Nota de repúdio: ‘A quem serve o Banco Central?’

do Brasil Debate

Nota de repúdio: ‘A quem serve o Banco Central?’

Intelectuais e lideranças da sociedade civil perguntam: O que pretende o BC com a elevação dos juros? Produzir a maior recessão da história brasileira e uma trajetória explosiva da dívida pública, gerando mais desvalorização cambial e mais pressão inflacionária? A quem isso pode interessar?

Intelectuais, professores universitários, jornalistas, lideranças da sociedade civil, sindicalistas e militantes políticos que compõem o Fórum 21 e a Frente Brasil Popular divulgam, nesta segunda-feira, 18/1, uma nota em repúdio à elevação da taxa de juros Selic pelo Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), anunciada para os próximos dias.

O Fórum 21 se define como espaço ecumênico e reflexão da frente democrática e progressista em formação no país, e a Frente Brasil Popular é formada por entidades tradicionais como CUT, MST, UNE, PT, PCdoB e inúmeras outras organizações do campo da esquerda unidas contra a atual ofensiva conservadora.

Segundo a nota, a elevação dos juros “nada contribui para reduzir a inflação, mas é um poderoso mecanismo de transferência de renda da parcela mais pobre e mais produtiva para a parcela mais rica e menos produtiva da população”.

Para as entidades, “uma nova rodada de aumento da taxa de juros significa que o Banco Central almeja abertamente uma contração maior da demanda, mais desemprego e mais redução do salário real médio”.

Os signatários fazem, ainda, a pergunta: O que pretende o Banco Central: produzir a maior recessão da história brasileira e uma trajetória explosiva da dívida pública, gerando mais desvalorização cambial e mais pressão inflacionária? A quem isso pode interessar?

Leia também:  FENAJ: Mesmo com revogação, MP 927 ataca os direitos dos trabalhadores

Leia, a seguir, a íntegra:

A quem serve o Banco Central?

Nos próximos dias, os diretores do Banco Central do Brasil se reunirão para decidir sobre a taxa de juros SELIC. Diante da fragilidade da economia brasileira, essa reunião é particularmente importante e deixará claro a quem o BC serve: à população brasileira ou ao mercado financeiro.

Como a própria instituição reconhece em suas publicações, nos últimos meses houve contração da demanda agregada e aumento no desemprego no Brasil. Uma nova rodada de aumento de taxa de juros significa que o Banco Central almeja abertamente uma contração maior da demanda, mais desemprego e mais redução do salário real médio.

O patamar elevado das taxas de juros em 2014 contribuiu para a desaceleração da economia, mas o novo ciclo de elevação de juros iniciado em outubro desse ano jogou o Brasil, em 2015, em uma recessão que ainda não deu mostras de reversão. Ao mesmo tempo, a taxa de inflação aumentou por causa de eventos únicos como a desvalorização cambial e o reajuste abrupto de preços administrados, cujo impacto não vai se repetir, muito menos sobre o núcleo da inflação brasileira.

Não há qualquer pressão de demanda excessiva que exija contenção com elevações da taxa de juros. Pelo contrário, experimentamos a maior recessão desde a Grande Depressão de 1929, podendo tornar-se a mais profunda da história republicana. O aumento acelerado do desemprego inviabiliza qualquer recuperação do salário real médio, que cai há vários meses. Sob qual pretexto o BC pretende reduzir ainda mais o nível de emprego e salários, assim como os lucros de empresas especializadas na produção de bens e serviços?

Leia também:  O mundo na contramão de Bolsonaro: mais medidas da economia de guerra [TV GGN]

Os beneficiários exclusivos do aumento de juros são os bancos e investidores financeiros, curiosamente o único grupo cujas expectativas de inflação o Banco Central se preocupa em consultar. Como não há qualquer excesso de demanda que o aumento dos juros possa conter, a determinação dos juros SELIC deixa de servir para controlar a inflação e se transforma em um instrumento para preservar juros reais elevados para os portadores de títulos financeiros.

