Comparação do PIB mostra semelhanças entre Brasil e México

Os gráficos abaixo foram obtidos com os dados disponibilizados pelo Banco Mundial para suas séries de população e PIB a preços correntes dos EUA pelo método de Paridade do Poder de Compra.

Uma ressalva deve ser feita: as séries apresentam uma descontinuidade não usual para o PIB do México de 1992 para 1993, sem apresentar explicação para isso.

Mas, fora isso, o desempenho da economia mexicana é similar ou melhor que o do Brasil para a maior parte do período:

– nos primeiros anos da década perdida (anos 1980) o Brasil foi um pouco pior, depois com o Cruzado (1986/1987) recuperou, de modo que o México começou e terminou a década com a mesma proporção do PIB brasileiro, 60%;

– ao longo da década de 1990, sendo que o Nafta em 1994 não alterou a tendência, o México acompanhou o desempenho da economia norte-americana (que teve um crescimento de 20% na renda per capita no período.) Como o Brasil continuou nessa década a apresentar menores taxas de crescimento que os EUA, o PIB mexicano alcançou 86% do brasileiro, patamar que se mantém desde então.

– a década dos anos 2000 e até o momento (projeções FMI para 2014/2015) mostram um grande paralelismo entre as economias. Foram submetidas aos mesmos fenômenos: valorização das relações de troca, interrupção do crescimento em 2009, recuperação mas com menores taxas desde 2010.

Algumas diferenças que não aparecem nos gráficos (mas citada no artigo de Castañeda) é que no México não houve a recente valorização cambial experimentada pelo Brasil, sendo que consequentemente as exportações desse país passam as do Brasil apesar do menor PIB absoluto, ficando essa economia mais aberta. Castañeda também menciona que a desindustrialização não foi tão grave para o México no período.

Leia também:  Prossegue o desmonte

Essa evolução de PIB/renda, muito parecida para o período todo (exceto pelo maior crescimento para o México ao longo dos anos 1990) parece apontar para a grande dependência, do desempenho econômico das nações, em relação às condições internacionais de preços e comércio: nem associações comerciais, como a que o México fez com Nafta, nem a diferença em ideologias governantes parecem exercer papel decisivo (note-se que já a partir de 1994, ainda com o PRI, e com maior ênfase desde 2001, governo PAN, o México aplicou mais que o Brasil o receituário neoliberal.)

Ao longo dos anos 1980 a renda média do Brasil (sempre pelo critério PPC) foi 93% da do México. Nos anos 1990, de 76%. Nos anos 2000 ficou em 71%, o que se mantém (incluindo projeções até 2015) para a década em curso. Esses dados são compatíveis com um crescimento brasileiro inferior em 1% ao ano.

Uma curiosidade: nas últimas 3 décadas (e mesmo com o aumento da imigração para os EUA) a população mexicana cresceu 0,2% ao ano mais que a brasileira e, a prosseguir nas tendências mais recentes, pode passar a da Rússia por volta de 2030. 

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37 comentários

  1. Combate a desigualdade não é preocupação do PRI
    “As estatísticas de expansão econômica e de comércio não estão diretamente ligadas ao bem-estar da população. O crescimento é necessário e o México precisa crescer mais e gerar mais empregos, mas a distribuição e a desigualdade são um grande problema”Laura Carlsen, diretora de Américas do Centro para Pesquisa e Política Econômica 

     

  2. PIB Fraco

    Não me lembro dos números exatos, mas era mais ou menos assim: em 2001 o PIB do México era algo em torno dos 670 bilhôes de dólares e o do Brasil em torno de US640. Hoje, o PIB do méxico é 1,2 trilhão de dólares e o do Brasil é de 2,6 trilhões de doláres.

    Mostra que o crescimento do Brasil foi vigoroso e  o do México, pífio!!!!

    • https://www.cia.gov/library/p

      https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/mx.html

      É impressionante que sendo facilmente acessiveis no GOOGLE todas as informações de dados macro economicos por paises, vem gente aqui com “”acho que”. É claro que o PIB do Mexico será menor do que o Brasil, a população do Brasil é quse o dobro do México.

      O PIB do Mexico para 2013 é US$1,845 trilhões, a população é de 120 milhões, a renda per capita é de US$15.376.

