Secom contemplou clientes de Wajngarten e TVs religiosas

Secom fez mudanças em estratégia de campanha de publicidade com foco na Previdência, distribuição verbas para TVs que são clientes de empresa do secretário e emissoras religiosas, apoiadoras de Jair Bolsonaro.

Bolsonaro durante desfile do 7 de Setembro. Foto: Alan Santos/PR

Jornal GGN – Nova denúncia sobre o aparelhamento da Secom sob o comando de Fabio Wajngarten. Desta vez, a Folha mostra que o chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República fez mudanças em estratégia de campanha de publicidade com foco na Previdência, distribuição verbas para TVs que são clientes de empresa do secretário e emissoras religiosas, apoiadoras de Jair Bolsonaro.

A campanha, em sua primeira fase, dispendeu R$ 11,5 milhões, com no período de 20 de fevereiro a 21 de abril, e um plano de mídia que definia a TV Globo como a que receberia mais recursos, já que líder de audiência.

Em novo momento, a partir de abril, Wajngarten assume o cargo e a Secom muda a orientação. Na segunda etapa da campanha, aprovada na sua gestão, o plano de mídia excluiu a Globo nacional da lista, mantendo apenas as regionais, com anúncios mais baratos.

Ao definir esta estratégia, Wajngarten fez com que emissoras de menor audiência ficassem com maior parte dos recursos. E nesta segunda fase, o montante foi de R$ 36,7 milhões. Record recebeu R$ 6,5 milhões, Band ficou com R$ 1,1 milhão e SBT com R$ 5,4 milhões, um total de R$ 13 milhões.

Record e Band têm contratos privados com a FW Comunicação, de Wajngarten, e o SBT foi cliente da empresa até o primeiro semestre de 2019.

Leia a matéria na íntegra clicando aqui.

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Assine e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Assine agora

Leia também:  OMS suspende pesquisa com cloroquina após notícias de falta de eficácia

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome