    Ao mesmo tempo, na outra ponta deste espectro, há uma regulamentação da mídia feita em países desenvolvidos e em desenvolvimento que trata da propriedade de empresas da área ou determina as frequências que podem ser usadas na radiodifusão. Você vê isso em lugares como os Estados Unidos e a Europa, onde já existem leis antitruste para garantir que nenhuma empresa tenha o monopólio de várias indústrias. Não há motivos para não se aplicar isso também à mídia. Só é preciso ter mais cuidado para que esta lei não dê ao governo uma forma de controlar o conteúdo.

    BBC Brasil – O senhor cita os EUA, um país que preza muito pela liberdade de expressão. Pode explicar melhor como o mercado americano de mídia é regulado e o que isso promove?

    Kaye – A regulamentação nos EUA garante que nenhuma companhia controle um certo mercado. Você vê isso em nível local e nacional. A lei diz, por exemplo, que uma empresa não pode ter emissora de TV ou rádio e um veículo mídia impressa num mesmo mercado. Nos últimos anos, tivemos uma grande concentração de mídia nos Estados Unidos, e isso vem sendo monitorado pelo governo para que nenhuma empresa tenha uma vantagem injusta, monopolizando um mercado.

    É algo bem parecido com o que vemos na União Europeia, em que há regras para evitar a concentração da mídia. Nem sempre é fácil garantir a diversidade, especialmente porque é muito caro lançar um novo veículo de imprensa. Uma coisa que o governo pode fazer em prol disso é apoiar novos veículos desde o início. Não há isso nos Estados Unidos, mas emissoras públicas têm apoio do governo. Isso é feito para que haja garantias de que exista uma voz independente, além dos veículos privados.

    Mercado de mídia americano é regulado para evitar o monopólio de um mercado por uma empresa

    BBC Brasil – Recentemente, o Reino Unido também regulamentou seu mercado. Por que o governo britânico fez isso?

    Kaye – A regulamentação no Reino Unido é menos sobre a propriedade da mídia e mais sobre o comportamento de jornalistas. Foi uma resposta ao clamor público gerado pela invasão da privacidade dos cidadãos por tabloides. O Parlamento determinou que isso era ilegal e inaceitável. Mas é preciso ter cuidado porque, especialmente no Reino Unido, há pressão sobre a mídia feita por agências de segurança e vigilância, que dizem o que pode ou não ser publicado.

    Isso também é uma forma de regulamentação, e é muito problemática, porque interfere no conteúdo. Apesar de a legislação internacional de direitos humanos permitir restrições à liberdade de expressão em casos de segurança nacional, isso deve ser feito em casos restritos, senão a cartada da segurança nacional pode ser usada para controlar a mídia.

    BBC Brasil – Por que criar regras especiais para jornalistas quando é possível usar leis existentes para coibir excessos?

    Kaye – Acho que isso nunca deveria ser feito, o que não significa que os jornalistas sejam livres para violar as leis. Um jornalista sabe que será processado se facilitar um crime. Mas, de forma geral, não acho que deveria haver regras para limitar o que a imprensa pode ou não investigar. Ao redor do mundo, vemos formas ilimitadas de controlar o que jornalistas podem fazer. Em certos países, por exemplo, o governo usa princípios religiosos para dizer o que não pode ser publicado.

    É um problema que famílias de políticos sejam donas de veículos de mídia, porque eles podem ser usados para promover as carreiras deles. Também dificuta que surjam notícias controversas sobre eles, como aconteceu com (o ex-premiê) Silvio Berlusconi na Itália.David Kaye

    BBC Brasil – Além da lei, quais são as outras formas possíveis de controlar a mídia?

    Kaye – A pressão política pode impedir a mídia de realizar seu trabalho. Um jornalista precisa de acesso a autoridades. Negar este acesso é uma forma não jurídica de o governo pressionar a mídia, dificultando o seu trabalho e, assim, controlando o que é publicado. Isso ocorre em todo lugar.

    Empresas e empresários também exercem tanta ou mais influência negativa sobre jornalistas. Uma história pode ser contra os interesses do dono da empresa de mídia. Isso é muito sério: uma ameaça tão séria ao noticiário econômico quanto a pressão política ao noticiário político.

    BBC Brasil – Há como evitar isso?

    Kaye – Uma forma é ter transparência, para que o público saiba o nível de controle editorial exercido pelo dono da empresa de mídia. É algo difícil de regular por meio de lei, mas é possível que uma ONG e outros repórteres façam esse monitoramento. As pessoas poderiam, então, fazer suas escolhas com base numa lista que mostra o nível de controle exercido pelo dono da empresa nas decisões editoriais.

    BBC Brasil – No Brasil, famílias de políticos são donas de veículos de comunicação. Como isso afeta a liberdade de expressão?