      O PIB do Brasil para 2013 é US$2,4 trilhão, a população de 202 milhões e a renda per capita é de US$12.100

      O PIB foi estimado pelo mesmo criterio de PPP.

      • Ele falou na evolução do PIB,

        Ele falou na evolução do PIB, informações facilmente disponíveis no site do FMI, que incluysive já foram devidamente esfregadas no seu nariz. Sei que não adianta nada, mas vamos tentar mais uma vez esfregar esses dados no seu nariz, vai que dessa vez o senhor aprende a ter vergonha na cara:

        PIB(em bilhões de dólares)       2001                               2013

        Brasil                                       554.185                2,190.218

        México                                     733.453                1,327.021

         

        PIB(PPP)

        Brasil                      1,281.221               2,422.107

        México                    1,113.766               1,845.248

         

        https://www.imf.org/external/data.htm

         

        “É impressionante que sendo facilmente acessiveis no GOOGLE todas as informações de dados macro economicos por paises, vem gente aqui com “”acho que”.”

        É impressionante como tem gente que não se cansa de pagar mico!

        • É o resultado da adesão a ALCA, estúpido!!!!!

          Daytona, esse crescimento pifio de pibinho mesmo e, nesse caso é verdadeiro, foi causado pela adesão do México (Mejico, antes de mudar para Mexico só pra agradar os gringos) a ALCA. Todo dia temos que agradecer ao Lulinha, aquele do “nunca dantes” por nos ter livrado dessa roubada.

          è claro que se você entra numa dessa com um País muito mais forte que você, você entrou numa roubada. Hoje o Mejo é mero montador de carros, de peças que em sua maioria não são fabricadas no país.

          Obrigado, Lula, por isso o dia que você for candidato, vai ser o dia da desgraça da oposição!!!! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!!!!!

  3. Como é simples enganar o senso comum… Mas aqui não, violão!

    Como é notável o esforço de uns e outros para tentar, inutilmente, minimizar o potencial da economia brasileira! Não é comovente? Para ocultar o fato indesmentível de que a economia brasileira é quase o DOBRO da economia mexicana, e para ocultar que a renda per capita brasileira é similar à renda per capita do México, utilizam-se do fantasioso critério do PIB PPC (Paridade do Poder de Compra)!

     

    Há modo mais sutil de enganar inocentes úteis ou desavisados de plantão? Há modo mais subreptício de fantasiar dados para ocultar que a produção material real do Brasil é quase o DOBRO da produção material do México?

     

    Pelo critério da “Paridade do Poder de Compra”, pasmem, a Índia tem um PIB maior do que o PIB da Alemanha e do Japão! Não é algo absolutamente incrível?! 

     

    Voltemos ao caso de Brasil e México. Para que não surjam infundadas acusações sobre as fontes possivelmente “ideologizadas” de pesquisa, trago os dados do CIA The World Factbook de 2013. Vamos comparar e desmistificar:

     

    Produto Interno Bruto para 2013:

     

    -Brasil: US$ 2.190 trilhões;

    -México: US$ 1.327 trilhões.

     

    Produto Interno Bruto para 2013 (Paridade do Poder de Compra):

     

    -Brasil: US$ 2.422 trilhões;

    -México: US$ 1.845 trilhões.

     

    Nota-se, portanto, que o PIB brasileiro é 65% MAIOR que o PIB mexicano. Se levarmos em conta a “Paridade do Poder de Compra”, o PIB brasileiro é 31% MAIOR que o PIB mexicano. Passemos agora ao exame do PIB per capita, também conhecido como renda per capita.

     

    PIB per capita para 2013:

     

    -Brasil: US$ 10.800;

    -México: US$ 11.000.

     

    PIB per capita para 2013 (Paridade do Poder de Compra):

     

    -Brasil: US$ 12.000;

    -México: US$ 15.300.

     

    Todos os dados apenas corroboram o fato de que a renda per capita do México é similar a renda per capita do Brasil no critério nominal (da produção real de bens e serviços) e um pouco superior pelo critério fantasioso da “Paridade do Poder de Compra” (critério pelo qual a economia da Índia, pausa para rir, é maior do que a economia da Alemanha e do Japão…).

