No curto prazo, só São Pedro salva

Jornal GGN – A crise hídrica é um dos assuntos mais graves dos últimos tempos no que diz respeito à infraestrutura das cidades e bem estar da população. Diversas regiões do Brasil estão sofrendo com a falta de chuvas, mas a questão ganhou relevância especial no estado de São Paulo, onde o nível de um dos principais reservatórios, o Cantareira, atingiu índices críticos.

O tema foi discutido do ponto de vista acadêmico e técnico, no 7º Simpósio Brasileiro de Construção Sustentável.

O professor José Antônio Marengo Orsini, coordenador do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e membro do Comitê Científico do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), acredita que “Uma seca como a que assola a Grande São Paulo é precisamente o tipo de evento climático extremo previsto como efeito do aquecimento global”.

E esse é um problema sério, pois a vulnerabilidade do nosso sistema não aparece apenas quando lidamos com eventos extremos.

De acordo com Mônica Porto, da Escola Politécnica da USP, as nossas cidades não estão preparadas nem para realizar um planejamento para eventos previstos na série histórica. “No mês de outubro, a vazão afluente do Sistema Cantareira foi 30% da menor registrada na série histórica. Não dava pra passar impune por essa seca”, afirmou.

Assim, ela não vê solução para o curto prazo. “No curto prazo a gente não consegue implantar um programa de gestão de demanda. Isso é para o médio e longo prazo, no curto prazo precisa chover”, disse.

Por isso, para a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o Brasil precisa mudar a forma de enfrentar esses problemas estruturais. “Nós temos que aprender a fazer gestão de risco para poder parar de fazer gestão de crises”.

Mônica Porto concorda: é preciso gerenciar melhor o risco. “O fato de nós termos quase 10 milhões de habitantes dependentes de um único sistema, como é o caso do Cantareira, aumenta nossa exposição. Para enfrentar o problema é preciso adotar medidas estruturais, como reservatórios maiores, e investir em redundâncias”, explicou. Além disso, ela defende a adoção de medidas permanentes de redução de consumo e reuso.

Segundo Sérgio Rodrigues Soares, superintendente de Planejamento de Recursos Hídricos da Agência Nacional de Águas (ANA), 55% dos sistemas de abastecimento do país precisam de novos investimentos para que o fornecimento esteja garantido até 2025. “A ANA realizou um estudo e apenas 45% do abastecimento de água no Brasil é satisfatório. 46% dos reservatórios têm a necessidade de ampliação e outros 9% precisam de novos mananciais”, disse.

Pelo levantamento da Agência, esses investimentos deverão chegar a R$ 22,2 bilhões. “Serão R$ 9,1 bilhões na região Nordeste, R$ 7,4 bilhões no Sudeste, R$ 2 bilhões no Sul e R$ 2 bilhões no Norte e mais R$ 1,7 bilhão no Centro-Oeste”, detalhou Sérgio.

Indústria vê oportunidade na crise

O Jornal GGN também buscou a opinião de representantes da indústria, setor da economia que é tratado como um dos grandes vilões no consum de água.

De acordo com Percy Soares, coordenador da Rede de Recursos Hídricos da CNI (Confederação Nacional da Indústria), a situação atípica do clima está levando o setor a rever o uso da água. “Era incomum, para o setor industrial, adotar práticas de racionalização do uso. Uma indústria que nunca prestou atenção nessa questão, quando começa a desenvolver inteligência no uso de água já reduz, com pouco investimento, de 20 a 30% do consumo”, garantiu.

Para ele, a crise traz uma oportunidade, não apenas para a indústria, mas para a sociedade e o meio ambiente, de valorizar o uso da água. “Uma coisa é ter a eminência de escassez, outra é o insumo já estar escasso. A grande lição dessa crise é mostrar a importância de economizar no uso e adotar planos de contingência”.

Oduwaldo Álvaro, diretor do SIAMFESP (Sindicato da Indústria de Artefatos de Metais Não Ferrosos do Estado de São Paulo) também vê a oportunidade na crise, mas espera ajuda do Governo do Estado para poder ofertar a solução. “Independente da chuva, nós precisamos desenvolver um trabalho de longo prazo. Precisamos atacar o problema, minimizar os focos de desperdício e planejar o abastecimento para não voltar a ter esse problema no futuro. Nós já temos IPI zero para equipamentos economizadores de água, precisamos conseguir a redução também do ICMS e transferir isso para o custo, para poder reduzir o preço na ponta”, explicou.

O Sindicato está buscando parcerias. Em Atibaia, a prefeitura se engajou e a entidade está promovendo profundas mudanças nos sistemas de água de edifícios do poder público. Começou em outubro a instalação de equipamentos economizadores, entre eles, 1500 bacias sanitárias, 1800 torneiras, 100 arejadores e 100 redutores de vazão para chuveiros. “O objetivo é reduzir o consumo em 50%”, disse Oduwaldo.

Em paralelo, prefeitura e sindicato estão fazendo uma campanha, enviando material publicitário junto com a conta d’água, para sensibilizar os moradores da região a instalar equipamentos economizadores e reduzir o consumo residencial. “Temos intenção de ampliar esse projeto para os municípios da região de Piracicaba, Capivari e Jundiaí. São cerca de 40 municípios, mais de 40 milhões de pessoas”.

Questionado sobre a necessidade de uma campanha mais clara por parte do governo, ou de um racionamento de fato, Oduwaldo preferiu não polemizar. “Não posso falar pelo governo. Nós estamos fazendo nossa parte. Estamos fazendo campanha de economia. E mostrando para a indústria resultados práticos”, disse.

Segundo Anícia Pio, gerente do Departamento de Meio Ambiente da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), a ideia de que a indústria é o maior consumidor de água não se sustenta. “Na Grande São Paulo, o consumo, pela indústria, da rede pública não chega a 2%. E o consumo total não passa de 15%. Ainda assim, é nossa responsabilidade informar como e por que economizar. Mostrar a viabilidade, o investimento necessário e o retorno”.

De acordo com ela, a economia é uma questão de competitividade e até mesmo sobrevivência dos negócios. “Qualquer insumo do processo produtivo é contabilizado pela indústria. Ela tem que cortar custos e não pode ter desperdícios, não pode ter perdas”.

Ela afirma que 65% das médias e grandes empresas do estado já adotam práticas de conservação e reuso. A própria FIESP adotou medidas de economia na crise hídrica de 2004 e reforçou essas práticas este ano. “Em 2014, nós conseguimos 19% de redução no consumo. Precisamos mostrar que isso é significativo na conta. E é significativo para a sociedade e o meio ambiente”.

20 Comentários

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Conde de Rochester

- 2014-11-06 23:19:31

Interesses interesses.

Pois é Maestro é como eu disse.

O sujeito tem algum tipo de interesse. Com certeza não foi por nada que emprestou onome e os titulos nesta prezepada.

Celio Mendes

- 2014-11-06 10:33:04

Diria mais, atribuir as

Diria mais, atribuir as dificuldades de abastecimento paulistas ao aquecimento global é uma desonestidade intelectual, o aquecimento global pode até estar mudando o clima mas os problemas paulistas são a culminância de uma ausência de gestão por parte de quem se considera o papa da matéria, a seca é um fenômeno natural e cíclico não se preparar para ela é pura e simples tucanagem.

rdmaestri

- 2014-11-06 02:55:30

Conde, olhe acima o que

Conde, olhe acima o que escrevi, no trabalho:

Uncertainty in climate change impacts on water resources in the Rio Grande Basin, Brazil 2011.  NÓBREGA, M. T. et al.    Hydrol. Earth Syst. Sci., 15, 585–595, 2011

Os autores chegam a uma conclusão que é exatamente ao contrário da seca na região da bacia do Rio Grande, vou colocá-la aqui:

6 ConclusionsUncertainty in the impact of climate change on the discharge of Rio Grande, one of the most important rivers in Brazil for hydro-electric power generation, was assessed in terms of (1) GCM structure using a priority subset of six CMIP3/IPCC-AR4 GCMs, (2) emission scenarios, which are commonly adopted according to the IPCC Special Report on Emission Scenarios, and are called A1B, A2, B1 and B2, and prescribed increases in global mean air temperature of 1°C to 6ºC. A very consistent trend of increasing discharge is projected to occur if climate projections from a single GCM, HadCM3, are used as input to the hydrological model. Mean river discharge increases under SRES emissions scenarios (+5% to +10%) and prescribed increases in global mean air temperature (+8% to +50%).For the latter, a very clear trend is evident of increasing river flow with increasing mean global air temperature. For every 1°C increase in temperature the annual flow of Rio Grande increases by 8 to 9%, in relation to the 1961–1990 baseline. Low (Q95) and high (Q05) flows are also projected to increase except for the SRES emission scenarios where slight decreases in low flows are projected.... Mas o certo mesmo que eles chegam é que os modelos são extremamente imprecisos para previsão de chuva, logo fica difícil acreditar!

paul moura

- 2014-11-06 02:48:05

10$%

de onde você tirou isso... aqui no RS praticamente não há esgoto não tratado e no paraná a sanepar privatizada aos moldes dos minoritários que contraolam a CIA  há varios inqueritos que apuração do lançamento de esgoto nos rios em todo o estado.

Várias situações em Curitiba e região metropolitana onde se despejam o fédito a ceu aberto.

rdmaestri

- 2014-11-06 02:38:57

Declarações como a do

Declarações como a do professor Marengo são extremamente inespecíficas,

O professor José Antônio Marengo Orsini, coordenador do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e membro do Comitê Científico do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), acredita que “Uma seca como a que assola a Grande São Paulo é precisamente o tipo de evento climático extremo previsto como efeito do aquecimento global”.

Revisei alguns dos trabalhos do INPE, em que o professor é um dos principais autores e em nenhum deles achei uma indicação clara sobre a diminuição da quantidade de chuva no estado de São Paulo, os trabalhos que olhei foram:

Future change of temperature and precipitation extremes in South America as derived from the PRECIS regional climate modeling system.  Jose Antonio Marengo e outrosUncertainty in climate change impacts on water resources in the Rio Grande Basin, Brazil M. T. Nóbrega, W. Collischonn, C. E. M. Tucci, and A. R. PazClimate change hotspots over South America: from CMIP3 to CMIP5 multi-model datasets Roger Rodrigues Torres & Jose Antonio MarengoClimate Change in Central and South America: Recent Trends, Future Projections, and Impacts on Regional Agriculture  Jose Antonio Marengo e outrosSimulation of rainfall anomalies leading to the 2005 drought in Amazonia using the CLARIS LPB regional climate models  Jose Antonio Marengo e outros Em alguns ele se refere no aumento de dias secos, outros na diminuição e aumento na precipitação conforme o modelo matemático empregado e num deles uma sugestão que haverá o aumento de precipitação na região do Rio Grande. Acho estranho que ele agora apareça dizendo que a seca é consequência do aquecimento global, pois isto não está nessas bibliografias.

Sergio SS

- 2014-11-06 00:27:56

Não vem com essa !! Não há de

Não vem com essa !!

Não há de comparar com outros países. Água no Brasil não falta e não faltará nem em mil anos. Veja os mapas e compare com qualquer país. A malha hídrica brasileira é espantosamente rica e ainda temos os maiores aquíferos do mundo. O problema é de acesso e de distribuição.

Para sua ciência, existe o Código de Águas, uma Lei Federal das mais modernas no mundo. A partir dela são estabelecidas outorgas de uso para prestadores de serviços. A Sabesp recebeu uma em 2004 e não cumpriu as metas em 10 anos. Reprovada por incompetência, portanto. Não tem nada a ver com saneamento de esgoto, mas sim de capacidade de manter o sistema produzindo água e de eficiência em sua distribuição. Se quiser falar de outros estados, traga os problemas concretos, com dados e fatos, outorgas, metas etc.

Crise mesmo só tem uma: em SP. De água e de competência.

Aurelio Houaiss

- 2014-11-06 00:18:15

Conjugar.com

Presente do indicativo do verbo haver: Eu hei, tu hás, ele há, NOS HAVEMOS, vós haveis, eles hão. 

Sobrinho netto

- 2014-11-06 00:00:22

Para lavar um copo sujo,

Para lavar um copo sujo, gasta-se três de água.

Fernando Ferreira

- 2014-11-05 23:51:33

Gostaria de saber quem é

Gostaria de saber quem é culpado nessa história. Desmatadores, São Pedro, ou falta de GESTÃO, palavra muito utilizada pelos tucanês, quando falam de administração. Tem culpados, quem se habilita a apontá-los?

Zé José

- 2014-11-05 23:40:51

São Pedro ajuda..

mas deixa a velha política e os velhos impotentes com Tia Maria (tremei, tolos velhacos, ela não falha).

 

http://www.youtube.com/watch?v=7-jQdgA4ShE

 

para alguns, ela é real, muito real rsrs

 

evandro condé de lima

- 2014-11-05 22:49:48

E pensar que no início de
E pensar que no início de 2013 fui criticado- repercutia notícias do pig- ao comentar que estávamos com poucas chuvas. Ainda vou me dar ao trabalho de cobrar.

peregrino

- 2014-11-05 22:48:16

mas, assim espero...

com a ajuda federal, hemos de reconhecer amanhã as imperfeições de ontem

peregrino

- 2014-11-05 22:30:00

querer incluir Lula e Dilma nessa parada vergonhosa...

é outro tipo de imperfeição, chover no molhado de um só imperfeito

peregrino

- 2014-11-05 22:26:33

a natureza é sempre perfeita...

não engana nem surpreende ninguém

praticamente todos os desequilíbrios naturais resultam das imperfeições humanas

como a incompetência desse governador tucano e de seus comandados, por exemplo

Daniel Krein

- 2014-11-05 22:18:44

Imposto sobre água e outras iniquidades

Água é um recurso que tende a ser escasso em quase todas as regiões do mundo. Há um século o Oeste dos EUA (California, Nevada, Novo México, Arizona) aprendeu a conviver com essa escassez. O rio Colorado foi inteiramente sistematizado por meio de barragens e serve a uma população de 40 milhões de habitantes. Depois de cruzar uma pequena região do México, não depeja sequer uma gota de água no oceano Pacífico. Quem passa pela route 1, na costa da California, cruza leitos de rios inteiramente secos à borda do mar. Os aquíferos da California tem sido usados intensivamente. O uso da água em toda a região é regulado, para que todos a tenham. Na Inglaterra, ninguém irriga jardins particulares. Não sei se há proibição legal, mas os vizinhos reclamam do abuso do bem escasso caso alguém incorra nele.

Em todo o mundo que reconhece o valor da água, cuida-se de armazená-la em reservatórios generosos. No Brasil, há um questionamento incompreensível ao armazenamento de água. Inundação de terra é dano ambiental. Mais incompreensível ainda, o Estado cobra altos impostos sobre todas operações de empresas que acumulam e distribuem água. Principalmente o governo federal, que na crise atual esculacha os governos estaduais controladores dessas empresas. Dá-me o meu quinhão, não importa que falte água, ma se faltar eu te esculhambo, caso você seja goveno de oposição.

Por coincidência, os estados governados pela oposição (SP, MG e PR) tem o melhor sistema de saneamento básico no Brasil, juntos como DF. Mas houve uma seca incomum, pau neles. Não importa que Bahia e RS tenham sistemas de saneamento abaixo da crítica, pois eles são nossos aliados. No RS, só 10% da população tem serviço de esgotos, enquanto em SP, MG e PR ese percentual é maior do que 65%. Mas tudo bem!

Ivan de Union

- 2014-11-05 22:06:40

Acabei de perguntar... Sao

Acabei de perguntar...

Sao Pedro nao tem a mais infima intencao de salvar Sao Paulo.

Conde de Rochester

- 2014-11-05 21:04:29

Responsabilidade

O professor José Antônio Marengo Orsini, coordenador do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e membro do Comitê Científico do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), acredita que “Uma seca como a que assola a Grande São Paulo é precisamente o tipo de evento climático extremo previsto como efeito do aquecimento global”.

Diante da opinião publica mundial a respeito de AGA, um sujeito se comprometer com uma declaração desta é sinal evidente de que tem algum tipo de  interesse em insistir nesta posição.

Mas... Independente das causas que aponta que o clima mudou definitivamente nestas regiões, não exime os responsaveis de não terem cumprindo com o dever de seus cargos.

O maior crime ambiental no Brasil é o que se vem praticando com a represa Billings, enquanto as benesses da natureza eram fartas a incuria e a irresponsabilidade corria solta, mas é sempre assim, não existe crime se não houver flagrante ou provas indiscutiveis, a situação deixou de favorecer a irresponsabilidade, desspoluir e cuidar do meio ambiente é exigencia que não aceita mais tergiversação, seja aquecimento global antropógenico ou não, acontece que os dignissimos responsaveis não podem se quiserem manter um minimo de honestidade in telectual, jogar a culpa na natureza para se livrarem das consequencias da omissão.

Uma coisa que não li nesta reportagem é da urgencia da SABESP em corrigir o vazamento das tubulações velhas de decadas sem manutenção. É 30% da agua que se perde da represa até o consumidor final.

A quantidade de água da Billings é superior a todo o sistema da cantareira.

 

anarquista sério

- 2014-11-05 20:36:12

 '''No curto prazo ,só são

 '''No curto prazo ,só são Pedro salva''.--- presumo que seja a incompetência inacreditável de Geraldo.

      Mas a curto prazo, nem são Pedro e nem Jesus Cristo ,salva o governo Dilma.

           Se incompetência tivesse nome, seria:

            Geraldo Dilma da Silva.

                  Sendo que Geraldo causa problemas pra um estado.

                    Enquanto Dilma causa problemas pra 26 estados e um distrito.

                Isso não muda nada.Porque se o poder estivesse invertido seria a mesma coisa.

                      Duas pessoa tremendamente incompetentes.

              E os dois foram reeleitos.Entenderam bem? R E E L E I T O S 

                 Então, vão reclamar com o bispo.

centelha, o retorno

- 2014-11-05 20:34:54

E no longo prazo...

... reflorestamento! Agroflorestas! 

No Rio, D. Pedro II sacou que era preciso reconstituir a Floresta da Tijuca pro Rio nao virar um deserto.

Funcionou!

Florestas trazem as nascentes de volta, protegem os rios e mananciais.

Florestas facilitam uma agricultura sem veneno e sem adubos quimicos...

Ou o Brasil restaura uma boa area de florestas, ou vamos ter nosso proprio Kalahari por aqui...

nem diga

- 2014-11-05 19:51:09

o nordeste passou e ainda

o nordeste passou e ainda passará muito anos ainda vivendo com tal coisa e ninguém da mídia  apulista  nunca fez coisa tão desesperadamente por isso

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