D’Artagnan D’Ourinol, Episódio 4, por Rui Daher

Ô D’Arta, vieram aqui ter comigo aqui na Redação três antigos amigos seus, Athos, Porthos e Aramis. Bem os recebemos, como de praxe. Dissemos desconhecer o seu paradeiro, embora o saibamos em local e sagrada fantasia.

D’Artagnan D’Ourinol, Episódio 4, por Rui Daher

Façam chuva e sol, estejam minhas botinas enlameadas ou pisando em terras estorricadas do agrário brasileiro, esta série de crônicas, por sugestão de minha afável editora, será publicada duas vezes por semana. Terças-feiras e sábados.

De: @D’ArtagnanD’Ourinol; Para: @BRDjornalismo-everaldo; Cc BRDjornalismo-ruidaher;

Noto, senhor Everaldo, sua total falta de erudição. Até pela cor de sua pele, daqueles desprotegidos por Deus, na Criação, e que agora pedem recompensa por desfavorecimento nunca havido. O que queriam se assim, nós brancos, fomos dotados e soubemos aproveitá-los com meritocracia?

Ad mensuram, vosmecê me ameaça. Lex est quod notamos, até manu militari, nos defenderemos, se preciso for. Estão comigo, os amados Ministro Mo(u)ro Valentia, Capitão Insano I, filhos e milícias.

Ad juditia et factum, dirijam-se aos Supremos (haha … além disso não vou, choro e lembro-me do patrão, pois tão complicado, tadinho).

The Intercept, Veja, Folha, – fogo ao contrário – ex proprio jure, entre nós, é tudo pro rata. Inclusive, o contrato (janeiro 2019) negociado com a Petrobras, que cederia a nós, bravos centuriões do Paraná, R$ 2,5 bilhões para a constituição de um fundo privado de direitos civis. Como disse, sempre pro rata. Tanto que a linda Gabi (que mulher! não fosse minha sacristia …) aprovou. Mas a mocreia Dodge, ad cautelam, ex abrupto, fez-nos desistir. Por pouco tempo. Voltaremos.

Pensando no recurso que, ex lege, seria público, portanto, nosso, eu já havia encomendado em Londres a hand made topper appropriate for special Viscounts. Veio aquele carro-velho e estragou tudo.

Fique sabendo, pois, Sr. Everaldo que suas gigantescas e anormais dimensões em nada me assustam. Estamos com o Poder e, para entrar em nível mais tolerável à sua profunda ignorância, “daqui não saímos, daqui ninguém nos tira”.

Continência! Direita volver!

D’Artagnan D’Ourinol

 

De: @BRDjornalismo-ruidaher/editor; Para: @D’ArtagnanD’Ourinol;

Ô D’Arta, vieram aqui ter comigo aqui na Redação três antigos amigos seus, Athos, Porthos e Aramis. Bem os recebemos, como de praxe. Dissemos desconhecer o seu paradeiro, embora o saibamos em local e sagrada fantasia. De que valeria vê-lo cravado de furos letais de espadas para continuar com nossas chacotas, estimado Visconde de Sabugosa?

Estão putos. Alexandre Dumas (1802-1870) os fez justos, e agora você usam do nome de um quarto mosqueteiro, somente para prender um ex-presidente, sem provas, em trocas de mensagens com aqueles que, politicamente, queriam defenestrar o futuro de um Brasil menos desigual e mais soberano.

Estão putos. Tanto quanto Everaldo e Harmônica, cujo paradeiro pontual não sei, mas que, armados em facas e dentes, se deslocam pelo Paraná, até encontrá-lo.

Boa sorte, babaca! Os dois estão cada vez mais perto de você. Quer dizer, agora, provavelmente, os cinco. Visconde de Sabugosa, sinto o seu breve final, Como sempre, de todo esse sangue, farei galinha de gabidela,

Está servido?

D’Artagnan D’Ourinol Episódio 3, por Rui Daher

   

 

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