     

    No mais, apenas sensos comuns há muito divulgados pelos neoliberais. O primeiro deles se refere ao processo de industrialização. O México tem mais de 80% da sua corrente comercial atrelada aos EUA e foi inundado por maquiladoras de todos os tipos após a assinatura do NAFTA. O NAFTA dizimou a indústria mexicana e rebaixou o nível dos salários.

     

    Agora, o segundo senso comum que tem a ver com as exportações. Em primeiro lugar, o Brasil não é um servo dos EUA, ou seja, não tem, nunca teve e nunca terá mais de 80% de sua corrente de comércio feita com os norte-americanos. Ainda bem! Outro ponto é que o Brasil exporta, como proporção do PIB, mais do que os EUA. Repito, o Brasil exporta, como proporção do PIB, mais do que os EUA!

     

    Um país continental como o Brasil tem que fazer justamente o que os norte-americanos fizeram há décadas atrás, que é a criação de um pujante e diversificado mercado interno de massas. É isto que fará com que o Brasil não fique refém das incertezas dos fluxos comerciais internacionais, suportando melhor as crises cíclicas do capitalismo.

     

    É isto que permitirá ao Brasil (junto com a diversificação dos parceiros comerciais) não ficar refém de nenhum país do mundo, como o México é hoje dos EUA. E é isto que está sendo feito no Brasil, para o bem de nossas gentes, desde o ano de 2003.

  4. Pô Gunter! O México não dá

    Pô Gunter! O México não dá né?

    Continua sendo o perfeito exemplo do que os neoliberais podem fazer para manter um povo na mais absoluta miséria, sem perspectivas, e em algumas regiões, inteiramente dominado por cartéis de narco-traficantes. Foi o único pais da América Latina a apresentar crescimento da probreza, segundo levantamento da ONU, e mais de metade da população (59%) trabalha sem nenhum benefício social em empregos informais. Uma tragédia.

    O Mexicano, povo naturalmente alegre e  festivo, hoje vive séria crise de depressão e medo.

    A privatização de suas riquezas energéticas coloca o país em uma situação ainda mais  perigosa.

    Oremos pelo México!

     

    • Dá sim. Vários países da A.L. têm

      indicadores sócio-econômicos melhores que os brasileiros.

      Se o México fosse a tragédia que fala o PRD já deveria ter tido algum resultado mais expressivo, não? Não obstante, nas últimas 4 eleições a população escolheu PRI ou PAN. É necessário lidar com isso, posto que tais intenções de voto são uma concordância em relação às políticas adotadas.

      E claro que tem os problemas do narcotráfico e da precariedade de trabalho. Acho que vale a pena comparar com Brasil essas coisas.

      Além do México, Chile, Argentina, Uruguai e Venezuela também têm tanto renda média como anos de escolaridade e expectativa de vida maiores que os do Brasil. 

      E daqui a alguns anos Peru e Colômbia também devem alcançar a renda média do Brasil. E em IDH também tem Cuba, Panamá e Costa Rica na frente.

      A acreditar nos dados do Banco Mundial, em 1980 a renda média do Brasil era 111% do demais da Am. Latina. Em 1994 era 94%. Em 2002 era 99%, em 2010 96% e, segundo projeções, em 2015 poderá ir a 89%.

      Penso que essa é uma contingência com a qual devemos lidar, ainda que haja alguns indicadores onde a evolução do Brasil possa ter sido melhor.

       

      • Você sabe o que é media e

        Você sabe o que é media e desvio padrão?Qual o desvio padrão do Mexico?Qual é concentação?Acho que mais importante que a média é a concentração de renda. O Brasil é péssimo na concentração de renda e o México?

        Eh mais fácil cresce em estágio de Pibs percaptas baixos que mais valores mais altos , desde que em tamanhos de populações semelhantes. Um páis com população metade ou um terço do Brasil tem menos complexidades e “problemas” , não é mesmo?Teoricamente poderia crescer mais rapidamente.

        Você fez esta comparação para avalizar os movimento vejaianos e do mercado à favor do México? Qual o objetivo da sua tese, o que México está fazendo e o que podemos copiá-los para ter este desempenho esplendoroso?Qual o objetivo de seu tema? O que você quer projetar? Replicar números não adianta nada.

         

         

  5. hahahahah, até o discursinho

    hahahahah, até o discursinho falacioso do “Milagre Mexicano” o Gunter adotou.

