Advogado de Lula responde a José Padilha: Ficção não se sobrepõe à realidade

 
 
Jornal GGN – Em artigo ao jornal O Globo, o advogado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Cristiano Zanin Martins, escreveu sobre a notícia de que a investigação da Operação Lava Jato irá se tornar uma série do Netflix, sob direção de José Padilha, o mesmo que dirigiu o filme Tropa de Elite e e a série do mesmo grupo, Narcos. “Talvez esse seja o enredo que o cineasta sonhe para dar maior atratividade ao seriado já comercializado no exterior. A ficção querendo nortear a realidade”, disse Zanin. Leia o artigo completo:
 
Por Cristiano Zanin Martins*
 
Em O Globo
 
 
Caso o seriado de Padilha dependa da ‘cabeça de Lula’ para fazer sucesso, vai viver um problema. O mais fácil será ir atrás de outro personagem que se curve à sua realidade particular
 
O cineasta José Padilha, que, segundo a imprensa, acabou de fechar um contrato com a norte-americana Netflix para a elaboração de seriado baseado na Operação Lava-Jato, defendeu nas páginas de O GLOBO (“A cabeça do Lula”), edição de 18/04/2016, haver “evidências irrefutáveis” contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva capazes de justificar sua prisão e condenação pelo juiz Sérgio Moro.
 
Talvez esse seja o enredo que o cineasta sonhe para dar maior atratividade ao seriado já comercializado no exterior. A ficção querendo nortear a realidade.
 
É sintomático, todavia, que Padilha, assim como agentes estatais que manifestam o mesmo pensamento desejoso em relação ao ex-presidente, não consigam indicar as “evidências” que poderiam justificar Lula ser processado, condenado e preso. E o motivo é simples: elas não existem. Já foram levantadas inúmeras hipóteses, desacompanhadas de fatos. Mesmo após a implementação arbitrária e ilegal de diversas medidas invasivas — tais como busca e apreensão, condução coercitiva e interceptação telefônica —, nenhuma prova foi colhida que pudesse macular a honra e a imagem de Lula.
 
Vale dizer, nem mesmo com a devassa realizada de forma reprovável pelo Estado, não foi possível identificar nada que pudesse dar sustentação a qualquer acusação lançada em direção do ex-presidente Lula.
 
Normalmente, as autoridades usam o direito penal do fato, segundo o qual, a partir de algo concreto, que pode configurar um crime, é feita uma investigação para apurar o autor do ilícito. Em relação a Lula foi adotado o direito penal do autor. Escolhida a pessoa passa-se a buscar um fato que possa incriminá-la. Essa metodologia é ilegal e atenta contra o Estado Democrático de Direito.
 
Não deixa de ser importante registrar que nenhuma pessoa pode receber tratamento desrespeitoso ou de autor de ilícito penal sem que haja decisão condenatória transitada em julgado. É o princípio constitucional da presunção de inocência que deve nortear a conduta de todos no país, cidadãos e autoridades.
 
A realidade — que a ficção de Padilha e os desejos de algumas autoridades não conseguiram alterar — é que Lula não é indiciado, não é réu e muito menos condenado em nenhuma ação penal. E não há qualquer elemento concreto que possa colocá-lo em qualquer dessas situações.
 
Caso o seriado de Padilha dependa da “cabeça de Lula” para fazer sucesso, vai viver um problema. O mais fácil será ir atrás de outro personagem que possa se curvar à sua realidade particular. Nenhum interesse estrangeiro — das telas ou de outra natureza — será capaz de mudar o roteiro já estabelecido pelos fatos.
 
No mundo real, a despeito das vicissitudes enfrentadas nos últimos tempos, o Brasil possui uma Constituição Federal com um amplo rol de garantias e um Poder Judiciário independente e capaz de assegurar o cumprimento dessas garantias e frear arbitrariedades que, vez ou outra, são cometidas por alguns agentes estatais ávidos pelo protagonismo midiático e que muito apreciariam se tornar um novo “capitão Nascimento”.
 