Isso nada contribui para reduzir a inflação, mas é um poderoso mecanismo de transferência de renda da parcela mais pobre e mais produtiva para a parcela mais rica e menos produtiva da população.

A economia brasileira e as finanças públicas não suportam mais financiar a bolsa-rentista que o Banco Central insiste em oferecer. Em 2015, os juros nominais devidos pelo setor público devem alcançar cerca de R$ 500 bilhões (meio trilhão de reais!), tendo registrado pouco mais de R$ 300 bilhões em 2014. Como exemplo desta situação, vemos um corte brutal nas áreas sociais no orçamento da União.

O que pretende o Banco Central: produzir a maior recessão da história brasileira e uma trajetória explosiva da dívida pública, gerando mais desvalorização cambial e mais pressão inflacionária? A quem isso pode interessar?

É inadiável repensar o mandato do Banco Central e a porta giratória entre sua diretoria e o mercado financeiro.

Diante disso, o Fórum 21 vem a público denunciar a gravidade da situação econômica brasileira e a irresponsabilidade da política monetária do Banco Central do Brasil, reivindicando a redução urgente da taxa de juros SELIC.

Leia também:  Reino Unido vai subsidiar 80% da renda dos trabalhadores autônomos

 

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor

Assine e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Assine agora

18 comentários

  1. http://ineteconomics.org/
    A

    http://ineteconomics.org/

    A LOGICA ORTODOXA do Banco Central do Brasil já não é unanimidade mundial. Desde 2008 economistas da mais alta categoria, inclusive Premios Nobel e o ex-Chairman do Federal Reserve, Paul Volker, CONTESTAM os cananones do ajuste fiscal, alta de juros para combater inflação e medidas de austeridade à grega.

    Evidentemente que a “turma do juro alto” daqui nem ouviu falor e repetem feito papagaios as “lições de casa” da ortodoxia

    hoje muito contestada como algo eficiente, desde a crise de 2008, quando o “”modelo não funcionou”” e a economia americana e mundial só foi salva com grandes injeções de liquidez para bancos e companhias não quebrarem, dinheiro vivo do Tesouro dos EUA para General Motors, AIG, Citigroup, Chrysler e outras empresas, CONTRA todos os principios da ortodoxia do “”deixa quebrar”, tão caros à Miriam Leitão, Alexandre Schwartsman, Teco, André Perfeito, Febraban, Monica de Bolle, etc.

    Para quem quiser se informar sobre uma nova visão de economia, acima o link do INSTITUTE FOR NEW ECONOMIC THINKING.

    • Andre, mas a culpa maior

      Andre, mas a culpa maior ainda continua com presidente Dilma. Ela é a responsavel por manter essa turma do bacen. Infelizmente, essa mulher não sabe usar o poder, nem quando tinha. Agora que está na corda bamba, não consegue dar um passo a frente.

      Enquanto a economia estiver a reboque dessa operação lava-jato, não há plano economico que der jeito no país. É incrivel como 3 ou 4 pessoas conseguem paralisar o país causando milhares de desempregados e ninguem faz nada. É um governo em final de sangria.

  2. À economia global!

    O Banco Central serve à estabilidade e ás regras do jogo da economia global.

    Os “Bancos Centrais”, em todo o mundo e em cada nação, nascem como tecla SAP para comunicar as moedas e economias locais em relação à economia global. Aqui no Brasil, ele foi criado no final de 1964 (simbólico?) Quando acabou o padrão ouro e, apenas o dólar ficou soltinho, o Banco Central tornou-se imprescindível para manter a economia funcionando, em beneficio da economia global.

    O BC rompe as barragens que represam alguma lagoa de economia local e levam as riquezas por “lei de gravidade” para o oceano do dólar. Os BCs do mundo todo dialogam entre sim e seguem uma cartilha independente do Governo de cada país.

    O BC é mais um poder paralelo sem voto, neste país, que olha o Brasil na perspectiva do que o mundo acha que vale e não em função do que a nossa riqueza natural nos garante.