    Bom, agora sei que, quando aparecer “por Gunter”, não preciso nem ler, é lixo puro.

  6. Não bastasse o Motta Araújo,

    Não bastasse o Motta Araújo, agora Gunter se une ao clube dos analfabetos em economia que comentam o que não entendem. Os comentários sobre a PPC deixa claro que Gunter não faz a mínima ideia do que está falando.

    Bem, em continuidade com esse processo de esgotização, vamos aguardar o próximo texto do jurista Gunter, sobre a lisura e perfeição da AP 470, também conhecida como mensalão.

    • Você pode achar isso.

      Mas eu tenho formação acadêmica e profissional pertinente para o assunto em pauta.

      E não tenho em Direito e não me ocupo da AP 470. Nunca me ocupei, a não ser com um comentário genérico contrário ao uso de Caixa 2.

      Aliás, eu não dou importância nenhuma a mensalão, trensalão, etc. Nunca usei discurso “udenista moral” para nada.

      Eu não tenho responsabilidade nenhuma em relação ao fato de que, na maioria dos indicadores sócio-econômicos, o desempenho dos países da “Aliança do Pacífico” tenha sido melhor, ao longo dos últimos 20 anos, que dos países do “Mercosul”.

      Mas você poderá escrever tentando ajustar a realidade ao seu discurso, claro.

      • Gunter, eu também tenho essa

        Gunter, eu também tenho essa formação, e é com base nela que percebi o ridículo de seu comentário. Você nem sabe o que é PPC.

        Meu discurso se baseia nas informações de entidades como o FMI, CEPAL, etc. instituições que você – apesar da formação em economia que alega ter – não deve ter muita familiaridade.

        Aqui está um exemplo da realidade que você busca, desonestamente, desvirtuar em seus patéticos comentários.

        Mientras 10 países de América Latina lograron contener o reducir la pobreza, en México creció.

        La Comisión Económica para América Latina y el Caribe (Cepal) informó que, en el 2012, 10 de los 11 países con información disponible en registraron disminuciones en sus niveles de pobreza respecto a 2011, siendo la única excepción México.

        En México, en el 2012, la pobreza aumentó de 36.3, registrada en el 2011, a 37.1 por ciento.

        http://eleconomista.com.mx/sociedad/2013/12/05/aumenta-pobreza-mexico-cepal

        • Que tédio…

          Patético, lixo, ridículo, desonestamente, é só assim que você fala.

          E não apresenta nenhum equívoco no post que pretende criticar.

          Significa.

          E não vou mais responder a você, está muito claro que não seria um bom dispêndio de energia.

           

          • Não sou eu, mas à Cepal que

            Não sou eu, mas à Cepal que você não vai responder, por motivos óbvios, contra os fatos(os dados apresentados pela Cepal)não há argumentos, nem mesmo os argumentos desonestos, falaciosos e desconectados da realidade dos quais voc~e se vale para apresentar sua versão fantasiosa de mundo. A questão é simples, você é um desqualificado, não possui qualquer capacidade intelectual para discutir esse assunto, não sabe nem o que é PPC, é um completo analfabeto em economia.

            Seu novo perfil black bloc faz jus ao vandalismo retórico que sua desonestidade intelectual vem praticando no blog.

          • Não preciso discutir com o

            Não preciso discutir com o Banco Mundial, pois seus dados confirmam os dados do FMI e minha posição.

            Você também não vai discutir com o BM, porque é desqualificado para esse tipo de discussão, demonstrou que não consegue nem interpretar dados hahahahaha, analfabeto em economia.

            Outro comentarista já te rebateu acima, usando os mesmos dados do banco Mundial que você não entendeu. Seu dilema agora, caro Gunter, é admitir que não passa de um picareta, que pensou que ia enganar os demais comentaristas, ou admitir que é ignorante demais, e não sabe interpretar simples dados sobre crescimento econômico(e isso quando se diz ter formação “sobre o assunto”, sem especificar que assunto é esse. Deve ter formação em ler matérias da Veja, Miriam Leitão, etc. hahahahahaahh).

  7. E….

    … quanto do PIB do México vem de remessas de emigrantes mexicanos que vivem nos EUA (principalmente) e, em menor número, no Canadá e Europa Ocidental. Em algum lugar tinha lido que representava até 30% do PIB, o que eu achei exagerado – acredito que deva ficar entre 15% e 20%. No caso do Brasil, o valor destas remessas é ínfimo.

