IBOPE/CNI: Governo Temer tem a pior avaliação desde que assumiu

Pesquisa mostra que 82% dos eleitores consideram a gestão “ruim ou péssima” e 92% desconfiam do mandatário
 

Foto: Beto Barata/PR
 
Jornal GGN – A avaliação do governo de Michel Temer (MDB) pelos eleitores brasileiros é a pior desde que assumiu a cadeira, em 2016. Foi o que mostrou o levantamento do IBOPE encomendado pela CNI, divulgado nesta quarta-feira (26): 82% dos eleitores consideram a gestão “ruim ou péssima”.
 
Em junho, os dados negativos contra o mandatário atingiam 79% dos entrevistados pela pesquisa. Já aqueles que consideram o governo Temer como “bom ou ótimo” manteve-se nos 4% dos consultados, mesmo índice registrado em junho. Impostos, juros, desemprego, saúde e segurança pública foram os pontos mais criticados pelos eleitores, em ordem ascendente, sendo o primeiro atingindo 92% das críticas e o último 87%.  
 
Além disso, de acordo com o levantamento, a avaliação negativa do governo Temer permanecerá até o fim de seu mandato. Isso porque três de quatro entrevistados acreditam que a administração permanecerá ruim ou péssima nos próximos meses.
 
Outros índices também oscilam para pior, mas mantendo-se similar a resultados anteriores na margem de erro. Também foi questionada a confiança da população no atual mandatário, que caiu um ponto percentual, agora para apenas 5% do eleitorado, e os que desconfiam permanece nos altos índices de 92%.
 
 
Aprovação versus desaprovação: Os que aprovam a maneira de Temer comandar o país representam 6% dos consultados, caindo um ponto percentual em relação ao mês de junho, e aumentou dois pontos percentuais o número de pessoas que desaprovam o modo de governar do emedebista, de 90% para 92%.
 
O que fez os índices de impopularidade de Temer aumentarem, ainda que dentro da margem de erro, foram as avaliações das regiões sul, norte e centro-oeste. Isso porque nestes locais aumentou de 8 a 9 pontos percentuais aqueles que consideram o governo como ruim ou péssimo.
 
E a avaliação negativa na maneira de governar do atual presidente foi maior na faixa etária de 55 anos ou mais, subindo de 81% para 87% agora. E a confiança de Temer caiu para aqueles que detêm de ensino médio completo e educação superior.
 
 
 

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