Butantan não tem previsão de retomada da Coronavac

Sem saber quando, Dimas Covas soube confirmar apenas que haverá atraso na entrega das vacinas em maio e junho ao Ministério da Saúde.

Foto: Divulgação/SP

Jornal GGN – O Instituto Butantan não tem previsão de quando retomará a produção da Coronavac. A informação foi divulgada na manhã de hoje (14), pelo presidente do Butantan, Dimas Covas, após se reunir com o laboratório chinês Sinovac.

Sem saber quando, Covas soube confirmar apenas que haverá atraso na entrega das vacinas em maio e junho ao Ministério da Saúde.

O último lote de 1 milhão de doses da Coronavac foi enviado ao Ministério da Saúde na manhã de hoje, referente ao segundo contrato, assinado ainda em fevereiro, que está em andamento.

Na prática, o atraso impactará nas 18 milhões de doses previstas para maio e junho. “Neste momento o que se atrasa é a previsão. Tínhamos a previsão de entregar em maio 12 milhões de doses e, em junho, seis milhões. É uma programação que vai sofrer atraso”, disse o diretor do Instituto.

A Fiocruz também recebe os insumos chineses para a produção da vacina da AstraZeneca. O laboratório também foi afetado com os atrasos. “As frustrações em relação à vacina da AstraZeneca vêm ocorrendo de forma sucessiva desde janeiro. Tínhamos a expectativa de 1 milhão de doses e recebemos quase 40% a menos desse quantitativo”, disse a coordenadora do Controle de Doenças do estado, Regiane de Paula.

O atraso ocorre em meio à paralisação de 10 mil litros do envio do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) pela China, à espera da liberação do governo do país para embarcar em avião ao Brasil.

Após o atraso, os insumos que deveria ser liberados ontem do país, com a previsão de chegada no dia 18, não tem data de novo prazo.

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