Cristiano Zanin Martins é advogado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
 
 

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34 comentários

  1. O tempo nos dirá sobre Padilha
    Às vésperas das eleições presidenciais de 2014, Padilha deu um entrevista intelectualmente desonesta.
    Utilizou-se da estrutura cinematográfica para tentar contar uma estorinha conveniente e manjada com fins de atacar o PT e os petistas. Poucos se deram conta disso.
    É um sujeito muito hábil no exercício da profissão, mas desonesto itelectualmente.
    Não me engana.

    • Humm!!
      Verdade. Não pelo fato de escolher a Lava Jato como tema, mas pelo apelo político e malandragem por trás da iniciativa. Será que a prisão “tortura”seria tema do filme? A conferir.

    • Eu não assino esse serviço.

      Eu não assino esse serviço. Prefiro mil vezes baixar filmes via torrent.  O Netflix praticamente só disponibiliza filmes recentes e moldados pelo circuito comercial americano. Além de séries, muitas séries. E eu não gosto de séries. Ultimamente, colocaram um verniz mais aprimorado nesse produto de massficação gestado nos EUA, mas pra mim continua sendo isso: apenas um produto de massficação. Jamais haverá um Fellini nas séries de TV.

  2. Esse cineasta de quinta

    Esse cineasta de quinta categoria, que fugiu do Brasil com medo de ser assaltado, representa bem os coxinhas brasileiros, que mostram os fundilhos lá fora para fazer sucesso. Se usar o nome do Lula ou outro qualquer, a saida é entrar na Justiça lá nos EUA, que pelo visto é séria com os caluniadores sem provas, pois aqui na repúbica das bananas meia duzia de play boys inventam a história como bem entendem e fica por isso mesmo.

  3. Esse cineasta de quinta

    Esse cineasta de quinta categoria, que fugiu do Brasil com medo de ser assaltado, representa bem os coxinhas brasileiros, que mostram os fundilhos lá fora para fazer sucesso. Se usar o nome do Lula ou outro qualquer, a saida é entrar na Justiça lá nos EUA, que pelo visto é séria com os caluniadores sem provas, pois aqui na repúbica das bananas meia duzia de play boys inventam a história como bem entendem e fica por isso mesmo.

  4. NA FACEBOOKLANDIA

    Quando surgiu a manchete na facebooklandia, eu questonei ” com qual versão dos fatos?”, foi-me respondido , “sob qual visão”, e ficou por ai.

    Quem viu TROPA DE ELITE 2, pode imaginar o que será esse filme.

  5. A pretensa dominação intelectual do cérso – 3

    E alguns membros do supremo que não cumprem a Lei à todos imposta, gostam dos lugares

     de honra nos banquetes e dos primeiros lugares na mídia golpista,

    que eles consideram o deus do mundo;  gostam de ser cumprimentados nos eventos 

    de entidades internacionais, como esse do obama e da coroa velha da Ingraterra

    ( eventos estes que mais das vezes, têm a função de verniz sobre os podres do mundo).

    E também gostam que as pessoas os chamem mestre.  Quando bem sabemos que, Mestre,

    só se for Alguém Superior à todo e qualquer humano falível.

    Para o bem do mundo, deveríamos nos considerar uns aos outros, como irmãos que se respeitam. 

  6. Sempre gostei de filmes

    Sempre gostei de filmes policiais, romances policiais, lia escondida do meu pai desde os 9 anos, a revista X-9. Na década de 1960, com os golpes políticos na AL, vieram os autores de romances e filmes políticos.  com quem aprendi muito sobre a situação internacional e, principalmente sobre nós, da periferia do Império. Agora, a situação é diferente,  tudo que é demais, a gente desconfia. A TV por assinatura começou com  as séries policiais em que tudo cabe: crimes, sedução, poder financeiro e sistema polític (os filmes de 007 já fazia isso muito bem, só que era ficção). Veio a Netflix e as séries tornaram-se mais interessantes, mas a maioria tem prazo de validade. A última temporada de House of cards foi insossa demais. E a nossa realidade mais policial do que política  está cada dia mais insuportável. Antigamente, eram as novelas da Globo que antecipavam as tramóias dos barões da mídia e seus seguidores. Formação de opinião regional e nacional. Essas últimas séries de impérios antigos e de poder político contemporâneo não teriam a função da manipulação global sobre a chamada opinião pública – promovendo um pensamento único sobre a economia e os mercados? Esqueçam da filosofia ou de qualquer resquício ético ou cultural.Sem querer, lembrei do filme de Wim Wenders “Tão longe, tão perto”. Preciso entender por que. Mas, antes que me esqueça, acredito que a Netflix tem um papel forte com essas séries em nosso país.

