Temer e aliados tucanos tentam inviabilizar economia mineira, diz governo Pimentel

Jornal GGN – O governo Fernando Pimentel (PT) emitiu nota à imprensa afirmando que Michel Temer e aliados tucanos tentam inviabilizar a economia mineira. O informe é uma resposta a ação movida pelos opositores para impedir o Estado de Minas Gerais de contrair empréstimos para colocar dívidas em dia. Segundo o governo estadual, a atitude é contraditória pois as antigas gestões do PSDB no Estado teriam adotado medidas semelhantes com a Codemig e outras empresas públicas.

Nota do Governo de Minas sobre decisão do TCE que impede que o Estado faça empréstimo para colocar as contas em dia

O ataque contra o governo de Minas Gerais e à população mineira comprova que Temer, seus aliados tucanos e os aecistas procuram, de todas as formas, inviabilizar o governo do estado de maior economia, entre os que se colocam em oposição ao cruel desmonte o Brasil, que condena ao desemprego e ao empobrecimento centenas de milhões de brasileiros.

Há tempos, a aliança entre Temer, o PSDB e o aecismo atua para sabotar o governo mineiro e, com a tentativa de impedir a regularização das finanças de Minas Gerais, o nível de agressões chega a um novo grau de intensidade. O cerco oportunista se transformou em uma perseguição explicita contra o governo do estado, critica com veemência as politicas que estão rapidamente desmontando o Brasil.

Temer e o aecismo comprovam, mais uma vez, que são carentes de escrúpulos. Ao atacarem o governo mineiro, eles não estão nem um pouco preocupados com a população mineira, que é a principal penalizada pelo estrangulamento de Minas Gerais.

Temer e seus aliados – e entre os principais estão os Aécio e Anastasia – jogaram o Brasil em um buraco cada vez mais fundo. Agora tentam impedir que as saídas para a crise, encontradas pelos governantes oposicionistas, como o de Minas Gerais, prosperem.

Ao pedir a liminar, os aecistas entram em contradição com os seus próprios atos, quando estavam no governo mineiro. Por exemplo, durante o governo Anastasia, a Minas Gerais Investimentos, MGI, uma empresa criada para controlar os fundos financeiros do estado, emitiu debêntures milionários. Outra ação semelhante ocorreu em 2012, quando a Codemig, outra estatal mineira, contraiu uma dívida de US$ 350 milhões com os bancos Itaú, Santander e BB.

Essa vultosa quantia foi utilizada em obras e realizações que privilegiavam o marketing, acima dos interesses urgentes da população do Estado, como a construção da sala de música da Filarmônica e as obras da Expominas de São João Del Rei. Embora fossem iniciativas importantes, não estavam de forma alguma entre as prioridades da população e, ao decidir esses investimentos do governo aecista deixou de lado demandas muito mais urgentes na saúde, educação, segurança e infraestrutura. Dessa forma, nenhuma dessas obras ou iniciativas gerou um único centavo de retorno para Minas Gerais ou benefícios para a grande maioria dos mineiros.

Além disso, o empréstimo contraído com os três bancos foi perverso, pois coube exclusivamente ao governo Fernando Pimentel pagar os juros, que já desfalcaram em R$ 1,1 bilhão, o caixa da Codemig.

A proibição da contratação de empréstimos agora, portanto vai de encontro ao comportamento dos governos anteriores, controlados pelos aecistas, explicitando ser um movimento oportunista, politiqueiro, mesquinho e baixo, com a única intenção de criar embaraços ao governo de Minas Gerais.

O mais cruel na ação de Temer e seus aliados aecistas é que, ao pretender atingir o governo, eles estão fazendo muito mal, principalmente, aos servidores públicos, que não podem receber seus salários como lhes é de direito.

Governo do Estado de Minas Gerais

3 comentários

  1. Está correta a informação do

    Está correta a informação do Governo Mineiro, no entanto, nada justifica as prioridades dele em detrimento à Classe Educacional, sempre a mais oprimida. Também vale ressaltar que a escolha de não divulgar os escândalos dos governos anteriores ( Anastasia e Aécio ) foi única e exclusiva do atual Governador. Agora, é tarde, e ninguém mais nele acredita.

  2. O Pimentécio

    juntamente com o petucano Odair Cunha estão colhendo o que plantaram. Agora é tarde e o choro é livre.

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