     

     

    • Guigo, não podemos esquecer

      Guigo, não podemos esquecer que os produtos importados pelo México, vindo dos States, são bem mais barato pois pagam tarifas reduzidas em razão do Nafta, acordo de livre-comércio entre os dois países e o Canadá. Ah!!  O Nafta!!!  Com suas regras rígidas e furadas, para o México claro…..me faz pensar em artigo recente,  na folha,  onde o articulista )tá bom vou revelar a fonte:  LCMendonça de Barros) recorda  matéria no Financial Times: ” México e Nafta aos 20 anos: o que deu errado para um dos “Três Amigos” “.  Tadinho do México…literalmente se amarrou em uma relação com os amigos do norte…eis que aparece a China e tá lá…o corpo estendido no chão!!  Depois de anos do Nafta….o México se encontra na mesma….  Aí é que devemos fazer a comparação de fato…..como era e como ficou o México , e para nossa surpresa…o México se encontra no mesmo patamar de 1994.  Agora,  fazendo a mesma comparação com o Brasil….como éramos e como estamos…..há uma diferença bem grande.  Não podemos também esquecer do Carlos Slim (sempre muito bem)……um PiB alto não significa que o povo, no geral, vai bem obrigada….  Enfim…..o que as pessoas entendem como crescimento….eu entendo como um país agonizante……o México existe para os EUA…..seu crescimento é atrelado …quero saber é quanto desse PIB vai, de fato, para  distribuição de renda……

    • Remessas de emigrantes NÃO

      Remessas de emigrantes NÃO FAZEM PARTE DO PRODUTO INTERNO BRUTO (PIB) de nenhum Pais, compõe Transações Correntes. De todo modo, o valor das remessas de imigrantes mexicanos para o Mexico nos ultimos cinco anos ficam entre US$23 a 25 bilhões de dolares po ano, o que significa nomáximo 1,35% do PIB, voce fala em percentuais que não tem o menor sentido logico.

      • Esse é um tipo de comentário

        Esse é um tipo de comentário muito apreciado pelo Nassif, jornalista especializado em economia.

        Quem está familiarizado com os comentários economicamente analfabetos do MarMotta Araújo já sabe que o que ele disse está completamente errado. É óvio que as remessas(TRANSFERÊNCIAS UNILATERAIS)fazem parte do PIB, infelizmente, nosso “historiador econômico” não vê necessidade em saber os conceitos econômicos mais básicos antes de sair se apresentando como expert no assunto e autor de livros de economia.

        Pelo texto do Gunter, parece que a ignorância econômica do Araújo é contagiosa, e vem infectando o blog do Nassif. Preocupante!

        • http://www.suapesquisa.com/o_

          http://www.suapesquisa.com/o_que_e/pib.htm

          O conceito de Produto Interno Bruto é um entendimento elementar em economia, questão de vestibular, são BENS E SERVIÇOS PRODUZIDOS NO PAIS. Transferencias unilaterais são uma das rubricas do grande grupo de TRANSAÇÕES CORRENTES, nada tem a ver com o conceito de Produto Interno Bruto.

          Anteontem V. fez um comentario dizendo que eu deveria achar o Ministro Mario Henrique Simonsen um economista mediocre, quer dizer imaginou que eu achasse isso. Sempre considerei Simonsen um economista brilhante, tanto que fundou a Escola de Pos Graduação em Economia da Fundação Getulio Vargas, só li o comentario hoje,  conheci o Ministro perfeitamente bem, quando ele vinha a São Paulo convocava para almoço, geralmente no Nacional Club, um grupo de dirigentes sindicais patronais, eu reprsentava o principal sindicato industrial de ambito nacional, foram muitos almoços com o Ministro, eu jamais poderia considera-lo mediocre conhecendo-o de perto, embora achasse pouco politico, ao contrario do Ministro Delfim. Os tres grandes Ministros economicos daquele periodo eram muito diferentes, Roberto Campos era um formular estrategico incomparavel, Delfim era um operador tático da economia “hands on”, de extrema flexibilidade

          podia ser ortodoxo ou heterodoxo na mesma semana e Simonsen era o mais brilhante na formulação teorica, alem de pessoa extremanente cavalheiresca, depois que saiu do poder me ajudou em uma situação particular, que sempre merecerá minha gratidão.

