CPI da Pandemia mira empresário próximo de Pazuello

Senadores pretendem convocar Airton Cascavel para depor na próxima quarta-feira, caso depoimento de Maximiano seja adiado

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante sessão da CPI da Pandemia, no Senado.

Jornal GGN – A CPI da Pandemia deve convocar para depor o empresário Airton Antonio Soligo, também conhecido como Airton Cascavel, ex-assessor especial do Ministério da Saúde e apontado como braço-direito do então ministro Eduardo Pazuello.

Segundo informações da CNN Brasil, existe a suspeita de que Cascavel tenha presenciado encontros administrativos da pasta antes mesmo de assumir o cargo de assessor. O calendário de depoimentos deve ser fechado nesta segunda-feira, durante reunião do chamado G7.

A tendência é que Cascavel deponha na quarta-feira (04/05) por conta de um possível adiamento do depoimento de Francisco Maximiano, dono da Precisa Medicamentos.

Segundo a Agência Senado, a defesa de Maximiano acionou o Supremo Tribunal Federal para pedir que o empresário seja autorizado a faltar ao depoimento na CPI devido a uma viagem à Índia.

“Nós recebemos a notícia que o senhor Francisco Maximiano se evadiu para a Índia e pretende não ser ouvido pela CPI na quarta-feira. Eu quero recomendar ao senhor Francisco Maximiano: volte e compareça à CPI de imediato no dia que seu depoimento está marcado. Evadir-se do país quando tem uma investigação em curso é crime. E nós não titubearemos em pedir a sua prisão preventiva”, disse o vice-presidente da CPI da Pandemia, senador Randolfe Rodrigues (Rede).

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