  7. Faz tempo que José Padilha

    Faz tempo que José Padilha critica o PT. Não à toa seu personagem capitão Nascimento virou heroi de certa ala nada progressista. Ha um pouco de capitão Nascimento em Padilha e vice-versa.

    E a imprensa e seus bons companheiros do Ministério Publico tanto fizeram que ha muita gente acreditando que Lula é sim culpado de desvios na Petrobras e outros. 

  8. Depois de ter feito um

    Depois de ter feito um comentário fui rever algumas críticas para entender por que lembrei do filme de Wenders. Essa daqui é especial para o nosso momento.

    Anotação em 1996: Esta continuação de Asas do Desejo, seis anos depois, é belíssimo, extraordinariamente belo, no visual e no suco. Mas é pesado, lento, as relações dos personagens não são fáceis, são enroladas, as referências são muito circulares, e na verdade é preciso rever o filme, acho, para entender e gostar mais da trama – que é a mais confusa e tortuosa dos poucos do Wim Wenders que eu vi até agora.

    O suco é maravilhoso – embora haja muitos diálogos pesados, densos, profundos, que só uma revisão e outra e outra vão permitir que se desfrute de tudo o que há. Ele é igualmente o filme mais palavroso de Wenders que eu conheça.

    De qualquer forma, o suco é maravilhoso, explícito. Wenders é talvez – me ocorreu agora – o anti-John Huston, no sentido de que ele é talvez o cineasta mais coerente, entre os grandes, enquanto Huston sempre fez de tudo, passou por todos os gêneros. Sua mensagem é sempre a mesma, e neste filme ela é repisada até não mais poder.

    Em algum momento da história recente (e nesse ponto ele lembra Spielberg, para quem a humanidade perdeu a inocência com a Segunda Guerra, mais especificamente com as bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki), o homem se desligou dos valores que mais importam, e passou a dar atenção a valores de segunda categoria. O homem perdeu a noção do espiritual, do bem. Apegou-se a imagens, ao físico, ao existente tocável, a uma concretitude que nivela por baixo. E a essa perda de valores o cineasta associa justamente o seu elemento de trabalho, a sua razão de ser, as imagens. As imagens se banalizaram, ficaram repetitivas, sem valor maior.

    O personagem central, Cassiel, usa um filme, um rolo de celulóide de um filme pornô, como pavio para botar fogo no que significa o mal, o errado. É a metáfora mais brutal que Wenders já usou contra o cinema-banalização.

    O preto-e-branco é a visão dos anjos contra o colorido da visão dos homens – e, cacilda, essa é outra metáfora brutal, gritante. Wenders associa de forma violenta o preto-e-branco dos pioneiros, dos grandes autores dos 60 primeiros anos do cinema, ao que é mais importante, mais profundo. A cor é igual à TV, o preto-e-branco é igual ao cinema.

    Mas entre o preto-e-branco e o colorido há muito cinza. Não há divisão simples entre o bem e o mal. Cassiel não sabe o que fazer quando vira homem; suas noções de anjo não se aplicam à realidade, à vida. É fácil se perder no mundo – mesmo tendo um passado de anjo. O possível ex-anjo que parece anjo do mal (Willem Defoe, perfeito no papel, depois de ter sido o Jesus mais humano do cinema sob a batuta de Scorsese em A Última Tentação de Cristo) age como um destruidor mas na verdade o que pretende e acaba conseguindo é provar que o lugar de Cassiel não é entre os homens, e sim como anjo; Cassiel é melhor, mas muitíssimo melhor como anjo do que como homem.

