GGN pergunta: Senador Eduardo Braga (PMDB-AM) é contra o impeachment

Jornal GGN – A equipe GGN perguntou a todos os 81 senadores o posicionamento de cada um sobre o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Além do voto “a favor” ou “contra”, a reportagem quis saber as razões que movem o posicionamento dos parlamentares. O senador Eduardo Braga (PMDB-AM) encontra-se em período de licença médica por motivos de saúde e, por essa razão, não poderá comparecer à primeira votação sobre a admissibilidade do impedimento contra Dilma. A primeira licença de 30 dias estende-se até o dia 21 de maio. Por outro lado, a comunicação do senador reafirmou a posição de Eduardo Braga, que foi ministro de Minas e Energia da presidente, contrária ao impeachment. Ainda assim, diante do cenário delicado de saúde do parlamentar, “a licença médica se impõe sobre qualquer coisa”.

Leia o posicionamento do senador Eduardo Braga (PMDB-AM), manifestado por meio de sua assessoria de imprensa:

1) Votará pela admissibilidade do processo de impeachment no Senado?
Não estará presente, por justificativa de licença médica. Mas adianta que o cenário não é favorável: em coletiva de imprensa, a própria presidente Dilma Rousseff já admitiu que tinha perdido nessa primeira fase de votação sobre a admissibilidade.

2) Se aceito o processo, votará contra ou a favor do impeachment no Senado?
Caso esteja presente, considerando o cenário atual de afastamento por saúde, já se manifestou que contra o impeachment de Dilma.
 
 
Acompanhe no infográfico do GGN o voto a voto dos senadores, nessa primeira etapa, quando o plenário decide se aprova a proposta.
 
 
 
 

9 comentários

  1. Canonização

    Lula e Dilma deviam ser canonizados!

    Depois de assistir agora alguns debates no Senado e, ainda, depois do circo de horrores da câmara, me pergunto como é possível que o PT tenha feito tanto pelo Brasi nestes 13 anosl, mesmo com aquele horror de parlamento.

  2. Política

    Agamenon Magalhães foi um dos mais habilidosos políticos da História de Pernambuco. Criador de frases que viraram clássicos entre os políticos (“ao diabo o poder que não pode” ou “em política o feio é perder”)

  3. Não entendi essa do senador.

    Não entendi essa do senador. na resposta 1 foi, digamos, sibilino(um sujeito mais liso que mussum ensaboado e que não diz “sim”nem “não”; muito pelo contrário”! que foi sem nunca ter sido e qque jjamais faltará à palavra NÃO dada!). 

    Já na resposta 2, apelou para a auto-profecia, ou seja, previu uma possibilidade de estar doente quando do “pega para capar”, lá pelos idos do maio.Adoecer por antecipação? Huuumm…

    Deveria ir lá votar, de maca, com o oxigênio e o soro de lado. Se não puder falar, acena ou dá o voto por escrito.Se for macho mesmo, ainda dá um cotoco em plenário para os golpistas, 

    A história registrará o gesto heróico de resistência democrática. 

    • Ausência é considerada voto contra o Golpe.

      Meu caro, se 28 Senadores faltarem ä votação final (a única que vale para o impeachment)  Dilma volta para a Presidência. Você não sabia?

      • Sabia, Mas sei também que

        Sabia, Mas sei também que decência é assumirmos nossas posições claramente, sem subterfúgios de nenhuma espécie. 

        Minha estranheza foi o senador dar quase como certa sua “doença”. Se realmente estiver “doidói” fica anulado meu comentário.

        Mais alguma dúvida? Pergunte que responderei, 

  4. “como é possível que o PT

    “como é possível que o PT tenha feito tanto pelo Brasi nestes 13 anosl, mesmo com aquele horror de parlamento.”

    Pagando mensalidade pra maioria. E todos sabem disso, até os coxinhas.

    Os coxinhas preferem os que recebem.

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