fbpx
quinta-feira, fevereiro 20, 2020
  • Carregando...
    Início Crônica

    Crônica

    Crônica de uma segunda, por Roberto de Martin

    Os patrões ainda discursam, as moscas ainda insistem, as unhas pintadas das garçonetes dormem exaustas, o moço procura no lixo algo que nunca perdeu, porque nunca teve, mas procura

    Dormentes, por Lúcio Verçoza

    Sáuba sorria. Olhava para a gente como se ouvisse dormentes. Parecia sentir o sentimento do mundo. Começou um cricrilar. Eu fiquei imaginando qual seria o pensamento dos grilos

    Hieronimus Bosch e a transfiguração alegórica do mundo contemporâneo, por Sebastião Nunes

    Por Hieronimus Bosch e por centenas de alegorias semelhantes, nós, que vivemos o desespero sem saída do século XXI, te compreendemos, e te saudamos

    As empregadas domésticas que jamais irão para a Disney, por Urariano Mota

    O ministro quanto mais descontraído mais ele mesmo, burguês perigoso, bufão revelador da sua classe, da sua igualha.

    Filinto Müller e o Brasil atual, por Rui Daher

    Não conheço, pessoalmente, quem me processa (nem quero), mas sei de seu passado empresarial e de suas atividades políticas e em cargos públicos. Isto me fez ser seu crítico. Seu nome? Nada importa.

    A China para os socialistas do Brasil, por Urariano Mota

    Extraio de “A mais longa duração da juventude” um trecho que reflete a China e os socialistas brasileiros em outra luta.

    Apertem os cintos. O PNC (Princípio da Não Contradição) sumiu!, por Sr. Semana

    Com certeza não se encontra em Brasília onde foi substituído por PC (o Princípio da Contradição).

    Isso ainda não é uma fantasia, é apenas uma reflexão, por Maíra Vasconcelos

    E o que tenho é uma não voz que trafega rumo ao entendimento desmedido e à reflexão exaustiva sobre o ato de escrever.

    Um dia de cão, por Izaías Almada

    O bizarro e o brega caminham lado a lado já agora com a extensão da cidadania para cães e gatos, com direito a passaporte para viagens ao exterior.

    Odoya, Iemanjá!, por Mariana Nassif

    Então, cara pálida, se quiser celebrar a Rainha, celebre. Há inúmeros e quase infinitos motivos pelos quais, ainda e sempre, temos a agradecer.

    A caixa de música e o túnel Mapuche, por Lúcio Verçoza

    No momento exato de partir, deu corda na caixinha de música. A bailarina girava lentamente, o navio apitava no cais. Disse que o navio aportou naquela praia, porque ele tinha que a encontrar.

    Odoyá, Yemanjá!, por Patrícia Valim

    E depois de mais de um ano e meio sabático com o pós-doc, pesquisas, leituras, preceitos e resguardos: tô de volta!

    Norman Mailer X Muhammad Ali, por Urariano Mota

    Eu corria o risco de nada escrever sobre Norman Maier, se não houvesse recebido de presente a sua grande reportagem literária de nome A Luta.

    Da vaidade e dos pusilânimes, por Izaías Almada

    Que me desculpem os videntes, mas hoje tanto faz o cidadão ter nascido em Áries, Capricórnio ou Gêmeos, pois nos tornamos todos uma espécie de farinha do mesmo saco.

    A atualidade de Fernando Pessoa, por Izaías Almada

    O trabalho de Brechon, “Estranho Estrangeiro”, com seiscentas páginas impressas, transformou-se em um dicionário quase que obrigatório para quem admira os versos de Álvaro de Campos, Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Fernando Pessoa, ele mesmo. 

    Digressões sobre o imaginário coletivo brasileiro. Parte 5, por Rui Daher

    E qual o imaginário coletivo que, inculcado pelo tripé rentistas-mídias convencionais-seitas religiosas várias, domina o acomodamento de, digamos, nas minhas amostragens, metade da população brasileira?

    A namoradinha porcina do Brasil, por Urariano Mota

    Em estranhos caminhos ela seguiu para a direita, para a negação de valores democráticos, dos atores e atrizes brasileiros.

    Poemeto adaptado para um Brasil bolsonazista, por Wilson Luiz Müller

    Quando os bolsonazistas vieram buscar os aposentados, / eu não fiz nada porque não era um aposentado comum.

    Digressões sobre o imaginário coletivo brasileiro. Parte 4, por Rui Daher

    Até aqui, apresentei-os aos momentos em que poderíamos ter sido uma nação feliz. Pesquisem e leiam.

    O político, escritor e pensador Joaquim Nabuco, por Urariano Mota

    Joaquim Nabuco foi um homem culto e de gênio, que escrevia no papel as linhas da vida do Brasil.

    Mais comentados

    Últimas notícias