    Kaye – Isso é um problema por algumas razões. Uma delas é que, se estas famílias usam a mídia para promover as carreiras destes políticos, isso cria uma desigualdade em relação aos políticos que não são donos de veículos. Veja a Itália, por exemplo, onde (o ex-premiê) Silvio Berlusconi controla o principais veículos. Em geral, há liberdade de expressão no país mas, como as maiores empresas de mídia são de Berlusconi, era difícil conseguir notícias controversas sobre ele. Isso é um problema para qualquer processo democrático.

    BBC Brasil – Ao mesmo tempo, há Michael Bloomberg, dono de uma grande empresa de comunicação e ex-prefeito de Nova York.

    Kaye – Sim, mas ele era apenas um de muitos. O mercado de mídia de Nova York é muito competitivo, e Bloomberg é um dos seus menores atores. Por isso, a diversidade de vozes na mídia é importante.

     

  11. A que ponto chegou a

    A que ponto chegou a desinformação dessas pessoas que se dizem cultas e inteleigentes. Entrar no Congresso na marra e tentar interferir na votação de projeto de lei que autoriza o governo a invetir mais em obras de infra-estrutura, educação, saúde e aceleração do crescimento econômico é muito humilhante para esse grupelho de fundamentalistas. 

  12. A incoerência do discurso é

    A incoerência do discurso é que defende a democracia na truculência, desrespeitando os trâmites legais e ainda por cima atropelando a maioria do congresso.

    Com relação ao mérito da questão, ele prefere superávit primário à manutenção da atividade econômica , da desoneração fiscal, do emprego e renda? Ou não é isto que vem ao caso?

  13. O POVO BRASILEIRO NÃO MERECE O TERCEIRO TURNO!

    O povo foi às urnas.

    Votou e escolheu livremente Dilma para presidente.

    E agora – já se percebe – há uma pressão impressionante em favor de um terceiro turno – coisa de quem perde, mas no final acaba ganhando.

    E pressiona, tal qual essa personagem aí, o Lobão, como se dono do Poder.

    Ora, o poder é do povo.

    Somente governa aquele que foi eleito pelo povo.

    Os deputados e senadores estão reunidos para votar.

    Como apoiar um Lobão, que entra clandestinamente no recinto do Congresso, como dono da cocada, e impede a votação soberana dos congressistas – estes que foram eleitos pelo povo?

     

  14. Quem está pagando o Lobão??

    Que é notório que Lobão está a muitos anos longe do sucesso todo mundo sabe. Talvez as músicas dele ainda rendam uma boa grana de direito autoral, mas será tanto assim? Sem fazer shows, longe da mídia (como artista e não como “agitador”) cabe uma pergunta:

    Como Lobão arruma dinheiro para estar em todos os lugares ?? Nas passeatas em SP, no congresso em Brasília, etc… 

    Eu acho que devíamos abrir uma investigação sobre quem patrocina esta “incansável campanha anti-PT ” deste rdículo cidadão ! E vamos ser realistas nem como músico e compositor de qualidade o tal Lobão poderia figurar pois fora uma ou duas músicas (numa carreira de mais de 30 anos)  alguém de quantas músicas dele?? E dessas que todo mundo lembra quantas são realmente boas músicas e quantas não passam de letras babacas em cima de harmonias e melodias padrões super manjadas e copiadas de estilos norte-americanos?

    Na década de 80 eu já achava essa geração do B-Rock muito incompetente e medíocre mas agora em 2014 com as atuações e falas de Lobão, Roger e outros fica claro o que sempre pensei: TODOS ESTES “ROQUEIROS BRASILEIROS” DA DÉCADA DE 80 ALÉM DE MEDÍOCRES E CANALHAS SÃO TAMBÉM PÉSSIMOS MÚSICOS!!

    • Ele se autoproclamou eleito

      Ele se autoproclamou eleito por aquela meia dúzia de viúvas velhas mijonas que tem saído às ruas de São Paulo uivando de suadade da dita dura!

  15. Lobão e os 3 porquinhos.

    Roberto Carlos é um cantor popular. Mesmo quem não gosta de seu estilo, é capaz de citar umas dez canções de sucesso. Mas o Lobão, além de soprar a casa dos três porquinhos, o que ele fez mesmo? Compôs? O quê? Alguém aí já ouviu alguma música do Lobão antes de ele ser preso por porte de cocaína e dizem, currado na prisão? Se Bobão cheira, vota em quem cheira, o resto é besteira.

  16. Triste é quererem comparar,

    Triste é quererem comparar, como fez o “MendOncinha” (o mesmo que patrocinou a reeleição de FHC) o Lobão com CHICO BUARQUE.

    O Chico TEM FICHA LIMPA, E NÃO SE PRESTARIA A SERVIÇO SUJO.

