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terça-feira, março 31, 2020
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    Crônica

    Covid-19, riqueza e pobreza, por Rui Daher

    No planeta, discute-se opções entre não morrer ou salvar a economia. No Brasil de RIP, em forma selvagem.

    Lição de literatura, por Urariano Mota

    Li pela terceira vez o conto “O despertar” do magnífico Isaac Bábel, e o resultado é um encanto contínuo

    Pai e filho comunistas em conflito, por Urariano Mota

    Urariano Mota tira da gaveta um trecho significativo de seu livro "A Mais Longa Duração da Juventude", para esses tempos em que vivemos.

    Ainda não está proibido sonhar, por Izaías Almada

    Para não ficarmos num diálogo de surdos ou mesmo paranoicos, elejamos os dois principais e óbvios suportes no momento para sabermos sobre o que estamos falando: a economia e o coronavírus.

    Rainha, por Eliseu Raphael Venturi

    O que mais importava era como manter a rotina de exercícios durante a crise, ou a quantos fundos se poderia recorrer

    Pandemia, desabastecimento e fome, por Fábio de Oliveira Ribeiro

    A pandemia, o desabastecimento e fome são três cavaleiros sangrentos que trarão na garupa o desalento e a morte. Portanto, é melhor tomar cuidado e lembrar o que ocorreu em São Paulo em 1924.

    Ensaio para um caos não-anunciado, por Jeanderson Mafra

    Óbvio que o desespero não irá nos ajudar neste cenário no qual entramos sem aviso prévio (isso nunca será dado), mas muito menos a resiliência e a crença em nossos governantes será a certeza de sobrevivência.

    Conforme contado por Ariano Suassuna, do Dominó de Botequim Celestial, e psicografado por Rui...

    Vou me aliar com os russos, o Maduro, fechar as igrejas evangélicas que em nada me ajudam

    Ih, invernado pleno verão brasileiro, por Rui Daher

    Mas voltemos a essa solidão compulsória. Como teria sido, com as mesmas expressividade e letalidade inexoráveis, o COVID-1969, quarenta anos antes do atual.

    Afinal, a ficção sempre acompanhou os pesares da humanidade, por Maíra Vasconcelos

    Apenas a ficção é capaz de torcer qualquer realidade para extrair dela alguma beleza, algum sentido distraído de todo cotidiano.

    Contaminação de pulmões e mentes, por Sr. Semana

    Sobre a infecção e a contaminação opiniática e como evita-las, cito as sábias palavras de um filósofo renascentista.

    Vida multiplanetária!, por Alexandre Sartori Barbosa

    A ficção em tempos de coronavírus

    Veias fechadas para a América Latina. Pedrán e Avelar, por Rui Daher

    Nada do que vier do Regente Insano Primeiro me ocupará. Preocupar, sim. Tenho filhos.

    Lágrimas pela Itália, por Izaías Almada

    O avanço rápido e cruel do coronavírus pelo mundo, além de nos deixar em alerta, consegue o triste protagonismo dos noticiários em expor tragédias coletivas e individuais.

    Habitat, por Eliseu Raphael Venturi

    Os confinamentos são velhos espaços de disciplinas, e nada de novo há nisso, senão a educação da mente, da subjetividade, a escola dos pensamentos, e então as pessoas se veem entregues ao confinamento

    Vírus, por Rui Daher

    Lembrando-me dos bons charutos, chamo o vírus de “Coroninha”. Antes consulto o “Dominó de Botequim Celestial”, se garantiriam meu desafio.

    Imprensa local e coronavírus, por Urariano Mota

    Os editores burocratas sabem muito bem dividir o mundo: o que é da cidade é local, o que é fora da cidade é nacional. Notem que na divisão de tarefas bruta, o que for além das fronteiras do Recife já periga ser nacional.

    Carapuça de vírus, por Rui Daher

    É isso que merece um país com tanto território, potencial econômico e proeminência?

    Virose, por Jean Pierre Chauvin

    Colada à pandemia, a virose do embrutecimento brasileiro só aumenta.

    Deus e o Diabo na terra de ninguém, por Izaías Almada

    Estaria o coronavírus entre as linhas tortas de Deus? E o presidente Jair a intrometer-se?

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