Hoje, no Brasilianas.org, Luis Nassif recebe Delfim Netto

Economista avalia atual conjuntura política e econômica e faz um balanço das últimas conquistas sociais
 
 
O programa Brasilianas.org exibe nesta segunda (14), a partir das 23h, na TV Brasil, entrevista especial com o ex-ministro, político e professor emérito da Faculdade de Economia da USP, Antônio Delfim Netto que recebeu nossa equipe e o apresentador Luís Nassif em seu escritório, no bairro Pacaembu, em São Paulo.
 
Considerado um dos principais analistas de macroeconomia do Brasil, Delfim faz um balanço da atual crise política, aponta saídas para a crise econômica, os riscos da desvinculação orçamentária, os limites do ajuste fiscal, as mudanças estruturais que o país necessita, os impactos da Operação Lava jato sobre o setor produtivo brasileiro e a qualidade das instituições democráticas no país. Não perca! É nesta segunda (14), às 23h, na TV Brasil.
 
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6 comentários

    • Del fim da picada

      Sempre que vejo uma foto do Delfim lembro do caso Coroa Brastel:

      em 1980 Assis Paim, da Coroa Brastel, induzido pelos ministros Delfim Netto, Ernane Galvêas e pelo presidente do Banco Central, Carlos Langoni, concedeu à Corretora de Valores Laureano, um empréstimo de 180 milhões de cruzeiros, sendo o próprio Laureano amigo pessoal do filho do chefe do SNI Golbery do Couto e Silva.  Mas após um ano o pagamento não foi realizado.
      A solução encontrada foi a compra, por Paim, da Corretora de Valores Laureano. Obviamente a corretora não conseguiu saldar suas dívidas, apesar da ajuda de um banco estatal, e muito menos resguardar o prestígio dos envolvidos. A Coroa Bratel quebrou e com ela o dinheiro do Estado.
      O caso foi aberto pela Justiça em 1985, quando uma denúncia chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o empresário e os ministros: Delfin Netto (Planejamento) e Ernane Galvêas (Fazenda). Os ex-ministros eram acusados de desviar recursos públicos na liberação de empréstimo da Caixa Econômica Federal ao empresário em 1981. O empréstimo de, na moeda da época, cruzeiros – Cr$ 2,5 bilhões -, seria utilizado no reforço de capital de giro do grupo e no plano de expansão da Brastel. Segundo a denúncia, o dinheiro teria servido para quitar dívidas junto ao Banco do Brasil e ao Banespa. O caso foi a julgamento em 1994. A denúncia contra Galvêas foi rejeitada. Já a acusação contra Delfin, então deputado pelo PPR-SP, não chegou a ser examinada. A Câmara negou licença ao STF para processá-lo. Delfim Netto deveria dar entrevistas na cadeia, em troca de laranjas frescas.
      Pra que não lembra ou nunca soube, Delfim Neto, o ex-ambassadeur veint per cent, chegou até motivar o coronel Saraiva, adido militar em Paris de despachar ao Estado Maior do Exercito um relatório sobre as roubalheiras e corrupção na embaixada em Paris. Delfim Netto, Mario Henrique Simonsen, Heitor Ferreira, Shiziaki Ueki, Reis Velloso, Armando Falcão, Ney Braga e Mario Andreazza estiveram até a medula envolvida em escândalos de corrupção e recebiam mordomias.
       

  1. Delfim, o que é isso?

    Eu tenho a desconfiança que a operação Lava Jato esconde uma outra intenção por trás de toda essa demora e todo esse manjado puxa e estica, muito usado por Moro, procuradores e PF. Então, diante dessa dúvida, a pergunta que eu gostaria muito de fazer a Delfim Netto seria a seguinte: Ministro, já li bastantes notícias em que a imprensa cita valorizações estupendas de ações da Petrobras, tanto aqui como nos USA, desde a entrada de Aldemir Bendine na presidência. Li também sobre valorizações significativas da Vale, de lucros substanciais que Bradesco e Itaú conquistaram no exercício de 2015. Assim, eu avalio que muitos figurões,corretoras  bancos (nacionais e estrangeiros) podem ter ganho fortunas com essas valorizações intercaladas, no decorrer deste ano. Se realmente isso aconteceu e for verdade, eu me permito pensar que tanto a operação Lava Jato, como esses rebaixamentos de notas feitas pelas agências de classificação de riscos estão influenciando na valorização, de forma direta e estrategica, das ações de algumas dessas desclassificadas empresas. Portanto, se sabemos que as doses homeopáticas de informações e vazamentos prolonga e estica a duração do escândalo e afugenta investidores e acionistas e se sabemos também, que o rebaixamento de notas produz efeito até pior, porque tanta valorização e tantos ganhos? Será proposital, será um complô, será uma estratégia nacional, ou será uma bem elaborada tática rentista que faz empresas rebaixadas oferecerem lucros mágicos aos experts do mercado?

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