    O anjo do bem, da compreensão, Rafaella, que é o personagem de Nastassja Kinski, não é forte o suficiente para interferir em nada, nem entre os homens, nem entre os anjos; é uma espectadora. Mais poderoso e forte que os anjos e os ex-anjos é o personagem de ficção, o detetive Columbo dos seriados de TV, interpretado pelo ator Peter Falk, que sabe que é e será sempre reconhecido como Columbo.

    Os sinais politicos são sempre interessantes. A nova Europa está presente nos diálogos, que pulam do alemão para o inglês, para o francês e para o italiano sem aparente lógica. Os personagens se perdem nas referências ao que é Oeste e o que é Leste em Berlim, a cidade que – entre o ano da produção de um filme e o do outro – deixou de ser dividida em duas metades, uma comunista e outra capitalista, e passou a ser uma só. Cassiel aproxima-se no começo do filme do homem que mais do que todos derrubou os muros, nada menos do que Mikhail Gorbachev em pessoa, interpretando-se a si próprio. Depois do primeiro pileque como homem, Cassiel vai se olhar nas águas do rio e o que vê é um jornal com a notícia da morte de Willy Brant, o maior político alemão desde o fim da guerra, o único grande estadista alemão deste século até agora que defendeu o bem.

    Há um sinal pessoal que tem que ser registrado. Solveig Dommartin, no papel de Marion, que em Asas do Desejo, quando mulher de Wenders na vida real, era o símbolo da beleza, razão pela qual valia a pena um anjo vir para a terra, agora é apenas uma coadjuvante com pouca expressão. Que loucura, isso. Como ele consegue passar uma coisa personalíssima dele para o seu filme.

    Anotação pessoal minha: uma coincidência interessante. Wenders fez um filme com título em interjeição, com ponto de exclamação no fim, como tão pouca gente fez. Como o velho e bom Lelouch ao rever o reencontro do homem e da mulher 20 anos depois, 20 anos já!

    Tão Longe, Tão Perto/In weiter Ferne, so nah!

    De Wim Wenders, Alemanha, 1993.

    Com Otto Sander, Nastassja Kinski, Peter Falk, Willem Defoe, Lou Reed, Solveig Dommartin, Bruno Ganz, Horst Buchholz, Rudiger Vogler

    Música US, Nick Cave, Jane Siberry, Laura Anderson, Johnny Cash, Lou Reed

    Cor, 144 min

      • Não é minha. Tentei colocar o

        Não é minha. Tentei colocar o nome do autor e não foi. O nome dele é Sérgio Vaz, ele tem um site  50 anos de filmes, não se considera um crítico, mas um cinéfilo. É jornalista. Perdão por não ter saído junto ao texto. Um grande texto.

  9. Para quem só sabe trabalhar

    Para quem só sabe trabalhar com personagens sem nuance alguma como capitão Nascimento/ Jair Bolsonaro não é de admirar um julgamento sumário como esse cretino faz do Lula. Ontem assisti o filme Culpado por Suspeita, cujo tema é o macartismo. Comparando-se com o momento atual, José Padilha esta lá no filme acusando para se  manter em evidência. Cagueta.

  10. Lula preso?

    O FHC não vai permitir, nunca, que o Lula seja preso. Imaginem que, logo no primeiro dia, ele pode fazer  acordo de delação premiada e contar  parte das patifarias que herdou do governo anterior. Creio que em meia dúzia de meses, desde que deponha doze horas por dia, Lula consegue contar tudo.  E daí, como ficaremos?

  11. Cineasta de peso e competente

    José Padilha é um adversário formidável para o progressismo. Com as portas de Hollywood e das grandes produtoras mundiais (americanas) abertas, ele pode causar imenso dano. O que importa para ele não são os fatos, mas a versão que confirme a visão de mundo direitista, muitíssimo conservadora que ele tem. Não vejo um cineasta progressista com a mesma dimensão internacional. E olha que Hollywood é, em sua maioria, progressista. Atores, roteiristas, diretores. Nos falta um talento para aproveitar essa possibilidade.

