Secretários cobram inclusão da vacina chinesa no cronograma nacional

Conass pede que o Ministério da Saúde inclua em seu cronograma "quaisquer outras vacinas produzidas e testadas por outras indústrias, que possuam condições de eficácia"

Foto: Handout/ Governo do Estado de São Paulo/AFP

Jornal GGN  – O Conselho Nacional de Secretários de Estado da Saúde (Conass) cobrou nesta quinta-feira, 15, que Ministério da Saúde inclua a vacina contra a Covid-19 produzida pela chinesa Sinovac e testada no Brasil pelo Instituto Butantan, de São Paulo, no Programa Nacional de Imunizações.

A manifestação foi feita por meio de carta enviada ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. A suspeita é de que o governo Bolsonaro estaria ignorando propositalmente a vacina chinesa, já que o calendário do Ministério conta apenas com a vacina de Oxford, desenvolvida pela AstraZeneca.

Na carta, os secretários explicam que o governo federal projeta a distribuição da vacina de Oxford somente para abril, sendo que governo de São Paulo prevê a finalização da fase 3 de testes da vacina chinesa até o início do mês de novembro.

Sendo assim, o Conass pede que o Ministério da Saúde inclua em seu cronograma o imunizante desenvolvido pelo Butantan e “quaisquer outras vacinas produzidas e testadas por outras indústrias, que possuam condições de eficácia, segurança e produção disponível para iniciar a vacinação da população brasileira no mês de janeiro de 2021, ou no menor espaço temporal possível”.

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