    UM ANTIDOPPING no Lobão, SERIA “DE BOM TOM”.

    • Ficha limpa não tem a ver com

      Ficha limpa não tem a ver com uso de drogas, a não ser que isso prejudique alguém, além do usuário. Nada de moralismo e discriminação quanto a isso, mesmo porque o Chico também foi chegado, e nunca escondeu isso.

  17. Ué só porque a manifestaçao é

    Ué só porque a manifestaçao é contra o governo lugar de baderneiro não é no congresso?

    Se tivesse lá vaiando alguem como a bloqueira Cubana , nao seria baderna né?

    Esse pelegada nao tem pudores mesmo…

    • Falou o tucano mentiroso (perdoem-me o pleonasmo)

      Se fosse uma manifestação igual na galeria da Assembléia Legislativa de São Paulo, contra um projeto do Alckmin, o pelego tucano aí estaria falando o oposto do que disse agora.

      É uma cara de pau sem limites…

    • A eleição já acabou

       

                Por sinal a blogueira viajante  foi no congresso e foi bem recebida. E essa postura desse débil do Lobão na foto? Quem que deu poderes para se auto representar como guardião da moral? Ora, essa indignação seletiva é dura de aguentar. O cara sai de São Paulo e deixa para trás Alstom, rodoanel e o metro e quer virar guardião da moralidade no pais? Esperem até 2018 e concorram novamente.   

  18. Esse ai está atuando para ser

    Esse ai está atuando para ser eleito na próxima campanha. OPORTUNISTA DESCARADO.Mas, ainda bem que uma coisa dessas é do lado “deles”. Do nosso lado tem Chico Buarque! Ou seja, o nosso lado de de 1000 a zero.

  19. Hoje tentei ver o início da

    Hoje tentei ver o início da sessão, mas desisti. Caiado passou a ler trechos do Regulamento da Câmara para que Renan abrisse as galerias aos manifestantes. Renan explicou que ele e os demais faziam parte de uma sessão do Congrsso, e não da Câmara, e que na qualidade de Presidente sabia estar no uso de suas funções, seguindo o estrito regulamento. Depois fiquei sabendo que realmente a turma dos aloprados não conseguiram penetrar nas galerias do Congresso.

    O que estamos vendo, a toda hora, são atitudes oposicionistas, programadas para desestabilizar o Parlamento. Nesse sentido, tentando esculhambar com a Presidente, como se relamente ela já estivesse impedida de governar. Aquele amontoado de gente, como Lobão, pessoa inepressiva, necessitada de visibilidade ao menos uns dias da sua vida, já que como cantor não decola jamais, tem nas pessoas de outros parlamentares somente visíveis quando encontram uma brecha, tipo Lorenzone (a tomar chá pra dizer que é gaúcho), ou Caiado. Este, como sabemos, é um médico. Será que um dia clinicou? Na verdade, tá mais pra deputado do baixo clero, tal sua insignificância como político. Tem importânica, contudo, como latifundiário, conhecido em Goiás como um troglodita cheio de capangas. 

    Vanessa Graziotin ser chingada de vagabunda dentro do seu local de trabalho, por gente desqualificada, seguida de políticos que deveriam ter um mínio de decoro, foi de uma grosseria sem par. Mas, com toda certeza, não tivesse Renan impedido os vândalos de ocuparem as galerias, provavelmente o termo vagabunda seria atirado contra Dilma. Como fizeram no estádio em São Paulo, eles se reúnem para gritarem ao mesmo tempo como uma forma de não serem identificados e punidos.

    Por fim, é muita estupidez de Aécio e Companhia porque estão, de certo modo, atingindo, em cheio, a democracia. Sabe Deus até onde vai dá essa insensatez.

  20. Não aguento mais esse

    Não aguento mais esse sujeito! Será que está querendo ir para o DEM? Adoraria vê-lo em dupla com o Caiado e o Agripino Maia. Iam se dar muito bem. Se o tucano do Alvaro Dias não estivesse em “retiro espiritual” , tb combinariam muito.

  21. Impressionante. 
    Parou de

    Impressionante. 

    Parou de fazer algum sucesso com música e decidiu tentar como palhaço.

    É capaz de se candidatar na próxima eleição. 

  22. “Lobão afinou pro Mano Brown: pórópópópópópópó…”

    Eliane Tucanhede, Aécio e Lobão defendendo direito à “manifestação” do “povo”, segundo o perdedor da eleição presidencial. Só esqueceram de dizer que é manifestação do “povo” tucano, funcionários e militantes que xingam “vagabunda/vá pra Cuba” à senadora do PCdoB, e armam barraco pra avacalhar mesmo. Continuam a fazer o que fizeram na campanha, na esperança de que esta seja retomada logo.

    Só daqui a quatro anos, baby…

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=asf3nKzepuQ%5D

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