    O idioma da economia é o dólar e, o Banco Central, é o fiscal e xerife deste controle. Há bons economistas neste blog, começando pelo Nassif, que poderiam explicar melhor este papel do BC e a sua criação esperta (no momento em que o Ouro sai de cena e dinheiro sem lastre nenhum começa a ser emitido nos EUA).

  3. Diogo, acuda! Afinal de contas, quem manda no Banco Central?

    Para mim, o BC segue – ou deveria seguir – a política determinada pelo governo.

    Gostaria que o Diogo tentasse explicar para gente o que pretende Dilma, que mantém uma política suicida, cercada de gente como o Ministro Quinta-Coluna. Será que ela não percebe que está perdendo o apoio de seus verdadeiros eleitores? Tenho participado, na medida do possível, das passeatas contra o golpe em curso. Agora, esta ficando cada vez mais difícil defender o governo. Qual a argumentação para defender medidas que cabem ao Executivo – e só ao Executivo – e que vão de encontro a tudo aquilo que diz o bom senso e a razão. Afinal de contas, a Dilma foi eleita com o apoio maciço de uma parcela da população que em nada se beneficia dessa política econômica suicida. Está fazendo a política de quem quer derrubá-la. E dá-lhe cada vez mais dinheiro e munição para o golpe.

    Banco Central independente só existe no “republicanismo” idiota que assomou o PT. No mundo inteiro, ninguém faz isso. Será que o PT ainda não aprendeu?

    Este segundo governo Dilma está pior que tragédia grega e dramalhão mexicano.

    Diogo, acuda! Qual é a luz no fim do túnel? Qual é o plano secreto que só a Dilma parece saber?

  4. a questão é politica e não economica
    Concordo com tudo o que foi dito.
    Porem a verdadeira questão é que se trata de uma questão politica e não economica.

    Os BCs servem aos 1% mais ricos e para contrapor a esse poder somente um poder realmente grande e organizado.
    E é o que falta.
    Porque sera que existe uma campanha diaria contra as organizações populares, sindicais e civis que pensam diferente, isto é são são pro-mercado.

    Eles têm o poder, o dinheiro, a imprensa. E nós, os demais 99%?

  5. Hip hip hurra!

    Francamente senhores debatedores!

    Com aquele bom e devido respeito – que também anda sem controle –  não há como compartilhar desta “ideia” boboca de “nota de repúdio” a isso ou aquilo ou   a quem quer que seja.

    Ora, ora, ora, deixemos a tolice de lado!

    E vamos combinar:  dizer também que  a Dilma é a única culpada ou a principal culpada disso ou daquilo, que não tem poder ou que não sabe usá-lo,  é de uma ingenuidade sem igual.

    Espanta-me muito ainda ver que os caros colegas,  debatedores  atentos,  esperam  ou  ainda acreditam que há algum tipo de solução APOLÍTICA, ou se preferirem, “técnica” num PROCESSO DE DECISÃO qualquer.

    Ora, ora, ora, o processo de decisão, em última instância,  é necessariamente POLÍTICO. Mesmo  diante de uma fundamentação que se diz, “tecnica”.

    Técnica um ova!

    Quem tem alguma noção de como se constrói uma decisão qualquer,  certamente vai compreender muito bem minha linha de raciocínio.

    Quando alguém repudia algo, nestes termos acima,  é porque também está “tomando partido” político. Está “vendendo” a sua ideia.

    Uns , certamente, a comprarão. Outros não.  E por aí vai o conflito de ideias. 

    E qual será então o caminho para resolver o “conflito” de ideias. Ora, ora, ora, o processo “político”.( ou , se encherem muito o saco mando fechar e chamo o big brother! Morô Brother?  Coisa normal aqui no quintal , na parte debaixo da “casa”)

    Notemos bem, se os “técnicos” do BACEN estão tomando uma decisão que vai de encontro ao pensamento de  outros “técnicos” , diante de UM MESMO OBJETO,  é porque a “técnica” não foi o principal elemento para FUNDAMENTAR aquela decisão. Simples assim.