          Então desminto completamente sua afirmação imaginativa, jamais poderia achar Simonsen mediocre.

           

           

          • O sujeito é tão sem noção que

            O sujeito é tão sem noção que ele vai insistir no absurdo de que TRANSFERÊNCIAS UNILATERAIS não fazem parte do PIB.

            E cadê o Nassif, jornalista econômico, pra comentar as barbaridades dos seus assistentes?

            Nassif, comenta isso daqui:

            “O conceito de Produto Interno Bruto é um entendimento elementar em economia, questão de vestibular, são BENS E SERVIÇOS PRODUZIDOS NO PAIS. Transferencias unilaterais são uma das rubricas do grande grupo de TRANSAÇÕES CORRENTES, nada tem a ver com o conceito de Produto Interno Bruto.”

            Comenta, Nassif, o comentário do seu assistente, o “historiador econômico”:

            “Transferencias unilaterais são uma das rubricas do grande grupo de TRANSAÇÕES CORRENTES, nada tem a ver com o conceito de Produto Interno Bruto.”

            Sugiro aos nossos jornalistas econômicos e historiadores econômicos a leitura de um bom livro introdutório sobre contas nacionais, o da Carmen Feijó é bastante popular nos cursos introdutórios de Contabilidade Nacional.

          • Sobre o mMário Simonsen, mais

            Sobre o mMário Simonsen, mais um comentário provinciano do MarMotta Araújo: almocei com o Simonsen rsrsrsrs

            Meu comentários e referia a seu comentário ignorante sobre o prof. Belluzzo, outro grande economista brasileiro, atribuindo a ele a hiperinflação brasileira. Não é de admirar comentário tão sem sentido, dada sua monstruosa ignorância sobre a economia brasileira, meu comentários e referia ao fato de o II PND(implementado quando o Simonsen era Ministro da Fazenda do presidente Geisel)ser apontado como uma das principais causas do processo hiperinflacionário dos anos 80, já que o senhor, que se auto-intitula “historiador econômico”, não sabia disso, assim como não sabe absolutamente nada sobre a historiografia e teorias econômicas.

             

          • Então MarMotta Araújo recebeu

            Então MarMotta Araújo recebeu favorzinhos da ditadura?

            Isso explica muita coisa

  8. O México atual

    O México, depois da NAFTA (deveria ser AFTA, de tanto que incomoda),  teve seu governo transformado em um narco-estado fornecedor de mão de obra barata e drogas para o Grande Irmão. Por Deus,  não compare o nosso país ( o meu pelo menos) com o México! 

  9. Quando eu era criança pequena

    Quando eu era criança pequena lá em Mandacarú,eu ouvia dizer que esse tal de Mexico tinha muita pimenta,milho,tequila,churrasco e até ouro.Hoje só escuto dizer é que o que tem muito lá é:cocaina,metanfetamina,crak,grupo de exterminio e um presidente TUCANO até parece o aécim!

  10. Amigo Gunter, o database do

    Amigo Gunter, o database do Banco Mundial mostra as seguintes taxas de crescimento médio da renda per capita de Brasil, México e EUA em períodos selecionados. 

    O único período em que o México cresce mais que o Brasil é da segunda metade dos anos 80 até o início da década de 90. Desegraçadamente, a coisa piora muito depois da implantação do Alca (desgraçadamente para o Castañeda, conhecido pretigitador na defesa dedicada da integração com o Grnade Irmão do Norte como possibilidade de salvamento da América Ibérica e caribenha). De lá pra cá, o México não só leva uma surra do Brasil como crece menos que os próprios EUA. 

     

     2002 a 20132000 a 20131995 a 20131980 a 2013Brasil2,3592,2711,8651,190México1,0411,1021,1080,962EUA0,9341,0231,5551,646

     

    Não é demais lembrar que o Brasil está fazendo uma revisão de metodologia que deve elevar o PIB brasileiro em algo entre 3 e 5%, o que fará aumentar ainda mais a diferença de desempenho no período recente – com desvalorização e tudo o mais.

