GGN pergunta: Marta Suplicy (PMDB-SP) é a favor do impeachment

Jornal GGN – A equipe GGN perguntou a todos os 81 senadores o posicionamento de cada um sobre o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Além do voto “a favor” ou “contra”, a reportagem quis saber as razões que movem o posicionamento dos parlamentares. A senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) afirmou que é a favor da saída de Dilma da Presidência “por entender que o pedido de impeachment tem fundamento jurídico”. “Também, a presidente perdeu a confiança dos brasileiros e a governabilidade. O país se vê mergulhado em desemprego e descontrole inflacionário”, completou a ex-prefeita de São Paulo e ex-ministra do Turismo, em gestão de Luiz Inácio Lula da Silva, e ex-ministra de Cultura da presidente Dilma Rousseff.

Leia o posicionamento da senadora Marta Suplicy (PMDB-SP):

1) Votará pela admissibilidade do processo de impeachment no Senado?
Sim.
 
2) Se aceito o processo, votará contra ou a favor do impeachment no Senado?
A favor.
 
3) Por quê?
Por entender que o pedido de impeachment tem fundamento jurídico, pois a presidente feriu o artigo 85, incisos 6 e 7 da Constituição; o artigo 4º, incisos 5 e 6, da lei 1.079/50, que consideram crime de responsabilidade atentar contra a lei orçamentária e contra a probidade administrativa. É crime a edição de decretos de suplementação orçamentária, sem prévia e específica autorização legislativa. Também é crime, segundo a lei 10.028/2000, ordenar, autorizar ou realizar operação de crédito, interno ou externo, sem prévia autorização legislativa.
 
Esses fatos se deram e em razão deles, ou seja, da má gestão da presidente Dilma Rousseff, temos como consequência um rombo de R$ 57 bilhões. Também, a presidente perdeu a confiança dos brasileiros e a governabilidade. O país se vê mergulhado em desemprego e descontrole inflacionário. Somam-se a essas razões jurídicas outras: as da política e as da economia. O rito do impeachment em curso respeita e faz cumprir a Constituição Federal.
 
Acompanhe no infográfico do GGN o voto a voto dos senadores, nessa primeira etapa, quando o plenário decide se aprova a proposta.
 
 

69 comentários

  1. Para a Marta resta apenas a

    Para a Marta resta apenas a lata do lixo da história.

    Fora do PT não se elege mais para nenhum cargo majoritário, seja prefeita, governadora ou senadora.

    A elite paulistana a odeia, a classe média também. E com suas últimas atitudes, perde também o voto dos mais simples.

    Com muita sorte, continuará na política como Deputada Federal. Mas terá que buscar votos com os novos amiguinhos.

     

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