    Técnica vai até um certo ponto. A partir desse ponto a questão é política!

    Uns podem argumentar:  os “técnicos” erraram. Sim, é possível concordar com isso. Mas erraram em relação a quê? A “ideia” que defende. rsrsrs

    O que é certo ou errado em matéria de POLÍTICA?

    Matar alguém é errado ou certo? Resp.: Depende.

    Em legítima defesa é “certo”. E isso não quer dizer que o “matador” desejou matar. Ora, agiu de acordo com o CONTEXTO. ( pode ser , pode não ser). Agiu como tinha de agir para se manter vivo. Usou o poder que tinha disponível para continuar respirando!

    ____________________________

    Nota de repúdio, desculpem-me, perdoem-me, mas  não serve para quase “merda” nenhuma a não ser expor a intenção política.

    O que serve é o processo político. Indaga-se: quem estão no processo político? Quem deve fazer o quê e como, onde, quando?

    Alguns acreditam que o BACEN do Brasil é um lugar onde ninguém – a não ser “os técnicos” – colocam a mão, como se uma reunião do COPOM fosse uma reunião “dos deuses”.

    Seriam os “deuses” astronautas?….

    Ora, mas isso é de uma ingenuidade tamanha!

    Aquilo ali, o BACEN, não passa de uma  AUTARQUIA, mas não à moda antiga. NÃO TÊM AUTONOMIA POLÍTICA!!!!! NÃO É UM ESTADO SOBERANO!

    Antes do BACEN temos o CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL com suas atribuiçoes. Se não me engano, o BACEN é ente de EXECUÇÃO, acima dele se encontra o CMN etc. 

    E acima de todos vem a CR/88. 

    E se formos seguindo essa linha chegaremos  não apenas ao  PODER EXECUTIVO mas também ao LEGISLATIVO.

    Ora, ora, ora, BACEN não TEM LEGITIMIDADE PARA ELABORAR UMA  LEI, caros debatedores.

    Ciência econômica nenhuma, em época nenhuma, TEM legitimidade para propor “normas econômicas”, mormente, aqueles que se dizem naturais! Nem mesmo lá nos idos do “estado de natureza” época da força física, do patriarcado, do matriarcado. 

    Pergunta-se: será mesmo que evoluímos em relação ao “estado na natureza” ou apenas passamos a usar “perfumes”.

    Estaríamos hoje num Estado democrático da Perfumaria?

    Vejam vocês: até o “clima” que antes era “natural” agora , dizem, sofre influências  dos seres humanos! Tambem pudera. Os seres humanos  é também “natureza”. Logo, é a “natureza” está agindo de acordo com a “natureza”.

    Eis a lei “natural” dos economistas de escol e de MEIA TIGELA! 

    Propagam seus interesses como se estes fossem os interesses da maioria. kkkkkkkk( desculpe-me Nassif, aqui cabe esse kkkkkk)

    ________________________________

    Vamos deixar a tolice de lado!

    O Banco central do Brasil está recebendo ORDENS! E está agindo de acordo com elas, com as ressalvas de alguns equívocos ou erros eventuais.

    Por fim, cabe a pergunta: Quem manda no Brasil?  Você? Eu? Nós? Ou as “empresas” transnacionais? Ou os “bancos”?

    Vale lembrar que atrás das “empresas” há seres humanos ( imagino que não são alienígenas mas que parecem, parecem, dada a superioridade) com suas “famílias” e com seus interesses.

    E convenhamos, devemos reconhecer: são espertos e muito  inteligentes;  muito à frente da maioria ( eu me incluo nessa maioria). Ora, conseguem “impor” políticas que atendam aos próprios interesses debaixo do nariz da maioria.

    Se quiserem aumentar a tal de SELIC, vão aumentar. E um tanto de BOBOCAS ficarão aí pensando que “erraram”.