    Finalmente, embora realmente sejam semelhantes em rpc e mesmo em tamanho de PIB, o Brasil é profundamente distinto em sua dinâmica econômica do México. É verdade que com a transferência de fábricas dos EUA para o outro lado da fronteira, o PIB industrial do México cresceu muito. Mas sua dinâmica continua completamente dependente da renda disponível americana e sem capacidade de irradiação local quase nenhuma (a não ser em alguns setores, como o aeronáutico em que o grosso da agregação de valor está nas etapas finais, exceto asas, aviônica, trem de pouso e turbinas, que não são produzidas no México). Basta dizer que sendo um dos primeiros países da OCDE a implantar políticas de iniovação de última geração, a intesidade tecnológica do México continua estagnada em 0,3% do PIB, metade da Argentina e pouco mais de 1/4 da do Brasil, sendo que a destes últimos vem crescendo. 

    O México é o exemplo mais acabado que para um país grande apostar tudo em lamber botas de potências dominantes, sem um programa concreto de contrpartidas, conduz apenas à perde de autonomia e de dignidade. 

     

    • tabela por extenso

      A tabela saiu toda torta. O resumo dos dados é o seguinte:

       

      02 a 13:

      Br: 2,36%

      Méx: 1,04%

      EUA: 0,93%

       

      80 a 13:

      Br: 1,19%

      Méx: 0,96%

      EUA: 1,64%

       

      1995 a 13:

      Br: 1,87%

      Méx: 1,11%

      EUA: 1,56%

       

    • Olá

      Eu usei o database do Banco Mundial também, no caso as séries com os totais de PIB e população dos 3 países mencionados.

      Essa incoerência entre taxas de crescimento e PIB existe pra Rússia também. Espero que um dia compatibilizem isso.

      Bom, as séries de PIB por PPC (GDP-PPP) estão aqui:

      http://data.worldbank.org/indicator/NY.GDP.MKTP.PP.CD

      Note para o ano de 2012: Brasil = US$ 2327 bi, México = US$ 2022 bi. 

      Daí veio a proporção mostrada no gráfico, de 87%.

      E, usando os dados para 1980, a proporção era 60%.

      Se passou de 60 para 87 em algum momento houve crescimento maior, e foi, pela mesma série, de 1990 a 1997. (Também conta o Brasil ter tido crescimento negativo de 1990 a 1992)

      • Prezado

        Prezado Gunter,

        HAHAHAHAHAHAHAHAHAHHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHH

        Obrigado por alegrar meu sábado, Gunter, melhor que Zorra Total!!

        HAHAHAHAHAHAHAHAHAHHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHH

  11. Hi Gunter! Suas análise são

    Hi Gunter! Suas análise são simplistas ao extremo. Recentemente o Mexico liberou suas reservas de Petróleo. O povo é mão de obra barata americana e vive tentando imigrar para os EUA. O que o Mexico produz e quais são suas ind[ustroas, qual o potencial do Mexico?

    Você recompila os dados com seu víes e aponta uma tese “vencedora” , a mesma do mercado. Depois de usa análise da Criméia , da popularidade de DILMA e esta do México….você começa a colecionar análises para comentários na Veja.

    Parabéns Nassif com seus sub-articulistas, se for para ele matéria da Veja, não precisa acessar seu portal!

    • Gunter esqueceu….

      PIB per capita…. a população do Mexico hoje é de 120 milhões… de acordo com os dados divulgados pela imprensa, existem 12 milhões de mexicanos vivendo nos EUA (legais e ilegais)… isso é dez por cento da população.. porque não compara esse aspecto quando fala da economia brasileira e da mexicana num determinado período? Seria preciso divulgar o arcabouço da economia mexicana, contextualiza-la numa perspectiva histórica e política para depois compará-la com a do Brasil… assim só com simples numeros e numa dimensão muito limitada da análise fica difícil…

    • Gunter esqueceu….

      PIB per capita…. a população do Mexico hoje é de 120 milhões… de acordo com os dados divulgados pela imprensa, existem 12 milhões de mexicanos vivendo nos EUA (legais e ilegais)… isso é dez por cento da população.. porque não compara esse aspecto quando fala da economia brasileira e da mexicana num determinado período? Seria preciso divulgar o arcabouço da economia mexicana, contextualiza-la numa perspectiva histórica e política para depois compará-la com a do Brasil… assim só com simples numeros e numa dimensão muito limitada da análise fica difícil…

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