Temer quer aprovação da PEC 241 no Congresso e no mercado

 
Jornal GGN – Em tentativa de ofensiva contra a negativa imagem da PEC 241, do Teto dos Gastos Públicos, que congela os recursos da União por vinte anos impactando nos investimentos da saúde e educação, o presidente Michel Temer lança massiva campanha para convencer que o projeto é bom.
 
Em última declaração, deita em discurso para empresários japoneses e brasileiros e para a imprensa, Temer descreveu a PEC como a medida legislativa mais séria e responsável desde a Constituição de 1988.
 
Durante o encontro que antecipou um almoço na federação nacional das indústrias janponesas, o Keidanren, além de preparatória para sua viagem ao Japão, Michel Temer repetiu seus slogans, de que a economia do Brasil já está se recuperando, mas que precisa de colaboração dos investidores e empresários.
 
Para isso, reafirmou as expressões “recomeço”, “diálogo”, “segurança jurídica”, “responsabilidade”, e “ajudar a construir o futuro do Brasil”, para atrair o mercado. “Quem investir no Brasil saberá que opera em um ambiente previsível, seguro e racional”, tentou convencer.

 
“O país não é só um grande mercado consumidor, mas um centro de produção e de oportunidades. Ser grande não basta, porém. É preciso ter segurança jurídica e estabilidade institucionais e responsabilidade macroeconômica”, completou.
 
Mas não está só no campo dos negócios o esforço de Temer para passar o PEC 241, como uma das principais frentes para tentar recuperar a economia do Brasil. Além de dialogar sobretudo com o mercado e de previsões a nível de comunicação institucional direcionadas à população, na tentativa de rebater as críticas já dissipadas por todos os meios e setores, Temer deu sinais diretos aos parlamentares – principais influenciados pela opinião pública.
 
Com vistas a garantir a aprovação da proposta do teto de gastos públicos com tranquilidade, o presidente decidiu agilizar as indicações de deputados federais para cargos ainda vagos em terceiro escalão. São as nomeações na Caixa e no Banco do Brasil, que ainda estão disponíveis, que Temer usará como carta coringa para os possíveis indecisos no Congresso.
 
Um dos beneficiários em vista é o deputado Waldir Maranhão (PP-MA), que substitui Rodrigo Maia na presidência da Câmara, quando Temer responde a agendas internacionais e Maia cumpre as atividades do Planalto. Temer quer que Maia atue junto a Maranhão para garantir quórum na próxima semana, quando quer garantir em pauta na Câmara os vetos presidenciais e a abertura de crédito extraordinário para o FIES, além da PEC 241.
 
Com isso, Temer pedirá à sua grande base aliada que permaneça em Brasília no final de semana, para marcar um encontro com os parlamentares logo na manhã desta segunda (24), a fim de definir pontos decisivos para a agenda de Temer no Legislativo.
 

3 Comentários

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emerson57

- 2016-10-19 17:08:26

Eu heim, Rosa

Melhor ouvir João Nogueira...

[video:https://youtu.be/D6pn8ijNFT8?t=1868]

Fábio de Oliveira Ribeiro

- 2016-10-19 16:16:27

Balançabalançasem temordo

Balança

balança

sem temor

do porvir

Se balançar

o berço

no Planalto

o golpe geme

Michel treme

e teme até cair.

Frederico Borges da Costa Barros

- 2016-10-19 15:33:18

Pois é

o Temer está fazendo aquilo que a Dilma nunca quiz fazer ou não teve paciência ou não gostava.....política e não me interessa se boa ou ruim na forma o que interessa é que ele está conseguindo governar infelizmente com medidas ruins para nós. Dilma ninguém me convence, você é uma das principais culpadas pelo que estamos passando por causa da sua incompetência politica e não adianta querer colocar toda a culpa no colo do Eduardo Cunha, não cola.

Para se ter uma idéia da sua irrevlevância poítica, basta ver quantas vezes você aparece na mídia alternativa...próximo de zero!!!!!

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