Explico-me e talvez os confunda, por Rui Daher

Segundo os poucos que me leem muitas vezes sou ininteligível. Principalmente, para familiares e amigos. Pelas agressões sei que os detratores bem me entendem.

Explico-me e talvez os confunda, por Rui Daher

Começo acertando com quatro mulheres. Três na tela, Adriana Calcanhoto na composição. Fora isso, erro.

Caros leitores, entenderam? Segundo os poucos que me leem muitas vezes sou ininteligível. Principalmente, para familiares e amigos. Pelas agressões sei que os detratores bem me entendem.

Blogueiro ou colunista, neste GGN/BRD, CartaCapital e Facebook, confesso confundir a mim mesmo. A tal Confederação de Corporações, creio, muitos devem ter entendido. Que ela tivesse sido construída para o bem geral. Não foi, mesmo em períodos curtos e passageiros. Não me peçam análise.

Hoje em dia, como azeitado carrinho de rolimã, a não mais nação desliza célere pelas curvas da estrada velha para a Baixada Santista, passa pela Vila Belmiro, e sem saber nadar, se afoga na praia de José Menino. Não crio, constato.

Pronuncio-me assim em interlocuções várias. Crio personagens que parecem fictícios, mas que tudo têm a ver com a realidade de nosso cotidiano. Nem mais me lembro de todos eles e elas. Creio fazer isso há, pelo menos, 15 anos. Um dinheirinho, como um dia Tom perguntou a Vinícius, ajudaria? Claro. Mas, em tempos digitais, ultradireita no Poder, entendo, não seria maior do que o prazer de ser livre.

Criei o Conselho Celestial do Dominó de Botequim, Darcy Ribeiro, Ariano Suassuna, Luís Melodia, Dr. Walther, Alfredinho “Bip-Bip”, Beth Carvalho, aguardando resposta de Dom Diego Armando Maradona, a representar os vários personagens do único livro publicado. Tenho material para mais cinco deles. Não. Recolho-me à finitude, e quem quiser aproveite-os.

Refiro-me muito à Redação do Blog. Delícia criar sobre ele e a equipe. Os jornalistas Nestor e Pestana, cedidos ao Facebook (N&P) por muitos cifrões verdinhos, contratados de Mark Zuckerberg.

Everaldo, segurança diante das ameaças bolsonaristas que nos afligem, mas poeta quando fala de sua família, tem sido fundamental.

Desconfortável, mas suportável o nosso cantinho, compreensivos que somos com as dificuldades da editora Lourdes em atender nossos pleitos. De esquerda, sabemos aguentar a vinda de tempos melhores.

N&P estão produzindo nova série: “Pandemic Fakes or Not”. Mark gostou.

Em CartaCapital, sei lá há quanto tempo, talvez entre 10 a 15 anos, atenho-me a analisar e comentar os agronegócios. No site. Na impressa não tenho vez. Justo eu que esnobei a Folha de São Paulo, quando convidado a escrever sobre o tema e recusei por não concordar com a linha editorial do jornal.

Escrever no site, creio dever à comiseração de Bob Fernandes e, hoje em dia, de Sérgio Lírio. Soube que Mino Carta nunca acessa o site. Prefere a Olivetti. Ah, cristalizada esquerda. Pena. Mais velho do que eu, perde, tão identificáveis nossas posições. Paciência. Não escrevo por loas ou remuneração. Quites, pois.

Minhas intervenções no Facebook, a exemplo do que faz brilhante editora Lourdes, embora em poucas palavras, são o que mais me agradam. Atualmente, criei o “Pandemic Fakes or Not”.

Furo! Não me perguntem onde ou aonde. Exclusivo para o BRD/GGN: “em suas abluções matinais, o coronavírus poderá estar camuflado em seu rolo de papel higiênico”.

Boa sorte. Inté.

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