    Fala que não são espertos! Conseguem fazer com que um “erro” seja um “acerto”.

    Devemos reconhecer: são espertos e poderosos!

    Que venha a redução da maioridade penal e o fim da vigência daquele maldita e abominável cópia, mal feita, da carta del lavoro facista que é a CLT!

    Aplausos para as decisões “técnicas, econômicas”, jurídicas, meritocráticas, produtivas, em busca da paz social,  dessa gente!

    Bravo! Rumo á fatia do bolo daquele outro “esperto” economista!

    Viva! Hip Hip, hurra!

    • Mogisênio, num surto de lucidez, fez a pergunta essencial:

      Mogisenio:

      “O que é certo ou errado em matéria de POLÍTICA?”

      O Rumo, o Norte e a Estrela do Brasil é que decide o que é certo ou errado.

      Sem Astrologia, Tarot e Geometria não temos certo ou errado.

      Certo?

      • Olá caro Weber, parece-me que

        Olá caro Weber, parece-me que você estuda ou já conhece de Astrologia, Estrela, Norte etc. Já o li em outra oportunidade tratando deste assunto, do qual nada conheço. Sou ignorante nessa seara. rsrsrs Portanto, não sei lhe responder com esses fundamntos.

        Todavia, quanto ao certo e o errado em matéria de política já não tenho dúvidas. Trata-se de uma formação de “ideia” de algo que “está” certo, numa determinada época. Considerando-se quem “está” no comando e quem não “está” no comando.

        A questão é saber com clareza ( se é que é possível) quem realmente “está” no comando num determinado momento. Qual é a decisão que vai tomar e por que a escolheu. Eis o ponto.

        Nesse debate de taxas de juros o que se vê é um monte de PALPITEIROS  ESPECULATIVOS tratando sobre a alta ou a baixa ou mais raro, a estabilização da tal de “taxa de juros, taxa básica de juros, selic, enfim, dê o nome que quiser dar.

        Sabemos de antemão que ela vai  aumentar,  diminuir ou parar onde está. Sobe, desce ou para. Pronto. Aí está a previsão econômica que merece um nobel. 

        Então, baseando-me na “ciência econômica” de MEIA TIGELA e seus palpiteiros seguidores, proponho  o seguinte:

        Façamo um  bolão:

         

        Quem acha que vai aumentar? Vote

        Quem acha que vai diminuir? Vote

        Quem acha que ela vai ficar parada. Obs: entenda “ela” como sendo a DECISÃO  final. Vote?

         

        É isso!  Está lançado o bolão da taxa de juros.

        Qual é o seu voto? 

        Não precisa fundamentar nada,  mesmo porque, há fundamentos “técnicos” de sobra para qualquer uma das três opções de “política monetária”  enganadora dos  otários.( eu me incluo entre os otários, pois, lamentavelmente, não sou um agiota “institucionalizado”.

         

        Francamente…Penso que está passando da hora de desmascararmos  essa ciência furada e de meia tigela isto é, a  economia do “homem racional atemporal, cujo cálculo econômico deriva  do sistema  de preços “naturais” no “mercado” de oferta e procura( ser misterioso que habita  num esconderijo do everest ou no fundo do mar etc). 

        Mesmo para os palpiteiros os tais “agregados macroeconômcios” meu “palpite também serve. Esses “agregados” no fundo, no fundo, são desagregradores( dissimuladores). Eis que  desagregam  os seres humanos deles mesmos. 

        Saudações 

         

         

        Saudações 

        • Caro mogisenio, obrigado pela resposta educada apesar da provoca

          O debate econômico está enviezado, mesmo aqui no blog, onde o pessoal têm um pouco mais de estudo, o que se dizer da imprensa e da “rua”, é desanimador.

          Mas vamos lá dar nosssos pitacos. Primeiro um esclarecimento, li em diversos posts hoje o embate Neoliberalismo X Heterodoxos, isto é um espantalho, opondo-se ao Liberalismo temos o Mercantilismo, assim ao Neoliberalismo teremos um Neomercantilismo, ou coisa que o valha.