  12. Esse padilha é um fascistão

    Esse padilha é um fascistão superficial. Entende tanto de política e sociedade quanto eu de astronomia. Ou seja: nada. Pra ele o Brasil é dividido entre “petralhas bandidos” e “cidadãos de  bem contra tudo que aí está.” Provavelmente, no seu filme, ele e o roteirista vão elevar à categoria de herois da pátria os moros e delagnol da vida. Deve ter sido osso pro Wagner Moura trabalhar com esse tosco. Enquanto isso a netflix mostra o quanto é mercenária. As coisas ainda longe de uma solução e os sacripantas já querendo ganhar dinheiro em cima.

  13. Esta é uma obra de ficção…

    Deixa ele fazer, vai ser otimo, se ele acusar o Lula e nao puder provar, ele nao vai falar com o Tofolli…

    Vai ser com um juiz americano….

  14. Esta é uma obra de ficção…

    Deixa ele fazer, vai ser otimo, se ele acusar o Lula e nao puder provar, ele nao vai falar com o Tofolli…

    Vai ser com um juiz americano….

  15. Padilha tenta, coitado,
    Padilha tenta, coitado, repetir a trilha de uma certo “cinema de autor” com pendor pela direita. Explico: Padilha, assim como eu se maravilhou, com determinados personagens, da ficção e da realidade que estão a direita do sistema (para mim apenas no contexto cinematográfico para ficar claro).
    Sei que ele fã de John Millius, que fez e escreveu filmes memoráveis como “O Vento e o Leão” (vale a pena ver, é um filme de 1975 e trata do expansionismo no inicio do século XX como pano de fundo para o sequestro da viúva de um embaixador americano por um “senhor da guerra” um califa, representado por Sean Connery).
    Millius teve altos e baixos, mas talvez sua “obra-prima” seja o original “Conan, O Bárbaro” com o Rei dos anabolizantes Arnie. Millius é tão perfeccionista que coloca até citações de Nietzche na boca de Conan.
    Entretanto, Padilha não é Millius e sua tentativa de ganhar o mercado americano com a refilmagem de “Robocop” é patética. Na verdade, o uso da midia na manipulação dos fatos está bem evidente em seu “Robocop”, colocando Samuel L. Jackson como um Datena afroamericano que lambe os pés das corporações de segurança em uma policia semi privatizada.
    Precisa mais??

  16. Perfil adequado

    O Padilha faz o papel de bom menino para o Tio Sam via séries hollyoodianas. Quem assistiu Narcos (USA) e El Patron del Mal (Colômbia) vê a diferença e a manipulação descarada. Em Narcos, os principais protagonistas, ao lado de Pablo Escobar, são dois agentes da DEA e o bunker da CIA operando às claras na embaixada ianque em Bogotá. Pura propaganda sobre o papel de juíz e protetor do mundo que os EUA ainda insistem em que os tolos acreditem.

  17. Qual a diferença do Padilha

    Qual a diferença do Padilha para o Moro? Sugiro um Making a Murderer da Lava Jato, o padilha ia passar vergonha.

  18. Qual a diferença do Padilha

    Qual a diferença do Padilha para o Moro? Sugiro um Making a Murderer da Lava Jato, o padilha ia passar vergonha.

    • Eu já escrevi!

      Elogiando a iniciativa e perguntando se tem previsão de lançamento. Assim que me responderem aviso aqui!

  19. Padilha perdeu a oportunidade

    Padilha perdeu a oportunidade de ficar calado, quer dar fim a uma história que nem acabou, cala-se rapaz pois não pago Neflix para fazer política…

  20. Porque que ele

    Porque ele não faz um filme contando sobre o Eduardo Cunha, Aécio e o aeroporto ou Aécio e a coca,  sobre  o filho do FHC com a jornalista Miriam,sobre a traição do Temer ou Bolsonaro psicopata ou quem sabe, sobre o Carlos Fernando da PF e sua esposa envolvida no caso Banestado … Tem tantos caso para ele fazer seu seriado, por que pegar o Lula? Esse pessoal esta precisando ir plantar muita batata no cimento

  21. Nunca souber que lguém tenha

    Nunca souber que lguém tenha feito um contrato desse sem uma robusta sinopse. O advogado deveria entrar nas justiças daqui e lá para que veja essa e ver se não não imputa algum cirme ao Lula

  22. + comentários

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