A morte de Soledad Barrett, um dos mais perversos crimes da ditadura brasileira, por Urariano Mota
Até hoje não se sabe dos seus restos mortais. Ela teria sido enterrada no Cemitério da Várzea como indigente, sem nome, e não se achou mais.
Copie e cole este URL em seu site WordPress para incorporar
Copie e cole este código no seu site para incorporar