Por escolha de Aras, Bolsonaro apela a seus seguidores que apaguem críticas a ele nas Redes

Nesta quinta, dia 05, após a indicação e a chuva de insatisfação enfrentada, o presidente Jair Bolsonaro usou de sua transmissão ao vivo semanal na internet para se defender, e pedir apoio.

Jornal GGN – A indicação de Augusto Aras para a Procuradoria-Geral da República rendeu uma infinidade de comentários críticos ao presidente Jair Bolsonaro. Seus seguidores, definitivamente, não gostaram, e se esmeraram nas críticas.

Nesta quinta, dia 05, após a indicação e a chuva de insatisfação enfrentada, o presidente Jair Bolsonaro usou de sua transmissão ao vivo semanal na internet para se defender, e pedir apoio. Se defendeu e pediu aos apoiadores que apaguem os comentários negativos que fizeram em sua página do Facebook.

‘Eu peço a vocês. No Facebook, você fez um comentário pesado, retira, dá uma chance para mim’, pediu humildemente.

Antes do apelo para apagar os comentários críticos, o presidente bravateou que iria deixar de ler os comentários na rede social. Aí pediu uma chance para que conhecessem Aras antes de ‘sair atirando em cima’ dele.

— Se o pessoal atirar em cima de mim, sem dar a oportunidade para o Augusto Aras, caso ele seja aprovado em sabatina no Senado, mostrar o seu valor. Pelo amor de Deus, aí fica ruim a convivência — disse, completando em seguida: — Como tenho dito, eu devo lealdade ao povo, mas não a lealdade cega que está do outro lado.

Voltou a afirmar, para seu público, que escolheu um nota 7 em todos os quesitos, e não apenas 10 no combate à corrupção. E apelou por um voto de confiança para quem votou nele e até ‘fez inimizades’.

Pediu, humilde, que quem acredita nele continue assim até que ele prove o contrário. ‘Você que votou em mim de graça, que trabalhou, que fez inimizades, que gastou dinheiro, que foi pra rua, que não queria mais o PT, não queria o que ficou em terceiro e quarto lugar, continue me dando esse voto de confiança’, disse ele.

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A transmissão foi feita ao lado dos ministros Jorge Oliveira (Secretaria-Geral), André Luiz Mendonça (Advocacia-Geral da União) e Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União). Sergio Moro esteve presente no início, quando Bolsonaro justificou os vetos ao projeto de abuso de autoridade, lembrando depois que seus vetos podem ser derrubados pelo Congresso.

E, por fim, disse que isso é do jogo democrático. ‘A palavra final depende do Congresso’, disse ele.

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3 comentários

    • Alguma dúvida?!?! Advogado não tem posição definida nem crença definida pois ambas mudam conforme o cliente que estão defendendo que agora, neste momento, é o tenente/ presidente.

  1. A escolha do PGR é um direito do Presidente da República. Bolsonaro tem o direito de escolher quem ele quiser que esteja dentro dos limites legais.
    As instituições não são neutras, como o PT acreditava. Um cargo desta importância não pode servir para fazer política partidária contra o Presidente da República, como aconteceu com Lula e Dilma.
    Os votos do Presidente eleito valem mais do que os votos da casta da PGR, isso o PT não aprendeu.
    O impedimento de Dilma não teria ocorrido se Wiecko tivesse sido indicada como PGR, no lugar de Jantot.

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