          Quanto ao palpite na taxa de juros vou cravar AUMENTO, porque quem decide pode aumentar e não vai perder a oportunidade de espremer até a última gota.

          Quanto a Astrologia, os astros comandam tudo na Terra e no Universo, é uma verdade inescapável, mesmo a NASA usa estrelas como referências para as rotas de seus foguetes, já o Tarot é um conhecimento da civilização humana, depurado e testado em milhares de gerações de humanos sobre este planeta e a Geometria, bem a Geometria é matemática, a linguagem de Deus.

          Assim, só com o uso inteligente e coordenado destas ciências foi possível que se montasse um sistema de dominação e canalização de riquezas como o visto hoje em dia.

          Por isto nem uma única palavra sobre os instrumentos de poder nas academias ou meios de comunicação, não querem fazer marola, e, cá entre nós dois, se eu também estivesse com a faca e o queijo na mão, também não iria querer.

          Mas que funciona, funciona, tai o planeta e a concentração nas mãos de outros para não me deixar mentir sozinho nesta.

          Quanto aos economistas, lhes cabe a citação, a hipocrisia é o tributo do vício à virtudee.

          Os caras são uns hipócritas.

  6. eu tb repudio mas desconfio e

    eu tb repudio mas desconfio e presumo  que meu repúdio valha pouco,

    muito pouco, em relação ao extraordinário poder economicio e politico dos bancos

    e do grande capital  nacional e internacional, ligados

    umbilicalkmente à grande mídia golpista….

    essa luta contra os rentistas já vem de anos e anos,

    desde a predominancia economica e política da inglaterrs,

    desde a época do império……..

  7. BANCO CENTRAL E TAXA DE JUROS A TABELINHA DO EMPOBRECIMENTO

    Não é ser pessimista é evidenciar as altas de preços em janeiro nos supermercados e feiras. Não precisa ser economista, é só constatar que no governo Dilma a inflação nunca ficou nem próximo do centro da meta. Existe uma inflação residual resultado de alinhamentos de preços em 2016 e a desvalorização do real frente ao dólar, a inflação deve ficar em torno de 8 a 9%. Por outro lado, não adianta o BC aumentar a taxa de juros pois esta ferramenta de combate a inflação não está funcionando.

  8. Protesto contra a política do BC…

    Em lugar de nota de repúdio seria mais adequado “Protesto inócuo contra a política do BC”

    Porém, contudo, todavia o BC persevera na sua missão que outra não é, nunca foi e jamais será senão a de transferir “…renda da parcela mais pobre e mais produtiva para a parcela mais rica e menos produtiva da população”.

    É muita ingenuidade achar que os integrantes de suas instâncias deliberativas votariam contra os interesses da classe a que serve.

    Portanto, repúdio, protesto e não sei mais o que são, para ele, meras cócegas que lhe causam riso e deboche da gentalha

  9. Quem manda no BC? Resposta direta está abaixo

    Quem manda no Banco Central? Quem melhor respondeu essa questao foi Adrianiano Benayon em entrevista, aos 05:57 min(vídeo abaixo], ao Programa “Provocaçoes” do saudoso Abujanra : “Essa área terrível chamada Fazenda e Banco Central é uma área de caça reservada. Ali só caça o proprietário, é área reservada. Essa área chamada minstério da Fazenda e adjacências[Secretaria do tesouro, Banco Central e Planejamento] é  “área” do poder financeiro mundial anglo americano. Desde 1954 essa área sistematicamente é ocupada por gente de fora do país[Brasil]” . 

    https://www.youtube.com/watch?v=3a51hUtBmS8

    Só há uma saída para O Brasil : Fazer auditoria da dívida pública. O vídeo abaixo é prova disso. Tenham paciencia e assistam[como o vídeo é meio longo, assistam a partir dos 13 min]

    https://www.youtube.com/watch?v=7I_TZQLgPBo

  10. + comentários

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome